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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Todos temos sonhos...



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.


Pode aparentar ser uma simples brincadeira com a imagem do C3PO pintado com as cores do Homem de Ferro. Parece...
Na verdade, a imagem acima é um lembrete sobre a necessidade de sonhar e, ainda mais, a necessidade de buscar a concretização desses sonhos. O uso de um robô como um ser que deseja ser algo além é um tema em curso atualmente, basta olharmos para os filmes sobre Inteligência Artificial e, sobretudo, a série Westworld. Mas não paramos aí. Sonhar é manter-se vivo e em busca de algo a mais, uma motivação para continuar nessa vida.

Todos temos sonhos...

segunda-feira, 4 de julho de 2016

A arte hiperrealista, sinistra e reflexiva de Xooang Choi.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo

Definitivamente, Xooang Choi usa seu talento para o hiperrealismo de uma forma bem diferente. Suas peças são únicas e levam o espectador a pensar, refletir sobre o significado das artes. Em geral, Xooang usa o corpo humano de modo chocante. Há peças onde a deformidade é o ponto de realce, aquilo que mais impacta. Em outras, a mistura entre corpos humanos e animais lembram, entre outras coisas, que somos seres habitantes de um mesmo planeta cuja convivência deveria ser harmoniosa, algo que pouco ocorre.
O escultor também tem uma abordagem bastante crua da sexualidade e nudez. Aliás, através de corpos (e partes deles), ele cria peças que podem parecer macabras inicialmente, mas vão além disso, já que há uma lição por trás de cada uma delas.
Em algumas dessas esculturas eu falarei sobre minha visão delas, o que não implica em dizer que se trata da ideia do escultor ao fazê-las.
Divirtam-se com as imagens e espero que o post tenha levado-os a refletir sobre essas curiosas obras de arte. 
Ao fim do post, vocês verão um vídeo de uma das exposições do artista.


Asas. O conjunto da obra traz à memória o universo do Labirinto do Fauno


O processo de modelagem
Corpos mesclados a partes de madeira
Realismo extremo

O artista em uma de suas exposições

Finalizando a pintura de uma de suas peças






Uma mulher penetra, literalmente, a mente da outra

Híbrido
Próteses
Reflexos: apesar de idênticas, uma delas parece estar envolta por uma película.

Nudez explícita e não ofensiva


Sussurro
Detalhamento até nas veias e tatuagens

O híbrido sem pernas e braços é carregado por sua parceira
Vaidade na própria pele: alusão aos piercings


A vida inacabada: algo que remete ao feto em formação

Sentimentos expressados só no olhar

Bebês com detalhes nas genitálias e nas faces

Reparem no realismo das mãos e antebraço

Descaso. A imagem traz o sentimento de abandono

Discussão

Piedade

Piedade - detalhe


Vaidade

Mãos e antebraços que formam asas

O Debate. As faces expressam desde o amor até o escárnio


quinta-feira, 10 de março de 2016

Exposição "A Batalha do Corpo" faz reflexão sobre o HIV



Fonte: Assessoria de Imprensa CCSP. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo

Artistas visuais criam labirinto para que o público reflita como é viver com a AIDS

A partir do dia 17 de março, no Centro Cultural São Paulo, a instalação artística “A Batalha do Corpo” estará aberta para a visitação do público.
As artistas visuais Juliana Curi e Maria Eugênia Cordero propõem uma experiência estética para informar, renovar, criar e sugerir novos caminhos de reflexão sobre a questão HIV e AIDS, tanto em termos da vivência individual como do ponto de vista social.
A inspiração artística na montagem final da obra vem do conceito dos penetráveis, que surgiu na década de 1970, com o objetivo de integrar o espectador ao espaço para que a obra seja vivenciada e não somente observada.
A instalação foi construída em formato de labirinto, a partir de intervenções realizadas por um grupo de pessoas com alguma relação com o vírus HIV e a AIDS. São 15 metros de extensão, 6 metros largura e 3 metros de altura de tecido confeccionado com gaze hospitalar em vários tons de vermelho.
No espaço as criadoras propõem que, ao penetrar e percorrer a obra, o público se sinta imerso na experiência de quem vive com a doença, por isso a tendência é que, mais do que contemplar a obra, o visitante possa habitá-la, aprofundando assim as reflexões sobre arte, HIV, AIDS e vida.
“Para nós, a linguagem artística será o caminho que abrirá possibilidades de pensamentos e diálogos novos sobre o HIV e a AIDS”, diz Juliana Curi, uma das autoras do projeto-obra.
“É muito difícil falar de uma obra que se baseia na experiência de pessoas vivendo com HIV/AIDS sem propor que o público também possa compartilhar da experiência”, complementa Maria Eugênia Cordero, co-autora da instalação.

