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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Três livros de George R. R. Martin fazem parte dos lançamentos de fevereiro da Leya.



Wild Cards Livro 6. - Às na manga. Autor: George R. R. Martin.

Em Atlanta, começam as preparações para a disputa eleitoral. De um lado, o carismático Gregg Hartmann, candidato liberal que representa o interesse os curingas, do outro, o conservador Reverendo Barnett, com sua política de mais segregação e opressão. Quase quarenta anos depois, a população ainda enfrenta as consequências da devastação que o vírus alienígena causou. Os curingas continuam vivendo à margem da sociedade, e apenas com a possível candidatura de Hartmann há uma promessa de que essa realidade comece a mudar. O que poucos sabem é que Hartmann não é o bom moço que parece. Por trás de todo o seu engajamento político e da assistência que presta aos curingas, ele utiliza certas artimanhas nada honrosas para se aproveitar da vulnerabilidade deles e, assim, alavancar sua carreira.
Em meio a uma trama política que envolve jogos de poder e interesse, ases e curingas disputam o controle da nação, que tenta a todo custo se reconstruir e superar a herança de separação e sofrimento que o vírus carta selvagem instaurou na sociedade americana.
Curta nossas fanpages: Apogeu do Abismo e Franz Lima.
Mulheres Perigosas. Autor: George R. R. Martin.
Editada por George R. R. Martin, esta antologia traz 21 histórias inéditas sobre magia, ciúme, ambição, traição e rebeldia para Joana D’Arc nenhuma botar defeito. Esqueça o estereótipo de mulheres vítimas e heróis másculos enfrentando sozinhos qualquer perigo. Aqui você irá encontrar mulheres guerreiras, intrépidas pilotas, destemidas astronautas, perversas assassinas, heroínas formidáveis, sedutoras incorrigíveis e muito mais.
Mulheres perigosas é um livro simplesmente imperdível, daqueles que você não consegue parar de ler.
Prepare-se para todo o tipo de perigo e para perder o fôlego com essas mulheres mais que poderosas.
Wild Cards Livro 7 - A mão do homem morto. Autor: George R. R. Martin
Uma notória curinga conhecida como Chrysalis foi morta. Um detetive particular e um policial de Nova York saem em busca do assassino. A saga que conta a história de um mundo profundamente transformado pelo impacto do vírus Carta Selvagem continua, agora com toques de mistério e romance policial, além da ação que já a caracterizava.

O enigma de Blackthorn. Autor: Kevin Sands.

Após uma série de assassinatos, um aprendiz de boticário precisa solucionar enigmas e decifrar códigos na busca por um segredo que pode destruir o mundo.
Poções, quebra-cabeças e uma ou outra explosão. Tudo isso pode acontecer em um dia normal de trabalho do jovem Christopher Rowe, aprendiz de boticário. Mas o que ele não sabe, e logo vai perceber, é que este é um péssimo momento para ser assistente de Benedict Blackthorn. Uma série de assassinatos abala Londres, e Christopher está na mira. Seus únicos aliados são seus melhores amigos. Suas únicas pistas são uma mensagem codificada sobre o projeto mais perigoso de seu mestre, e um aviso criptografado: “Não conte a ninguém!”. Agora, resta a ele desvendar o código e descobrir o segredo que pode destruir a humanidade. Ou se tornar a próxima vítima.
Uma história que faz perder o fôlego, repleta de suspense, mistério, e personagens inesquecíveis.
Tá no ar, no livro... Autores: Marcius Melhem, Marcelo Adnet.
Não, você não leu errado: nestas páginas você encontrará a história por trás da criação de um dos programas mais hilários e atrevidos de nossa televisão atual, e o livro traz QR Codes de acesso a vídeos exclusivos que podem ser vistos pelo celular. 

Galinha Preta Pintadinha, Jardim Urgente (“Foca em mim!”) e Balada VIP bombaram nas redes sociais e nas rodas de conversa Brasil afora desde que os geniais Marcelo Adnet e Marcius Melhem resolveram parodiar os programas mais amados e odiados pela família brasileira no semanal Tá no ar: a TV na TV. 

Agora, você vai conhecer as trajetórias de cada um desses profissionais e o que eles foram capazes de construir juntos. Tá no Ar, no livro é uma mistura de bastidores, humorístico, biografia, crítica e conteúdos multimídia inéditos, reunidos num dos livros mais divertidos dos últimos tempos.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Os Penetras. Resenha do filme dirigido por Andrucha Waddington.


