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sábado, 1 de outubro de 2016

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Mad Max: Estrada da Fúria. Prepare-se para o caos pós-apocalíptico.



Por: Franz Lima 

A espera foi longa. Os temores ainda maiores. O que esperar de uma nova aventura de Max, o solitário vigilante das estradas, antes interpretado por Mel Gibson?
A resposta demorou... mas valeu cada segundo. 'Mad Max: Estrada da Fúria' é um espetáculo inesquecível.
Vamos entender os motivos para a afirmação acima.

O caos

O mundo onde ocorre a trama é o resultado de um verdadeiro apocalipse. Os sobreviventes se tornaram aquilo que a humanidade realmente é quando não tem mais os freios morais: uma turba que é capaz de realizar qualquer ato para cumprir com as vontades de seu líder, seu "redentor". Em Fury Road, este redentor tem nome: Immortan Joe.
E o que deu tanto poder a um único homem? A fome, a miséria, o caos e a força. Pessoas estão à beira do fim e se apegam a qualquer coisa que possa lhes oferecer a menor possibilidade de sobrevivência, de prolongar a vida, ainda que mísera.
Como um líder religioso, Immortan domina a massa. Homens, mulheres e crianças se dobram diante de sua vontade. Com tanto poder, não há como esperar algo diferente de um regime tirânico. 
O domínio caótico de Immortan Joe é mostrado através do exército que ele criou, em sua maioria composto por jovens chamados War Boys, cujas vidas estão condenadas por uma doença, mas que farão de tudo para honrar seu líder, o que inclui morrer para alcançar o Valhalla (o salão dos mortos nórdico no qual se reúnem os que pereceram em combate). 
Seja pela fé extrema (fanatismo) ou pela fome e sede igualmente extremas, o sádico líder exerce sua influência ao dar aos seus súditos as opções de uma morte honrada ou, no caso dos famintos e sedentos, algumas migalhas daquilo que ele guarda.
Outro fato que reforça o domínio de Joe é o uso de entradas similares às que Hitler e outros tiranos usaram: som alto, o uso de bancadas elevadas para mostrar superioridade, aclamação popular e a oferta de "bens" aos menos favorecidos. 



O domínio e a fascinação pelo líder são idênticos. A idolatria a serviço do caos.
Feminismo?

Muitas acusações de feminismo rondaram as análises de Mad Max. Elas, entretanto, são fruto de uma análise infundada do filme. Há, certamente, nuances de feminismo, porém sem conotações puristas. As mulheres têm papel de destaque na trama, Furiosa é o maior exemplo, e esse destaque ocorre por conta das boas interpretações das atrizes e também pela importância delas à trama. Em momento nenhum Max perdeu sua importância por causa da presença feminina. Ao contrário, elas dão força a ele e, em certo momento, propósito.
As mulheres em Mad Max estão presentes na narrativa por mérito. Suas contribuições são incontestáveis e vitais ao filme. Immortan Joe quer suas parideiras ao seu lado. Furiosa quer se redimir de uma vida de submissão e escravidão. As mulheres do deserto são a representação de fêmeas que foram lapidadas a ferro e fogo. As esposas oscilam entre a fragilidade e a determinação. Elas estão no roteiro de George Miller para engrandecer o filme, nunca para minimizar a participação de qualquer outro personagem.


Rock e sangue

Elementos adicionais tornaram a trama mais empolgante. Entre eles estão: a presença de Nux, um dos War Boys que é a representação máxima do efeito que a idolatria e o fanatismo fazem à mente humana e, ainda, a participação de um guitarrista alucinado que toca em cima de um verdadeiro "carro de som". 
Combinados, o fanatismo e a trilha sonora pesada dão muito mais impacto ao filme, principalmente nas cenas de ação. 
Outro fator adicional está nas interpretações que exigiram do elenco uma entrega total. O desgaste físico foi extremo, porém proporcionou ao espectador uma sensação de realismo que há muito não se via em um filme onde a ação e os efeitos são tão importantes quanto a trama em si.

