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segunda-feira, 25 de julho de 2016

The Flying Man. Análise do curta-metragem.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo

O que surgiria da união do Superman com o Justiceiro? A força e voo de um unidos à sede de vingança do outro. Será que teríamos um vigilante capaz de fazer justiça com as próprias mãos?
Com um roteiro bem próximo disso, The Flying Man é um curta-metragem feito por uma dupla brasileira e que chamou a atenção da Marvel por sua coragem e linguagem crua. Os idealizadores do curta são Marcus Alqueres (com participação em efeitos visuais de filmes como Planetas dos Macacos e 300) e Henry Grazinoli. Roger Lima é o responsável pelo som.
O roteiro leva o espectador a questionar sobre a relevância dos atos dos Homem Voador. Ele é um vigilante que está acima da lei e age como um executor. A todo instante os idealizadores direcionam a platéia a fazer o seguinte questioanamento: quem vigia os vigilantes?, o que mostra uma das inspirações dos idealizadores, a série WatchmenMas, além disso, também somos levados a questionar as leis pouco rígidas e os fracos resultados positivos do sistema prisional.
Os pontos elevados da trama ficam por conta dos métodos de execução do justiceiro e o final do curta onde uma nova forma de justiça é mostrada, revelando uma outra faceta do Homem Voador.
Há notícias de que o curta será transformado em um longa-metragem... eu espero que sim. 
Assistam atentos aos 9 minutos de The Flying Man. Digam-me o que acharam dessa obra que ganhou a atenção de Hollywood.


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

10 dicas para escrever um roteiro de sucesso para Hollywood. Via BBC.



Fonte: BBC

Tony Gilroy é um dos roteiristas mais cotados de Hollywood, por causa de sucessos como Armageddon (1998) e O Advogado do Diabo (1997). Ele ganhou o Oscar de melhor roteiro original com Conduta de Risco, em 2007.
A BBC perguntou a ele qual é a chave para escrever e ser bem-sucedido no centro da indústria cinematográfica americana. Estes são seus dez conselhos:

1 - Consuma cinema.
Não acho que se aprenda muito com cursos ou livros. Quem vai ao cinema desde pequeno encheu a vida de narrativas. É algo que está na área mais profunda do ser.
Ir ao cinema, ter algo a dizer, ter imaginação e ter a ambição de fazê-lo é realmente tudo o que se precisa. O resto se aprende.

2 - Invente histórias, mas que sejam reais.
Escrever roteiros é um trabalho de imaginação. Nós, os roteiristas, inventamos histórias. Tudo o que tenho na vida é resultado de ter inventado muita coisa.
Mas há algo que se deve compreender bem e que faz a diferença: o comportamento humano.
A qualidade da história está diretamente relacionada com a compreensão do comportamento humano. É preciso se transformar em um jornalista para o filme que está tentando criar em sua mente. É preciso investigar, fazer reportagens... cada cena tem que ser real
 
3 - Comece com uma ideia modesta.
As grandes ideias não funcionam. Comece com uma ideia pequena que possa ser expandida.
Com a saga dos filmes Bourne, eu nunca li os livros (uma trilogia de Robert Ludlum), preferi começar do zero. 
A premissa simples do personagem Jason Bourne é: "eu não sei quem sou, nem de onde venho, mas talvez eu possa me definir através do que sei fazer".
Construímos todo um universo a partir desta pequena ideia. Isso começa modestamente e vai sendo construindo passo a passo. É assim que se escreve um filme para Hollywood.

4 - Aprenda a conviver com a sua invenção.

Meu pai era roteirista, mas não existe um "gene criativo e boêmio" na nossa família.
Aprendi a observar o quão duro ele precisava trabalhar, e compreendi o tempo que rege a vida de um escritor. É preciso escrever nos momentos de inspiração.
Se você vive com outras pessoas, elas aprendem a não se assustar ou se queixar destes ritmos criativos.

5 - Escreva para a TV.
É cada vez mais difícil fazer filmes bons. Mas nas produções de televisão, é possível encontrar a ambiguidade e os tons cinza de realidade. É aqui que as histórias podem se tornar interessantes.
Muitos roteiristas estão bastante entusiasmados com a televisão no momento, e é um negócio controlado por escritores. Quando os roteiristas estão no comando, sempre há coisas boas na televisão.
Eles são mais racionais, trabalham mais duro e são mais benévolos também.
Quando os escritores comandam o entretenimento, o negócio funciona. Talvez agora vejamos a TV se convertendo em uma utopia guiada pelos roteiristas.

