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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Prazo para salvar dados do perfil do Orkut termina nessa sexta. Via BBC.


Fonte: BBC. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Se quiser guardar as informações e fotos publicadas em seu perfil do Orkut, é preciso se apressar: o prazo para fazer isso se encerra na próxima sexta-feira.
A extinta rede social do Google ficou no ar por pouco mais de dez anos, de janeiro de 2004 a setembro de 2014, quando foi encerrada oficialmente.
Foi dito então que os usuários cadastrados no site teriam dois anos após o anúncio do fim do Orkut para baixar seus scraps (recados), depoimentos e fotos por meio do serviço Google Takeout, um prazo que se encerra agora.

Entenda o passo a passo para preservar essas informações do site - rede social mais popular no Brasil em meados e fim da década passada:

1) Acesse sua conta do Google com seu login e senha. Em "Informações pessoais e privacidade", clique em "Controlar seu conteúdo".
2) No campo "Copiar ou mover conteúdo", abaixo de "Fazer o download dos seus dados", clique em "Criar arquivo".
3) Isso te dará acesso ao Google Takeout, serviço no qual é possível baixar seus dados armazenados por sites do Google. Ao lado de cada site, há um botão. Deixe apenas o botão referente ao Orkut acionado (indicado pela cor verde) e clique em "Próxima".
4) Escolha o tipo de arquivo compacto no qual seus arquivos serão enviados e a forma de recebê-lo (link para download por e-mail ou adicioná-lo a algum serviço de armazenamento em nuvem, por exemplo). Clique no botão "Criar arquivo".
5) Quando o arquivo estiver carregado, clique em "Fazer download" para baixar o arquivo com seus dados.
6) Abra esse arquivo com um programa de descompactação, como 7-Zip ou WinZip, e acesse a pasta "Orkut".
7) Na pasta "Perfil", estarão seus dados, como mensagens publicadas na rede social, em arquivos HTML, que podem ser acessados pelo navegador mesmo sem acesso à internet. Na pasta "Fotos", estarão as imagens postadas por você no Orkut. É preciso extrair os arquivos e salvá-los na memória do computador.

Franz diz: fiz o download das informações. Garanto que é muito legal, já que recuperamos lembranças que estavam quase apagadas. É possível rever scraps, fotos de amigos (em formato bem pequeno) e até as comunidades que participava. Vale o trabalho.


sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Google lança o Allo, app que é alternativa (ou substituto) para o Whatsapp


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Em tempos de bloqueio do Whatsapp e ameaças de extinção do mesmo, os usuários sempre recorrem a outras opções. Ultimamente o app mais usado para substituir o "zap" é o Telegram. Há outros aplicativos que também fazem funções iguais ou similares, porém o Whatsapp é quase unanimidade entre os usuários.
A Google resolveu lançar um aplicativo similar que promete inovar usando um sistema de Inteligência Artificial para tornar a interação com o usuário muito mais dinâmica. O app é o Allo, cuja premissa é interessante por incluir o próprio Google na conversa com o dono do smartphone, seja ele Android ou iOS. A função é chamada de Google Assistant e ele permite buscas rápidas para vídeos, sites, notícias, imagens e tudo mais que podemos localizar no tradicional buscador. As funções Maps e Tradutor também são facilmente acessíveis.
Fiz alguns testes e achei muito boa a novidade, apesar de ainda ter somente a interface em inglês. 
A digitação é simples e as fontes podem ser ampliadas, além das já comuns inclusões de emojis e stickers (algo ainda em teste no Whatsapp, mas normal no Telegram). Há previsão de inclusão nos chats do idioma português para breve.
A busca é rápida e funciona conforme você dá subsídios ao Assistant. Por usar o inglês como idioma, digitei "What is Apogeu do Abismo?" e o resultado foi esse:


A ferramenta é excelente por aumentar o nível de interatividade entre os locutores com o uso do próprio Google. Discussões sobre assuntos variados poderão ter suas informações verificadas em tempo real sem a necessidade de interromper o chat. Além disso, o uso da IA permitirá ao usuário ter suas preferências apresentadas diretamente no app, bastando para isso programar o recebimento das notícias, links, etc.
A interface é extremamente agradável e intuitiva. Os stickers ainda são um ponto fraco, principalmente quando comparados ao Telegram, mas creio que em breve isso também estará ok.
Bem, fiquem à vontade para testar esse novo app. Vou continuar verificando as funcionalidades e, caso necessário, farei uma atualização do post.


quarta-feira, 10 de junho de 2015

Aprenda nove truques para melhorar sua busca no Google. Via BBC


O Google é a mais comum das ferramentas de busca. Mas como aproveitar melhor o que esse "oráculo" tem a oferecer?
Reunimos nove truques para aprimorar suas buscas no Google. Via BBC Brasil

1. Esqueça a pontuação

Acentos, letras maiúsculas ou minúsculas – nada disso faz diferença nos resultados. E também não importa se você escreve com erros ortográficos. Isso porque o corretor automático do Google utiliza a grafia mais usada da palavras

2. Refine sua busca

Na própria página do Google há um botão para se ajudar as configurações da buscas, seja por país ou por idioma.
Também é possível fazer uma busca avançada, determinando, por exemplo, o período de tempo em que o conteúdo foi atualizado ou publicado ou ainda o formato do arquivo da informação procurada.


