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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Japão pede para que universidades cancelem cursos de humanas. Por que?


A área de ciências sociais também será afetada. Ministro da Educação pede para que cursos ‘contemplem as necessidades da sociedade’

Fonte: Terra. Comentários: Franz Lima.
Vários cursos de ciências sociais e humanas serão cancelados no Japão após um pedido para que universidades “sirvam áreas que contemplem as necessidades da sociedade”. As informações são do site Times Higher Education .
Das 60 universidades nacionais que oferecem cursos nessas disciplinas, 26 confirmaram que irão cancelar ou reduzir essas matérias conforme o pedido do governo japonês.
A ação se deu após o ministro da Educação, Hakuban Shimomura, enviar uma carta às 86 universidades nacionais do Japão pedindo que “tomem ações para abolir organizações (de ciências sociais e humanas) ou sirvam áreas que contemplem as necessidades da sociedade”.
O decreto ministerial foi colocado pelo presidente de uma das instituições como “anti-intelectual”, enquanto as universidades de Tokyo e Kyoto, as mais prestigiadas do país, afirmaram que não irão acatar o pedido.
No entanto, 17 universidades irão parar de recrutar estudantes para cursos nas áreas de humanas e ciências sociais, incluindo direito e economia, de acordo com uma pesquisa feita pelo jornal The Yomiuri Shimbun.
Segundo o estudo, o Conselho de Ciência do Japão expressou em agosto uma “profunda preocupação com o provável impacto que a ação administrativa teria sobre o futuro das ciências sociais e da área de humanas no Japão”.
Acredita-se que o pedido seja parte dos esforços do presidente Shinzo Abe para promover o que ele chama de “vocações educacionais mais práticas que satisfaçam as necessidades da sociedade”.
Porém, a ação também pode ser conectada com a atual pressão financeira sobre as universidades japonesas, relacionada ao baixo índice de natalidade e a diminuição do número de estudantes. Esses fatores contribuem para que muitas instituições funcionem 50% abaixo de sua capacidade.

Franz diz: "O estudo das ciências sociais e humanas é vital para a manutenção de nossa memória e para a compreensão do homem e suas complexidades. Extinguir o estudo de tais ciências é um crime contra o patrimônio histórico e cultural. 
Compreendo que há a necessidade de ampliar-se o estudo - e a consequente formação de especialistas em áreas como mecatrônica, tecnologia da informação, física nuclear, engenharia de produção, etc -, mas a necessidade de um aumento dos estudantes em áreas exatas não é justificativa para a extinção de cursos que formem filósofos, historiadores, sociólogos e outros pensadores. As ciências humanas foram primordiais para os principais momentos da história da humanidade, qual a lógica em acabar com isso?
Qualquer pode optar pelo aprofundamento na área de estudo que bem entender, porém isso pode ser feito com a coexistência - como sempre foi - das ciências exatas e as humanas. 
Triste atitude de quem visa, acima de tudo, o lucro e a imposição do poder. Acho improvável que isso vá obter maior apoio, mas é preciso lembrar que muitos admiram o Japão como potência econômica e educacional, fato que por si só pode implicar em imitação por outros países.


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Mal uso de tirinha do Mauricio de Sousa coloca palavrão em prova no Acre.


Compare o texto original com a tirinha abaixo.

Fonte:  Livros e Pessoas



Texto de Yuri Marcel do G1 -  AC. Comentários: Franz Lima

Tirinha da Turma da Mônica vem com palavrão em prova de escola no Acre  (Foto: Eliane Sinhasique/Arquivo pessoal)Tirinha da Turma da Mônica adulterada foi aplicada em prova (Foto: Eliane Sinhasique/Arquivo pessoal)
Uma questão de prova para o 4º ano do Ensino Fundamental da Escola Luiza Batista de Souza, em Rio Branco, causou polêmica, na última sexta-feira (25). Uma tirinha da Turma Mônica com um palavrão gerou questionamentos entre os pais das crianças. A escola alega que o erro ocorreu na hora da digitalização da atividade, porém, nega que a expressão tenha sido usada de forma maldosa pela professora.
A tirinha mostra uma conversa entre Cebolinha, Magali e um pipoqueiro.
- Eu quelo um saco de pipoca — pede Cebolinha.
- E a garotinha? — pergunta o pipoqueiro.
- Uma pica! — responde Magali.

