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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Imagem de mulher que tatuou o seio após mastectomia viraliza.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Alison Habbal tinha grandes preocupações após descobrir sobre um tumor em seu seio. O diagnóstico a informou de que perderia o mamilo e lhe restariam cicatrizes grandes no seio, algo capaz de destruir a auto-estima de uma mulher. Vamos acrescentar a esse rol de complicações as seções de quimioterapia ou radioterapia que levariam boa parte de seus cabelos.
Enfim, um quadro ruim...
Makkala Rose
Mas Alison não queria alimentar os sentimentos ruins que atingem, normalmente, as mulheres que passam por essa situação. Decidida, ela optou por não reconstruir a mama. Mais decidida ainda, ela pesquisou por tatuadores até chegar ao nome de Makkala Rose, tatuadora que trabalha na Nova Zelândia. 
Então, Alison parte para encontrar sua tatuadora em Melbourne. A tarefa seria desgastante para ambas, em especial para Alison que teria que aguentar horas de tatuagem em um local sensível. 
Na verdade, foram 13 árduas horas, vencidas por uma mulher que sobreviveu a um câncer e passou com bravura pelo processo de tatuagem.
Passadas essas etapas, ela decidiu mostrar em seu Instagram os resultados da tattoo. E eis que a imagem viraliza na web. Por que? Simples. Ela havia recuperado sua auto-estima e estampava no rosto um belo sorriso e no seio uma tatuagem linda. 
O que permanece dessa história? A vitória sobre o câncer e, sobretudo, sobre as lacunas do câncer. A auto-estima foi recuperada, Alison se tornou exemplo para outras incontáveis mulheres que passam por situação igual. Ela deixa uma clara mensagem através de suas imagens e história: é possível sobreviver a isso e tornar a viver com amor próprio. 
Alison Habbal
E resta um fato curioso. Por não ter mamilo, as fotos dela puderam ser publicadas sem restrição no Facebook e Instagram. A censura não teve forças para impedir a divulgação dessa bela história de superação.
Especial agradecimento à artista Makkala Rose. Abaixo, alguns dos trabalhos dela, incluindo o rascunho da tatuagem de Alison Habbal.
Hoje Alison é, além de inspiração para mulheres com câncer de mama, uma fonte de informação para aquelas que estão em situação similar. Alison recebe muitas mensagem por meio do Instagram e dá esperança a elas. Belo exemplo.

O stencil de Alison Habbal

Contato com a artista: http://www.flaxrootstattoo.co.nz/





quinta-feira, 21 de abril de 2016

Mercur lança novos produtos de tecnologia assistiva a partir do projeto Diversidade na Rua



Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo

Desde 2011, a partir do projeto Diversidade na Rua, a Mercur tem se relacionado com uma rede colaborativa de pessoas envolvidas com a temática de acessibilidade e inclusão: professores de salas de recursos, de APAES, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, pessoas com deficiência e seus familiares. Foi com base nesses diálogos que a empresa materializou alguns produtos que estão disponíveis na loja do Diversidade na Rua. Entre as novidades estão o Fixador de Mão em Tira, o Engrossador em Discos e a Cinta de Posicionamento para Cadeirantes.

No ano de 2015 a empresa observou em contato com esta rede que muitas das dificuldades vividas pelas pessoas com deficiência no seu dia a dia estavam ligadas a inabilidade de segurar objetos nas mãos.  Nesse contexto surge na Mercur uma linha de trabalho, ligada à Tecnologia Assistiva e direcionada a construção de dispositivos Facilitadores de AVDs (atividades de vida diária). Um grupo de colaboradores de diferentes áreas da empresa, foi instituído para dedicar-se a seguinte temática: como desenvolver soluções que atendam a necessidade de pessoas com dificuldade de preensão para realizar suas atividades de vida diária – alimentação, higiene e aprendizagem – gerando independência, autonomia e dignidade, de forma acessível (preço e disponibilidade)?