3. Não se esqueça das aspas

Para buscar por frases exatas, basta colocar a frase entre aspas. Mas tenha em mente que alguns resultados relevantes podem não aparecer ao se usar aspas. Por exemplo, se usá-las para procurar "Alexander Bell", não vão aparecer as referências a Alexander G. Bell.

4. Para buscar em um site específico

Se você está certo de que a informação que busca está em um site específico, basta digitar "site:" (sem aspas) antes do termo buscado. Exemplos: site: bbcbrasil.

5. Buscar por formatos

Se você está em busca de arquivos específicos - seja .PDF, .PPT ou .XLS -, acrescente o termo "filetype:" seguido da abreviatura de três letras do tipo de arquivo. Outra possibilidade é escolher o tipo específico de arquivo desejado na configuração avançada do Google.

6. Em busca de páginas relacionadas

Uma boa alternativa é usar o termo "related:" quando a ideia é encontrar uma página com conteúdo similar à de outra. Basta usar esse termo seguindo da URL do site.

7. Encontrando definições

Basta escrever "define:", seguido da palavra procurada para se obter diferentes descrições e definições dela.

8. Para fazer uma conta

Se você colocar uma equação matemática no box de busca, o Google fará as contas para você, te poupando o tempo de abrir a calculadora do computador.

9. Conseguindo resultados dentro de uma faixa específica de valores

Para isso, basta escrever dois pontos (..) entre os valores procurados. Por exemplo, se quiser comprar uma bolsa que custe entre entre 200 e 300 reais, escreva "bolsa R$ 200..R$ 300"

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Google anuncia o Chromebit, o computador com as medidas de um pendrive.


O Google sempre busca inovações e formas de vincular ainda mais seus produtos entre si. Desta vez a empresa anunciou o Chromebit, um dispositivo com dimensões iguais a de um pendrive. O Chromebit quando conectado a uma tela a transforma em um computador com o sistema operacional Chrome OS rodando. A empresa responsável pela fabricação do aparelho será a Asus e o preço estimado é de apenas 100 dólares (lá fora, óbvio). 
Com lançamento previsto para junho no mercado norte-americano, o Chromebit provavelmente será um  
Os Chromebits serão fabricados pela Asus e custarão 100 dólares no mercado americano. Seu lançamento está previsto para junho.


domingo, 29 de junho de 2014

Novidades sobre o Google Glass incluem dossiê sobre quem conversa com usuário


Fonte: BBC. Comentários: Franz Lima
Mais de dois anos após ser apresentado ao mundo, o Google Glass conta com relativamente poucos aplicativos para dar apelo aos óculos futurísticos como objeto de consumo.
Alguns analistas de tecnologia opinam que o Google Glass ainda precisa de um "app matador", aquele que vai cair na boca do povo e provocar uma corrida às lojas.
Ben Wood, da CCS Insight, diz considerar os óculos não como um produto comercial, mas como um "projeto científico" e uma janela para o que será possível no futuro.
Enquanto isso, alguns desenvolvedores vêm apostando em aplicativos de utilidade prática para atrair mais usuários.
Confira sete deles.

Ajuda para deficientes auditivos

Estudantes da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, criaram um aplicativo que faz leitura labial, transformando a fala em legendas que podem ser lidas nas lentes. O app pode ser de grande utilidade para deficientes auditivos ou em lugares barulhentos onde fica difícil ouvir o que o interlocutor está dizendo. O mesmo grupo de estudantes está trabalhando em um outro aplicativo capaz de traduzir línguas em tempo real.

Saídas de emergência

Por meio do Google Glass, serviços de emergência como o Corpo de Bombeiros poderão ter acesso a informações cruciais, como plantas de prédios em chamas e suas saídas de emergência.
A empresa Mutualink ainda está testando um aplicativo que vai permitir a paramédicos visualizar o histórico de saúde de um paciente logo ao chegar à cena de um acidente.
Por sua vez, a polícia poderá usar os óculos para ver imagens captadas por câmeras de segurança ou filmar brigas.

Correndo atrás de você mesmo

A ideia por trás do app Race Yourself é tornar a corrida de cada dia mais divertida e, por que não, competitiva. O aplicativo permite que você "corra atrás de você mesmo" por meio de um avatar em 3D que reproduz a velocidade da sua última corrida. É possivel também tentar ultrapassar os amigos - ou, se tiver coragem, zumbis também.

Melhore sua experiência em galerias de arte

Não ser um grande conhecedor de arte pode não ser mais um impedimento para apreciar um passeio pelo museu.
O app de realidade aumentada GuidiGo traz explicações em tempo real para as lentes sobre quadros, esculturas e monumentos.
A tecnologia permite inclusive assistir a vídeos, ouvir comentários de áudio e até fazer um zoom na tela.
Outros aplicativos, como AR Glass para Wikipedia, capta informações online sobre o lugar por onde você está transitando e as exibe bem diante dos olhos.