 Lições que permeiam a trama.

Evidenciar o problema que uma falta de água crônica pode trazer à humanidade não é algo novo no cinema. Entretanto, Fury Road conseguiu mostrar o desespero por trás da falta de água com o poder transferido a quem a tem. Immortan Joe ganha ares de um deus por conta de sua posse de uma das poucas fontes de água existentes. 
Os limites morais que o convívio entre pessoas gera são violentamente quebrados. Diante de situações extremas, os homens são levados a atitudes extremas. Sem freios morais, a força passa a ser a única linguagem compreendida. Isso é mostrado de forma alucinada, mas muito próxima daquilo que seria, caso uma situação similar ocorresse.


 Um reboot ou continuação?

Mad Max é uma mistura extremamente bem elaborada de um reboot (recomeço) com os filmes anteriores. Não é preciso assistir os três filmes anteriores para compreender a trama de Fury Road. Entretanto, as referências existentes na nova produção - que terá uma continuação - só ganham ênfase quando os antigos filmes forem assistidos. Há muitas homenagens embutidas, mas é óbvio que os produtores não iriam vincular um filme feito para uma nova geração (vide a linguagem empregada) de forma que ele ficasse incompreensível caso os espectadores não assistissem os anteriores. A verdade é uma só: Mad Max - Fury Road é um novo filme que agradará os antigos fãs (entre os quais me incluo) e os novos, porém a produção está mais próxima de um reboot do que de uma continuação. 
 
 




Por que Estrada da Fúria?

Para quem ainda não assistiu, deixo uma única observação: a narrativa se passa quase que integralmente em uma longa estrada. São perseguições, mortes, explosões e conflitos ideológicos e psicológicos em doses altíssimas. Tudo, basicamente, ocorre nessa estrada - que também adquire a conotação de uma trilha a ser superada - onde as forças do "bem" e do "mal" se confrontam. Notem que as aspas anteriormente usadas evidenciam que até o pior dos personagens age sob o domínio de suas convicções, diante de um universo caótico, selvagem e impuro. Não há inocentes na Estrada da Fúria e, definitivamente, sobreviver a ela é algo improvável a qualquer um. Aliás, sobreviver fisicamente não implica em dizer que a mente sairá intacta das experiências que essa caótica realidade reserva aos seus "passageiros".

 
Pequenas homenagens que irão levá-los a ver os outros filmes da franquia:










quinta-feira, 15 de maio de 2014

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Sentimos muito a falta de Heath Ledger, confessa Christian Bale sobre "Batman"