Foram realizadas oficinas com diferentes pessoas, dentre profissionais da área da saúde, educação e deficientes, nas cidades de atuação do projeto (Porto Alegre, Caxias do Sul e Santa Cruz do Sul). O resultado dessas atividades foi a criação dos três novos produtos: fixador de mão em tira, engrossador em discos e a cinta de posicionamento para cadeirantes.
 Confira mais detalhes sobre os produtos de tecnologia assistiva:


O Fixador de Mão em Tira é um facilitador de AVDs (Atividades de Vida Diária) que possibilita a autonomia e independência às pessoas que tenham dificuldade preensão e, por tanto, de segurar objetos, dentre eles escova de dentes, brinquedos, talheres, pinceis e canetas. É flexível e tem características multifuncionais, podendo ser fixado na mão de diferentes maneiras, inclusive funcionando como um abdutor de polegar.  


O Engrossador em Discos também é um facilitador de AVDs.  Este recurso foi pensado como possibilidade de oferecer mais conforto às pessoas com dificuldade de preensão, tornando o ato de escrever ou pintar um momento ainda mais feliz e prazeroso. Pode ser montado de diferentes formas, de acordo com a necessidade de cada pessoa, tanto por destros quanto por canhotosEstá disponível em duas apresentações: uma desenvolvida em borracha macia e leve, pesando ao todo 20g e outra em borracha mais firme e pesada, totalizando 65g. Esta diferença de textura e peso se faz necessária, pois cada pessoa tem uma necessidade específica. O engrossador em discos leve é indicado para pessoas que possuem diminuição de força muscular. Já aquelas pessoas que apresentam movimentos involuntários, provavelmente se beneficiarão do engrossador em discos mais pesado, pois ele pode possibilitar mais estabilidade da mão no momento da escrita.


A Cinta de Posicionamento para Cadeirantes surgiu da necessidade de um produto que auxiliasse os jogadores de basquete cadeirantes a ficarem seguros e confortáveis sobre as cadeiras de rodas durante a prática do esporte. Como precisam se movimentar bastante e muitos deles não têm controle de tronco, nem sensibilidade nos membros inferiores, precisam estar fixos na cadeira para evitar que se machuquem durante o jogo. 


“Muitas vezes os atletas constroem gambiarras com esta finalidade, pois as opções que existem no mercado são importadas e possuem um custo muito elevado, dificultando o acesso. Os atletas que testaram o produto descobriram que ele tem como característica a multifuncionalidade, ou seja, poderiam utilizá-lo para a prática de diversos esportes em cadeira de rodas, não só o basquete, além de utilizá-lo como forma de posicionar-se em bancos de automóveis, aviões e ônibus”, declara Cristina Fank, terapeuta ocupacional da Mercur.
 Disponível em três diferentes tamanhos, para uso em abdômen, pernas e pés, esse produto possibilita ao cadeirante uma sustentação segura, permitindo a sua movimentação ativa com conforto.
 Os produtos já estão disponíveis na loja do Diversidade: http://loja.mercur.com.br/

Sobre a Mercur:

A Mercur é uma empresa brasileira, fundada em 1924 na cidade de Santa Cruz do Sul (RS) e começou sua trajetória com produtos derivados da borracha. Com o passar dos anos e o repensar constante das suas atividades, a empresa entende que tudo que é produzido para atender as necessidades humanas tem um impacto no ambiente, indivíduos e na sociedade. A Mercur assume publicamente o compromisso de participar com pessoas e organizações na criação de soluções sustentáveis e que indiquem novos patamares de uso, criando facilidade que possam se traduzir em produtos, serviços ou novos modelos de comercialização.Atualmente a empresa conta com cerca de 700 colaboradores, com um portfólio de produtos voltados aos segmentos de educação e saúde, como borrachas de apagar, bolas de exercício, bolsas térmicas, muletas e etc. A companhia também atua na área industrial com soluções customizadas, disponibilizando lençóis de borracha e peças técnicas, bem como pisos especiais e revestimentos.

Acesse também:Site da Mercur: www.mercur.com.br
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Mercur no Twitter: 
@mercuroficial
Mercur no Youtube: 
Mercur S/A
Nas redes sociais, utilize a hashtag: #deumjeitobompratodomundo

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Aluna com Down recebe prêmio por redação.


 
Fonte: G1.
 
