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Mostrando postagens com o rótulo Matéria

30 mandamentos para ser leitor, escritor e crítico (Parte I de III)

Decalógo do leitor -  Fonte: Entre Livros Por Alberto Mussa   I - Nunca leia por hábito: um livro não é uma escova de dentes. Leia por vício, leia por dependência química. A literatura é a possibilidade de viver vidas múltiplas, em algumas horas. E tem até finalidades práticas: amplia a compreensão do mundo, permite a aquisição de conhecimentos objetivos, aprimora a capacidade de expressão, reduz os batimentos cardíacos, diminui a ansiedade, aumenta a libido. Mas é essencialmente lúdica, é essencialmente inútil, como devem ser as coisas que nos dão prazer. II - Comece a ler desde cedo, se puder. Ou pelo menos comece. E pelos clássicos, pelos consensuais. Serão cinqüenta, serão cem. Não devem faltar As mil e uma noites, Dostoiévski, Thomas Mann, Balzac, Adonias, Conrad, Jorge de Lima, Poe, García Márquez, Cervantes, Alencar, Camões, Dumas, Dante, Shakespeare, Wassermann, Melville, Flaubert, Graciliano, Borges, Tchekhov, Sófocles, Machado, Schnitzler, Ca...

Documentário sobre Raul Seixas

POR REGINA ZAPPA 11h02   20/01/2012 - Fonte: Revista Alfa   Os bastidores do documentário sobre as aventuras e desventuras de um dos artistas mais importantes (e malucos) da música brasileira Paulo Coelho acende as velas de um castiçal na mesa de jantar. “Raul é lenda, então por que contar a história?”, pergunta. O interior de sua casa em Genebra é clean. Ele está vestido de preto e começa a falar com tranquilidade sobre o antigo parceiro, com quem escreveu alguns clássicos do rock nacional, como Gita, Al Capone, Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás e Como Vovó Já Dizia, entre outros. Nesse momento aparece uma mosca. Paulo espanta o inseto e comenta: “Engraçado, aqui não tem mosca”. Ele continua a conversar e é interrompido novamente pelo zumbido do bicho, que voa em torno dele. Ele sorri. “É o Raul, não vou matar.” Para Walter Carvalho, diretor de Raul – O início, o Fim e o Meio, cuja estreia está prevista para este mês, existe sempre uma alma generosa que protege os docum...

Adapte a leitura para evitar a vista cansada

Ler no ônibus ou no computador não necessariamente prejudica a visão Fonte: Minha Vida - UOL Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo . Diante da falta de tempo, é comum a leitura ocorrer em lugares inusitados, como no ônibus, na cama e em ambientes escuros. Mas será que esses hábitos de leitura podem prejudicar a vista? Segundo o oftalmologista Wagner Ghirelli do Hospital Santa Catarina, na verdade, quanto mais lemos, melhor. "Quem lê muito tem uma capacidade visual melhor e lê mais rápido", conta. "Com o uso do computador, há pessoas que se tornam muito ágeis e desenvolvem habilidade visual muito grande, já que associam habilidade visual com motora." Desbanque os mitos a seguir e fique atento a alguns cuidados. Ler no ônibus faz mal?   Há quem acredite que esse hábito pode causar até mesmo descolamento de retina, mas não é verdade. "O problema na retina é relacionado a traumas e independe de hábitos relacionados à leitura", explica o of...

A Época do bom senso já passou

"Este é um desabafo do Gustavo que, honestamente, está presente na mente de muitos leitores. Não é preciso ser intelectual, ler muito ou ter conhecimento sobre física quântica para perceber que a mídia está voltada à promoção deste carinha. Quem é a mente por trás dele, provavelmente, não saberemos, porém é inegável o esforço em transformar a "música" ridícula dele em algo proveitoso para o país.  A música serteneja, o funk, a música de gueto, o forró, o soul, a black music, a música erudita, a popular ou qualquer outro estilo musical tem seu valor, isto é inegável. Mas não podemos deixar que algo pré-fabricado, imposto por sabe Deus quem, venha a se tornar referencial.  Ainda bem que, cedo ou tarde, o modismo passa e, espero, a sonoridade musical brasileira volte a seu patamar anterior. É triste ver uma cultura musical tão ampla estar limitada a ser representada por algo tão medíocre quanto Teló e sua "música" . P.S.: cada um tem o direito de ouvir...