6 - Aprenda a escrever em qualquer lugar, a qualquer momento.
Eu tenho um escritório na minha casa, mas já escrevi em milhares de quartos de hotel. É preciso escrever em toda a parte.
Se estou feliz com o que escrevo, não quero parar. Agora que sou mais velho e mais sábio, não me prendo ao fato de meus escritos estarem fluindo ou não. Telefono para casa, digo que não vou chegar para o jantar e sigo trabalhando.
Mais do que nada no mundo, eu desejo continuar tendo vontade de ir ao escritório, sem medo de trabalhar.

 7 - Consiga um emprego.

Eu passei seis anos trabalhando em um bar enquanto tentava entender como escrever roteiros.
Se você quer escrever, se é jovem e ninguém o conhece, busque um trabalho que pague a maior quantia de dinheiro possível com a menor quantidade de horas possível, para que você tenha uma boa parte do dia para escrever.
Trate de viver em alguns lugares onde possa ter acesso a boas conexões culturais, onde possa ver muitos filmes e conhecer muitas pessoas. E trate de achar um lugar onde possa simplesmente escrever, escrever, escrever.

8 - Viva a vida.
Se você não tem nada para dizer e não viu nada mais do que um punhado de filmes, sobre o que você vai escrever? Só se pode contar aquilo que se conhece.
Busque se interessar por uma grande quantidade de coisas, temas e pessoas, e mantenha-se interessado. Meu conhecimento é muito amplo, ainda que incrivelmente superficial, porque não sinto falta de mais.
Costuma ser muito mais interessante uma história escrita por um jornalista, por um policial ou por um banqueiro do que algo vindo de alguém que estudou cinema por 20 anos.
Há exceções, é claro. Mas quase sempre é o caso de "se você não tem nada para dizer, para que está aqui"?

9 - Não se mude para Los Angeles.
Eu não acho que exista um motivo de peso para se morar em Los Angeles (centro da indústria cinematográfica americana).
Eu acredito que L.A. é um lugar muito ruim para alimentar a mente. Em Los Angeles, as pessoas passam grande parte do tempo dentro de carros e rodeadas de outras pessoas deprimentes.
Não acredito que Hollywood seja uma boa vizinhança para um escritor jovem, isso não vai lhe ajudar a sentir qualquer tipo de emoção.

10 - Resista e siga em frente. 
Na minha carreira, já ocupei as duas posições do "Kama Sutra de Hollywood": tanto por cima como por baixo.
É importante aprender a lidar com as quedas e rejeições. Acho que um dos motivos pelo qual os roteiristas são tímidos é que estamos todos sempre suspeitando dos nossos processos, já que ele fracassa com frequência.
Não é nada diferente do que acontece com romancistas, compositores ou pintores. Quando o mundo externo te rejeita, a pessoa decide superar isso ou deixar-se vencer.
Mas acredito que os dias mais difíceis são aqueles em que nada acontece. Todos os que já tentaram escrever alguma vez sabem bem do que estou falando.
O bom é que não há nada que não se cure com um bom dia de trabalho.

Franz says: ótimas dicas de um roteirista que obteve o sucesso em Hollywood a duras penas. Estes conselhos servem também para os escritores de literatura, já que os mercados não são distintos como alguns pensam. Espero que esta matéria ajude-os em algo.






 



sexta-feira, 5 de abril de 2013

Um filme de ação Indiano, digno da ficção dos Quadrinhos.




Encontrei esse trailer em minhas peregrinações pela web. A ação é incessante e o filme não deve se remumir apenas a isso, porém está muito bem feito e tem ideias dignas de qualquer HQ de super-heróis que conhecemos. Excessos à parte, o que me deixou impressionado foi a aplicação de cenas já comuns em quadrinhos, porém pouco aplicadas nos filmes de Hollywood. Imaginem o que um cara que idealizou essa produção faria se estivesse no mercado hollywoodiano?
Deixem um pouco das dúvidas de lado e assistam. Depois me digam se concordam que um filme de ficção tem que ter um nível similar a esse (excetuando-se uns pontos meio toscos, mas o que se há de fazer?). 
Relembro: feito em Bollywood, não Hollywood.
Sabe o nome da produção? Lance nos comentários...
Parabéns aos idealizadores. 

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Faleceu ontem o ator Michael Clarke Duncan. R.I.P. John Coffey...


