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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Privacidade com o GMail? Segundo o Google, isso não existe.


Fonte: Tecmundo.

Por: Caroline Hecke

Privacidade é a palavra do momento. Enquanto a tensão sobre os recentes escândalos de espionagem digital do governo dos Estados Unidos só aumentam, um documento da Google veio à tona, mostrando que usuários do Gmail não podem esperar ter qualquer tipo de privacidade em suas mensagens.
A Consumer Watchdog revelou um documento de junho deste ano que comprova que suas mensagens podem ser acessadas por uma “infinidade de motivos”, o mais comum seria a venda de anúncio para clientes.
No entanto, a moção apresentada pelos advogados da Google em um processo de grupo contra a empresa foi um pouco além e acabou revelando que não existe privacidade real para os usuários do Gmail.
“Assim como o remetente de uma carta a um colega de trabalho não pode ficar surpreso caso o assistente do destinatário abrir a carta, as pessoas que usam serviços de e-mail hoje, não podem se surpreender ao ter seus e-mails processados ​​pelos provedores do destinatário no curso de entrega”, diz o documento.
Até aí, nada é tão surpreendente, mas o que chamou a atenção da comunidade de tecnologia foi a frase que veio a seguir “uma pessoa não pode ter expectativas legítimas de privacidade na informação que envia voluntariamente a terceiros”, indicando que, além de serem processados, os dados podem ser coletados e lidos por outras pessoas.

Privacidade ou sistemas automáticos?

Para se defender, a Google diz que “estão tentando criminalizar práticas comerciais normais”, algo que a empresa vem tentando implementar por quase uma década, especificamente com a varredura automática de emails.
Ao mesmo tempo, os advogados da Google defendem que não existe uma interceptação ilegal, já que a varredura de conteúdo já está prevista dentro dos Termos de Uso e Política de Privacidade dos serviços da empresa.
Para eles, o que está sendo pedido em tribunal (o aumento da privacidade) poderia fazer com que os serviços fossem interrompidos. “Por exemplo, um provedor não poderia permitir que usuários classifiquem seus e-mails usando filtros automáticos, pois isso exige a verificação do conteúdo dos e-mails que estão sendo entregues aos usuários”.
Segundo a Google, o aumento de privacidade tornaria “impossível” para qualquer empresa de email fornecer serviços normais. Ao confirmar que os clientes não têm privacidade na rede, a Google entrou em uma guerra definitiva com os consumidores que já moviam ações contra a empresa.

Franz says: honestamente, nem as denúncias do Snowden me surpreenderam. É fato que são  raros os aparatos tecnológicos 100% confiáveis. Desde sorteios em loterias até os simples e-mails, passando por outros equipamentos e softwares, tudo que possa envolver um programa criado pelo homem, certamente, pode ser burlado.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

A mensagem subliminar nas mídias atuais: lucro, invasão e indução em marketing camuflado.


Por: Franz Lima.
Não é de hoje que somos bombardeados por imagens que, na maioria das vezes, sequer tomamos ciência de termos visto. Valendo-se de recursos como o 'segundo plano', citações e imagens que surgem em flashes, a televisão brasileira - principalmente a aberta - tem se mostrado bem mais indiscreta e invasiva do que pensamos.
O que me levou a escrever esse texto é a constante invasão de nossos lares com propagandas embutidas em programas da grade normal do SBT (sim, às vezes passamos por tal provação televisiva). Após descobrir que o mercado de perfumes e cosméticos é extremamente rentável, o canal do 'patrão' tem feito uso diário de propaganda subliminar com imagens de produtos Jequiti. Ora, é fato que a emissora é também um veículo de divulgação dos produtos de cosméticos que pertencem ao mesmo dono, porém é inadmissível que essa propaganda seja feita com recursos escusos, sem a consciência e o consentimento do espectador. Há um erro similar quando a emissora coloca um produto ao fundo de uma cena (algo muito comum em novelas e seriados da Globo) e também em merchandising escancarado do tipo: 
- Fulana, o que você está fazendo?
- Eu? Ora, estou curtindo o delicioso Sucrilhos Kellog´s. 
Quem, eu questiono, fala que está comendo o produto tal? Quem diz que faz a barba com o legítimo Phillishave? Na boa, tenha paciência...
Mas o pior é que essa política de invasão subliminar ocorre em diversas mídias e, por vezes, de forma não tão discreta. Caso não tenha percebido, há programas de conteúdo religioso que, via de regra, incluem propagandas de material 'abençoado' à venda, deixando a divulgação da Palavra para segundo plano. Isso também é uma prática questionável.
Filmes (principalmente estrangeiros) usam o recurso de propaganda embutida em cenas que quase sempre não percebemos de pronto, mas nosso cérebro capta a mensagem. O diálogo que  leram acima também ocorre em produções milionárias no cinema, no teatro e na literatura. Vender sem que o público-alvo fique ciente de que está diante de um comercial é algo mais comum do que gostaríamos.
Finalizando, digo que nunca vi nada de ruim nas propagandas. As mensagens dos patrocinadores são, como o nome diz, a mola mestra da TV, já que boa parte dos recursos vem dos financiadores dos programas. Contudo, usar de subterfúgios para impor uma marca, produto ou ideologia é algo repugnante e invasivo. Tal prática, na minha opinião, deve ser denunciada e combatida a todo custo. 
É o que me cabe dizer...

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