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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

A fidelidade de A Bela e a Fera à animação é um mal sinal?


Aguardamos com ansiedade pelos trailers e teasers de A Bela e a Fera, o live action inspirado na animação homônima feita pela Disney no ano de 1991. São 26 anos de uma longa espera para ver os personagens que antes só existiam em nossas mentes e corações como desenhos, agora como pessoas (ou não) na telona.
A demora é justificada. O que foi visto na animação da Disney era muito difícil de reproduzir com fidelidade nos anos seguintes. A demora para saltar da animação para a filmagem com atores é compreensível. Isso sem falar que havia o receio de não ter um retorno financeiro à altura do investimento, algo que logo foi esquecido com os sucessos dos live action de Peter Pan, Malévola e Mogli, este uma cópia fiel da animação clássica também da Disney.


Texto: Franz Lima
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Mas vamos ao questionamento que nomeia este post: a fidelidade do novo filme A Bela e a Fera é um mal sinal?
Honestamente, eu creio que não. Sei que não irão reproduzir quadro a quadro o que vimos anos atrás, mas isso também não implica em dizer que irão se distanciar da obra clássica da animação. Há adaptações visíveis de personagens para que estes ganhem credibilidade diante dos espectadores, mesmo para aquele público que desconheça a versão anterior ou a história da trama. Lumiére é uma clara evidência disso.

A maquiagem, os efeitos especiais e a trilha sonora são verdadeiras homenagens à obra de 1991. As "coincidências" são um presente para quem ama a obra. Pude perceber que a escolha do elenco está bem coerente e aproxima, fisicamente, os personagens do desenho de seus pares na versão live action.

Apesar das pequenas divergências acima citadas, algumas partes foram simplesmente transpostas do desenho para o "mundo real". 
Assistam ao vídeo abaixo que faz essa comparação de forma perfeita:

Outro ponto muito legal é a permanência dos musicais que a obra de 1991 tinha. A Bela e a Fera é um furação de emoções que ganha impacto com as músicas que foram criadas para ampliar seu alcance. Também pude perceber que as características de cada um dos personagens continua, seja o jeito engraçado de Lumiére, o jeito meigo e encantador da bela ou o mau-humor da Fera. Tudo parece estar preservado e condizente com aquilo que vimos anos atrás, uma clara demonstração de respeito aos fãs do desenho.



Eu concluo que veremos um espetáculo inesquecível, assim como foi a animação nos idos anos de 1991. 
Alguns podem achar que seguir aquilo que foi visto em 1991 pode limitar as atuações dos atores, porém eu acredito no talento e, sem dúvidas, esse elenco é repleto de talentos já consagrados no cinema. 
A nova versão poderá ser vista por todos e irá levar pais e filhos ao cinema. Como toda boa e atemporal produção, A Bela e a Fera já é um sucesso e irá cumprir com seu papel como obra cinematográfica e entretenimento, agregando gerações. Agora, resta paciência para que a ansiedade pela estreia não nos enlouqueça ;)


quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Live Action de "A Bela e a Fera" tem novas imagens divulgadas.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Novas cenas do longa metragem A Bela e a Fera, com Emma Watson, Luke Evans, Dan Stevens e grande elenco, foram divulgadas pela Entertainment Weekly. 

A fidelidade visual já surpreende e há indícios de que teremos as canções que marcaram a animação. Aparentemente esse live action não irá decepcionar. Afinal, A Bela e a Fera é um dos mais aclamados filmes de animação da Disney que está também à frente desse novo projeto com previsão de estreia para o dia 16 de março de 2017.

Confiram as fotos divulgadas.









domingo, 15 de novembro de 2015

Review de Pixels, com Adam Sandler.



Pixels é um filme que alcança um público óbvio: os fãs de games da década de 1980. Mas isso se deve, em grande parte, ao sucesso de outra obra com tema bem similar, a animação Detona Ralph, da Pixar. Ainda assim, é inegável que o filme é muito divertido e foi um sucesso de público no Brasil. 

Para crianças e adultos

Podem se preparar pois este longa metragem agradou não só aos "velhinhos" que curtiram os games antigos. Crianças - digo por experiência própria - saíram do cinema com a curiosidade aguçada sobre os jogos que aparecem em Pixels. Donkey Kong, Galaga, Pac Man e outros certamente tiveram um aumento nos downloads.