A economista Efigênia Ferreira, de 36 anos, foi uma das mães que questionou o uso da palavra no exame. "Eu expliquei que no linguajar popular a expressão é usada como um termo pejorativo do órgão masculino. Porém, ela [a professora] disse que a maldade está na cabeça do adulto e não da criança e que isso não era um palavrão", explica.
De acordo com Efigênia, o fato causou constrangimento durante uma reunião entre pais e professores, após o pai de um aluno questionar o uso daquela palavra. "A professora disse que tinha elaborado as provas, mas que a coordenadora tinha visto e não via nenhum problema na palavra", disse.

Efigênia Ferreira  (Foto: Eliane Sinhasique/Arquivo pessoal)Efigênia Ferreira diz que vai procurar a coordenação
da escola (Foto: Eliane Sinhasique/Arquivo pessoal)
A economista disse que ao chegar em casa foi analisar a prova e não conseguia entender como positivo o conteúdo da atividade. Ela conta ainda que chegou a conversar com seu filho sobre a questão e o garoto afirmou que os estudantes teriam alertado a professora para uma 'imoralidade na prova', mas a professora negou o termo maldoso.
Efigênia decidiu postar a foto da prova em sua rede social para avaliar a opinião de outras pessoas. Após o ocorrido, a economista pretende voltar à escola e conversar com a coordenadora e também com a professora para saber o que realmente aconteceu.
"Meu procedimento agora é ir até a escola e saber o que aconteceu, se realmente a coordenadora viu essa prova e deu o aval, pois nem na prova de vestibular acontece isso", ressalta.
Tirinha da web
A professora que a economista se refere é Francisca Ermelinda, 50 anos, ela está dentro da sala de aula há 26 e conta que houve um erro na hora da secretária digitalizar a prova. Na tirinha original magali responde 'O que sobrar'. "No rascunho era outra expressão, aí a moça que elabora a prova puxou a tirinha da internet e não percebeu que ela estava com a expressão errada", explica.
Apesar do problema, ela diz que nenhum dos alunos nas quatro turmas em que a prova foi aplicada chegou a comentar algo dentro da sala de aula. "Quando a gente recebeu a prova, vi a expressão e não achei maldade nenhuma. A gente trabalha com as crianças para tirar a maldade, esse mau pensamento, essa coisa ruim do pensamento deles", diz.
A coordenadora pedagógica do colégio, Jorgineide Santos Jacinto, conta que chegou a revisar a versão da prova já com a expressão, antes dela ser aplicada. Porém, diz ter acreditado que como se tratava de uma questão de interpretação o uso da palavra era intencional.
rascunho tirinha acre rio branco prova (Foto: Yuri Marcel/G1)Professora mostra rascunho original da prova em que aparece a expressão correta (Foto: Yuri Marcel/G1)
"Quando peguei a prova, não tive acesso à expressão original. Eu olhei e vi a palavra como a omissão da sigla pipoca", comenta. A coordenadora diz ainda que gostaria de conversar com os pais que se sentiram ofendidos para explicar a situação.
Na tirinha original, Magali responde "O que sobrar" (Foto: Reprodução) 
Na tirinha original, Magali responde "O que sobrar" (Foto: Reprodução)

