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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Provável confronto entre Adão Negro e Superman é anunciado por Henry Cavill



Em sua conta no Instagram, Henry Cavill anunciou, ao lado de Dwayne Johnson, sua empolgação com aquilo que o futuro trará. Essa afirmativa faz referência aos papéis que interpretarão e irá provocar o provável confronto entre o Adão Negro (Dwayne) e Superman (Cavill).
Mas será que a cena inicial do post poderá ser repetida no cinema? Sim, principalmente se levarmos em conta a fragilidade do Superman diante da magia. E existe alguém mais envolto em magia que o Adão Negro cujos poderes vêm de seres mitológicos? 
Esse encontro de titãs também pode ser coroado com a participação de um terceiro elemento: o Shazam. Quem sabe...
No Instagram, Henry disse: "Feliz Natal e um Próspero Ano Novo do Superman e Adão Negro @therock. Hoje nós bebemos como cavalheiros e nos juntamos como amigos. Estamos empolgados para o que o futuro trará."
Ele também usou a hashtag que indica o combate #DCWorldsWillCollide (mundos da DC colidirão).
Texto: Franz Lima
Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.


quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Superman vs Goku: a batalha através da técnica de flipbook.



Dois heróis de fama mundial e com poderes extraordinários são postos em combate através da técnica chamada flipbook, uma das mais antigas quando o assunto é animação. 

sábado, 25 de outubro de 2014

Countdown to UFC 179: Aldo x Mendes 2. A luta principal é imperdível!



O que vocês verão é um documentário com os fatos que antecedem a luta entre Chad Mendes e José Aldo pelo titulo dos Penas. 



quarta-feira, 9 de julho de 2014

Marvel Zombies vs. Army of Darkness. Look the video.



Um crossover muito interessante onde personagens da Marvel se encontram com Ash, o anti-herói de Evil Dead e Army of Darkness. A diversão é garantida pelo exagero das cenas. Aos fãs mais radicais, recomendo paciência, já que Ash enfrenta os Marvel Zombies em pé de igualdade com sua famosa serra a motor. De qualquer forma, vale a pena rir com essa produção criativa e bem elaborada, cujas caracterizações surpreendem...


domingo, 25 de maio de 2014

Como funciona o cigarro eletrônico. Via O Globo.



Polêmico ou não, o fato é que o dispositivo está diminuindo o número de usuários dos cigarros comuns que, invariavelmente, possuem um nível de nicotina muito maior. A Anvisa está correta ao proibir essa alternativa no Brasil?

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Aperfeiçoando a sutil arte de matar a distância. Conheçam as munições R.I.P.


Fonte: G2RIP.
Desde o advento da invenção da pólvora que a humanidade só tem "evoluído" na arte de matar. Armas são modernizadas e comercializadas com extrema facilidade em todos os pontos do mundo.
O mercado de armas (legais e ilegais) é uma fonte inesgotável de renda, muito disso devido à sede de sangue que nós, humanos, temos. Matar, principalmente a distância, é um ato cada vez menos provido de sentimentos. Antigamente, assassinar uma pessoa era um ato movido por raiva, emoção extrema ou vingança. Hoje, infelizmente, esse ato ganhou status de poder. Há matadores que tiram vidas indiscriminadamente, apenas com o intuito de ganhar fama e poder. Claro, seria utópico dizer que pessoas assim não existiram em outras épocas, porém é fato que as facilidades e a própria perda da noção de valor de uma vida ampliaram as estatísticas.

