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Mostrando postagens com o rótulo Contemporânea

Alexa Meade e as pinturas em 3D.

Fonte: Alexa Meade Misturando pintura, bodypaint e fotografia, a artista Alexa Meade conseguiu alcançar resultados incríveis com suas obras. Suas pinturas são feitas de forma que, para o espectador desavisado, pareçam realmente com pinturas. Por meio das fotografias há trabalhos que são impossíveis de descobrir que não são pinturas, tal é seu talento e criatividade. Vocês poderão contemplar algumas de suas obras vivas e o making of de outras. A ilusão criada por suas pinturas, que não englobam apenas o corpo, mas também as roupas e o cenário ao redor, espanta pela perfeição obtida. Não há como distinguir de uma pintura real. Alexa e uma de suas modelos  Repararam que a mulher à qual Alexa está abraçada é a mesma do quadro existente na primeira foto? O efeito que deixa a imagem plana - como uma pintura - é obtido pela perspectiva e o ângulo em que Alexa capta as imagens, somados à forma como ela pinta os objetos e modelos.  ...

Barbie e a arte. Via Lab Kalimo

Fonte: Lab Kalimo Não há como negar que a boneca Barbie já esteja intrínsecamente atada à cultura popular. Fenômeno de vendas e influência, ela está presente entre colecionadores, adultos e crianças. Para brincar ou colecionar, a verdade é que dificilmente haverá outra boneca que esteja presente em tantos lares e por tantas gerações.  Para demonstrar um pouco dessa influência, Jocelyn Grivaud, uma artista plástica francesa criou diversas versões da pequena boneca, onde muitas obras de arte são homenageadas. As criações não apenas fazem referência direta a essas obras, como também servem para ilustrar a importância da Barbie na cultura popular dos séculos XX e XXI.  Confiram...

Exposição Dilúvio. Autoria de Daniel Lannes

Exposição Dilúvio – Daniel Lannes  FONTE: GALERIA LUCIANA O artista escolheu o tema do dilúvio movido por um capítulo do Tratado de Pintura (1490-1517), de Leonardo da Vinci, no qual ele descreve como se deve pintá-lo. “É muito curioso, do ponto de vista didático, porque ele ensina o pintor a pintar, entre outras coisas, a linha do horizonte, como se deve pintar as montanhas a certa distância, como pintar o ar… E a descrição do modo de pintar é uma coisa frenética”, diz Lannes. Lannes ficou instigado por isso, e deu continuidade ao que já estava fazendo. “Venho trabalhando imagens que retiro de referências reais, atuais, de fotos banais, além de interesses épicos, históricos, de pintura de História mesmo, e resolvi me debruçar sobre a ideia do dilúvio”. Dentro de um banco de imagens que Lannes coleciona há anos, ele começou a direcionar essas imagens para uma narrativa que trouxesse essa ideia do dilúvio. “Essa ideia se apresenta nessas pinturas da exposição...