A primeira impressão é a que fica

É um pouco assustador, mas a empresa Refresh diz que pode fornecer um "dossiê instantâneo" sobre alguém que você está prestes a conhecer.
O aplicativo reúne dados de diferentes fontes da internet, incluindo redes sociais como Facebook, Twitter e LinkedIn, e fornece ao usuário dos óculos uma ficha completa da pessoa – incluindo currículo escolar, filmes favoritos ou fotos das férias.

Finja que você domina várias línguas

A Word Lens, recentemente adquirida pelo Google, traduz instantaneamente para o inglês textos impressos em placas em outras línguas.

Franz diz: obviamente há outros app para o Glass que irão modificar substancialmente a vida do usuário, mas isso ocorrerá apenas em curto prazo. Até o momento, os aplicativos estão em fase beta junto aos felizes detentores de um desses aparelhos. 
Entretanto, contrariando o pensamento da maioria, o Google Glass não tem em suas inovações tecnológicas e aplicativos seu maior mérito. Na verdade, eu vejo a audácia de seus desenvolvedores como o mais positivo ponto do Glass, já que foi preciso coragem para investir em algo que, futuramente, será uma ferramenta indispensável a um incalculável número de usuários nos mais diversos ramos, isso sem contar com o entretenimento e a praticidade deste inovador ponto de apoio ao usuário que busca inovação e conforto. 
Eu aposto - e alto - no Google Glass.


domingo, 18 de maio de 2014

Conheça as empresas mais eficientes na proteção de dados.


Fonte: Link Estadão.
SÃO PAULO – Um relatório da Electronic Frontier Foundation (EFF) publicado nessa sexta-feira avaliou as empresas de tecnologia a respeito da proteção dos dados dos usuários quanto a pedidos de dados feitos pelos governos.
A pesquisa deu nota máxima a grupos como Apple, Google, Facebook, Microsoft e Twitter, e teve como Amazon e Snapchat como destaques negativos, usados como exemplos de companhias que pouco se preocupam com as informações pessoais de quem os utiliza.
A pesquisa, desenvolvida pela empresa pela quarta vez, mostra avanços no que diz respeito à preocupação com a privacidade dos usuários — o relatório atribui tal progresso ao escândalo de vigilância da agência de segurança norte-americana, a NSA, revelado pelo informante Edward Snowden.
Seis critérios foram levados em consideração pela pesquisa, e a cada um deles foi concedido uma estrela: exigência de mandado judicial; informa os usuários sobre solicitações do governo; publicação de relatórios de transparência; clareza com relação à política sobre as demandas governamentais; luta pelo direito de privacidade dos usuários e oposição à vigilância em massa. “Pela primeira vez desde 2011, todas as empresas pesquisadas ganharam ao menos uma estrela a mais em comparação com a temporada anterior”, diz o relatório, que pode ser lido (em inglês) na íntegra.
Ao todo, quinze empresas conquistaram notas entre 5 e 6 estrelas Apple, CREDO Mobile, Dropbox, Facebook, Google, Microsoft, Sonic, Twitter e Yahoo (com seis); LinkedIn, Pinterest, SpiderOak, Tumblr, Wickr e WordPress (com cinco). O Snapchat ficou sozinho com uma estrela, e mereceu menção especial: “A pouca preocupação do Snapchat é problemática, especialmente porque é um aplicativo que coleta dados extremamente particulares de seus usuários, como imagens comprometedoras. Esperamos urgência para que isso mude”, diz a EFF.
Franz diz: antes de nos preocuparmos com a segurança das informações digitais, precisamos nos ater a nossa própria educação digital. De certa forma, colaboramos para a coleta dessas informações por desatenção com os princípios básicos de segurança digital. 
Entretanto, o que considero mais perigoso não é o roubo das informações digitais em si, principalmente quando averiguamos que as principais empresas buscam pela excelência na proteção de nossos dados. O que me deixa atônito é a forma como divulgamos dados pessoais, localização e até a própria rotina pelas redes sociais. É exposição demasiada que compromete a segurança e a integridade de quem as divulga, mas também põe em risco a vida de pessoas próximas. É preciso divulgar os malefícios desse comportamento descomprometido com a cautela.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Android transforma Google Play Revistas no app Banca.