Uma estudante com Síndrome de Down de uma escola particular de Curitiba venceu um concurso nacional de redação infantil. Com o apoio dos professores e dos colegas de classe, Camila Manzolli, de 11 anos, redigiu um texto sobre a própria história.
"Foi um processo bem difícil, mas foi bem legal trabalhar com ela. Eu ia levantando algum tema, mas ela mesma construía as frases e no final ficou bem bacana a história", explica a professora Giovana de Bassi.
Dentre os assuntos descritos na redação, Camila fez questão de lembrar quando ganhou uma medalha de ouro nas paraolimpíadas na categoria de ginástica. O texto surpreendeu os organizadores do concurso, que criaram um prêmio específico para a garota na categoria superação.
O troféu foi entregue durante uma solenidade no Museu de Arte Moderna, em São Paulo. A mãe, Liziane Manzolli, contou que se sentiu orgulhosa da filha após mais uma conquista. "É muita emoção, eu jamais imaginaria", afirma a mãe, que completa e diz que o reconhecimento é só o começo das conquistas que ainda estão por vir. Quando crescer, Camila conta que quer ser professora.

Franz says: essa é uma rápida demonstração que comprova o quanto qualquer criança ou adulto especial pode superar sua situação e realizar o que quiser. 


terça-feira, 16 de outubro de 2012

Resenha do documentário: Anderson Silva - como água.


“Empty your mind, be formless, shapeless - like water. Now you put water into a cup, it becomes the cup, you put water into a bottle, it becomes the bottle, you put it in a teapot, it becomes the teapot. Now water can flow or it can crash. Be water, my friend.”
Bruce Lee

Muitos podem desprezar os documentários, principalmente quando o assunto abordado é luta. Afinal, pensam alguns, quais as lições ou o que se aproveitaria de uma produção baseada em uma simples luta. É tudo tão previsível...
Honestamente, a única coisa que é previsível nesta produção sobre uma das lutas mais polêmicas do UFC (Ultimate Fighting Championship) é o resultado, ainda mais se levarmos em conta que ela já ocorreu há muito tempo. Mas não é o resultado que importa. O que me faz hoje escrever esta resenha é uma única coisa: a quebra de um preconceito nutrido por uma infinidade de pessoas quando o assunto é lutar. 
O estereótipo do lutador violento, analfabeto e ignorante já caiu por terra. Muitos passaram a admirar a luta, principalmente o evento UFC, por conta da humildade no pós-luta, pela preocupação de um lutador vencedor diante de seu oponente tombado e os cuidados com a integridade dos guerreiros. A violência existe desde o momento em que se inicia até o último round, mas tudo se encerra com o máximo de espírito esportivo e respeito pelo adversário. Grandes combates sempre ocorrerão, porém são raras as oportunidades para se conhecer e vivenciar a trajetória de um grande combatente. Esse documentário é sobre isso: a saga de um homem comum que se destacou entre seus pares e, ainda assim, manteve suas virtudes e defeitos. Como um ser humano comum, Silva não é invencível, porém ele dá o melhor de si, sacrifica-se para chegar ao auge. Essa escalada, essas barreiras e as falhas às quais qualquer um está sujeito são o ponto forte do documentário. Lutas duram pouco e não temos a menor ideia do que um combatente passa para chegar até lá no octogono e superar dores, temores, saudades e uma raiva gerada pela distância de quem se ama. O caminho do guerreiro leva a um lugar único, isso é previsível, entretanto nem o próprio lutador sabe qual a melhor trilha para alcançar a tão almejada vitória: isso é algo imprevisível.
Agora imagine o quanto essa imprevisibilidade aumenta quando o foco da luta é o atual campeão dos pesos médios do UFC: Anderson "Spider" Silva. Sim, leitores, este documentário é imprevisível, não importa se vocês já saibam quais foram os resultados das lutas.
Começamos nossa viagem com um trecho de uma entrevista com Bruce Lee. Ao vê-la, vocês entenderão o porquê da expressão "como água". O que se segue são momentos da luta (extremamente burocrática) entre o Spider e Demian Maia, e a polêmica conferência pós-luta.
O resultado da luta foi favorável a Anderson, porém desagradou muito ao chefe do UFC, Dana White. Dana lançou um ultimato: o resultado negativo da próxima luta ou uma vitória com a mesma morosidade do combate contra Demian selariam a carreira de Anderson Silva.
O adversário selecionado foi o promissoor e polêmico Chael Sonnen, um combatente que se vale das palavras para minar a paciência e a concentração dos rivais.
Não é preciso ver o documentário para se conhecer o resultado final do combate. Porém é indispensável assisti-lo para se conhecer os dramas que envolvem uma "simples" luta. Certamente aqueles que não gostam do lutador Anderson Silva irão, ao final da obra, admirar a pessoa, o pai, o amigo e o trabalhador. "Como Água" não é um documentário sobre luta, mas uma obra cinematográfica sobre a superação, os limites, as dores e as consequências das decisões em um mundo no qual as divisas entre o sucesso e o fracasso são próximos e tênues.
Anderson teve a coragem de se mostrar humano neste documentário, expondo seus medos e raivas, fraquezas e forças. A luta é apenas uma das passagens pelas quais os produtores de "como água" se valeram para nos expor um lutador que não é um super humano, porém tem certamente a capacidade de inspirar outros a melhorar.
O homem tem que se adaptar e fluir, não importa qual o ambiente em que esteja. Adaptação é a chave para o progresso e o sucesso... essa é a lição que fica.




