Fonte: Último Segundo O mal prevalecerá se fingirmos que ele não existe A matéria a seguir está sendo publicada aqui com o intuito de relembrar as autoridades responsáveis pelas inúmeras liberações de presos de alta periculosidade, baseados em brechas da Lei, que um assassino deve receber avaliação e, antes de qualquer outra coisa, passar por um longo período de avaliação comportamental e psicológica para que consiga a redução da pena ou a liberdade. Quando um indivíduo com o grau de periculosidade de Charles Manson é posto na rua e ele volta a cometer atos de extrema violência, inclusive novos assassinatos, a responsabilidade moral pelos crimes é também de quem o pôs em soltura. As mãos dele estarão sujas pelo sangue derramado, mas uma parcela grande desse mesmo sangue irá escorrer pelas mãos do legislador, juiz, advogado ou seja lá quem for o indivíduo que proporcionou esta saída da cadeia ou casa correcional. Que o exemplo abaixo seja usado em nosso país... Perdoem-me se e...
"Um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para o Abismo."