Fonte: Exame.
São Paulo -- O Google reciclou seu app Google Play Revistas no Android, incorporando a ele recursos de outro app, o Google Currents. O resultado é o novo aplicativo Banca, que dá acesso a revistas, jornais e canais de notícias do tipo RSS. 
Nos Estados Unidos, o app Banca oferece tanto notícias gratuitas, no estilo do Flipboard, como conteúdo pago. Segundo o site All Things D, ele permite assinar jornais como The New York Times, Wall Street Journal, Financial Times, e Los Angeles Times, além de publicações que já estavam disponíveis no Google Play Revistas.
O Banca também divulga notícias em que o acesso é cobrado no sistema de “paywall”. Embora o app apareça para os brasileiros na loja Google Play, o conteúdo dele parece não estar disponível para o Brasil ainda. Já o Google Currents continua presente tanto na App Store como na loja Google Play. 
Chamado Newsstand em inglês, o Google Banca é bastante diferente do recurso homônimo do sistema iOS. A Banca da Apple é uma área onde são agrupados apps para a leitura de revistas e jornais. Mas ela não oferece as notícias em si. O Google já informou que planeja uma versão do Google Play Banca para os dispositivos da Apple.
É interessante notar que o jornal Financial Times, que se recusou a vender assinaturas por meio da loja online da Apple, também está presente no Google Banca. Isso sugere que as condições oferecidas pelo Google aos jornais devem ser melhores que as da Apple.
Franz diz: realmente uma boa evolução, desde que seja mais em conta que as assinaturas normais. Um fato que devemos levar em conta é que as assinaturas normais de jornais digitais sempre vem com alguma recompensa para o assinante, além de minimizar os preços em outras assinaturas de revistas da mesma editora ou de parceiros. 
Mas o fato é que a venda dos jornais e revistas impressos pode não estar próximo ao fim como muitos especulam, mas certamente está em franca queda. O advento dos jornais digitais é uma realidade tão forte que o melhor jornal impresso do Rio de Janeiro hoje é apenas obtido na versão digital (Jornal do Brasil). 

sábado, 14 de setembro de 2013

Bom demais ser lembrado até pelo Google...



Como hoje é meu aniversário, um peculiar dia 14, pós sexta-feira 13, nada mais legal que encontrar o Doodle do Google com uma singular homenagem a mim rsrsrsrsrs.
Obrigado a todos que lembraram-se deste humilde escritor, seja pelo twitter, facebook, G+, telefone, SMS ou sinal de fumaça. Aloha!

P.S.: clique na imagem e seja redirecionado para minha página no Google +.



quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Privacidade com o GMail? Segundo o Google, isso não existe.


Fonte: Tecmundo.

Por: Caroline Hecke

Privacidade é a palavra do momento. Enquanto a tensão sobre os recentes escândalos de espionagem digital do governo dos Estados Unidos só aumentam, um documento da Google veio à tona, mostrando que usuários do Gmail não podem esperar ter qualquer tipo de privacidade em suas mensagens.
A Consumer Watchdog revelou um documento de junho deste ano que comprova que suas mensagens podem ser acessadas por uma “infinidade de motivos”, o mais comum seria a venda de anúncio para clientes.
No entanto, a moção apresentada pelos advogados da Google em um processo de grupo contra a empresa foi um pouco além e acabou revelando que não existe privacidade real para os usuários do Gmail.
“Assim como o remetente de uma carta a um colega de trabalho não pode ficar surpreso caso o assistente do destinatário abrir a carta, as pessoas que usam serviços de e-mail hoje, não podem se surpreender ao ter seus e-mails processados ​​pelos provedores do destinatário no curso de entrega”, diz o documento.
Até aí, nada é tão surpreendente, mas o que chamou a atenção da comunidade de tecnologia foi a frase que veio a seguir “uma pessoa não pode ter expectativas legítimas de privacidade na informação que envia voluntariamente a terceiros”, indicando que, além de serem processados, os dados podem ser coletados e lidos por outras pessoas.

Privacidade ou sistemas automáticos?

Para se defender, a Google diz que “estão tentando criminalizar práticas comerciais normais”, algo que a empresa vem tentando implementar por quase uma década, especificamente com a varredura automática de emails.
Ao mesmo tempo, os advogados da Google defendem que não existe uma interceptação ilegal, já que a varredura de conteúdo já está prevista dentro dos Termos de Uso e Política de Privacidade dos serviços da empresa.
Para eles, o que está sendo pedido em tribunal (o aumento da privacidade) poderia fazer com que os serviços fossem interrompidos. “Por exemplo, um provedor não poderia permitir que usuários classifiquem seus e-mails usando filtros automáticos, pois isso exige a verificação do conteúdo dos e-mails que estão sendo entregues aos usuários”.
Segundo a Google, o aumento de privacidade tornaria “impossível” para qualquer empresa de email fornecer serviços normais. Ao confirmar que os clientes não têm privacidade na rede, a Google entrou em uma guerra definitiva com os consumidores que já moviam ações contra a empresa.

Franz says: honestamente, nem as denúncias do Snowden me surpreenderam. É fato que são  raros os aparatos tecnológicos 100% confiáveis. Desde sorteios em loterias até os simples e-mails, passando por outros equipamentos e softwares, tudo que possa envolver um programa criado pelo homem, certamente, pode ser burlado.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Google + assume a posição de segunda maior rede social do mundo.



Enquanto a obra de Mark Zuckerberg conta com 693 milhões de utilizadores, um número que cresce menos a cada ano, o Google+ já tem 343 milhões de pessoas cadastradas, um total que vem aumentando consideravelmente. O Twitter apesar de amargar o quarto lugar, tem o crescimento mais rápido de todas e conta com 288 milhões de perfis. O YouTube ficou em terceiro.

Para especialistas de mercado, a grande razão para esse crescimento é, justamente, a integração total do Google+ com os outros serviços da empresa. A utilização dela tornou-se natural e invisível, algo que pode representar ao mesmo tempo uma praticidade para os fãs e um risco para os maníacos por privacidade.

