Por: Rainier Morilla , via Roda de Escritores A cada passo desapareço Só não somem as marcas do passado Busco teu corpo no meu Mas só encontro pedaços São cordas, Demônios insistentes, Do pretérito mais que imperfeito. A cada degrau que subo Chego mais fundo no poço Do alto me procuro Não me encontro Só há dor Uivos dos ventos. Gilete na pele. Abro as asas e sinto-me livre pela ultima vez na vida
"Um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para o Abismo."