"Precisamos ter mais cuidado, ver o ponto de vista do pai. A professora não pode ser prejudicada, foi uma modificação feita aqui", conclui.
O caso chamou a atenção da vereadora Eliane Sinhasique (PMDB-AC) que disse que irá levar o caso para a Secretaria Estadual de Educação (SEE) e ao Conselho Escolar.
'Descuido', diz assessoria de Mauricio de Sousa
Procurada pelo G1, a assessoria de Mauricio de Sousa comentou o uso indevido da tirinha e classificou como 'um descuido tanto com os alunos como com os direitos do autor'.
"Quando uma editora ou entidade ligada à educação quer usar alguma imagem publicada ou inédita dos personagens de autoria de Mauricio de Sousa, entram em contato com a empresa para obter uma autorização oficial. E o desenho é enviado direto dos estúdios, com a qualidade para publicação. Provavelmente essa tira foi tirada de algum site ou blog da internet sem esse cuidado", diz
A assessoria informou ainda que o caso será encaminhado para o departamento responsável e será analisado. "Se a escola diz que tinha a tira correta e acabou publicando uma errada só pode ter sido adulterada por alguém na digitação ou já tinha sido copiada da internet já adulterada", conclui.

Franz says: não há regionalismo ou desculpa capaz de amenizar um "erro" tão grotesco. Nossas crianças não merecem um tratamento tão desprezível, assim como a obra de Mauricio de Sousa também não merece uma deturpação tão absurda. 
Comparando a versão original com a que foi usada na prova, não encontramos quaisquer motivos para que a alteração ocorresse. Não creio que tenha sido uma brincadeira pois, definitivamente, isso não é algo capaz de gerar risos, apenas indignação. 
Que os fatos sejam rigorosamente apurados e os responsáveis punidos. 
Que a inocência e a obra de Mauricio de Sousa sejam mantidas dentro da pureza que nossas crianças precisam e merecem.


quinta-feira, 7 de março de 2013

Os múltiplos Homens Vitruvianos.



A obra de Da Vinci é uma das mais interessantes e completas quando o assunto é a anatomia humana. Já consagrada e imortalizada, a ilustração, chamada de o Homem Vitruviano, recebeu inúmeras 'homenagens' por parte de diversos artistas. Confiram algumas delas...












terça-feira, 12 de junho de 2012

Brasileiros com mais de 50 anos redescobrem o prazer de estudar


Fonte: O Dia. Reportagem de Maria Luisa Barros 

Rio -  Durante 40 anos, o ex-fuzileiro naval Luis Carlos Fernandes, 67 anos, acalentou o sonho de entrar para uma universidade. Um desejo realizado por 1 milhão de estudantes brasileiros com mais de 50 anos que redescobriram o prazer pelos livros e uma nova chance de voltar ao mercado de trabalho. O fenômeno é recente e reflete o envelhecimento da população brasileira.

Em 2010, o IBGE contou 19,28 milhões de brasileiros acima dos 60 anos. Há 20 anos, não chegavam a 10 milhões. No Rio, estado com maior número de idosos do País, são 2,12 milhões de pessoas. Como o aposentado Luiz Carlos, que teve que adiar seus planos acadêmicos. Precisava ajudar no sustento da família. Em 2006, se separou, foi morar nos fundos da casa de parentes, na Pavuna, e viu no curso de Direito a oportunidade para começar vida nova.
Só que a aposentadoria que recebia da Marinha não era suficiente para arcar com os custos de transporte, compra de livros e alimentação. Luiz então descobriu em uma receita de família a chave que precisava para abrir as portas do Ensino Superior. Aprendeu a preparar cocadas com a ex-sogra. “Acordava às 5h para estudar e ficava até de madrugada fazendo 40 unidades, vendendo a R$ 1 cada”.

Comovidos com o esforço de seu Luiz, carinhosamente chamado de “vovô” pela turma, amigos e professores da Universidade Estácio de Sá passaram a fazer encomendas. Ele se formou no início do ano sem repetir nenhuma matéria durante todo o curso. “Tive de dar o exemplo. Moro longe e sempre cheguei no horário. Quando alguém reclamava da vida, sempre oferecia uma palavra de incentivo”, diz, orgulhoso, o novo bacharel em Direito, que agora se prepara para o concurso de delegado.

