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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Dicas importantíssimas para ler e fixar. Não é difícil...


Fonte: Livros e Pessoas. Comentários: Franz Lima.
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Sempre foi importante ter uma comunicação cativante e envolvente. Hoje, com a presença da tecnologia atuando nos contatos pessoais, essa habilidade se tornou ainda mais necessária. Pessoas articuladas, simpáticas e espirituosas são recebidas com alegria em qualquer roda de conversa. Com esse comportamento, sobressaem de maneira positiva nas reuniões corporativas e no relacionamento social.
Para isso é preciso que tenham voz firme, com bom ritmo. Vocabulário amplo, pronto e adequado a todas as circunstâncias. Domínio da expressão corporal, para que os gestos sejam elegantes e harmoniosos. Expressão facial arejada. Pensamento bem ordenado, com raciocínio lógico e concatenado.
Para que todos esses aspectos possam efetivamente contribuir com o sucesso da comunicação é fundamental que a pessoa tenha conteúdo. Se não tiver o que dizer, o indivíduo será repetitivo, vazio, prolixo e apenas um falador chato. Quem possui informações, naturalmente associa e complementa as ideias com facilidade, e torna seu discurso mais atraente.
Alguns, entretanto, reclamam que não conseguem guardar as informações que leem. Em pouco tempo, o que parecia tão interessante para ser usado em uma conversa desaparece da mente. Já me disseram que, depois de ler um romance, não conseguem contar a história que no momento da leitura parecia ser tão fascinante.
Para solucionar essa questão e conseguir reter as informações relevantes apreendidas em uma leitura, vou sugerir um recurso que me caiu às mãos de maneira curiosa. Ganhei um livro de oratória que havia pertencido ao poeta Guilherme de Almeida. A obra, com o título de “El Arte de Hablar Bien” (A Arte de Falar Bem) é de autoria de Paul C. Jagot e J. C. Noguin. Foi publicada na Argentina em 1943 e traduzida do francês para o espanhol por J. C. Guiñon.
Embora seja uma obra relativamente comum, Guilherme de Almeida fez dela uma espécie de livro de cabeceira. Leu cada uma de suas páginas e assinalou a lápis todas as passagens que julgou interessante. Observe que não estamos falando de qualquer pessoa, mas sim de um dos mais brilhantes poetas brasileiros de todos os tempos.
Guilherme de Almeida nasceu em Campinas, no Estado de São Paulo, em 1890 e faleceu na capital paulista em 1969. Deixou uma vasta produção literária e, em 1930, teve o mérito de se tornar o primeiro poeta moderno a ingressar na Academia Brasileira de Letras. Foi figura de destaque na Semana de Arte Moderna de 1922.
Não se encontra uma página sequer do livro que não tenha pelo menos uma pequena anotação feita de próprio punho pelo poeta. Em alguns casos, Guilherme de Almeida chama a atenção que determinado trecho deveria ser lido várias vezes. Um deles assinala com destaque uma sugestão dos autores de como reter as informações lidas em um livro.
“Ao acabar de ler o capítulo de um livro resuma o conteúdo, o significado da mensagem da mesma maneira como se precisasse expô-lo diante de uma centena de pessoas.” Quem seguir essa sugestão assinalada por Guilherme de Almeida, terá dado um passo importante para assimilar com mais facilidade o conteúdo de suas leituras.
O resultado é impressionante. Ao resumir o capítulo de um livro, ou um artigo de jornal ou revista, imaginando que precisará apresentá-lo diante de uma plateia, aprenderá o conteúdo com mais tranquilidade. Esse recurso faz com que a pessoa tenha domínio da matéria que acabou de ler. O exercício será ainda mais eficiente se for feito em voz alta.
Dessa forma, além de fixar as informações que leu, terá oportunidade também para aprimorar a comunicação. Depois desse treinamento, quando falar em público fazendo uso do conteúdo aprendido, as exposições se revestem de uma qualidade diferenciada.
A leitura é uma das mais importantes fontes de conhecimento. Quem se dedica a essa tarefa de resumir o que acabou de ler e faz o exercício de apresentar as informações como se estivesse falando em público, incorpora definitivamente esse conhecimento, que passa a ser muito útil quando se apresentar diante da plateia.

Franz diz: ler é um exercício para a mente, capaz de manter o cérebro ativo e aumentar a longevidade do mesmo. As dicas presentes nessa matéria são muito importantes e dão resultado, desde que haja disciplina por parte do leitor. Não se esqueçam que a aquisição de cultura e conhecimento são ferramentas de libertação e crescimento. Logo, leiam o máximo possível, porém sempre analisando e criticando aquilo que têm em mãos para evitar que a leitura se torne uma forma - mesmo discreta - de manipulação. 