quarta-feira, 28 de março de 2012

Homem cessa o vício do cigarro e acumula 30 mil reais


Fonte: G1

Um comerciante de Fortaleza decidiu economizar o dinheiro que gastava comprando cigarros para financiar uma rotina  de  esportes  e  vida  saudável.  Nos  últimos  seis  anos,   Nilo  Veloso  disse ter juntado  quase R$ 30.000,00 depositando em um cofre a quantia equivalente a cada carteira de cigarro que deixou de comprar. Antes de largar o cigarro, ele afirma que gastava cerca de R$ 15,00 ao consumir três carteiras por dia.
O dinheiro usado para financiar o vício passou a ser guardado em um cofre, de onde saiu a verba para ajudar na compra de um carro, três notebooks, três câmeras digitais e viagens para Aracaju e Buenos Aires. O comerciante usou o dinheiro também para adquirir duas bicicletas e ter uma vida saudável.”Eu rejuvenesci. Tudo melhorou: a pele, o gosto da água, a qualidade de vida, a convivência”, afirma Veloso.
O personal trainer Rodrigo Veloso, filho do comerciante acompanhou a mudança na rotina pai e sente orgulho da evolução. “Agora, ele tem uma qualidade de vida bem melhor. Ele está fazendo uma atividade física e procurando se alimentar melhor. Isso só traz o melhor para ele e também para os amigos”, diz.
Veloso começou a fumar com 18 anos. Segundo o Ministério da Saúde, 78% da população fumante começa antes dos 20 e, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, 10% das mortes são causadas pelo cigarro. “Fiquei muito orgulhosa quando ele começou a juntar as moedinhas. Ele deu um cofrinho para cada filho e também nos incentivou a ajudar”, explica Nilane Veloso, filha do comerciante.
Sete anos após mudar a rotina, Nilo emagreceu 22kg e diz que consegue percorrer mais de 40 quilômetros nas pedaladas que faz todo domingo com outros ciclistas. Ele continua juntando o dinheiro equivalente às carteiras de cigarro que comprava e pretende usá-lo para fazer outra viagem.

Com base no valor de uma único maço de cigarros a 4 reais - e esse é o consumo diário do fumante - eis suas despesas a longo prazo:
Despesa diária: R$ 4,00
Despesa semanal: R$ 28,00
Despesa mensal: R$ 120,00
Despesa anual: R$ 1.460,00
Agora considere que o fumante fume dois maços ao dia (40 cigarros) e teremos os seguintes resultados:
Despesa diária: R$ 8,00
Despesa semanal: R$ 56,00
Despesa mensal: R$ 240,00
Despesa anual: R$ 2.920,00
Então, que tal parar agora e economizar muito dinheiro, recuperar sua saúde, ficar mais disposto e feliz? Quantas pessoas não gostariam de dispor de 240 reais por mês para investir em livros, ir ao cinema, jogar um game novo ou, simplesmente, investir em algo mais produtivo e interessante que inserir mais de 4000 substâncias tóxicas no próprio organismo? Valorize seu dinheiro e sua vida.
 