Franz says: o Google + é uma rede social efetiva e fácil de lidar. Suas ferramentas são práticas e há muitos, muitos recursos para os usuários. Concordo, entretanto, quando a matéria cita o perigo à privacidade, fato que também se propaga às demais redes sociais.

sábado, 6 de abril de 2013

Redes sociais e sites ganham brasões e lemas similares aos de Game of Thrones.


O nosso é o peludo


Uma das marcas da série Game of Thrones consiste nos brasões de família. Para cada brasão há um lema vinculado que identificam seus integrantes e até um pouco da índole das Casas. O mais célebre é o brasão da família Stark com o já tradicional Lobo Gigante e seu lema "O inverno está chegando".
Mas esses brasões são apenas versões bem-humoradas onde cada rede social recebeu seu símbolo e um lema. A tradução destes lemas ficou por minha conta. Caso encontrem alguma imperfeição, peço que indiquem através dos comentários.
Franz.

Lembre-se dos anos 90.

Longa vida. Longas listas.

Estamos com sorte.

Todos que você odeia.

Jurado à casa Reddit. Lealdade, serviço, cachorro. Gifs.

Sempre observando

Não temos fonte.

O jantar está vindo.

Verifique seu privilégio.

Asas escuras, palavras idiotas.

Tempo perdido, sabedoria obtida.


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Hoje, Luiz Gonzaga completaria 100 anos e o Google presta uma singela homenagem ao Rei do baião.


Muitos já foram homenageados pelo Google com seu logo caracterizado à pessoa ou fato em destaque. Luiz Gonzaga, um ícone da música popular brasileira, também recebeu seu Doodle hoje, 13 de dezembro, data em que o músico completaria 100 anos.


Já viram todos os doodles que o Google? Clique e divirta-se: Doodles

terça-feira, 16 de outubro de 2012

G+ não é uma rede social, diz Google. (Mas é fundamental para o Apogeu)


Plataforma seria uma evolução de serviços como o Wave e o Buzz, que tinham o foco no conteúdo e que fracassam em suas empreitadas, ao invés de ser tentativa de novo Orkut

Fonte: Exame
São Paulo – Diferente do que a maioria dos usuários deve pensar, o Google+ não é uma rede social. A afirmação foi feita pelo chefe de negócios do Google, Nikesh Arora.
"O Google+ é uma plataforma que permite incorporar elementos sociais a todos os serviços e produtos que oferecemos. Nós embarcamos o YouTube dentro dele; existe também uma conexão direta com nosso serviço de buscas. Estamos nos esforçando para levar esses elementos a todos os nossos produtos. Não se trata apenas de reunir pessoas em um site e chamá-lo de rede social”, afirmou ele ao jornal inglês The Telegraph.
Nesse sentido, o Google+ estaria mais para uma evolução de serviços como o Wave e o Buzz, que tinham o foco no conteúdo e que fracassam em suas empreitadas, do que de uma tentativa de oferecer um novo Orkut. Porém Arora ponderou que existem sim algumas funções nas quais Google+ e Facebook podem ser considerados concorrentes.
O sucesso do Google+ é uma das prioridades da empresa para 2011 e anos seguintes. Segundo comunicado de Larry Page enviado aos funcionários, as bonificações pagas aos funcionários poderão variar em até 25%, para mais ou para menos, dependo de como se “desenvolver a estratégia de integração de relacionamentos, compartilhamento e identidade por meio de nossos produtos”.
Hoje, o Google+ mais conta com mais de 40 milhões de usuários – boa parte deles inativos. Para alguns analistas, o serviço pode chegar a 100 milhões até o final deste ano (esta meta já foi superada, segundo dados de .

Franz says: a veiculação deste blog através do G+ é uma das mais importantes ferramentas para ampliar o  alcance do Apogeu. Com seu apoio e um simples "+1", ganharemos mais e mais novos adeptos e, em breve, muitas melhorias surgirão, inclusive a contratação de pessoal de colaboradores. 
Caso goste do meu trabalho e tenha uma pequena parcela de seu tempo disponível, clique no +1 do Apogeu. We need you!
O Apogeu também conta com outras ferramentas para contato e divulgação:
Tumblr: Apogeu
Twitter: Apogeu do Abismo
Franz Lima: G+


domingo, 23 de setembro de 2012

Irã restringe Google e Gmail


Fonte: G1
 
O Irã pretende conectar seus cidadãos em uma rede doméstica de Internet para tentar melhorar a segurança virtual, mas que muitos iranianos temem ser mais uma medida para controlar o acesso à web.
O anúncio, feito por um vice-ministro do governo no domingo (23), veio a público quando a televisão estatal disse que a ferramenta de busca do Google e seu serviço de email seriam bloqueados 'dentro de algumas horas'. 'O Google e o Gmail serão filtrados em todo o país até nova ordem', disse, sem entrar em detalhes, uma autoridade identificada apenas pelo sobrenome, Khoramabadi.
A Agência de notícias dos estudantes iranianos (ISNA) disse que a proibição do Google estava relacionada ao filme anti-islâmico postado no YouTube e que provocou escândalo em todo o mundo muçulmano. Não houve uma confirmação oficial.
O Irã tem um dos maiores filtros de Internet do mundo, evitando que iranianos comuns acessem vários sites sob a desculpa oficial de que são ofensivos ou criminosos. Contudo, muitos iranianos acreditam que o bloqueio a sites como o Facebook e o YouTube deve-se ao uso desses sites em protestos anti-governo depois da polêmica reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad em 2009.
Os iranianos costumam driblar o filtro do governo usando o software rede privada virtual (VPN), que faz o computador aparecer como se estivesse baseado em outro país.Mas as autoridades há muito tempo falam de criar um sistema de internet iraniano que seria isolado de todo o resto da internet.
Segundo a mídia iraniana, o sistema doméstico estaria totalmente implantado até março de 2013, mas não estava claro se o acesso à Internet mundial seria cortado assim que o sistema fosse lançado.