Fahrenheit 451 em e-book, autorizado pelo autor

Ray Bradbury permite que “Fahrenheit 451″ seja disponibilizado em e-book Aos 91, Ray Bradbury está em paz com o futuro que ajudou a prever. O autor de ficção científica e fantasia e inimigo de longa data do e-book finalmente permitiu seu clássico distópico “Fahrenheit 451″ a ser publicado em formato digital. Simon & Schuster lançou a edição eletrônica nesta terça-feira (29). Publicado pela primeira vez em 1953, “Fahrenheit 451″ já vendeu mais de 10 milhões de cópias e foi traduzido em 33 idiomas. Ele imaginou um mundo em que o apetite por novos meios de comunicação e mais rápido levava a um declínio na leitura, e por causa disso, os livros são proibidos e queimados. Bradbury é um defensor enfático de textos tradicionais no papel, dizendo que e-books tem “cheiro de combustível queimado” e chamando a Internet como mais uma “grande distração”. “É sem sentido, não é real”, disse ele ao New York Times em 2009. ”É algo no ar em algum lugar”, ...

Arquivos Genghis Khan - Parte III

Finalizando a série em três partes sobre o imperador e conquistador mongol Genghis Khan, apresentarei a vocês o escritor de romances históricos (obras ficcionais com embasamento em material histórico) Conn Iggulden. Conn já obteve grande sucesso com a quadrilogia "O Imperador", onde relata episódios da vida de Júlio César, o chefe militar e político da antiga Roma que obteve grandes sucessos em campanhas de guerra e também ficou gravado na história como o amante de Cleópatra, rainha egípcia que lhe deu um filho. Mas seu trabalho mais longo é a série sobre Genghis Khan. Com cinco livros publicados na Inglaterra (no Brasil ainda dispomos apenas de quatro livros da série publicados), Conn Iggulden ganhou notoriedade e tornou-se respeitado no meio literário por seu afinco nas pesquisas para os livros que escreve. Tanto na série "O Imperador" quanto na "O Conquistador", ele provou a seriedade de seu trabalho, mesmo não sendo um historiador. O detalhamento...

Resenha do longa de animação “Batman – Ano Um”

Animação respeita o fã da HQ original As informações abaixo não são Spoillers, leia sem medo. Cheguei a pensar que este seria mais um longa que por ser baseado em uma HQ, onde o fato de muitos fãs já conhecerem a trama, provocaria nos produtores uma reação de despreocupação com o produto final. Explico. Há desenhos animados em longa ou curta-metragem que se baseiam em quadrinhos. Fruto ou não da pouca imaginação dos roteiristas, o fato é que as adaptações são uma realidade cada vez mais presente, principalmente a partir da década de 1990. Algumas adaptações – não apenas de 90 em diante – trazem um conteúdo agradável para o fã, para os que desconheciam o trabalho e também para os especialistas neste tipo de produção. Obras como “A bela e a fera”, “Alladin” e “Aeon Flux”, baseadas em fábulas, histórias de outros povos ou quadrinhos são grandes transposições de seu formato original para a animação. Outras produções como “Avatar, o último dobrador de ar”, “Coragem, o cão c...

Arquivos Genghis Khan – Parte I

Não seguirei a sequência cronológica para explicar quem foi Genghis Khan (a grafia do nome varia muito). Este especial que estou disponibilizando é composto pela primeira parte, com uma matéria descrevendo os motivos para a construção de um monumento a Khan, a segunda parte onde lanço a transcrição de uma matéria da década de 1970 sobre o imperador mongol e, finalizando, a terceira parte, dedicada a apresentar-lhes os romances de Conn Iggulden, escritor inglês contemporâneo e amigo de Bernard Cornwell. Boa leitura a todos... Franz Lima.   Mongólia aposta em Genghis Khan para levantar moral do país Dan Levin Do New York Times A estátua do imperador mongol Jesus Cristo preside sobre o Rio de Janeiro, um quarteto de presidentes dos Estados Unidos contemplam o país do Monte Rushmore e Lênin mantém a vigilância em São Petersburgo. Mas se estivéssemos falando de um concurso mundial para honrar gigantes históricos em escala colossal, talvez a Mongóli...

Utilidade Pública: Hackers invadem sites e divulgam nomes de pedófilos

Esta foi uma atitude com "A" maiúsculo. Hackers invadiram vários sites de compartilhamento de imagens e vídeos com conteúdo de pedofilia, rastrearam os nomes dos usuários e divulgaram na net. \o/ Nomes de 1.500 pedófilos foram publicados na Internet Rio - Um grupo de hackers invadiu sites para compartilhamento de arquivos de pornografia infantil e publicou na Internet as informações de cerca de 1.500 usuários dessas redes, informa o site ZDNet. Entre as informações tiradas de mais de 40 sites com material ilegal estão nome dos usuários, número de fotos compartilhadas e tempo de utilização dos sites. Segundo a ZDNet, os hackers solicitaram que o conteúdo de pedofilia fosse retirado do ar e como não foram atentidos, derrubaram os servidores. Um dos sites teria mais de 100 GB de pornografia infantil e seria um dos maiores do gênero. Sua verdadeira face será revelada O grupo Anonymous tem chamado a atenção por atacar empresas e entidades governamentais em ...