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Mostrando postagens com o rótulo Isolamento

Juntos pelo Cinema. Viver ainda é o melhor filme...

Passatempos da Turma da Mônica para colorir e animar a quarentena

Para acrescentar à variedade de atividades disponíveis para entreter os pequenos, a Mauricio de Sousa Produções traz diversos passatempos que serão disponibilizados gratuitamente para download no site da Turma da Mônica. Novos materiais serão colocados semanalmente no portal e poderão ser impressos. Entre as atividades estão algumas artes para colorir, labirintos e caça-palavras. Além dos passatempos, durante os dias de reclusão, a MSP disponibiliza, duas vezes por semana, maratonas temáticas com os personagens do Bairro do Limoeiro em seu canal no Youtube.  Os passatempos poderão ser baixados no link:  http://turmadamonica.uol.com. br/juntoscontraocoronavirus/

Imagens e palavras que irão fazê-los refletir. Divulguem, por favor.

Passamos a seguir indiscriminadamente as opiniões fornecidas por meio das redes sociais sem que, no mínimo, façamos uma reflexão sobre aquilo que é dito. Pensam por nós... e gostamos disso. Por: Franz Lima . Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo . #apogeudoabismo  As imagens a seguir servem de alerta e reflexão sobre a perda de valores e o descaso com os problemas externos em detrimento de nosso próprio mundo. A arrogância e o isolamento estão cada vez maiores, talvez por conta da falsa sensação de proximidade que o mundo digital traz. Todas as charges e desenhos a seguir irão mostrar, com ironia e sarcasmo gritantes, uma faceta que buscamos esconder.  De qualquer forma, não adianta descartar esse lado da sociedade (ou pessoal) cujo direcionamento é quase todo voltado para a individualidade, indicando o coletivo como algo desprezível ou menos importante. P.S.: nada contra a tecnologia. Quando bem empregada, ela é uma ferramenta indispensável nos dias atuais. Mas...

Onde cantam os pássaros. Eis outro lançamento da Darkside Books.

Onde Cantam os Pássaros - por Evie Wyld A DarkSide® também é alta literatura. Uma verdadeira amante das letras, livreira por opção e uma das novas vozes da nova literatura por vocação. Onde Cantam os Pássaros vem conquistando prêmios literários tradicionais como o Barnes & Noble Discover Award, oferecido pela livraria aos novos autores de destaque, o britânico Jerwood Fiction Uncovered Prize e o mais importante prêmio australiano, Miles Franklin Award, resenhas encantadoras e inúmeros fãs por onde é lançado. Com tramas paralelas, passadas em épocas e hemisférios diferentes, o leitor vai montando um intrigante quebra-cabeça com o que lhe é fornecido por essa autora criativa e, ao mesmo tempo, rigorosamente precisa. No premiado romance de Evie Wyld, a fazendeira Jake White leva uma vida simples numa ilha inglesa. Suas únicas companhias são rochedos, a chuva incessante, suas ovelhas e um cachorro, que atende pelo nome de Cão. Tendo escolhido a solidão por vontade própria,...

Triste, mas verdadeiro. Curta-metragem da Disney: a pequena vendedora de fósforos.

Na verdade, este curta-metragem da Disney é inspirado em um conto muito antigo e triste. Consegui encontrar seis versões da mesma história. Todas tristes, porém com uma lição de vida e realidade. Não conhecia esta antiga história, fato que me trouxe uma tristeza ainda maior com o final do curta. Entretanto, podem acreditar, cada segundo da narrativa é válido e engrandecedor, pois leva o espectador a refletir sobre nossa arrogância, o trato para com o próximo e o isolamento. Eu creio que uma versão atual caberia com a menina nos arredores de um shopping. O dia estaria terrivelmente frio e o descaso dos transeuntes seria idêntico ao que a narrativa original oferece. O resultado, obviamente, não diferiria em nada, mas certamente teria um impacto tão grande ou maior que os dos curtas. Quando vemos a tragédia à beira de nossa porta, certamente o choque e a reflexão são maiores. Deixarei a primeira versão que vi para que possam assistir também, mas as demais versões estão com seus...

Qual o problema em ouvir Legião Urbana?

Uma das coisas mais estranhas que tenho acompanhado nos ultimos anos é a involução do pensamento e do comportamento humanos. Modismos surgem com a velocidade do pensamento e, tal como surgiram, também desaparecem rapidamente. Meus ídolos são mais consistentes. Frutos de uma geração que divulgou e ainda propaga o que gosta, bandas como Legião Urbana, Kid Abelha, Paralamas, Titãs e muitas outras se perpetuaram pelo tempo. Não são passageiras, pois mostraram competência para ultrapassar gerações e as complexidades e diferenças provocadas pelas diferentes faixas etárias e pensamentos. Claro, o fato de serem grupos longevos não é sinônimo de uma história isenta de problemas e polêmicas. São, acima de tudo, uma reunião de pessoas que não podem deixar de viver suas vidas e, como qualquer um de nós, cometer acertos e erros. Preciso frisar que o fato de haver bandas, músicos, literatos ou artistas que são competentes a ponto de ultrapassar a passagem dos anos não implica em dizer que as a...

Review: conheçam o anime e o mangá "Elfen Lied"

Elfen Lied é um anime em 13 episódios que nos mostram uma evolução distorcida da humanidade, os Diclonius. Com aparência similar à dos humanos, eles tem, contudo, algumas diferenças como chifres, coloração vermelha ou rosa dos cabelos, glândula pineal de tamanho maior e um sentido que lhes permitir sentir a aproximação de outro dicloniu. Como consequência pelo aumento da glândula, eles desenvolveram a capacidade de telecinese de uma forma diferente: usando "braços" invisíveis e de um poder destrutivo inigualável, conhecidos pelos cientistas como vectors . Os vectors são prolongamentos dos Diclonius e além da força, possuem velocidade muito superior à humana e um poder de defesa grande.  Com tanto poder, os humanos sentem um temor descontrolado por essas criaturas e os escravizam para estudo e, posteriormente, eliminação da espécie. Com tal tratamento, os diclonius adquirem um ódio sem par pelos humanos, gerando um ciclo de morte e perseguição em ambas as partes. O...

Conto: O Menino que odiava o silêncio

Autora: Priscilla Rubia      Miguel odiava o silêncio.      Ele estava em todos os lugares, estava nas vozes, no grito das crianças que moravam com ele. Por mais que falassem, se comunicassem, Miguel não via nada além do silêncio.     Tudo o que escutava durante todo o dia no orfanato era o nada, o vazio. E como ele odiava.     Queria ir embora. Queria deixar o silêncio para trás. E o fez. Deixou o orfanato em uma noite fria e, claro, silenciosa. Tinha quase certeza de que não faria falta. Talvez uma coordenadora ou outra sentisse sua falta, mas logo seria esquecido. Caminhou sozinho pelas ruas procurando ouvir.          Foi encontrado, para sua surpresa, mas não por uma coordenadora. Era um homem. Tinha uma aparência... como diziam? Uma aparência “boa pinta”. Usava uma jaqueta preta de couro cobrindo uma blusa vermelha tão gasta que Miguel logo soube que era sua...