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Como aumentar a memória interna do iPhone. Via TechTudo.


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Um truque simples pode liberar quase 1 GB de espaço na memória do iPhone. A dica consiste em tentar alugar um filme, na iTunes Store, de tamanho maior que o armazenamento disponível no celular. Com isso, o iOS automaticamente aumenta a quantidade de memória no smartphone. Ao fim do processo, o usuário nem precisará pagar pelo filme alugado.
Ainda não se sabe como o telefone da Apple consegue liberar o espaço, mas a suspeita é de que o sistema remova arquivos inutilizados do aparelho. No teste do TechTudo, feito com um iPhone 4S (rodando iOS 9), o celular ganhou 700 MB de memória. No entanto, há relatos de usuários que conseguiram aumentar até mais que 1 GB no armazenamento, em diversos modelos do iPhone. Confira como aumentar a memória, clicando no link: Tech Tudo.
 

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Dicas, via BBC, para evitar que seu smartphone aqueça.


A BBC Brasil forneceu boas dicas para evitar que seu smartphone aqueça excessivamente. Veja quais são:
E o que aconteceu? O telefone estragou?
Não, não estragou. Ainda que de vez em quando circulem imagens pelas redes sociais de telefones queimados por superaquecimento, como o caso recente de um Samsung Galaxy S4 de um usuário da Arábia Saudita com a parte inferior deformada por calor.
Essa é uma consequência extrema do aquecimento de um celular. Pode haver outras, como a redução da vida útil da bateria.
O objetivo do aviso na tela é exatamente evitar um superaquecimento, e ocorre por força de um mecanismo de segurança que protege os componentes do aparelho.
Se essa mensagem aparecer, você deve desligar o dispositivo, levá-lo a um ambiente mais frio e deixar que a temperatura baixe antes de voltar a usá-lo.
A temperatura recomendada por especialistas para um smartphone fica entre 0 e 35º C.

Por que o aparelho esquenta demais?

Talvez tenha sido afetado por uma onda de calor de mais de 40º C.
E expor o aparelho à luz solar por longos períodos também influencia no aquecimento. Deixar o celular no carro durante muito tempo traria as mesmas consequências.
O aquecimento, contudo, nem sempre se deve à temperatura ambiente.
O uso de carregadores de bateria que proporcionam mais corrente elétrica do que o necessário pode causar o mesmo efeito. Assim como a utilização de GPS, já que quanto mais o celular trabalha mais ele esquenta, ao transformar em energia térmica as operações matemáticas que efetua.
Ao usar o GPS, o aparelho deve usar o sensor durante 100% do tempo, com a tela acesa e conectado à internet.
Da mesma maneira, o uso intensivo de jogos de alta qualidade gráfica ou muito pesados para a memória RAM e para as características do seu celular também podem levar ao aquecimento excessivo do aparelho.

Como evitar o problema então?

No último dos casos acima, vale a pena avaliar as condições do hardware do celular antes de baixar um jogo com tais características.
Também é importante verificar se está executando aplicativos ou programas sem que tenha conhecimento. E se perceber um aumento rápido da temperatura, desligue funções como Bluetooth e conexão wifi. Você evitará assim uma sobrecarga de processos.
Reduzir o brilho da tela também é recomendável ao rodar jogos ou filmes por muito tempo.
E, sobretudo, é importante não deixar o smartphone em locais com pouca ventilação, como debaixo de uma almofada, principalmente se estiver carregando a bateria ou baixando algum aplicativo.

Controlar a temperatura com aplicativos

Há no mercado várias aplicações para smartphones que, uma vez instaladas, escaneiam todo o dispositivo para determinar sua temperatura em cada momento.
Um dos mais populares para iOS é o iStat 2, um app que monitora toda a atividade de um iPhone.
Além da temperatura, mostra a quantidade de dados consumida e a velocidade restante.
Outra opção para dispositivos Apple é o sistema Status Lite, que reconhece e pode apagar os aplicativos que geram maior carga de energia.
E se você possui smartphone com sistema Android, pode optar pelo app gratuito Cooler Master. O programa escaneia o aparelho para determinar a temperatura no momento, identifica os serviços que geram superaquecimento e os apaga.
Também há outras opções no mercado para telefones com Android, o sistema operacional do Google. Entre os mais interessantes estão Phone Overheat Alert, TempMonitor e Cpu Gauge.
Com esses recursos não será preciso esperar o celular chegar ao ponto crítico de aquecimento.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Michael Gambon, o Dumbledore de Harry Potter, anuncia saída dos palcos do teatro.