Morreu ontem o ator Michael Clarke Duncan indicado ao Oscar por sua participação no clássico "À Espera de um Milagre". Com um talento que surpreendeu a todos no filme inspirado na obra de Stephen King, Michael teve sua carreira alavancada pelo sucesso de seu personagem John Coffey, um dos mais intensos e carismáticos personagens que o cinema já teve. 
O falecimento foi decorrente de complicações de um infarto ocorrido em julho, do qual o ator não se recuperou e o obrigou a manter-se internado em um hospital. Sua noiva o acompanhava, porém não estava presente no instante da morte, ocorrido em 03 de agosto de 2012.
Sempre acompanhado de um sorriso largo e sincero, Michael iniciou sua carreira de sucesso com o filme Armageddon, onde atuou ao lado de Bruce Willis, o responsável por sua apresentação ao diretor Frank Darabont (de À Espera de um Milagre).
Duncan participou de outros filmes de destaque, entre eles: o Planeta dos Macacos, Sin City e Demolidor. Também atuou em séries, dublou desenhos e até emprestou sua voz ao game "God of War". 
Michael, descanse em paz. Saiba que seu legado permanece através de seus filmes e do carisma que só a simplicidade pode trazer.

Algumas fotos:
À Espera de um Milagre

Armageddon

Trágico: Michael Clarke Duncan em fotografia com sua noiva, Omarosa Manigault-Stallworth, em fevereiro na festa do Grammy. Ele faleceu com 54 anos, dois meses após sofrer um grave ataque cardíaco.


sábado, 4 de agosto de 2012

A Última Ceia: todas as versões...


Uma compilação das mais inusitadas versões da clássica pintra de Leonardo Da Vinci. A criatividade realmente não tem limites...
A Original
Reconhece todos? Clique e amplie

Gamer version

Star Wars
,
House
Lost

Os Simpsons

Santa Ceia com os filmes clássicos da década de 1980

Battlestar Galactica

Cartoons

Cavaleiros do Zodíaco

Popeye e sua turma

Casaro e as estrelas de Hollywood







sexta-feira, 16 de março de 2012

Internet, cinema e Hollywood: o futuro é a coexistência.