Recentemente uma empresa norte-americana criou um novo projétil chamado G2RIP. Esse artefato tem um alto poder destrutivo e foi criado exclusivamente com o intuito de neutralizar definitivamente o inimigo (ou alvo). A munição expande-se em diversas direções ao atingir o alvo e fragmentar-se, provocando danos em pontos distintos, quase sempre fatais. 
A empresa disponibilizou munições para vários calibres de armamento e se vale de um marketing agressivo para ampliar a divulgação e vendas do produto.
Aumentou o poder de destruição e neutralização dos alvos, mas é fato que isso também irá aumentar o número de óbitos em todo o mundo. Por um lado é um grande passo para o policiamento (que hoje trava uma verdadeira guerra), caso seja essa sua aplicação. Por outro lado, nas mãos de pessoas mal intencionadas ou mesmo de criminosos, muitas vidas inocentes serão ceifadas de forma dolorosa e violenta.
E você, o que pensa sobre a evolução desse tipo de artefato? É realmente necessário?

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Machinima mostra combate entre Wolverine e Predador. Não perca!



Caso ainda não tenha visto, pode curtir pois vale a pena. O combate entre dois ícones da cultura pop foi realizado pela galera do Machinima e faz parte da websérie 'Super Power Beat Down'. Ha outros combates também muito interessantes, porém quis destacar esse. 
O visual dos personagens está incrível, incluindo um Wolverine com seu uniforme clássico. Não estranhem o visual quase vampírico, ele foi usado por muito tempo.
Claro que não poderia faltar jamais a cena da explosão provocada pela pulseira do Predador...
Espero que gostem desse curta-metragem.


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Vingadores vs X-Men: resenha de toda a saga que marcou o ano de 2013 da Marvel no Brasil.


Por: Filipe Gomes Sena (colaborador master do Apogeu)

            Há mais ou menos sete meses eu publiquei, aqui no Apogeu, um texto falando sobre a edição zero de Vingadores vs. X-Men. Inclusive reforço que essa edição oferece o mínimo necessário pra não ficar perdido, um conhecimento mínimo da cronologia recente da Marvel também ajuda. Mas vamos direto ao assunto, e o assunto é Vingadores vs. X-Men, o evento mais importante da Marvel dos últimos tempos.

            Vingadores vs. X-Men foi publicado originalmente em 2012. Foi uma série quinzenal em 12 edições, e foi escrita por um time de peso: Jason Aaron, Brian Michael Bendis, Ed Brubaker, Jonathan Hickman e Matt Fraction. Inclusive vale a pena dar uma olhada na lista de trabalhos desses caras, com certeza você já leu alguma coisa boa escrita por algum deles. Junto com eles está um time de desenhistas cujos principais nomes são John Romita Jr., Olivier Coipel e Adam Kubert. Esses 12 números foram publicados em seis edições, todas elas lançadas com capas variantes, excelentes capas, diga-se de passagem, talvez algumas das melhores dentre as publicações da Marvel desse ano no Brasil (destaque pra capa da edição 5 com o Homem-Aranha estampado).
           
