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Mostrando postagens com o rótulo Machado de Assis

Conheçam os três mais recentes lançamentos da Cia. das Letras.

Liberais e antiliberais - A luta ideológica do nosso tempo , Bolívar Lamounier Bolívar Lamounier sempre manteve a independência intelectual. Neste novo livro, o sociólogo reflete sobre o conflito entre a democracia liberal, o marxismo e o fascismo. Comprovando sua destreza com as palavras, ele enfrenta com coragem os temas mais espinhosos do debate acadêmico brasileiro - como o silêncio das esquerdas acerca dos resultados fracassados das revoluções socialistas. Ao final, o livro traz ainda uma valiosa bibliografia comentada, que conta com títulos de nomes como Fernando Henrique Cardoso, Jean-Paul Sartre, Max Weber e Montesquieu. Machado , Silviano Santiago Rio de Janeiro, começo do século XX. Viúvo e solitário, Machado de Assis sofre fortes dores e crises nervosas enquanto testemunha a modernização da antiga cidade do Rio de Janeiro. Em Mário de Alencar, filho de José de Alencar, o presidente da Academia Brasileira de Letras encontrará um precioso interlocutor, que tamb...

Muitos lançamentos literários pela Companhia das Letras.

Os sonâmbulos ,  de Christopher Clark (Tradução de Berilo Vargas e Laura Teixeira Motta). Baseado em vasta pesquisa e documentos inéditos, o professor da Universidade de Cambridge Christopher Clark procura reconstruir o contexto e esclarecer um dos momentos mais controvertidos e mal compreendidos da história: o início da Primeira Guerra Mundial. Numa narrativa transbordante de ação, Clark propõe uma nova abordagem do primeiro conflito bélico a assumir dimensões globais. Em vez de narrar estratégias militares, batalhas ou atrocidades do front, escolhe esmiuçar a complexa rede de eventos, interesses e frágeis equilíbrios de força que levou um grupo de líderes políticos, em geral bem intencionados, a decisões desastrosas, que culminaram numa guerra de violência inaudita. A tristeza do samurai , de Victor del Árbol (Tradução de Eduardo Brandão). A advogada María Bengoechea se tornou conhecida por ter colocado detrás das grades o inspetor César Alcalá, num ...

Lançamentos da Cia das Letras. Semana 151.

Memória da pedra , de Mauricio Lyrio Desde a juventude, Eduardo investiga a fenda que partiu sua vida ao meio” — um acidente no Rio de Janeiro, no fim dos anos 1960, que envolveu seus pais. Suicídio ou fatalidade? A resposta pode estar nos conhecimentos de um médico, ou nas lembranças escondidas da família numa casa em Teresópolis. Ou talvez o caminho seja outro, o da redenção, na possibilidade de reconstituir uma vida fraturada — o amor por Laura, a relação paternal com o menino Romário, o fascínio pela personalidade de Marina, uma mulher no limite. Tudo o que for preciso — e possível — para deixar de ouvir apenas “a mudez na face escura da montanha”. ( Leia o post de Luiz Schwarcz sobre o livro )

Literatura corta e cola (Via Revista Época)

Fonte: Época . Texto de Danilo Venticinque Conterrânea de Günter Grass e Thomas Mann, vencedores do Nobel de Literatura, a adolescente Helene Hegemann não precisou de tempo nem de originalidade para fazer barulho no mundo das letras alemãs. Com seu romance de estreia, Axolotle Atropelado (Intrínseca, 208 páginas, R$ 39,90), que narra a vida de uma adolescente em uma Berlim sombria, repleta de sexo e drogas, a autora de 17 anos foi indicada ao prêmio principal dos festivais literários de Colônia e Leipzig. O livro vendeu mais de 100 mil cópias, foi traduzido para 14 idiomas e garantiu o lugar de Helene entre as principais revelações da literatura contemporânea no país. Seria uma história irretocável de garota prodígio, não fosse a revelação de um segredo embaraçoso: dezenas de trechos do livro foram copiados diretamente de blogs e outras fontes da internet. O que faz de Helene um fenômeno literário em vez de um caso clássico de plágio é a explicação dada pela auto...