Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Revista Alfa

Mostra sobre o diretor Ingmar Bergman no CCBB - RJ

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) promove, em maio, uma das mais completas retrospectivas já organizadas sobre a obra do cineasta sueco O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) promove, em maio, uma das mais completas retrospectivas já organizadas sobre a obra do cineasta sueco Ingmar Bergman. Ao todo, serão 51 filmes do diretor, contemplando todas as fases, incluindo filmes menos conhecidos do começo de sua carreira cinematográfica nos anos 40. Até Liv Ullman, ex-mulher do diretor, dará as caras por aqui. É uma boa chance para ver (ou rever) os clássicos O Sétimo Selo (1957), Morangos Silvestres (1957), a famosa Trilogia do Silêncio (O Silêncio, Luz de Inverno e Através do Espelho), além de Gritos e Sussuros (1972) e Cenas de um Casamento (1973). Aos fãs mais dedicados também estará disponível um curso de oito aulas com o jornalista e crítico de cinema Sérgio Rizzo. A mostra começa no Rio de Janeiro no próximo dia 8 e segue até 15 de junho. Em segui...

Documentário sobre Raul Seixas

POR REGINA ZAPPA 11h02   20/01/2012 - Fonte: Revista Alfa   Os bastidores do documentário sobre as aventuras e desventuras de um dos artistas mais importantes (e malucos) da música brasileira Paulo Coelho acende as velas de um castiçal na mesa de jantar. “Raul é lenda, então por que contar a história?”, pergunta. O interior de sua casa em Genebra é clean. Ele está vestido de preto e começa a falar com tranquilidade sobre o antigo parceiro, com quem escreveu alguns clássicos do rock nacional, como Gita, Al Capone, Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás e Como Vovó Já Dizia, entre outros. Nesse momento aparece uma mosca. Paulo espanta o inseto e comenta: “Engraçado, aqui não tem mosca”. Ele continua a conversar e é interrompido novamente pelo zumbido do bicho, que voa em torno dele. Ele sorri. “É o Raul, não vou matar.” Para Walter Carvalho, diretor de Raul – O início, o Fim e o Meio, cuja estreia está prevista para este mês, existe sempre uma alma generosa que protege os docum...

Yes, nós temos Walt Disney

Fonte: Revista Alfa Maurício de Sousa domina o mercado de quadrinhos brasileiro, exporta seus títulos para 32 países, fatura alto com licenciamento de personagens e se prepara para lançar sua "disneylândia" Por Rafael Tonon. O império dele não tem princesinhas frágeis, castelos mágicos nem ratos falantes. É tudo mais pé no chão: no lugar de Branca de Neve ou Cinderela, uma menina dentuça, plausível, que volta e meia resolve suas questões na marra — à base de coelhadas. A inspiração para seus mais de 400 personagens vem, em boa parte, de pessoas reais, como sua própria filha ou jogadores de futebol famosos. E foi recriando situações corriqueiras — e comandando os negócios de modo absolutamente centralizador — que Maurício de Sousa alcançou números portentosos. Aos 76 anos, com 51 de carreira, ele pode ser chamado de Walt Disney brasileiro. Os personagens estampam de macarrão instantâneo e cadernos até fraldas, além de dar forma a bonecos e brinquedo...