Para quem não lembra, ou não sabe, a história começa com a Fênix indo para a Terra pra encontrar com a sua nova hospedeira: Esperança, também conhecida como a Messias Mutante. Caso você, caro leitor, não saiba os mutantes estão em um número bem pequeno faz um bom tempo. Tudo isso por que a Feiticeira Escarlate pirou e com a frase “Chega de Mutantes” fez com que a maioria esmagadora da raça mutante perdesse seus poderes, não só isso, mas também impediu o nascimento de novos mutantes. Pelo menos antes de Esperança. Todos esses eventos envolvendo a Feiticeira Escarlate fazem parte da saga Dinastia M, e a saga que conta a história de Esperança é a Complexo de Messias, nenhuma das duas é pré-requisito para ler Vingadores vs. X-Men, mas não deixam de ser uma ajuda pra entender bem algumas coisas. De volta à história temos a Fênix voltando pra Terra atrás de Esperança. Os Vingadores descobrem isso e decidem que não podem deixar que a Fênix encontre sua nova hospedeira. Para isso eles batem na porta dos X-Men e pedem para que entreguem a garota. Pedido esse que é prontamente negado por Ciclope, que acredita que a chegada da Fênix é parte importante do destino de Esperança como salvadora dos mutantes. É aí que a briga começa, o primeiro round.
Emma Frost
            Depois de alguns embates praticamente empatados um fato vira o jogo. Na tentativa de destruir a Fênix, os Vingadores acabam dividindo a entidade em cinco partes. Cada uma delas encontra um hospedeiro, são eles: Colossus, Ciclope, Namor, Emma Frost e Magia. Depois de alguns embates Ciclope percebe que os Vingadores são um empecilho para o que eles planejam realizar utilizando os poderes da Fênix. É quando ele diz a frase mais emblemática de toda a série: “Chega de Vingadores”. E é nessa hora que o suplicio dos Heróis mais Poderosos da Terra começa.
            A primeira coisa que veio na minha cabeça quando eu comecei a ler foi: os heróis da Marvel não sabem dialogar.  Para a nossa sorte os personagens da Casa das Ideias resolvem a maior parte das suas diferenças na porrada. História com pancadaria de supers não é novidade, mas Vingadores vs. X-Men consegue ser mais do que só uma dessas histórias. Essa leitura me deu uma sensação parecida com a que eu tive quando li Guerra Civil (inclusive eu recomendo violentamente que todo mundo leia Guerra Civil). Ao longo de algumas edições os Vingadores apanharam como eu nunca vi antes. Ver os maiores heróis da Terra enfrentando um inimigo que eles não tem a mínima chance de vencer, apesar de ficar um pouco repetitivo com o tempo, é bem legal. Eles usam tudo que podem, fazem estratégias diversas e tomam medidas desesperadas, o que gera umas lutas bem interessantes. Inclusive uma sacada muito boa da Marvel foi fazer a série AvX: Vs, que nada mais é do que histórias que mostram, com muito mais detalhes, algumas das principais brigas que acontecem na série, complementadas por informações diversas sobre as habilidades dos envolvidos. Essas histórias estão em todas as edições da publicação brasileira fechando a composição do mix (Duas edições de Vingadores vs X-Men mais uma de AvX: Vs). Além disso, no lado dos X-Men, é mostrado como o poder da Fênix age dentro dos hospedeiros, como os corrompe aos poucos gerando uma grande tensão dentro dos próprios X-Men. Essa situação se agrava conforme a trama avança. Outro ponto chave da história é a relação da Feiticeira Escarlate e Esperança. Não entrarei em muitos detalhes para evitar spoilers, mas as duas são muito importantes para o desfecho da história.

            A forma como a história caminha para o fim é bem construída. Apesar de algumas soluções parecerem um pouco forçadas, não tem um efeito Deus Ex Machina e nem um desfecho relâmpago. Em momento nenhum senti que a trama estava apressada, apesar das muitas partes com ação, a quantidade delas é bem dosada com outras partes da história. Infelizmente não acompanhei nada que saiu nas revistas dos X-Men ou dos Vingadores, mas vale lembrar que isso não atrapalha em nada o entendimento da série principal. O que pode contar como mérito da série foi não ter se espalhado por todas as publicações da Marvel, ficando restrita aos periódicos dos dois grupos envolvidos na trama.
            Depois de tudo isso, foi publicado no Brasil na edição 7 de Vingadores vs. X-Men o arco AVX: Consequences. História em 5 partes publicada entre o final no ano passado e o inicio desse ano. Escrita por Kieron Gillen e ilustrada por Tom Raney, Steven Kurth, Scot Eaton, Mark Brooks e Gabriel Hernandez Walta. Nela é possível ver como os personagens, principalmente do lado dos X-Men, estão lidando com os efeitos causados pela vinda da Fênix.
            Esse arco que funciona como epilogo é muito bom. Tem momentos bem marcantes e, além de mostrar um pouco de como ficaram os heróis depois dos eventos deVvsX, dá uma boa dica de como vai ser o papel futuro dos X-Men dentro do Universo Marvel que está sendo reformulado. Não vai ser nada igual ao que a DC fez com seus novos 52, mas é uma arrumada geral na organização do universo. No chamado Marvel Now ou Nova Marvel, como ficou conhecido por aqui, uma das mudanças é a formação dos Vingadores, que fica similar a formação mostrada no cinema, e uma integração maior dos X-Men com o resto dos heróis e principalmente com os Vingadores. Tudo isso em consequência dos eventos de VvsX.