Apesar da queda de público nos cinemas, Hollywood vê internet com otimismo

BROOKS BARNES
DO "NEW YORK TIMES", EM LOS ANGELES 


O público dos cinemas em 2011 foi o menor em 16 anos. As vendas de DVDs não param de despencar. Mas Hollywood vê razões para otimismo.
Afinal, não é a indústria fonográfica.
Em vez de passar por um "momento Napster" --a armadilha digital que inicialmente dizimou as gravadoras por causa do download ilegal e depois levou à migração para o download legal, quase exclusivamente por intermédio do iTunes--, Hollywood selou vários acordos que lhe dão uma sensação de maior controle.
O Google está desenvolvendo um equipamento de entretenimento doméstico e várias empresas de mídia têm planos para serviços on-line de streaming.
Ninguém terá monopólio da distribuição pela internet dos programas de televisão e filmes de Hollywood. Com mais compradores, haverá maior alavancagem e conteúdo mais caro.
"O clima mudou de 'Ah, meu Deus, nossos modelos de negócio estão quebrados e vamos ser canibalizados' para algo que parece euforia", disse Peter Guber, presidente do Mandalay Entertainment Group, que trabalha com cinema, TV e esportes. "Os estúdios veem um mercado on-line robusto e em aceleração."
Grandes compradores de filmes e programas de TV estão aparecendo por todo lado na web. A Netflix, com serviços de streaming e de DVD pelo correio, já disputa agressivamente o conteúdo de Hollywood.
Num claro desafio à Netflix, a Verizon e a Redbox anunciaram uma parceria para transmitir filmes do estúdio pela internet. A Amazon tem contrato para a compra de episódios de programas da Viacom, incluindo "Jersey Shore" e "Bob Esponja" e se prepara para lançar um serviço autônomo de streaming que também vai concorrer com a Netflix.
Hollywood também antevê que o YouTube e o Google em breve ampliarão seus serviços de TV e filmes para além da locação, incluindo as vendas. O Vudu, do Walmart, o CinemaNow, da Best Buy, o iTunes, da Apple, e o Hulu estão aumentando constantemente seu catálogo.
A concorrência pelos direitos de filmes e programas on-line esquentou também em lugares como o Brasil, onde a NetMovies Entertainment tem contrato para transmitir por streaming material pertencente à Walt Disney Company.
O dinheiro ainda não compensa a perda de faturamento dos DVDs, mas é substancial. Barton Crocket, analista da Lazard Capital Markets, estima que a Netflix gastou US$ 937 milhões em direitos de streaming, em 2011, e pagará US$ 1,8 bilhão, em 2012.
A Netflix comprou filmes da Weinstein Company, incluindo "O Artista". A DreamWorks está recebendo estimados US$ 30 milhões por filme ao longo de um número indeterminado de anos.
A Disney concordou em fornecer conteúdo de streaming para a Comcast, um provedor de serviços de TV a cabo e de internet, como parte de um contrato de dez anos que renderá bilhões de dólares à Disney.
Os estúdios trabalharam meticulosamente para chegar a esse ponto, resguardando o conteúdo, ou pelo menos evitando acordos de exclusividade que atrapalhassem o leilão.
Eles também tiveram a seu favor o acesso restrito do público à internet de banda larga: a indústria fonográfica foi rapidamente ultrapassada pela internet em grande parte porque músicas são suficientemente pequenas para que possam ser trocadas com uma velocidade de internet limitada.
"Ainda estamos no processo de aprendizado, mas está parecendo muito animador", disse Ken Werner, presidente da distribuição doméstica da Warner Brothers Television. "O mercado digital está evoluindo de uma forma ótima para nós."
Mas Roy Salter, consultor financeiro especializado no setor de entretenimento, compara o atual boom ao dos anos 1980 e 1990, quando as redes de TV do mundo todo inflacionaram os direitos autorais e visuais dos filmes.
Era uma bolha, pois alguns compradores, diante de um crescimento inferior ao esperado, não puderam continuar pagando o licenciamento.
Outra ressalva é que as produtoras de cinema não poderão lucrar com a exibição por streaming de novos filmes, por causa dos seus contratos com canais a cabo como HBO e Showtime. Há apenas um ano, a Netflix era a única companhia de porte nos EUA pagando bem e à vista por conteúdo para streaming.
Guber prevê que a coisa só tende a melhorar para os estúdios. "Ninguém vai para um site da internet para ver zeros e uns", disse ele, referindo-se ao código binário da informática. "Mas vai por causa dos 'ohs' e 'ahs' e as empresas de tecnologia sabem disso."


Fonte: Folha


sábado, 11 de fevereiro de 2012

Fora da personagem: fotografias dos atores indicados ao Oscar deste ano.


Fonte: Oscar - site oficial

Estes são alguns dos atores e atrizes indicados aos Oscar de melhor Ator/Atriz e melhor Ator/Atriz coadjuvante que foram fotografados fora dos sets de filmagem e mais à vontade. Logo abaixo de cada foto, uma cena do filme com o qual concorrem ao prêmio.

George Clooney
2011 Indicado ao prêmio da Academia
Ator em papel principal: Os descendentes
Fotografado por Douglas Kirkland em 06 de fevereiro de 2012




Meryl Streep
2011 Indicada ao prêmio da Academia
Atriz em papel principal: A dama de ferro
Fotografada por Douglas Kirkland em 06 de fevereiro de 2012




Michelle Williams
2011 Indicada ao prêmio da Academia
Atriz em papel principal: Sete dias com Marilyn
Fotografada por Douglas Kirkland em 06 de fevereiro de 2012




Nick Nolte
2011 Indicado ao prêmio da Academia
Ator em papel coadjuvante: Guerreiro
Fotografado por Douglas Kirkland em 06 de fevereiro de 2012




Gary Oldman
2011 Indicado ao prêmio da Academia
Ator em papel principal: O espião que sabia demais
Fotografado por Douglas Kirkland em 06 de fevereiro de 2012




 Glenn Close
2011 Indicada ao prêmio da Academia
Atriz em papel principal: Albert Nobbs
Fotografada por Douglas Kirkland em 06 de fevereiro de 2012




Jessica Chastain
2011 Indicada ao prêmio da Academia
Atriz em papel coadjuvante: Histórias Cruzadas
Fotografada por Douglas Kirkland em 30 de janeiro de 2012




 Janet McTeer
2011 Indicada ao prêmio da Academia
Atriz em papel coadjuvante: Albert Nobbs
Fotografada por Douglas Kirkland em 06 de fevereiro de 2012


Confiram as demais fotos acessando o link acima.

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