Por: Franz Lima 
 
Marcelo Adnet e Eduardo Sterblitch são comediantes que possuem um talento indiscutível. O humor é sempre afiado e os improvisos são um ponto em comum que possuem. As imitações de Adnet e o Freddie Mercury Prateado de Sterblitch lhes trouxeram o prestígio necessário para ingressar nessa produção. Mas o humor é um pouco mais que imitações e personagens. Quando vi que eles estariam em um mesmo filme, a primeira ideia que tive foi "prepare-se para rir muito". E ri. Porém em um nível bem abaixo que o desejado, o esperado. E isso é uma pena.
Os Penetras é um filme bem elaborado. Valendo-se da fórmula do grupo de doidos que vaga pela cidade aprontando (vide Se Beber não Case), a trama teria tudo para ser muito engraçada. Claro, há passagens divertidas e interessantes, mas a sensação de que faltou algo não me abandonou.
Com um elenco experiente (exceto Adnet e Sterblitch), Andrucha poderia ter direcionado o filme para algo mais cômico. Há lacunas entre as passagens engraçadas que fazem com que o espectador (falo por mim) perca o foco. Mesmo que o roteiro encaminhe a dupla para situações alucinantes, não pude ver o mesmo ritmo de humor presente em outros filmes similares. O exagero em algumas situações também não convenceram, já que mesmo para uma comédia é preciso ter uma certa coerência, a menos que se trate de um pastelão absurdo, coisa que Os Penetras não se propôs.

Os comediantes certamente se divertiram demais ao gravarem o filme, porém não souberam (e não é só culpa deles) transpor isso para seus personagens. Sterblitch excede os limites com a piada do cara que beija o outro. Uma vez para provocar o riso é até compreensível, mas quando a repetição ocorre sem motivações que levem o espectador a crer nelas, torna-se um recurso incômodo.
A trama basicamente relata a saga de Beto (Eduardo Sterblitch) um cara que tomou um sumário "chute". Descartado pela mulher que ama, ele acaba conhecendo o vigarista profissional Marco Polo (Marcelo Adnet), sempre auxiliado por Nelson (Stepan Nercessian) seu amigo de golpes. Marco Polo e Nelson prometem ajudar o inocente e meio doido Beto a encontrar Laura, a mulher que o descartou. É a partir daí que a trama ganha em ação e humor, porém sempre algo muito limitado pelas atuações de Adnet e Sterblitch, talvez em função do costume de imitar ao invés de atuar.
Mas, repito, há boas passagens durante o filme que trazem o riso. O resultado final é que os espectadores terão um filme leve, divertido e que não apela para a putaria e os palavrões tradicionais de algumas produções nacionais como forma de humor.
Um bom entretenimento... e só. 
P.S.: a russa convenceu.



quinta-feira, 14 de junho de 2012

Para a nossa alegria (All Versions)


Sim, eu sei que quase todos no país já viram... Quase.
Sendo assim, cabe a mim a árdua tarefa de postar - e continuar morrendo de rir - as várias versões de Para Nossa Alegria.
Como o blog não é visitado apenas por nós, brazucas, este post é dedicado aos leitores e espectadores de todos os recantos do mundo. Obrigado por suas constantes visitas e divirtam-se.
Com vocês, o trio que alegrou um pouco mais a vida de muitos aqui no Brasil e outros lugares.

A Versão Original:


A Versão dos Simpsons:


As Versões da MTV:




A Versão da Turma do Chaves:


A Versão do Jair, Jairzinho e da Luciana:


sexta-feira, 30 de março de 2012

Z.É.: Zenas Emprovisadas reestreia no RJ, dia 03/04


 O espetáculo Z.É. (Zenas Emprovisadas) reestreia, em sua 21ª temporada, no dia 3 de abril, às 21h, no Oi Casa Grande. Mais de 130 mil pessoas já assistiram à maratona de improvisação dos atores Fernando Caruso, Gregório Duvivier, Marcelo Adnet e Rafael Queiroga. A estreia de Z.É (Zenas Emprovisadas) aconteceu em 2003, em um pequeno espaço no Rio de Janeiro e tornou-se sucesso de bilheteria, com sessões lotadas até hoje.
 Z.É. se renova a cada apresentação com a participação de um ator e um diretor convidados e do público, que sugere cenas que serão interpretadas na hora. A maratona de improvisação tem tido impacto inédito no teatro brasileiro, criando um espetáculo único, diferente a cada apresentação. Os atores e diretores convidados da nova temporada são, respectivamente, Eduardo Sterblicht e Eduardo Andrade; George Sauma e Carlos Thiré; Raul Gazzola e Claudio Torres Gonzaga; Paulo Gustavo e Fernando Do Val; Marcio Ballas e Gui Tomé; Leandro Hassum e Marco Gonçalves; Carol Castro e Alexandre Régis; Miguel Thiré e Duda Ribeiro e, por fim, Marcius Melhem e Claudio Amado.


Com uma hora de duração, o espetáculo é dividido em três blocos: Um esquete de humor (diferente a cada apresentação) - com elenco; Uma aula ao vivo de teatro (diferente a cada apresentação) - o diretor convidado prepara uma aula surpresa e propõe exercícios de improvisação aos atores, comentando objetivos e resultados para a platéia; E jogos de improvisação fixos - o público sugere frases e inventa situações que serão vividas pelos atores, com coordenação do diretor convidado. Os jogos de improvisação são os mesmos, contudo com sugestões e resultados completamente diferentes. Tudo ao vivo e a cores, feito na hora.



SERVIÇO:
Z.É. (Zenas Emprovisadas)
Dias 03, 10, 17, 24 de abril e 01, 08, 15, 22 e 29 de maio
Horário: 21h
Local: Oi Casa Grande
Endereço: Rua Afrânio de Melo Franco, 290, Leblon
Ingressos: de R$30,00 a R$60,00

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