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Mostrando postagens com o rótulo Conflito

Lista de Compras: Liyla and the shadows of war.

Um dos mais impactantes games que vi nos últimos tempos, Liyla and the shadows of war é, na verdade, uma mistura de jogo com documentário.  O game é baseado em fatos reais e está disponível no Google Play para download gratuito.  A narrativa envolve um pai que passa por um verdadeiro inferno para tentar resgatar sua esposa e filha em meio ao conflito armado na faixa de Gaza. O visual é muito similar ao do jogo Limbo e dura muito pouco, o que não diminui o impacto de suas cenas. Vencedor de inúmeros prêmios e nomeações, Liyla é um alerta para a indiferença das pessoas durante as guerras, sejam quais forem ou onde aconteçam, e também para o sofrimento das pessoas inocentes atingidas.  Texto:  Franz Lima .  Curta nossa  fanpage:  Apogeu do Abismo . Mais do que isso, o jogo é uma pequena amostra dos horrores provocados pelo homem em combate. A trama irá levar o gamer/espectador a refletir muito mais sobre as tragédias que os conflito...

Sobre o massacre em Gaza.

Por: Franz Lima   Nunca apoiarei o terrorismo. E é por isso que afirmo, categoricamente, que os israelenses estão agindo de igual forma ao Hamas, porém com uma dose a mais de crueldade. Gaza é o maior campo de concentração do mundo, uma área onde pessoas são torturadas psicologicamente todos os dias. A fome, o desemprego e o medo prosperam, ao passo que o ser humano definha. Pessoas são tratadas como números, mas números não choram ou sangram. Há crianças e idosos que não pediram para serem tr ancafiados em um gueto sujo, decrépito e depressivo. Há hospitais, escolas e casas onde pessoas comuns só querem viver, mesmo que de forma tão cruel, pois até o sofrimento é melhor que uma morte em uma prisão que alguns países insistem em chamar de 'lar dos palestinos". Israel detém armas nucleares, tem o apoio dos mais ricos países do mundo e prospera. Israel tem um dos serviços secretos mais temidos do mundo, o Mossad. Israel tem tecnologia, cultura, qualidade de vida e um povo...

Crianças de Gaza.

Por: Franz Lima É difícil ser imparcial quando uma foto como esta é veiculada. Mais difícil ainda quando a imagem recebe prêmios pelo impacto visual - e apelativo - que ela tem. Mas a verdade é que por mais chocante que seja, a denúncia precisava ser feita. O mundo precisa conhecer sua própria face escura. A fotografia em questão mostra familiares transportando os corpos de duas crianças mortas durante um bombardeio israelense a uma zona civil da Faixa de Gaza. É impossível ficar indiferente às expressões de dor e ódio estampadas nas faces das pessoas que transportam as crianças. É impossível ficar indiferente ao ver o futuro de duas crianças ser brutalmente interrompido, impedido de ocorrer. Como pai, tive a dor desses familiares transferida para mim. Como pai, tremi diante da mínima possibilidade de perder um de meus filhos. Como pai, silenciei em respeito aos entes das crianças assassinadas. O que mais me aborrece é ter a consciência de que essas vítimas viram estatística...

Um projeto que precisa do nosso apoio: Apagão, Vol. I. Cidade sem Lei/Luz.

Fonte: Roda de Escritores e Apagão, a HQ Franz says: o que vocês verão a partir de agora é um projeto feito com muita dedicação, arte e uma proposta incrível. Mostrando uma São Paulo alternativa, caótica e violenta, esta HQ promete ser uma ótima novidade. Entretanto, Apagão é um projeto que precisa do meu e do seu apoio. Conto com vocês no apoio e divulgação dessa iniciativa, mas, antes, leiam o post e descubram as muitas surpresas que esta legítima HQ brazuca lhes reserva. 

Já está em pré-venda o livro 'Filhos do Éden: Anjos da Morte', de Eduardo Spohr.

Arte por Andrés Ramos Segundo as palavras do próprio escritor: "Olá, pessoal. Saudações a todos. Quem escreve aqui é o Eduardo Spohr. G ostaria de agradecer a força que vocês me deram (e ainda têm me dado) ao longo dessa jornada. “ Anjos da Morte ” levou um ano e meio para ser escrito, e nesse meio tempo uma das coisas que mais me incentivaram foram as mensagens diárias que eu recebia por meio das minhas redes sociais – Twitter, blog, Facebook, Skynerd, etc. Abaixo, estão os links para as pré-vendas do Submarino e da Saraiva. O Submarino está com um desconto exclusivo esta semana (é preciso correr para garantir o seu). Já a Saraiva não tem desconto, mas dá uma bela camiseta promocional de brinde: Submarino:   http://www.submarino.com.br/ produto/113158980/livro- filhos-do-eden-anjos-da-morte- livro-2?opn=JOVEMNERD&epar= jovemnerd&&WT.mc_id=jovemnerd& WT.mc_ev=Click&utm_source= afiliados&utm_medium= jovemnerd&...

Soldado israelense é fotografada de biquíni e armada com fuzil. E daí?

Vi em alguns sites que esta foto provocou um furor por todo o mundo. Apesar de compreender um pouco a surpresa da maioria, não vejo os reais motivos para tanto alarde.  Conforme relatado, a obrigatoriedade de cuidar do armamento é do próprio soldado que está com a responsabilidade de portá-lo. Indubitavelmente, abandonar ou deixar que este armamento seja extraviado é passível de punição rigorosa, como acontece em todas as Forças Armadas do mundo.  Então, o que chocou? O biquíni - grande para os padrões brasileiros - ou a arma? A israelense não está errada ao portar seu armamento em um momento de lazer, principalmente se o regulamento permite que ela o faça. Ao contrário do que muitos imaginam, ela não erra ao cuidar daquilo que está sob sua cautela. Além disso, vale ressaltar que Israel é uma área infinitamente mais estável que a maioria dos países e não há áreas isentas de ataques inimigos. Os conflitos entre israelenses e palestinos não acabou e ainda provoca mortes e...

Resenha sobre Palestina - edição de luxo. Joe Sacco e sua visão sobre o conflito

Joe Sacco é um ícone no mundo dos quadrinhos. Joe Sacco é um ícone no mundo do jornalismo. Com base nas duas afirmativas anteriores, fica a pergunta para quem não o conhece: como ele conseguiu se destacar em duas frentes tão diferentes? Simples. Sacco é autor de uma nova vertente das HQ: o jornalismo com linguagem de quadrinhos. Joe não é um desenhista com traços agradáveis de se ver, como Alex Ross, por exemplo. Seus desenhos são inconfundíveis, com traços próprios e expressões condizentes com a situação pela qual o personagem está vivendo. Mas não é esse seu ponto forte. As imagens chocam, indubitavelmente, porém é a história, a descrição da realidade que ele conheceu (nesse caso a Palestina) - nem sempre agradável - o maior destaque de seu trabalho.  O jornalismo em quadrinhos, um documentário quadrinizado e, algumas vezes, cruel e cru é a principal ferramenta do autor para divulgar a real situação dos países e territórios por onde passou.  Em seu trabalho inicia...