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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Endosse e apoie o mais promissor site de literatura: Roda de Escritores.



Acompanho o Roda de Escritores há algum tempo. Lá, grandes amigos surgiram, ótimos textos foram escritos e talentos mostraram suas obras. Mas algo faltava...
Pensando nisso, o Capitão e Santo uniram esforços para transformar o antigo site em um dos mais movimentados e pertinentes lares da nova literatura brasileira. Diariamente vocês poderão ler um texto e uma poesia. 
Os administradores do Roda também investiram pesado para que a divulgação das obras de seus escritores fosse feita de um jeito profissional e respeito a quem lê e a quem escreve.
Aproveite para ler ótimos textos e, caso escreva, divulgue suas obras. O Roda de Escritores irá disponibilizar novos podcasts em breve. 
Esta é uma novidade que tem tudo para dar certo. Apoiem e endossem essa iniciativa!
Após o vídeo de apresentação (abaixo), vocês lerão algumas diretrizes do site.
Boas leituras...
Franz.



Você já conhece o sistema da casa? 
Tudo muito bom, tudo muito bem, mas como é que essa brincadeira funciona? São dois textos por dia. Só. Nada mais. Uma poesia às 11h e uma prosa às 17h. Tudo isso para que o nosso leitor não precise ter que garimpar textos como outros sites do segmento literário
Quinzenalmente teremos Podcasts e Artigos para aperfeiçoamento da escrita. Eles serão em semanas intercaladas, nas quintas-feiras às 9h. Eventualmente nossos horários e datas podem flutuar. Mas sempre iremos avisá-los com antecedência.Porém, o mais importante para o funcionamento desse novo projeto é o comentário. E estamos falando muito sério aqui pessoal. O que vemos em muitos sites de literatura é que todo mundo quer submeter seu texto e ser lido, mas ninguém entra nos demais textos, lê e comenta. Se seu texto não foi aprovado de primeira, siga na luta. Leia os demais, tente aprender. Comente quem conseguiu chegar lá. Nós precisamos disso para crescermos todos juntos.Sem comentários a Roda de Escritores vira só mais um site. E o seu texto só mais um texto. Então pense nisso e se estiver com alguma dúvida ou com alguma dificuldade, não hesite em nos procurar no “Fale Conosco” ou nos nossos demais canais de comunicação.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Entrevista com David Lloyd, criador de V de Vingança, ao Link



‘O futuro é digital e oferece boas perspectivas’

SÃO PAULO – Ilustrado por David Lloyd e roteirizado por Alan Moore, V de Vingança foi lançado em 1982 e a máscara de seu protagonista virou símbolo de resistência e luta. Hoje, o objetivo de Lloyd com seu Aces Weekly é oferecer uma alternativa ao mercado de quadrinhos impresso dominado por super-heróis e pela falta de empreendedorismo dos autores. O Link falou com ele por e-mail.

Como surgiu o Aces Weekly?
Era uma forma fácil de publicar e também de vender quadrinhos. Há tanto desperdício e custos desnecessários em impressão. Estamos no século 21, não precisamos imprimir porque temos computadores. Deveria significar uma revolução o fato do artista ser livre para publicar material e usar plataformas simples para chegar à sua audiência sem obstáculos.

Há muitos quadrinhos digitais publicados de graça. Por que as pessoas pagariam para ler?
Essa é a falha principal. Quadrinhos digitais ainda não são rentáveis pois a internet está cheia de coisa anteriormente impressa disponível de graça. Ou então por webcomics gratuitos, pois seus criadores estão preocupados em exposição. Esperamos dar aos autores algum retorno constante. Se acontecer, podemos tornar a publicação de HQs digitais tão bem sucedida quanto a impressa. Assim, os criadores seriam os principais beneficiados.

A internet é a principal diferença do seus primeiros anos como quadrinistas e hoje?
Sim. A posse, o controle da distribuição e da apresentação e a ausência de problemas da impressão tornam o formato muito atraente. O futuro é digital – e ele oferece boas perspectivas para os autores, só depende deles quererem.

Franz diz: uma iniciativa muito bacana de um autor que poderia fazer o que muitos outros fizeram: manter-se na calma do anonimato. A luta dele por uma melhor utilização da mídia digital e, consequentemente, o barateamento dos quadrinhos, é algo válido e que deveria ser feito com maior seriedade. Apesar das edições impressas sempre manterem um certo 'apelo' junto ao público veterano, é inegável a importância das edições digitais
 

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Festa Literária das Periferias cobrou maior participação do negro na literatura. Concorda?


— A presença das culturas negras da literatura brasileira ainda é muito pequena, os autores negros publicados por grandes editoras são muito poucos. Isso já não acontece nos circuitos literários de periferia e de favela. A gente se pergunta o porquê, então queremos que os convidados, os mediadores e o público respondam essa questão — afirma o jornalista Toni Marques, curador da Flupp. — Nesta edição, em comparação a 2012, conseguimos ser mais objetivos naquilo que queríamos expor. (Via O Globo).

A ótima iniciativa de uma Festa Literária em Vigário Geral (essa é a segunda Flupp), área dominada pela Unidade de Polícia Pacificadora, no Rio de Janeiro, é uma das melhores notícias que o universo literário nacional poderia ter. A Festa tem o objetivo primordial de levar a literatura e alguns de seus expoentes a uma população teoricamente distanciada ou sem acesso a um direito básico: a cultura por meio da leitura.
Entretanto, os organizadores resolveram direcionar o projeto cultural para algo mais politizado. Debates abordaram a pouca participação do negro e sua cultura na literatura  brasileira, além de cobrarem uma participação mais efetiva no mercado literário.
Não consigo imaginar a literatura segregada em blocos raciais. O que torna uma obra primorosa é o escritor ou a cor de sua pele?
Quantos editores seriam idiotas a ponto de escolher uma obra pela cor da pele do autor ao invés da qualidade e abrangência da mesma?
Reconheço que os negros foram extremamente penalizados, sofreram muito, mas não vejo motivos para que estabeleçam ou cobrem uma obrigatoriedade de um percentual de livros escritos por pessoas negras. Sou absolutamente a favor de uma maior abordagem da cultura negra, ainda que sejamos um povo multiétnico, constituído por diversas culturas que foram mescladas ao longo dos séculos. 
Na literatura não há espaço para os medíocres, sejam eles brancos, amarelos, negros, albinos, pardos ou seja qual for a denominação de cor que queiram.
Escrever é dedicação, inspiração e sobretudo competência. Tenho certeza que muitos sequer sabem quais eram as aparências de Herman Melville, Isaac Asimov, Castro Alves, Jorge Amado, Tolkien e muitos outros escritores, mas isso não diminui o valor de cada obra ou a excelência do escritor.
Há inúmeros escritores negros de altíssimo nível, isso é inquestionável. Porém também há um igual número de autores de grande talento de outras etnias que batalham seu lugar ao sol sem se valer de um passado que provoque compaixão. Os negros, assim como os índios, nordestinos, alemães, gays ou seja quais forem os outros rótulos que a sociedade imponha, não precisam de favores. Os ótimos sempre se destacarão dos medíocres, uma vez que estamos diante de um público leitor cada vez mais seletivo. Com o tempo, o autor de um único livro cairá no esquecimento, enquanto os que estão lá por mérito ficarão na memória e na história.

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