A história

Um grupo de amigos é destaque por conta de seu sucesso nos games. Um, entretanto, tem destaque ainda maior por causa de um talento incrível para superar os desafios dos jogos. O ano é 1982 e a febre por clássicos do video game serve como pretexto para o confronto entre Sam Brenner e Fire Blaster. A história deles é drasticamente modificada após essa disputa.
Os resultados de todos os jogos foram gravados e compilados para envio em uma sonda espacial, junto com outros materiais. Essa sonda é uma tentativa da Nasa para encontrar vida no espaço.
Longos anos se passaram sem que nada resultasse dessa iniciativa. Até que...

A guerra dos mundos.

Ao contrário da clássica obra de ficção científica, os invasores que veem à Terra não são tão sombrios. Com base nas imagens que receberam através da sonda, eles concluíram que estávamos desafiando-os para uma batalha. Assim, recriaram as armas que mostramos a eles, incluindo as naves, personagens e monstros dos games pixelizados da década de 80.


Heróis esquecidos.

O mundo dá voltas... 
Mesmo sendo uma frase clichê, essa é a base do retorno de Sam e seus amigos diante do desafio imposto pelos invasores. Ou a Terra vence os guerreiros espaciais em jogos ou será destruída por eles. Para vencer só há uma maneira: trazer os antigos campeões dos games (tão esquecidos quanto eles) para um jogo que irá decidir o futuro do planeta.
Sam Brenner (Adam Sandler), Ludlow Lamonsoff (Josh Gad) e Eddie Plant (Peter Dinklage) são os únicos com o conhecimento para derrotar a Armada alienígena, isso com o auxílio dos armamentos construídos pela equipe da Coronel Violet van Patten (Michelle Monaghan).
Mas nem tudo são flores. Violet e Sam se conhecem de uma forma muito diferente e eles protagonizam momentos de conflito muito engraçados.
Destaque para o atrapalhado presidente do EUA, Cooper, que mesmo na posição em que se encontra, jamais abandona o velho amigo Sam. Ele 

Baseado em um curta-metragem.

Pixels é baseado no sucesso do Youtube que tem o mesmo nome. idealizado por Patrick Jean, o curta mostra cenas que também foram incluídas (com mais efeitos) no filme da Sony.


Divirta-se acessando a página de games exclusivos de "Pixels": Arcaders.

Marketing agressivo.

Pixels foi muito divulgado no Brasil. Até Mauricio de Sousa e a turma da Mônica ajudaram nisso, incluindo uma ilustração do próprio Mauricio onde Adam Sandler e a Mônica estão juntos e também um anúncio.


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Efeitos especiais.

A produção caprichou muito nos efeitos do filme, criando a sensação de que realmente os  protagonistas enfrentam criaturas dos games. O final apoteótico com dezenas de personagens dos antigos jogos é algo que impressionou as crianças e certamente agradou adultos.

A jornada do herói.

Sam e seus amigos passam por inúmeros contratempos no decorrer da trama. São pessoas comuns com problemas e traumas. Alguns guardam segredos, outros tem uma auto-estima baixa, mas o importante é que a invasão alienígena é a oportunidade de abandonar o passado e mostrar que talento e vontade podem se unir para alcançar a vitória.


Coadjuvantes.

Além do filho da coronel Van Patten, Matty, interpretado muito bem pelo garoto Matt Lintz, a atriz Ashley Benson convence como a Lady Lisa do game Dojo Quest, especialmente criado para o filme. Q*bert é outro coadjuvante que dá um brilho especial à trama.
A interação entre atores e personagens digitais mostra o afinco do elenco para dar credibilidade à obra.


Ponto negativo.

O único ponto negativo de Pixels ficou por conta dos trejeitos do personagem de Josh Gad. Há ocasiões em que Ludlow oscila entre um gay enrustido e um apaixonado por Lady Lisa. Por se tratar de um filme destinado a um público mais jovem, creio que não havia motivos para por em dúvidas a masculinidade do personagem, principalmente pela forma como ele encerra o filme. Ficou apelativo e desconexo.

Créditos finais.

O filme encerra com as melhores cenas refeitas em forma de game, recontando as passagens com muito humor. 
Pixels é um filme recomendado por unir humor, ação, ficção científica e games antigos de um jeito suave e agradável.



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