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sábado, 3 de dezembro de 2016

Fantasmagorias. Episódios que irão atormentar sua mente.



Fantasmagorias é uma série da HBO de curtas-metragens cuja temática é o sobrenatural e o mal que pode vir do ser humano. Os episódios abordam algumas das mais famosas lendas urbanas, acrescidas de um toque de crueldade que só as boas animações podem trazer.
Os episódios não passam de 3 minutos, mas ganham força pela narração e o visual de desenho animado. Tons escuros e desenhos de alta qualidade, aliados às histórias sombrias, garantirão a satisfação de qualquer fã de terror. Destaque para o narrador: um coveiro.
Vejam dois episódios aqui e acessem a página da HBO no Youtube para ver outros episódios.

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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Lista de Compras: Ultra Carnem - o terror nacional se une à Darkside Books.



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Era um encontro inevitável. De um lado, a Caveira querendo publicar revelações do terror nacional. Do outro, um farmacêutico carismático com um toque de “O médico e o monstro” desejando dar voz as possibilidades sombrias que corriam em suas veias.

O pacto foi selado em latim e da união entre Cesar Bravo e a editora mais sombria do mercado nasceu um livro visceral. ULTRA CARNEM expande a sua obra mais popular, com quatro histórias que despem o irreal e tem como elo um olhar sarcástico de quem observa o mundo e compreende que na disputa entre o Céu e o Inferno nós somos o prato principal. Narrativas insanas, repletas de pactos, demônios, conversas capciosas, sangue, socos na boca do estômago e... bom, a gente não vai contar tudo.
Só o que podemos revelar é que ULTRA CARNEM expande em muito a mitologia criada por Cesar Bravo, dando detalhes assustadores sobre a infância e a obra maldita de Wladimir Lester, o estranho menino pintor. Além disso, o autor mostra até onde vai a fome de um homem desesperado pela fama ou por uma vida mais digna por direito. A caminhada segue sem pudores expondo a fragilidade de cada um de nós. Por fim, o leitor fica com a sensação de que nós, humanos, não devemos bancar o esperto. E que não existe a possibilidade de enganarmos o céu e o inferno.
A incursão de Bravo na literatura de horror aconteceu bem cedo, influenciada por sua personalidade e gosto pessoal. Mergulhado nos livros, nos filmes ou na arte em geral, não importava: essa atmosfera macabra esteve sempre presente. Em meados de 2011, abraçou o medo como matéria prima e decidiu dar início a uma carreira na literatura. Após autopublicar antologias e romances na Amazon, ele foi ganhando cada vez mais visibilidade e se tornou querido e admirado entre os fãs de terror nacional. Em 2013, foi premiado no concurso de Novos Talentos da Literatura realizado pela FNAC.
Cesar é um admirador e seguidor dos grandes mestres, devoto de Edgar Allan Poe e H.P. Lovecraft. Com uma voz única e muito brasileira, o terror nacional volta a respirar na pele da nova geração de autores e leitores sedentos por histórias que deem voz a nossa identidade, mas que nos levem muito além da carne.


terça-feira, 11 de outubro de 2016

Anabela. Conto de Filipe Gomes Sena.



Por: Filipe Gomes Sena. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

“Nunca escreva quando estiver cansada, nem quando estiver doente e principalmente: nunca escreva enquanto o relógio estiver marcando três da manhã”.
Foram as palavras ditas pelo avô de Anabela quando ela disse, ainda criança, que queria virar escritora. O avô dela era escritor, assim como o avô dele e assim como a paixão pela escrita sempre pulava uma geração, aquele aviso era dito pelos avós para seus netos.
A voz do avô de Anabela foi o último bastião de ordem no caos dos sonhos febris. A moça tinha passado as últimas quatro noites delirando de febre. Ela tinha passado as últimas quatro noites ouvindo os avisos do avô e nos últimos quatro dias ela tinha acordado sentada na escrivaninha, poucos segundos antes de encostar a caneta no papel… Com o relógio marcando três e meia da manhã.
Anabela estava esgotada. Os dias de febre tinham consumido todas as suas energias e o sono não apareceria enquanto o Sol ainda estivesse no céu. A pouca fome dos últimos dias tinha desaparecido naquele domingo. Seja qual fosse a batalha que estava sendo travada ali, não era Anabela que estava ganhando.
“Quando estamos cansados não conseguimos perceber o mal que nos ronda”.
O relógio marcava dez da noite quando o sono chegou. Ela engoliu dois comprimidos antes de deitar. O sono sempre chegava antes da febre e os comprimidos conseguiam ao menos deixar a temperatura controlada.
“Quando estamos doentes temos seres estranhos no nosso corpo, alguns deles gostam de nos fazer escrever o que eles não podem falar”.
Algo estava diferente naquela noite. Anabela nunca estivera tão lúcida durante os sonhos que a febre trazia. Várias cores dançavam na frente dos seus olhos, as estrelas dançavam no céu caleidoscópico e o vento cantava no vazio que a cercava. De tanto tremer, por causa do vento ou da febre, caiu de joelhos e encarou a explosão de cores que a cercava.
“Quando o relógio marca três horas e o Sol não está no céu, as passagens para outros mundos são abertas, dentro e fora da gente”.
O vento deitou Anabela no chão. As cores mergulharam por baixo dela para fazer uma cama, as paredes e a escrivaninha. Uma versão multi cromática do seu próprio quarto. O braço direito se debatia compulsivamente como se procurasse algo, as pernas escorregaram para fora da cama e com um impulso colocaram Anabela de pé. Passos trôpegos levaram a pobre moça para a mesa, a mão direita finalmente encontrou pela pena que procurava. A cama se jogou em forma de cadeira para sustentar a moça enquanto a pena dançava sobre o papel e os avisos do avô ecoavam pelo vazio.
Uma eternidade depois as cores se apagaram. a cadeira largou Anabela no chão gelado, o vento rasgou-lhe a pele e a dor encerrou a alucinação.