Seus passos serão seguidos pelo aposentado Carlindo do Couto, 73 anos, aluno de Rádio Web, na Universidade Aberta da Terceira Idade (Unati), da Uerj. Ele é um dos 2 milhões de inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O ex-vendedor e ex-funcionário do Arsenal de Marinha estuda para nova carreira. “Vou fazer Jornalismo”.

Estudo na terceira idade eleva autoestima, previne doenças e melhora a depressão

Cercada por jovens da idade de seus netos, a advogada Emília Sylvia, 76 anos, que é bisavó, passa os dias entre bits, bytes e algoritmos. É aluna do curso de Ciências da Computação da Universidade Plínio Leite, em Niterói. É sua terceira faculdade. “O estudo é uma terapia para mim. Quando aprendo, descanso a cabeça”, conta a estudante.

Estudar como Dona Emília eleva a auto-estima, previne doenças e melhora a depressão, explica a psicanalista Marta Pires Relvas, da Sociedade Brasileira de Neurociência. A motivação ativa o sistema límbico do cérebro, região que está ligada às emoções e ao prazer. A ação produz substâncias como oxitocina e serotonina, que estimulam a capacidade cognitiva de pensar e de memorizar. Quanto mais se aprende, maior o número de conexões neurais que se formam. “O cérebro aprende o tempo todo. No início, há uma dificuldade normal. Mas, quando o idoso descobre que é capaz, ninguém segura. São os mais dedicados”, diz.

Franz Says: Esta matéria precisava constar do Apogeu. Fiquei muito feliz em saber que a educação é uma fonte de inteligência, longevidade e prazer para todas as faixas etárias. Ainda existem pessoas que acreditam que a terceira idade é a hora do descanso, de se desligar das obrigações e prazeres da vida, mas isto é uma inverdade. Envelhecer é algo natural, inevitável, porém é possível fazê-lo de modo proveitoso e prazeroso, mantendo sempre a ótima sensação que só a vida é capaz de proporcionar. 
Os exemplos citados nesta matéria devem ser seguidos (independentemente da idade) e divulgados (a minha parte já está sendo feita).



sábado, 7 de abril de 2012

Fotos sobrepostas evidenciam diferenças e similaridades entre gêmeos.


Fonte: BBC
A fotógrafa e sua irmã gêmea em fotos sobrepostas.
A fotógrafa britânica Caroline Briggs iniciou um projeto que explora as noções de identidade entre gêmeos com o uso do recurso fotográfico da exposição dupla, sobrepondo as duas imagens.
Caroline tem uma irmã gêmea e queria abordar a questão de uma forma diferente.
"Como a maioria dos gêmeos, detesto ser comparada à minha irmã, e a maioria dos outros projetos com gêmeos tem aquele ar de show de aberrações, de comparação e contraste, que me afasta", disse a fotógrafa à BBC.
"Ao mesmo tempo em que ainda me interesso pelas semelhanças físicas e diferenças entre gêmeos idênticos, também quero explorar a identidade e o lado de emocional de ser uma das metades de um par."
A técnica de Caroline, de exposição dupla, permite que as fotos sejam examinadas em dois níveis. Existe a tentativa de separar as duas figuras mostradas e encontrar uma forma de enxergar as duas faces, mas também há a exploração mais profunda das duas personalidades.
"A batalha entre querer ser parecido e ainda desejar uma identidade separada de seu clone é algo que vivi. Ao criar um único retrato de duas pessoas, surgem as questões a respeito do relacionamento deles e seu desejo, ou falta de desejo, de viver vidas completamente separadas", disse a fotógrafa.
Depois que a foto é feita, as imagens são sobrepostas no processo de pós-produção e então as semelhanças nos rostos são reveladas.
"Às vezes, alguns traços combinam de forma idêntica, outras vezes, os rostos são tão diferentes."
Caroline Briggs continua fazendo imagens para o projeto e os gêmeos interessados poderão entrar em contato pelo site da fotógrafa, www.carolinebriggs.co.uk.








terça-feira, 27 de março de 2012

Fotos: onde as crianças dormem


Um trabalho fotográfico tocante, pois enfatiza as diferenças sociais através do local onde dormem algumas crianças. As fotos foram feitas em diversas localidades do mundo e refletem não só a condição social relacionada à condição financeira da crianças, mas também as opções culturais. Cabe relembrar que o que consideramos conforto é para outras pessoas uma verdadeira ofensa.
As fotos são de autoria de James Mollison.