O projeto, o processo
Em quatro encontros, Juliana Curi e Maria Eugenia Cordero reuniram, no Ateliê 1120, mais de 30 colaboradores, todos com alguma relação com o vírus HIV e a AIDS. Com a co-liderança da artista e ativista Micaela Cyrino, ativistas, médicos e pessoas que vivem com HIV receberam orientação sobre as possibilidades da arte têxtil e como usá-la como expressão da linguagem para então intervirem com suas reflexões no tecido.
“A AIDS tem impactos no organismo de um indivíduo, mas sabemos que ocorre prioritariamente em outros tecidos sociais”, afirma a psicóloga Juny Kraiczyk, diretora-executiva da Ecos - Comunicação e sexualidade, organização apoiadora do projeto.
Os participantes, como fruto da roda de conversa sobre o que é e o que significa “viver com HIV” nos dias de hoje, propõem novas tramas, telas, urdiduras, texturas, teias e redes no tecido – intervenções incorporadas ao projeto “A Batalha do Corpo”.
A proposta das artistas para promover estes encontros é criar a oportunidade de mergulharem todos, juntos, nesta “batalha” a partir do espaço artístico, para trabalhar e refletir coletivamente, fazendo com que novas e velhas conexões se fortaleçam e nasçam novos pensamentos e possibilidades de luta.
“O objetivo com as oficinas não era apenas criar uma obra que sofresse intervenção coletiva, mas que trouxesse, para dentro dela, experiências reais, e que, durante as oficinas, a arte possibilitasse o surgimento de novas formas e caminhos para essa troca de vivências”, conta Micaela, articuladora dos encontros.

Juliana, ao centro


Quem são as artistas
Paulistana, Juliana Curi é artista visual, roteirista e diretora. Reside atualmente em Nova York, onde desenvolve projetos de fotografia, audiovisual, arte têxtil e instalações. Em 2010 ganhou o prêmio de incentivo do MinC como melhor roteirista estreante de longa-metragem de ficção com o projeto Meu Elvis. Em 2015 criou a série de bordado em plantas “Pink Intervention”, que participou da exposição sobre trabalhos manuais FIO na Galeria Sin Logo eSpotte Art New York.







Maria Eugênia Cordero
Maria Eugênia Cordero, artista plástica e arte-educadora, criou (em 2013) e coordena desde então a residência artística "Barda del desierto" na cidade de Cordero, na Patagonia Argentina. Faz parte do grupo de estudos “Prácticas artísticas decoloniales” da UNSAM, também na Argentina, onde nasceu. Radicada em São Paulo, tem realizado trabalhos sobre a relação entre as diversas áreas do conhecimento, principalmente ligando as artes visuais às questões sociopolíticas, com especial ênfase nas questões de gênero. Realizou exposições individuais e coletivas na Argentina, na Espanha e no Brasil.

Agenda durante a instalação

Dia 19/3, às 15h: HIV/Aids na sociedade hoje: impacto individual ou coletivo
Juny Kraiczyk (mestre em bioética pela faculdade de Ciências da Saúde, cátedra UNESCO de Bioética, Universidade de Brasília, e diretora-executiva da Ecos - Comunicação e Sexualidade)
Juliana Curi e Maria Eugenia Cordero (autoras da obra A Batalha do Corpo)
Micaela Cyrino (produção artística A Batalha do Corpo.)