Franz says: não serei jamais favorável à censura, qualquer que seja sua roupagem. Bloquear o acesso do cidadão comum à internet não é garantia de nada. Temos em nosso país, em menor escala, exemplos de empresas que bloqueiam acesso aos funcionários e acabam sendo driblados por eles. Moral da história: mais vale policiar que proibir. Estas medidas podem gerar maior desconforto e inquietação, provocando até medidas extremas de usuários mais elevados, capazes de invadir sistemas e provocar o caos. 




quinta-feira, 28 de junho de 2012

Qual o limite para o que postamos nas Redes Sociais?


Por Franz Lima
Tenho verificado que há uma grande liberdade para o que é postado nas Redes Sociais. Seja pelo twitter, facebook, linkedin ou qualquer outra similar, o fato é que não há limites (literalmente) para o que se pode publicar nelas. Alguns optam por fotos insinuantes, outros por demonstrar poder com armas e ainda os que se gabam de atos ilícitos. Claro, muitos fazem ótimo uso destas fontes de comunicação, publicando trabalhos, divulgando cultura e usando as redes para melhorar. 
Mas qual é o real limite para o uso destes perfis? Na verdade, não há limites, principalmente com as atuais leis brasileiras onde ainda prevelace o desconhecimento ou o descaso pelo assunto. Então, baseados nesta "brecha", homens e mulheres dão asas à imaginação ao se tornarem pessoas totalmente adversas ao que a realidade mostra. Alguns se tornam mais fortes, outros demonstram intelectualidade (via google), há os que abusam de comentários maliciosos e, ainda, aqueles que fazem da vida das pessoas o assunto do momento. Entre fofocas, brigas, comentários, sexualidade e muito mais, a sensação que fica é a da impunidade, certo? Bem, se você concordou, lamento informar que está muito enganado. 
Atualmente, não há como se desvincular dos perfis sociais, principalmente se o assunto for a busca de um emprego, viagem ao exterior ou o simples pedido de adesão de uma pessoa a sua rede. 
Notícias recentes informam de casos cada vez mais estranhos: pessoas que são deportadas por declarações politicamente incorretas, empregos perdidos por conta de comentários ou comunidades consideradas agressivas ou impróprias, prisões feitas com base em fotos publicadas e até separações com base em amizades entre ex-amantes. Os casos são cada vez mais comuns e acabam ganhando até um certo tom cômico, porém nem sempre as histórias acabam bem.
Quando alguém se associa a uma comunidade nazista, inevitavelmente deve ter consciência de que isso não será visto bem ao buscar contatos nas redes. As pessoas não gostam (mesmo os que secretamente o fazem) dos nazistas, dos pedófilos, de ladrões, dos "posers", dos racistas e de muitos outros rótulos depreciativos. Então, com base no dito anteriormente, o certo seria não encontrar mais estes perfis possuidores de tais características, certo? Novamente, lamento informar que está errado. Há inúmeros perfis (falsos ou não) de pessoas que se vangloriam de ter estas características ou estar associadas ao "lado negro da força", confiantes em uma anonimato que não existe. Uma simples busca e eles estarão à nossa frente.
Mas enquanto o indivíduo prejudica apenas a si mesmo, o problema não é tão grande. Infelizmente, sempre haverá - pelo menos enquanto nada for feito para punir - quem divulgue fotos, espalhe boatos ou prejudique outros pelo simples prazer de ver a desgraça se espalhar. Também ainda existem pessoas que transformam o facebook e o twitter em um diário virtual. Locais em que estão ou irão, pessoas com as quais convivem, traições, números de telefone, endereço... informações que não deveriam estar disponíveis, capazes de identificar comportamento e rotina do usuário. Com base nisso, criminosos cometem sequestros e roubos, pois as vítimas dizem tudo o que é necessário para ajudar na prática do delito. 
Não vou esticar muito o assunto, porém quero evidenciar a gravidade do excesso de exposição via perfis sociais. Não é só sua intimidade que pode correr riscos por conta da vaidade, do vício ou das brincadeiras. Sua vida e a das pessoas que ama estão sob constante vigilância e, munidos de tantas informações pertinentes, indivíduos de péssima índole podem chegar até vocês. Continuem a publicar, mas tenham ao menos um pouco mais de cautela e sabedoria sobre o que disponibilizam. Vocês realmente conhecem quem os seguem?
#Ficadica