            Em resumo posso dizer que Vingadores vs. X-Men foi uma série bem legal. Bastante ação e uma história que, mesmo sem mudar a minha vida, conseguiu me manter interessado até o final. O roteiro conseguiu se manter no mesmo nível do começo ao fim e a arte não deixou a desejar. Vingadores vs. X-Men trouxe ao público uma boa história, com bastante ação e um conflito generalizado entre os dois maiores super grupos da Marvel, mas o principal mérito dessa história foi justamente tirar um pouco os X-Men do seu isolamento de tantos anos, colocando-os junto com o resto dos heróis da Marvel no foco de um evento de peso.


domingo, 7 de julho de 2013

O preço da arrogância: a derrota de Anderson Silva.



Por: Franz Lima.
Não vou cair na repetitiva frase que está rolando na web: 'eu sempre detestei o estilo do cara, merecia perder há muito tempo...'.
Na verdade, admiro o jeito bacana e a forma como Anderson Silva se porta nos bastidores do octógono. Ele é um grande lutador, isso é indiscutível, além de um respeitável pai de família. Suas atuações em programas de TV revelam um cara que nasceu para lutar e, felizmente, faz sucesso com o que gosta. 
Mas já venho observando que há algum tempo o lutador usa de um artifício perigoso em suas lutas. Anderson usa da provocação para tirar a concentração de seu adversário. Entretanto, essa provocação consiste em expor o corpo aos ataques do combatente opositor. Além disso, ele mostrava um descaso absurdo por quem o combatia, fato que pode ser de extremo perigo, dada a fragilidade do corpo humano diante de pancadas, principalmente a cabeça.
Só para citar, um soco bem aplicado no queixo pode deslocar o cérebro dentro da caixa craniana e, consequentemente, o "alvo" pode perder os sentidos e, em casos extremos, até falecer. Mas sabemos que um lutador de MMA tem preparo e costume para sustentar e sair relativamente bem de tais ataques. Também sabemos que, infelizmente, nem todo dia a sorte nos sorri.
Ontem foi esse dia. Lutadores brasileiros tombaram diante de seus adversários. Alguns permaneceram em pé, não resta dúvidas, porém suas faces mostravam o abatimento que só a derrota pode estampar. Lutar sempre pode trazer a vitória, só que apenas para um dos lados. O empate sempre deixa a sensação de que algo não ocorreu bem, pois quem luta busca a vitória. 
Não fiquei triste pelas derrotas dos nossos guerreiros. Só é passível de derrota quem se expõe, quem briga por seu lugar ao sol. Admiro cada um daqueles caras que colocam a vida em risco para ascender, ganhar o pão de cada dia. Vejo-os como trabalhadores que, motivados por um sonho, submetem-se ao cansaço, à dor. Só os fortes não recuam diante do bom combate. 


Contudo, algo estava muito errado. Após uma saída digna do jiu-jitsu, o Spider dava claros indícios de que dominaria a luta, principalmente pelo fato de que Chris Weidman aceitou lutar em pé, na trocação pura. 
começado o segundo round, eis que vejo a face da arrogância e da loucura se estamparem em Anderson Silva. Com extremo descaso e desrespeito, o lutador brasileiro conseguiu com que até alguns de seus fãs mais ardorosos reprovassem suas atitudes. Resultado das brincadeiras e do deboche? Uma série de dezesseis lutas vitoriosas foi quebrada de forma vergonhosa.
O pior, acreditem, ainda estava por vir. Durante as entrevistas no próprio octógono, Spider foi vaiado por quase todos no MGM. Ok, a luta foi em solo estadunidense e o vencedor é norte-americano, fatos que contam para as vaias, mas não há como negar que até o público brazuca ficou revoltado com as atitudes de Anderson que resultaram na derrota e na perda do cinturão.
Silva disse que não pretende lutar pelo cinturão novamente, algo nitidamente motivado pelo estresse da derrota. Ele lutará, não duvidem. Entretanto, quando sua chance de encarar Weidman novamente chegar, teremos um guerreiro no tablado do octógono, não um  artista da comédia. Quando essa hora chegar, tenho a firme convicção de que teremos o titulo outra vez conosco... e de forma honrada.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Descartado o confronto com Ronda Rousey, Cris Cyborg estreia no Invicta FC.