Dia 09/4, às 15h: Panorama das práticas artísticas e HIV e mais um encontro “Vozes e Tramas” 

Panorama dos artistas que trabalham com a temática HIV|AIDS  + Encontro para intervenção coletiva em uma peça têxtil no CCSP

Apoios: A Ecos-Comunicação e Sexualidade  e Agência de Notícias da Aids também apoiam este projeto.


Serviço
Abertura 17 de março - 18h às 21h
Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1.000)
Período expositivo: 18 de março a 10 de abril
Horário: de terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados (exceto Páscoa), das 10h às 18h.
Entrada franca
Informações: 11 3397-4002 / bdc.imprensa@gmail.com

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Descanso e diversão. Por Isabela Niella.


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Aguardamos com ansiedade os finais de semana ou as férias para descansarmos dos dias atribulados, mas ao iniciarmos a nova semana ou ao voltarmos das férias estamos mais cansados e estressados do que quando começamos. Por qual motivo isso acontece? Será que não descansamos o suficiente ou será que fizemos mau uso dos nossos dias?
Qual o nosso conceito de descanso e diversão? Será que só me sinto feliz se tiver passado meus dias bebendo e curtindo a vida loucamente? Preciso esbanjar a alegria e a energia que tanto faltam para os dias de trabalho? Ou eu faço o tipo que perde a noção do tempo dormindo e assistindo programas que não me trazem nada de novo ou que eu possa aproveitar?
Sei que cada um faz o que quer da vida e não estou aqui para criticar ninguém, mas quero relembrar que não estamos na Terra a passeio, temos trabalhos a fazer e a cada dia que vivemos o tempo passa mais rápido. Evidente que o corpo necessita de descanso e nossas mentes precisam de momentos de lazer, nada contra isso, ao contrário, tudo a favor! Mas será que a maneira como fazemos as coisas poderão, no futuro, ser o motivo de nossa tristeza e conflitos? Tenho certeza que sim. Todos os nossos atos, pensamentos e sentimentos ficam guardados em nossa consciência e ela nos cobrará pelas nossas más posturas, assim como teremos o retorno de tudo que de bom fizermos. Não dá para viver como se não existisse o amanhã ou como se nossas vidas não fossem o reflexo do nosso passado. Recentemente passamos pelo período de carnaval do qual as pessoas literalmente perdem a noção do valor das suas vidas, para viverem prazeres momentâneos, que podem trazer grandes prejuízos e dificuldades. Será que nos dias de hoje, com tantas informações, com tantas opções saudáveis e por que não dizer cristãs, nós não podemos aproveitar melhor nosso tempo?
A vida é uma só e mesmo que tenhamos várias existências ou passagens aqui na Terra, precisamos lembrar sempre que o objetivo é evoluir, crescer, amadurecer e enquanto insistirmos em desperdiçá-la ficaremos estagnados e sentiremos o peso de nossas ações. Viver equilibradamente não é fácil, mas é a melhor opção para termos dias melhores e um futuro mais feliz.

Siga Isabela no Google +: +Isabela Niella 
Twitter: @isabelaniella



sábado, 17 de outubro de 2015

Os heróis por trás dos heróis.


Só para lembrar que ninguém é algo sem o apoio dos pais ou de uma figura similar que lhe forneça a estrutura para moldar seu caráter... 

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Penadinho: vida. Análise da sétima Graphic MSP.



Por: Franz Lima

Cada nova edição do selo Graphic MSP é uma surpresa das mais agradáveis. Com "Penadinho: Vida" não poderia ser diferente.
A sétima edição do selo de Mauricio de Sousa para produções diferenciadas dos personagens da Turma da Mônica é de um primor indiscutível. E não pensem que foi algo simples de ser feito. A história envolve não só os personagens mais suscetíveis às críticas (a turma do Penadinho) dada a atual crise existencial do ser humano que prefere atacar a analisar, principalmente no campo religioso, como também leva o leitor a meditar sobre dois temas bem complexos: o amor e a reencarnação. Não falei que a trama era muito complexa?