Por Rodrigo Salem
A performance de Heath Ledger, morto em 2008, como o vilão Coringa em "Batman - O Cavaleiro das Trevas" (2008), não rendeu apenas o Oscar póstumo de Melhor Ator ao australiano. Ela também serviu de guia para a realização de "Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge", último capítulo da trilogia dirigida por Christopher Nolan ("A Origem") e com Christian Bale no papel do herói.
"Sempre falamos sobre Heath durante as filmagens, claro. Ele é parte integrante da trilogia e sentimos muito a falta dele", confessa Bale. "Decidi não colocar nenhuma referência [ao Coringa] no filme, porque não queria que houvesse uma comparação ao que Heath fez e o novo vilão", conta Nolan. "Eu queria um adversário diferente para o Batman, alguém que o público não soubesse quem ganharia na briga."
O vilão do novo Batman realmente é o oposto do interpretado por Ledge. Tom Hardy, que trabalhou com Nolan em "A Origem", faz um brutamontes que pertenceu a mesma liga de assassinos que treinou Bruce Wayne antes do bilionário assumir o uniforme do Batman.
"Nos quadrinhos, ele é o único que conseguiu dar um fim ao herói", diz o roteirista Jonathan Nolan sobre o personagem que coloca o Cavaleiro das Trevas em uma cadeira de rodas nas HQs. "O Coringa era um anarquista, não tinha um plano. Já Bane é um terrorista, tem um plano e é assustador."
Com certa liberdade depois de dois sucessos de bilheteria --juntos, "O Cavaleiro das Trevas" e "A Origem" renderam US$ 1,8 bilhão--, Chris Nolan decidiu ir ao extremo na sua visão realista do Batman. "Seria loucura perseguir o fenômeno do longa anterior. Só queria fazer um bom filme", fala Nolan.
Enquanto o primeiro capítulo, "Batman Begins" (2005), foi um recomeço simples para uma saga em decadência, "O Cavaleiro das Trevas" foi sobre os limites da sanidade. Agora, "O Cavaleiro das Trevas Ressurge" é um filme de guerra urbana e de classes.
Sem revelar muito do roteiro, oito anos depois da morte de Harvey Dent, Batman está "aposentado" e com a cabeça a prêmio pela polícia. Até que o vilão Bane (Tom Hardy) chega para tomar Gotham e se proclamando um "homem do povo". "Não quis fazer um filme político. Mas o que procuro fazer é o filme mais honesto possível. Se o vilão tem ressonância no mundo real é porque ele foi construído de forma genuína. Gosto de trabalhar com o hiperrealismo de Gotham", fala o cineasta, que filmou a maior parte das cenas em Los Angeles e Nova York.
O realismo que marca a série chega ao cúmulo em "O Cavaleiro das Trevas Ressurge". O confronto do Batman com Bane é o mais brutal de uma adaptação de quadrinhos no cinema. "Tom Hardy fez um trabalho fenomenal", diz Bale. "Quando eu chamei Tom para ser Bane, disse: 'Tenho uma boa e uma má notícia. A boa é que tenho esse personagem para você. A má é que ele usa uma máscara". Mas ele entendeu e viu pelo lado positivo. As expressões do olhar de aço dele com a voz musical que sai da máscara são contraditórias."
Apesar do sucesso, Nolan confirma que "O Cavaleiro das Trevas Ressurge" é seu último filme com o personagem. "Eu só queria completar uma história. Trabalhei quase dez anos com o Batman e foi incrível. Saio com tristeza", revela o diretor. "Foi um grande período da minha vida, mas se Christopher fala que é hora de dizer adeus, então é hora de dizer adeus", completa Christan Bale.
Mas há alguns componentes no novo longa que não têm essa bagagem emocional. Anne Hathaway interpreta a ladra Selina Kyle, apelidada pelos jornais --e apenas pelos jornais-- de Mulher-Gato, e Joseph Gordon-Levitt, de "(500) Dias Com Ela", faz um jovem policial de Gotham. "Quando me vi de uniforme conversando com Christian e Tom também vestidos como seus personagens, eu me arrepiei", fala a atriz. "Foi um sonho que realizei", resume Gordon-Levitt.
Michael Caine, âncora emocional do longa, retorna como o mordomo Alfred, mas, depois de tantos anos de experiência, não consegue entender o fenômeno por trás de sua fama. "Sou um fanático pelo google. Eu me pesquisei uma vez e apareceram sete milhões de sites. O que eles falam tanto de mim?", pergunta o britânico para despertar risadas de todos os seus colegas presentes na coletiva de divulgação do filme, em Los Angeles.

Franz says:  não há o que discutir. Chirstopher Nolan reergueu a franquia Batman, principalmente após o 4º filme multicolorido que Joel Schumacher fez.
As promessas sobre o último filme da trilogia geram uma expectativa cada vez maior e, como sempre, creio demais no potencial criativo do diretor, além das atuações de Bale, Gary Oldman, Morgan Freeman e o restante do elenco. Há de se considerar que os sucessos de seus últimos filmes embasaram o apoio dos produtores e patrocinadores, o que trouxe maior liberdade de criação e recursos para a épica conclusão da saga.
Ledger fará muita falta à saga e é indiscutível a qualidade de sua interpretação, porém sua morte é algo que devemos aceitar. Tom Hardy mostrou muita coragem ao assumir o papel de Bane, principalmente por se tratar de um vilão pouco conhecido da maioria. Bem, não vale a pena questionar o irrefreável. O terceiro filme chega às telas dia 20 de julho e, certamente, resta apenas dizer: I Believe in Christopher Nolan...