Estas fotos são um grande alerta. Nelas, constatamos que a pobreza não depende apenas do país em que se vive - ainda que haja países tipicamente pobres - e que morar bem também não é sinônimo de crescer bem.

O ensaio servirá para pensarmos um pouco mais sobre o que temos e o que realmente necessitamos...

 
Este menino e sua família não têm casa e dormem em um colchão nos arredores de Roma, Itália. A família veio da Romênia, acamparam em terras privadas e foram expulsos pela polícia. A família não possui documentos e nem estudo e não conseguem trabalho legal. No momento limpam pára-brisas nos semáforos.


Jasmine, garotinha americana de 4 anos, coleciona em seu quarto faixas e coroas ganhadas em concursos de beleza infantil.


Lamine, 12 anos, vive no Senegal. As camas são básicas, apoiadas por alguns tijolos. Aos seis anos, todas as manhãs, os meninos começam a trabalhar na fazenda-escola onde aprendem a escavação, a colheita do milho e lavrar os campos com burros. Na parte da tarde, eles estudam o Alcorão. Em seu tempo livre, Lamine gosta de jogar futebol com seus amigos


Tzvika, nove anos, vive em um bloco de apartamentos em Beitar Illit, um assentamento israelense na Cisjordânia. É um condomínio fechado de 36.000 Haredi. Televisões e jornais são proibidos de assentamento. A família média tem nove filhos, mas Tzvika tem apenas uma irmã e dois irmãos, com quem divide seu quarto. Ele é levado de carro para a escola onde o esporte é banido do currículo. Tzvika vai à biblioteca todos os dias e gosta de ler as escrituras sagradas. Ele também gosta de brincar com jogos 


Ahkohxet tem 8 anos, vive na tribo indígena brasileira Kraho no Amazonas.


Joey, 11, mora em Kentucky, EUA, com seus pais e irmã mais velha. Ele acompanha regularmente o seu pai em caçadas. Ele é dono de duas espingardas e uma besta, e fez sua primeira vítima -um cervo- quando tinha sete anos. Ele está esperando para usar sua besta durante a temporada de caça seguinte. Ele ama a vida ao ar livre e espera poder continuar a caçar na idade adulta. Sua família sempre come carne de caça. Joey não concorda que um animal deve ser morto só por esporte. Quando não está caçando, Joey freqüenta a escola e gosta de ver televisão com o seu lagarto de estimação, Lily.


Roathy tem  8 anos,  mora em um lixão nos arredores de Phnom Penh, no Camboja. Seu colchão é feito de pneus.


Kaya tem 4 anos, mora com os pais em um pequeno apartamento em Tóquio, Japão. Seu quarto é cheio de roupas e bonecas.
A menina quer ser um cartunista, quando crescer.

 Dong tem 9 anos, vive na província de Yunnan, no sudoeste da China, com seus pais, irmã e avó. Ele divide um quarto com a irmã e os pais. O garoto, que quer ser policial, gosta de escrever e cantar. Sua família cultiva arroz e cana de açúcar para o consumo.


Thais tem11 anos, mora com os pais e a irmã no terceiro andar de um bloco de apartamentos na Cidade de Deus no Rio de Janeiro, Brasil. Ela divide um quarto com a irmã e sonha em ser modelo.

Que um dia todas as crianças tenham um lugar decente para, pelo menos, repousar...

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