Cris Cyborg - Ronda Rousey

Fonte: R7

Liz Carmouche
Texto: Franz Lima.
Após sua demissão em fevereiro deste ano, por contrariar determinação de Dana White para que baixasse de peso em função de uma provável luta com Ronda Rousey, Cris Cyborg já está em outro evento de MMA, o Invicta FC. 

Mas a luta que todos gostariam de ver ainda é o confronto entre Cyborg e Ronda, fato agora descartado por estarem em eventos diferentes. Contudo, o poder financeiro do UFC e futuras negociações entre Dana e Cris podem resultar no retorno da lutadora ao mais famoso evento de MMA do mundo.

As alegações de Dana para a demissão de Cris Cyborg indicam que ela não quis lutar com Ronda e que o esforço para cair de categoria seria 'fatal'. Discussões e desculpas à parte, o que importa é que as duas lutadoras estarão em ação, mesmo em octógonos diferentes. 

Após a vitória de Ronda sobre Liz Carmouche, o próximo evento de vulto será a luta de Cris contra a também brasileira Ediane Gomes.

Polêmicas de lado, o que conta, na minha opinião, é a permanência das duas nos eventos de MMA, pois elas são, indiscutivelmente, grandes lutadoras. 



quarta-feira, 18 de julho de 2012

Wolverine vs Batman: a morte à espreita (em vídeo)


A equipe do Super Power Beat Down produz fan films de altíssimo nível com batalhas apenas existentes na imaginação dos fãs de quadrinhos e cinema. Este é um dos mais aguardados e pedidos pelos admiradores do trabalho da Beat Down, onde Wolverine trava um combate até a morte com o Batman. Quem vencerá?




sexta-feira, 6 de julho de 2012

Resenha do filme "Battleship, A Batalha dos Mares"


Já teve a sensação de que foi bom não ter gastado aquela grana com um blockbuster? Creio que sim, pois não é raro encontramos produções voltadas apenas ao entretenimento puro e pouco apuro no desenvolvimento da trama. Há mercado para produções desse genêro, mas isso não implica em afirmar que a aceitação ocorrerá sem quaisquer questionamentos.
Quem já viu um bom filme com o tema "batalha naval" confirmará o potencial cinematográfico de uma obra do gênero. Associar o mar, conflitos pessoais, uma guerra e o fascínio que os navios bélicos tem é uma jogada infalível... dependendo de quem esteja por trás do filme.
Battleship foi aguardado com ansiedade por muitos. A simples menção de um filme onde haveria uma batalha naval entre uma "esquadra" alienígena e a esquadra norte-americana é algo muito empolgante. Porém, como disse acima, dependendo de quem estará coordenando o projeto.

Temos tecnologia para criar filmes com o impacto de "Prometheus", "Avatar", "Vingadores", "Batman" e muitos outros. Hoje, não há limites para a criatividade humana nos cinemas. Praticamente todas as regiões mais inóspitas do planeta já foram filmadas, inclusive as zonas mais profundas dos oceanos. Limites? Apenas na mente de quem idealiza um filme e, claro, nos recursos financeiros para tal. Há dinheiro e uma boa equipe? Então teremos, muito provavelmente, um espetáculo visual e criativo dos mais incríveis.
Em "Battleship - batalha nos mares" não houve escassez de recursos. Pelo que pude constatar, a mesma tecnologia de "Transformers" está no filme. Há ação em ritmo desenfreado, um elenco razoável e a mistura de dois temas fascinantes: alienígenas e batalhas navais. Ora, você me perguntaria, então o que há de errado? Tudo, responderei prontamente...