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Christian Bale elogia Tom Hardy por sua participação em "Batman"


Durante uma entrevista à Empire o ator Christian Bale comentou sobre a produção do filme Batman: The Dark Knight Rises, e aproveitou a chance para rasgar elogios a Tom Hardy, que irá interpretar o vilão com máscara de gás Blane.
"Tom é fenomenal. Ele é um ator extraordinário. Se eu fosse um diretor eu iria querê-lo nos meus filmes". Em Dark Knight Rises Batman tem que lutar contra a pretensão de Blane de destruir Gotham City. 
Christian revela que foi difícil conviver com o parceiro de cena por conta do vestuário dos personagens.
"Existe uma distância engraçada que você tem nestes filmes, literalmente, por estar dentro destas máscaras. Eu não sinto que eu realmente trabalhei com Gary (Oldman), apesar de termos feito três filmes juntos. E Tom está sentindo este isolamento também. Então nós concordamos depois disto que seria ótimo trabalharmos um com o outro um dia".
O novo Batman estreia este ano sucedendo oCavaleiro das Trevas, que contou com o falecido ator Heath Ledger como o coringa. Christopher Nolan garante que este ano os fãs verão o morcego pela última vez sob sua direção.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Ator que interpreta Bane fala sobre a violência do personagem


Em entrevista a versão britânica da Empire Magazine, o ator Tom Hardy (“A Origem”) comentou sobre Bane, seu personagem em “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”.
De uma forma bem descontraída, Hardy fez comentários sobre o estilo de luta de Bane,enfatizando a agressividade do personagem. O ator se demonstrou bem empolgado ao descrever as características de Bane. “Ele é brutal, muito brutal…ele é como uma bola de demolição…capaz de se safar com qualquer coisa. Ele é um terrorista tanto na sua mentalidade, como na sua forma de agir. Ele é horrível”, disse.
Sobre a grande cena de luta filmada em Nova York a poucos dias,  o ator comentou as dificuldades encontradas. “É impressionante. Quando você está treinando em sala de ensaios e ‘ok, sei que vou lutar com estes sete caras… e então eu me encontro com o Batman’. Vai tudo bem até adicionarem mil pessoas em cena, todas vestidas como os sete que você deveria bater – afinal de contas, eles são todos políciais – e eu não sei onde estão os meus policiais. Mas o coreógrafo garante: ‘Eles vão encontrar você’”, declarou o astro.
O novo filme do herói de Gotham City é um dos mais aguardados para o próximo ano. Na trama, Batman tornou-se um perseguido pela lei, após ter sido acusado de ter assassinado Harvey Dent em uma busca liderada por seu amigo Comissário Gordon. Então, ele precisa lidar rapidamente com a chegada do novo vilão Bane, responsável por uma onda de caos e destruição em Gotham City, enfrentar velhas feridas com a enigmática Selina Kyle e salvar a cidade antes de que tudo seja perdido para sempre.
Christopher Nolan (“A Origem”) dirige o longa e é responsável pelo roteiro,  juntamente com seu irmão Jonathan Nolan (“O Grande Truque”) e David Goyer (“Batman Begins”). Além de Hardy, estão no elenco os atores Christian Bale (“O Vencedor”), Gary Oldman (“O Livro de Eli”), Morgan Freeman (“Invictus”), Joseph Gordon-Levitt (“500 Dias Com Ela”), Anne Hathaway (“O Diabo Veste Prada”), Marion Cotillard (“Inimigos Públicos”), Juno Temple (“Ano Um”), entre outros.
A estreia acontecerá no dia 20 de julho do próximo ano, chegando ao Brasil uma semana depois, no dia 27

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