Michael Gambon foi o ator que deu vida a Alvo Dumbledore a partir do terceiro filme da série "Harry Potter". Sua eficiência como ator é inquestionável, porém o tempo mostra sua força e, infelizmente, Gambon não pode mais atuar nos palcos dos teatros. O motivo, segundo anunciado, é a perda de memória. O ator de 74 anos não consegue mais memorizar seus textos, algo impensável na arte teatral. 
Mesmo tendo usado por algum tempo um ponto eletrônico para não ficar sem fala diante do público, Michael relata que não há mais condições de interpretações que requeiram a apresentação ao vivo, com um texto pré-determinado. 
Exames médicos descartaram a possibilidade de Alzheimer. A perda de memória é fruto do envelhecimento natural. 
Felizmente, a TV e o cinema permitem outros artifícios que facilitam a interpretação e a captação do texto, o que implica em dizer que poderemos ver o ator nestas áreas. 

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Queen - Bohemian Rhapsody (com legendas). Para não esquecer...



Um clássico do Queen - Bohemian Rhapsody - legendado pela equipe do Vídeos Legendados. Fantástico e que merece ser relembrado.




domingo, 5 de fevereiro de 2012

Internet: nossa principal fonte de memórias?



Quando você quer lembrar-se de alguma coisa, confia mais na sua própria memória ou no Google? Uma pesquisa mostra que a maioria das pessoas prefere a segunda opção. De acordo com especialistas, o cérebro está se adaptando para lembrar não da informação, mas sim do lugar onde pode obtê-la. E mais: quando não encontramos os dados de que precisam imediatamente, desistimos logo da busca.
Para chegar a estas conclusões, cientistas das Universidades de Harvard, Columbia e Wisconsin-Madison realizaram uma bateria de testes envolvendo a memória de voluntários. Os participantes deveriam lembrar de algumas informações usando apenas a sua memória. Depois os pesquisadores verificaram se eles saberiam buscar os dados na internet.
O resultado foi claro: quando as pessoas não conseguem se lembrar das informações, lembram onde encontrá-las. Aliás, segundo o estudo, houve participantes que não fizeram o menor esforço para tentar se recordar dos dados sozinhos.
Isso acontece porque, quando não havia acesso à internet, as pessoas tinham fontes limitadas de informações, que exigiam esforço para serem encontradas – como livros. Por causa do esforço e do interesse genuíno no conteúdo, nosso cérebro criava associações com imagens, com a situação, com outros elementos do nosso conhecimento, convertendo tudo em memória.
Com a web, qualquer coisa está a um clique de distância. Não há dificuldade nenhuma para encontrar informação – só o que precisamos é dar um “Google”. Ou seja, menos associações são criadas, já que não existe dificuldade e a busca se tornou uma tarefa mecânica. Como é fácil encontrar esta informação de novo, o cérebro não é estimulado a guardá-la. Quando precisamos deste conhecimento não lembramos dele, mas sim de onde encontrá-lo.
E, para isso, existem consequências boas e ruins. Como a memória humana não é perfeita, acabamos tendo mais facilidade em checar os fatos com a internet. E a maior quantidade de informações também pode ser fonte de inovação, afinal o conhecimento humano está mais acessível.
Mas sendo dependentes do computador, podemos acabar reféns de informações incorretas, que povoam a internet e que seriam reproduzidas. Além disso, como não estamos mais acostumados a recordar de detalhes ou a refletir sobre o que estamos pesquisando, tanto nossa memória como o pensamento conceitual podem estar comprometidos.
E a “culpa” desse fenômeno não é apenas das ferramentas de busca, mas da web em sua forma atual. Os autores da pesquisa apontam alguns outros motivos para o mundo online afetar o jeito com que pensamos:
- Com agendas não precisamos nos preocupar em lembrar-se de um compromisso – muito menos de checar nossa agenda. Todos os eventos chegam diretamente no e-mail. Os aniversários da família e dos amigos? Estão nas notificações do Facebook.
- Também não precisamos mais lembrar em que pasta (ou em qual pen drive) armazenamos nossos documentos. Com o Google Docs nossos arquivos estão sempre à mão.
- Com o Google Images não precisamos nos lembrar do nome de quadros ou de pontos turísticos. Basta tirar uma foto com seu smartphone e o serviço pode te ajudar na identificação.
- Já o Google Maps poupa você do esforço de memorizar caminhos – digite o endereço e a rota mais fácil surge diante de seus olhos.

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