O filme peca por atuações rasas e uma grande dose de descaso com a inteligência do espectador. Ainda existem produtores que acreditam no uso contínuo da ação para minimizar os efeitos devastadores de um roteiro ruim. Não há como aceitar aquilo que se passa na tela, pois os erros e as lacunas também nos atingem em ritmo igual ao da ação. 
Resumidamente, o filme envolve uma parte da frota norte-americana em exercício com militares japoneses, algo comum que não passa de um intercâmbio entre as Marinhas para a realização dos jogos de guerra. Treinamento com o uso dos recursos navais existentes. Então, repentinamente, uma frota alienígena surge e isola alguns desses navios (não vou fornecer spoilers, fiquem tranquilos) e começa uma guerra real entre humanos e os "como sempre" malvados aliens. Não preciso dizer o final do filme para que vocês descubram quem ganhará este combate. Mas é realmente necessário usar abusivamente dos clichês, referências e um patriotismo típico da "era Bush" para chegar ao resultado final?
Sou militar, atuo na Marinha e já naveguei muito. Quando há um exercício deste tipo, inevitavelmente surge uma força extra, denominada patriotismo. Não queremos perder para nenhum país estrangeiro, não importando se temos recurso para tal ou não. Lutar pelo país - ainda que em um jogo - é algo que desperta um orgulho que muitos não sabem ser possuidores. Entretanto, a fórmula de Battleship é a mesma de "Independence Day": o excesso. Homens e mulher (Rihanna) lutam contra um inimigo invencível com os recursos atuais. Sangue é derramado. Lágrimas são vertidas. Parece que a esperança irá ruir, porém é bom lembrar que estamos falando de um filme onde homens lutam contra alienígenas, logo o resultado é algo de nosso conhecimento desde o início da primeira cena. 

Enfim, mesmo já sabendo quem ganha, quem perde, o que choca são os meios para se obter estes resultados: o descaso com a inteligência do espectador, principalmente na cena em que um Navio de Guerra em alta velocidade usa sua âncora (ferro na nomenclatura profissional) para executar uma manobra impossível. Triste. Além disso, um navio de batalha precisa de uma quantidade grande de militares aptos para operar equipamentos e pôr o artefato em condições de navegar. Bem... é vergonhoso ver algo assim na tela.
Não há pontos positivos em Battleship na minha opinião. O filme é uma mistura descontrolada de Aliens, Predador, Matrix, Transformers e Independence Day. As referências são um pano usado para encobrir um roteiro fraco que se apóia nos efeitos especiais.
Decepcionante...

Ficha Técnica.

Direção: Peter Berg
Ano de Produção: 2012
Elenco: Taylor Kitsch, Alexander Skarsgård, Brooklyn Decker, Rihanna, Liam Neeson, Tadanobu Asano
Gênero: Ação
Roteiro: Jon Hoeber e Erich Hoeber
Orçamento: US$ 209 milhões.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

O primeiro combate de Avengers vs X-Men põe Magneto contra o Homem de Ferro


Este é o combate que muitos gostariam de ver. Magneto, o mestre do magnetismo, o homem que removeu pelos poros o adamantium de Wolverine, irá enfrentar o Homem de Ferro. Bem, o que esperar de um combate onde um homem com armadura de metal combate outro que é capaz de manipular até o ferro do sangue das pessoas? Honestamente, não sei o que esperar ou imaginar, mas creio que os roteiristas da Marvel irão providenciar algo pois, do contrário, não haverá quaisquer chances de vitória para o Homem de Ferro. Vale aguardar...






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