Vida

Esse é o tema central da narrativa. Vida em seu estado mais puro, ainda que seja após a morte. Com personagens amados (e também vistos com maus olhos por alguns extremistas) como Zé Vampir, Muminho, Cranícola, Dona Morte, Penadinho, Lobi, o casal responsável pela obra, Paulo Crumbim (roteiro) e Cristina Eiko (desenhos) conseguiu criar uma história que, apesar de lidar com monstros lendários cujas vidas são fruto do sobrenatural, da ciência ou maldição, não deixam de ser personagens carismáticos. É impossível não criar vínculos com eles, pois toda a malignidade que os monstros originais têm são descartados quando abordados na turma do Penadinho.
Mas, definitivamente, o que dá ênfase a essa história é a luta de Penadinho para corrigir um erro de longa data. É o amor, mesmo após a morte, que traz 'vida' a essa narrativa. 


Alguns detalhes que irão abalar os extremistas

Mesmo sendo uma história de amor, há algumas nuances que irão irritar os mais exaltados no quesito religião. A presença de demônios ancestrais como Pazuzu (incluído até no filme O Exorcista) e Amaimon (um dos sete príncipes do Inferno), além da contagem para a brincadeira de esconde-esconde que termina no número 666 são brincadeiras que irão - indubitavelmente - fazer os mais exaltados se manifestarem. Entretanto, não há nada de sombrio nessas 'aparições', mas simples brincadeiras dos autores. 
Afinal, o que esperar de uma história onde o protagonista é um fantasma?

Cores e sombras

Os desenhos são um ponto forte da graphic novel. Mesmo com diferenças das tradicionais caracterizações de Mauricio de Sousa, o que já era de se esperar, a dupla Cristina e Paulo transformou o Penadinho e sua turma em algo surreal. Algumas imagens têm aspecto de mangá, outras parecem cenas de animação. No geral, o que podemos ver é um espetáculo de cores, luz e sombras onde o lado macabro de "Vida" ganha ares de algo amigável. Mesmo as cenas mais impactantes - como o surgimento da Dona Morte - receberam uma atenção especial por parte dos autores, fato que contribuiu para minimizar o impacto. Em resumo, essa é uma HQ que pode ser lida por adultos e crianças sem o menor temor.


Uma HQ para pensar.

Caso ainda não tenha lido as outras edições do selo Graphic MSP, vá correndo e adquira os demais títulos. O motivo? Todas, incluindo esta sétima edição do selo, ampliam com maestria o universo da Turma da Mônica. Em cada uma das graphics vocês irão se deparar com artes incríveis, roteiros consistentes, humor e um acabamento primoroso. 
Quanto a 'Penadinho: Vida', antes de ser uma história em quadrinhos ela é um exercício de reflexão. O trato com um tema tão controverso quanto a morte e a abordagem da permanência do amor no pós-vida, acrescidos dos problemas e conflitos característicos que tais temas trazem consigo, fizeram com que esta Graphic MSP seja uma das mais belas e introspectivas da série. 


Apuro para atrair os antigos e novos leitores.

Como nas demais edições do selo, a  Panini mostrou competência - sob o aval do próprio Mauricio de Sousa - e criou uma revista com um visual atraente, acabamento impecável, ótimo roteiro e arte belíssima. Outro ponto positivo está na inclusão dos bastidores da produção da obra, um pequeno making of com as particularidades do processo criativo da dupla. 
Ponto também por, mais uma vez, a editora disponibilizar a versão de capa cartonada e capa dura, possibilitando o acesso à revista com preços distintos. Mas é válido ressaltar que as edições só têm os materiais das capas diferentes, já que o conteúdo é o mesmo.

Spoiler. ATENÇÃO!!!!