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Podcast: o ressurgimento da "Era do Rádio"


Autor: Franz Lima
Muitos dos que lerão esta crônica irão, inevitavelmente, acessar o oráculo (Google), a Wikipédia ou perguntar a seus pais e avós sobre quanto do que está escrito aqui é verdade. Compreendo cada um de vocês que fizer isto, pois vivemos em uma era tomada pelo áudio-visual. É quase inconcebível um período em que era normal imaginar ao invés de ver. Mas este período existiu e foi mais longo do que pensamos.
1922 foi o ano em que os brasileiros passaram a ter acesso às comunicações radiofônicas. Apenas quatro anos após o término da Grande Guerra Mundial – não era ainda chamada de Primeira Guerra – começamos a usufruir da magia da voz à distância. Não é exagero meu chamar de “magia”, uma vez que essa foi a maneira como tudo começou: de forma mágica.
          Do ano do surgimento do rádio para a absoluta influência deste nas vidas de nossos antepassados, passaram-se alguns anos. O cinema já existia e a TV era uma realidade acessível a poucos, mas os rádios forneciam entretenimento barato.

"Chegou a hora de aprimorar este veículo", pensou um empresário do ramo de rádio comunicação e, para isso, surgiram as radionovelas. Bem, o que havia de tão bom em ouvir pessoas brincando de teatro? Simplesmente tudo, já que a imagem não era uma realidade nos lares brasileiros e, por meio do rádio, as tramas, mistérios e personagens fascinantes chegavam até as pessoas da época. Além disso, tanto autores quanto atores eram pessoas altamente gabaritadas, movidas pela paixão de representar. Mário Lago e Janete Clair são exemplos de personalidades da radionovela que tiveram seus talentos usados, futuramente, nas telenovelas.
Vale frisar que as celebridades do rádio eram tão influentes e bem sucedidas quanto as celebridades atuais do cinema, TV e internet, principais veículos de entretenimento do século XXI.

Mas nada dura para sempre. Com o advento da televisão – e da telenovela -, o rádio foi perdendo popularidade aos poucos e isto resultou no fim de muitos programas de entretenimento, inclusive os programas de calouros, radionovelas e alguns noticiários que, gradualmente, foram absorvidos pela televisão.

Porém a semente já estava plantada. Por mais que a sociedade evolua para o áudio-visual, sempre haverá um momento em que apenas o som estará presente, seja no carro, estudando ou em outra situação. O que importa é isso: o rádio teve uma enorme queda de popularidade, porém sua essência jamais morreu.
A mídia de voz está presente até os dias atuais. O som, seja pela voz ou música, é parte essencial de nosso cotidiano, independentemente do progresso de outras mídias, não importa o quanto evoluam as outras formas de comunicação e entretenimento.
Como prova disso, surgiram aparelhos cada vez menores para ouvir músicas e programas de rádio. Os micro-system eram aparelhos de som portáteis e chamativos, com uma ou duas unidades de fita cassete e rádio AM/FM, seguidos pelo “walkman” que era uma unidade portátil para tocar fitas cassete, substituídos depois pelo discman (tocadores de CD) até o advento dos tocadores de mp3 que evoluíram para os ipod e outros players tão bons quanto. Os ipod são referência em função da capacidade de armazenamento. Hoje, há aparelhos com capacidade para até 160 Gb em arquivos de áudio.
E daí? Bem, estas novas formas de armazenamento e compactação de arquivos abriram um espaço antes impensável. Agora, é possível ouvir horas de músicas, entrevistas, conversas ou qualquer outro tipo de som em formato mp3, AAC ou outro qualquer e com tamanho razoável, ocupando pouco espaço na mídia de armazenamento. Acrescente-se a isso novos programas de editoração de músicas e áudio e, com o tempo, idealizadores começaram a fazer seus próprios programas gravados, onde encontramos desde conversas informais sobre cultura em geral até aulas sobre os mais diversos temas. Criou-se, então, o podcast.
O conceito de podcast é bem simples: um arquivo de áudio – seja lá qual for seu formato – onde uma ou mais pessoas, usando dos mais modernos recursos tecnológicos, ou não, criam um documento digital com algo que seja de seu interesse. Esse arquivo é disponibilizado para ser “baixado” (download) gratuitamente e também pode ser assinado (RSS). Alguns destes idealizadores criaram verdadeiras séries sobre seus temas preferidos, conseguindo angariar uma legião de fãs. 
Hoje o Brasil é um grande produtor de podcasts. Há  programas com conteúdo de altíssimo nível, produtos de exportação e premiados em diversos meios de comunicação. Mas não focarei nas premiações, pois o que quero frisar é a importância dos casts em áudio.
No auge da era do Rádio, o Brasil tinha neste instrumento o seu principal divulgador de todos os assuntos importantes ou irrelevantes. Ouvir rádio era sinônimo de estar "antenado" (talvez venha daí a expressão) com o que ocorria no mundo - ainda que um tanto atrasado. Porém, atualmente, o podcast não pode exercer esta função. Com o advento da internet - cada vez mais rápida - as notícias chegam com muito mais eficiência e velocidade aos interessados. Assim, o podcast tem hoje uma função similar ao rádio em seu auge, quando era uma fonte de entretenimento e informação, guardadas as devidas proporções, lógico.
O podcast é um fenômeno. Este é o ponto em que quero chegar. Ele não só é um veículo para propagar informação, cultura e lazer, como também tornou-se um ponto de apoio para o surgimento de novos talentos, pessoas que o usam para expor opiniões ou apenas para conversar sobre o que gostam. Independentemente do uso do podcast, creio poder afirmar categoricamente que ele terá uma longa vida pela frente. Ao contrário do rádio tradicional, não será a internet ou a televisão que irão minimizar a importância dele até que o esqueçam por algo mais moderno. A tendência desta nova forma de comunicação é o aprimoramento, a evolução e o acompanhamento das tecnologias, prosseguindo ao lado da geração atual e das gerações futuras. Ouvir um podcast não é só um modismo. Ouvir um podcast é uma tendência que marca a história da comunicação em nosso país e no mundo. 
Parabéns a todos os profissionais que usam esta ferramenta para levar e divulgar por todos os lugares a voz, a informação e o entretenimento. 