 

sábado, 7 de janeiro de 2012

Reflexão para 2012: antes tarde do que nunca.


As páginas e as canetas estão aguardando sua decisão...
Quando 2011 começou, ele era todo seu. Foi colocado em suas mãos... Você podia fazer dele o que quisesse...
Era como um Livro em Branco, e nele você podia colocar um poema, um pesadelo, uma blasfêmia, uma oração. Podia...
Hoje não pode mais; já não é seu. É um livro já escrito...Concluído.
Como um livro que tivesse sido escrito por você, ele um dia lhe será lido, com todos os detalhes, e você não poderá corrigi-lo.
Estará fora de seu alcance.
Portanto, antes que 2011 termine, reflita, tome seu velho livro e o folheie com cuidado.Deixe passar, cada uma das páginas, pelas mãos e pela consciência; faça o exercício de ler a você mesmo.
Leia tudo...
Aprecie aquelas páginas de sua vida em que você usou seu melhor estilo.
Leia também as páginas que gostaria de nunca ter escrito.
Não, não tente arrancá-las.
Seria inútil.
Já estão escritas.
Mas, você pode lê-las enquanto escreve o novo livro que lhe será entregue. Assim, poderá repetir as boas coisas que escreveu, e evitar repetir as ruins.
Para escrever o seu novo livro, você contará novamente com o instrumento do livre arbítrio, e terá, para preencher, toda a imensa superfície do seu mundo.
Se tiver vontade de beijar seu velho livro, beije-o.Se tiver vontade de chorar, chore sobre ele e, a seguir, coloque-o nas mãos do Criador.Não importa como esteja...
Ainda que tenha páginas negras, entregue e diga apenas duas palavras:
OBRIGADO E PERDÃO !!!
E, quando 2012 chegar, lhe será entregue outro livro, novo, limpo, branco todo seu, no qual você irá escrever o que desejar...

A todos os amigos e amigas que acompanham este trabalho ou, ainda, apenas passam para dizer um breve "oi", deixo esta mensagem que transmite um único e valioso ensinamento: nunca é tarde para recomeçar. Reescrevam suas histórias e lutem para transformar seus sonhos em realidade. Nossa felicidade é fruto de nossa vontade para quebrar barreiras, superar os erros e lutar pelo que queremos e amamos.
P.S.: caso alguém conheça o autor, comente e irei creditar neste post.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Starship troopers e Starcraft: apenas nomes parecidos?



Até onde estas duas franquias são independentes? Apesar de Starship ter sido lançado anteriormente ao jogo Starcraft, podemos afirmar que um não buscou "inspiração" no visual e no conceito básico do outro?
Coincidência ou não, tanto o filme como o jogo apresentam uma grande igualdade: os ataques de insetos gigantes e plenos de ódio por humanos. Soldados são colocados na maior roubada de suas vidas e, para variar, estão cercados por ninhadas de alinígenas parecidos com baratas, gafanhotos, aracnídeos e outros estereótipos de insetos que impõem medo. O que não muda entre um e outro: um alienígena é mais letal, quase sempre, que um humano armado. Outra igualdade é a quantidade de alienígenas que atacam. Eles sempre usam um "bando" com inúmeros deles para minar as forças de defesa (pois, basicamente, a defesa e o planejamento são o segredo do sucesso para sobreviver, seguidos, logicamente, pelo ataque). Como disse, as coincidências não ficam apenas nos nomes.
Aos que ainda não viram ou não lembram de Tropas Estelares, sem mandar spoiller, resta dizer que as cenas de combate são incríveis, principalmente se levarmos em conta que a produção data do ano de 1997. 
Outro ponto positivo no filme de Paul Verhoeven é a exposição das diferenças ideológicas entre pilotos, engenheiros e a tropa de infantaria. Acreditem, este tipo de intriga e preconceito é algo ainda existente entre os militares. No jogo, há uma forte influência da disciplina e hierarquia entre os militares e, inclusive, entre os Zergs.
Agora, uma dúvida que não posso sanar é até onde houve um simples acaso e onde houve plágio da idéia central. Os roteiros são muito diferentes, porém não há como negar que entre Starship Troopers e Starcraft (o primeiro de 1997 e o segundo de 1998) há um incômodo e uma dúvida provocados pelas semelhanças. 
Starcraft já teve sua nova versão lançada recentemente, dando sequência à franquia. Starship Troopers será em breve refilmado, o que traz enormes expectativas para os fãs do filme original (as sequências foram péssimas) e, caso tenha sucesso, poderá determinar uma sobrevida à franquia cinematográfica, venda de produtos licenciados e outros produtos. Mas será que teremos um filme com influência do game ou tudo não passa de uma teoria equivocada da "conspiração"?
E você, o que acha?


quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Inclusão Social: obras de arte para cegos



Nascimento de Vênus - original
O Museu Tátil Grego (em Athenas) existe desde 1984. Ele tem como principal característica dar acesso para as pessoas com deficiência visual às obras de arte clássicas. Usando cópias de obras de arte, o museu permite que seus visitantes toquem-nas, descobrindo as nuances que, para os cegos, antes eram inacessíveis. 
Um empreendimento de tal porte é algo raro. Apenas cinco museus em todo o mundo possuem um acervo similar. Artefatos religiosos, vasos, estátuas e esculturas ficam à disposição dos visitantes para que através do tato, descubram o quanto a arte pode ser bela.
Crianças entre 6 e 12 anos, cegas ou não, são convidadas a tocar as obras e, pelo tato, conceituar o que sentem. Máscaras são disponibilizadas para os que enxergam normalmente, fazendo com que estes tenham uma breve noção do universo dos que foram privados da visão. É uma experiência diferente e inesquecível. 
Nascimento de Vênus - relevo
Na Itália, em Florença, a obra de arte “O nascimento de Vênus” de Botticelli é mostrada em uma nova versão. A pintura está disponível em alto-relevo, feita em uma resina especial, na galeria Uffizi. A beleza da pintura foi transposta rigorosamente para a textura, dando a oportunidade aos deficientes visuais de "ver" os motivos que levaram esta obra a ser considerada um clássico da pintura Renascentista.
Apesar de ter dimensões menores, "O nascimento de Vênus" não perde em expressão à obra original.
“Isso parece um sonho. Além da alta qualidade do produto, agradecemos este gesto, que basicamente é uma forma de criar uma sociedade que nos inclui”, disse animado o presidente da União Italiana Cegos de Florença, Antonio Quatraro. Quatraro disse que o sonho tornou-se realidade, pois permite que milhares de pessoas como ele que não enxergam, toquem a ‘Vênus’.
A Galeria Uffizi disponibiliza outros trabalhos em relevo e Braille. A experiência tátil de Florença será estendida para outros museus na Itália.
Só quem já viu um deficiente visual curtindo a descoberta de uma imagem pelo tato, pode descrever a  alegria do momento. Lucas Radaelli é um exemplo disso quando, em uma visita ao escritório do Jovem Nerd, teve acesso aos pôsteres de filmes em 3D - Tubarão, O poderoso Chefão, Rocky etc - e ampliou a percepção daquilo que ele apenas tinha imaginado por comentários de outras pessoas. Fantástico. Acesse este link do YouTube e veja como foi: Nerd Office S02E18.
Esta iniciativa tem que ser aplicada aqui também em nosso país. Ajude a divulgar esta notícia. É hora de "abrir os olhos" das pessoas que realmente têm poder para melhorar o padrão de vida dos deficientes visuais.

fontes: Museu de Athenas e Deficiente Ciente


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Ponto de Vista 01 - Computadores falantes


Este é um dos caras mais fantásticos que já vi. A primeira vez que soube do LUCAS RADAELLI foi através do Nerdcast, mas vê-lo é algo ainda mais incrivel.
Um exemplo para todos e uma prova de que nossas limitações são impostas por nossos medos e preconceitos.
Quer "ver" mais? Acesse ponto de vista.



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