Esta é uma história que marcará a mitologia por trás da turma do Penadinho. Não apenas podemos ver a declaração de amor do Penadinho para a Alminha como também testemunharemos a primeira aparição do Lobi... e de forma apoteótica. O mais importante, entretanto, está no foco da verdadeira amizade entre o grupo e as nuances de cada um. É muito divertido ver a inocência de Frank, o medo incontrolável do Muminho e a luta constante do Penadinho para declarar seu amor.
'Vida' também mostra que há um ponto de vista para cada situação. Os aparentes vilões escondem, no seu âmago, seres que querem o mesmo que a maioria de nós: liberdade e o amor. Mesmo tendo vilões demoníacos e um ser que tem poder suficiente para controlá-los, é possível ver que eles não são essencialmente malignos. 
Por fim, a presença da personagem Dona Cegonha traz um ar de esperança ao contexto da história. A possibilidade de um recomeço é algo, sempre, reconfortante.





segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Reflexão sobre a liberdade, a conduta e o mau uso das duas...


A seguinte frase é atribuída a Miguel de Cervantes Saavedra de Alcala Henares:
"Se pai das virtudes e padrasto dos vícios"
 
Dias Desafiadores

Os dias atuais são desafiadores e vêm gerando aturdimentos intensos em todos nós.
Embora abracemos os valores nobres do Cristianismo, embora entendamos a proposta de Jesus como guia seguro e lúcido, ainda assim nos perdemos nos desvarios dos dias que se seguem.
Não obstante o esforço por uma conduta reta e digna, ainda nos vemos perturbados e atônitos com a realidade que nos cerca.
Mesmo tendo claro o desejo por uma vida pautada pelo respeito, pelo bem agir e pela justeza nas ações, ainda assim, não raro, nos perdemos nas loucuras que conquistam espaço.
Vivemos dias onde os vícios ganham cidadania e interesses mesquinhos e vis dominam os mais variados grupos.
A descrença na imortalidade da alma, o descaso pelos valores espirituais geram atitudes egoístas e imediatistas, atropelando qualquer possibilidade mais nobre de conduta.
O ser humano passa a valer cada dia menos.
Torna-se descartável nas relações sociais e emocionais, sem nenhum significado a não ser algum fim utilitarista imediato.
A vulgaridade ganha as rodas sociais e o ambiente familiar.
A erotização barata e leviana das músicas, danças e outras tantas formas de expressão humana, passa a ser vista com normalidade assustadora.
O alucinante desejo de enriquecer, de possuir, de se destacar na sociedade, substitui as virtudes esquecidas da humildade, da pureza de coração.
 
*   *   *

Porém, jamais devemos esquecer que o condutor do planeta vela e tem planos nobres e superiores para todos nós.
Por mais que o ser humano se perca no lodaçal do primarismo moral que ainda se permite, seu progresso se dará inevitavelmente.
Somos todos filhos de Deus e, mesmo que momentaneamente perdidos e iludidos no abismo moral que vive hoje a sociedade, trazemos na nossa intimidade o gérmen divino.
Assim, mesmo nas dificuldades naturais destes momentos transitórios, não abandonemos os caminhos da reestruturação moral.
Ainda que os dias se mostrem alucinados, onde o erro e a loucura são confundidos com normalidade, permaneçamos no bem.
Façamos esforços para não nos deixarmos levar no roldão da insensatez e leviandade atuais. Perseveremos no exercício da dignidade e do respeito.
Não desanimemos, mantendo-nos fiéis ao compromisso com a própria consciência e com os valores morais que elegemos.
A ação de cada um é muito importante no conjunto geral.
Nestes dias onde as referências de bem agir parecem ter desmoronado, sejamos o modelo de esforço no bem agir.
Logo mais, sem tardar, novo dia raiará para a Humanidade.
Cansado dos caminhos de dor e loucura a que se permitiu, o homem retomará valores antes perdidos, a fim de buscar a paz que tanto anela e da qual tanto se distanciou.
Portanto, confiemos e sigamos com Jesus. Ele proverá todas as nossas necessidades para que atravessemos em paz o mar bravio e tempestuoso que ora se faz em nosso planeta.
 
Redação do Momento Espírita, com base no  cap. 22, do livro Ilumina-te, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco.
 Fonte: Desabafo Feminino.

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