Pagu , de Augusto de Campos Peota, prosadora, jornalista e agitadora cultural. Crítica de literatura, artes visuais e teatro. Tradutora de Kafka, Valéry, Pirandello e Ionesco quando esses autores eram quase desconhecidos no Brasil. Uma das embaixadoras da soja no país, cujas sementes lhes foram fornecidas pelo último imperador da China. Militante comunista ferida em protestos de rua em Paris e torturada na prisão do Rio de Janeiro. Quem foi, quem é Patrícia Rocher Galvão, a Pagu (1910-62), musa do modernismo brasileiro e uma de suas protagonistas? Neste livro polivalente, que Augusto de Campos define como “um livro vivo, uma biografia não biográfica, um biotexto ou biolivro”, os capítulos da vida-obra desta mulher fora de série são recombinados num autêntico caleidoscópio biobiliográfico. A nova edição desta antologia de textos de e sobre Pagu permite reavaliar sua atuação estética e política no contexto de uma trajetória pessoal singular, marcada pelo embate inces...
"Um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para o Abismo."