Podcasts que apóio e participo:

Epifania 000 - Coletânea Cassandras

Epifania 001 - A Batalha do Apocalipse

Epifania 002 - A Guerra dos Tronos


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Justiça "livra" Google de pagar multa a usuário



A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) "livrou" o Google da indenização a um usuário do Orkut, do qual o Google é proprietário e hospedeiro, que se sentiu ofendido com publicações na rede social.
De acordo com a Justiça, o provedor de internet não tem o dever de indenizar o usuário prejudicado pela veiculação de conteúdo ofensivo na web. Entretanto, ele tem o dever de retirar tal conteúdo do seu ambiente virtual, fazendo cessar a ofensa.
Em primeira instância, o pedido foi parcialmente aceito, para que fosse retirado definitivamente o conteúdo do site de relacionamentos, sob pena de multa diária. O usuário apelou.
Na apelação, o Tribunal de Justiça do Mato Grosso (TJMT) condenou o Google ao pagamento de R$ 12 mil de indenização por danos morais, porque o provedor não teria fornecido a identificação de quem cometeu a ofensa.
De acordo com o entendimento, "a recorrida empresa se torna solidariamente responsável pelos prejuízos de ordem moral causados ao recorrente usuário na medida em que não garante ao usuário a segurança necessária, permitindo a veiculação de conteúdo extremamente ofensivo".
O Google afirmou que a participação na divulgação não teria sido confirmada a ponto de ser responsabilizado pelos danos morais. O ministro Sidnei Beneti, relator do recurso especial, deu razão ao provedor, consoante jurisprudência do Tribunal: "O dano moral decorrente de mensagens com conteúdo ofensivo inseridas no site pelo usuário não constitui risco inerente à atividade dos provedores de conteúdo, de modo que não se lhes aplica a responsabilidade objetiva do mencionado dispositivo legal", disse.
Em contrariedade à posição do TJMT, o relator afirmou que o Google não tem obrigação de fornecer informações acerca do usuário ofensor, mas de fazer cessar a ofensa.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Museu de Arte Moderna e Pinacoteca ganham visita virtual no Google.


MAM
Daniel Mello
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – O Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) e a Pinacoteca do Estado foram incluídos no Google Art Project, inciativa que disponibiliza parte dos acervos de 150 museus de todo o mundo na internet.
Os visitantes virtuais poderão ter acesso a 80 obras do 30° Panorama da Arte Brasileira, exposição temporária que esteve no MAM no final de 2011. “Embora essa exposição não esteja mais em cartaz, ela motiva o visitante virtual a entender o MAM como um lugar que vai mostrar arte experimental de maneira experimental, tanto do ponto de vista da montagem, quanto da experiência proposta para o espectador”, ressalta o curador do museu, Felipe Chaimovich.
Como o tema do 30º Panorama é a itinerância, Chaimovich acredita que o formato virtual se relaciona bem com a proposta. “Uma preocupação da arte contemporânea é com o fato de os artistas muitas vezes viverem em trânsito, viajando. Então, isso é parte da experiência do artista contemporâneo”.
Pinacoteca
Chaimovich acredita que a nova ferramenta complementa a visita física ao museu. “Quem não veio ainda ao museu vai ter curiosidade de visitá-lo. E quem já veio ao museu vai ter uma ferramenta de pesquisa e rememoração”, destaca. “Não é, em absoluto, algo que compete com a experiência presencial, que é o sentido de os museus existirem de fato”, completa.
Na Pinacoteca, foram escolhidas 98 peças do acervo fotografadas por 15 câmeras montadas em um carrinho que percorreu os corredores do museu, tecnologia semelhante à do Google Street View. Além da alta resolução das imagens, o visitante virtual pode percorrer as salas ou clicar nas obras para obter mais informações.
“O acervo digital não é novidade para o museu, que já oferece em seu próprio site as imagens de toda a exposição. A diferença vem mesmo da qualidade tecnológica oferecida pelo Google”, explica o diretor da Pinacoteca, Marcelo Araújo.
O site do Google Art Project é http://www.googleartproject.com/pt-br/.

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