Quando acordou, Anabela estava no chão do quarto. A febre tinha passado e a sensação de esgotamento era menor. A cadeira tombada serviu de apoio para que ela se levantasse. Na mesa estava um caderno com meia página escrita e um despertador que marcava dez minutos depois das três e meia da manhã. Ainda desorientada, a moça rasgou o parágrafo escrito do caderno e leu. A língua era desconhecida, mas ela conseguia compreender as palavras malditas que ali estavam escritas. Palavras tão hediondas que as últimas forças da jovem foram exauridas. Por horas ela esteve desmaiada. Quando acordou o Sol já iluminava a janela do quarto, mas o pedaço de papel rasgado do caderno não estava mais lá.

domingo, 25 de setembro de 2016

Palavras.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Vivi muitos anos ao custo da mentira. Balbuciei palavras de amor, orei e pedi perdão... sem que nada fosse real. Falei com a eloquência de quem está à beira da condenação, e dela fugi por incontáveis vezes. Dizer o que queriam ouvir, na hora em que mais necessitavam.
Destilei um lento veneno nas vidas de pessoas que me amaram. Pela boca vivi e por ela sentenciei alguns à morte.
Sempre tive respostas para tudo, mesmo que isso não seja sinônimo de verdade. O que sei, honestamente, é que algumas pessoas insistem em passar seus temores, sonhos e esperanças. E o que acontece quando alguém como eu capta essas informações? Usa-se contra os que apenas queriam um alento. Vã credulidade.
Porém é preciso lembrar que até o mais mortal escorpião pode ser envenenado. O tempo, inimigo dos ímpios e companheiro dos justos, chegará aos que se vangloriam da oratória. Nenhuma mentira é eterna, já que mesmo quando não descoberta ela pode matar quem a proferiu. Isso se chama remorso. Isso é fatal.
Como vivi pelas palavras, hoje morrerei por elas. Não suportei a carga de tantas tragédias, incontáveis vidas destruídas. Hoje, diante de meus acusadores, confesso cada um de meus crimes, nomeio cada vida que foi encerrada por meio de minha língua. Vivi pelas palavras, matei através delas e, finalmente, ao assumir meus erros, ganhei a condenação à morte. Mas, de verdade, eu já estava morto há muitos anos.
O

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

O Demonologista, de Andrew Pyper. Resenha de um livro surpreendente.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Como assustar sem a já conhecida receita de sangue e violência? Simples. Basta usar a inteligência e uni-la a um roteiro impecável onde o suspense e o sobrenatural estão lado a lado ininterruptamente.
Assim surgiu O Demonologista, primeira obra de Andrew Pyper publicada no Brasil. Mas elogios só são válidos com argumentos que sirvam de base a eles. Assim, eis os pontos que irão comprová-los e, sobretudo, incentivar a leitura dessa obra publicada pela Darkside Books.
Antes, contudo, um bom booktrailer para começar a brincadeira...

O autor.

Andrew Pyper é um fenômeno no campo da literatura do medo.  Canadense, Andrew mostra um estilo de escrita clássico, capaz de direcionar o leitor e mantê-lo focado. Ele já ganhou diversos prêmios literários, concorrendo inclusive com Stephen King. Sua obra, O Demonologista, é um clássico livro de terror que ganhou adeptos por causa da fácil e fluente leitura, além de manter um clima soturno e assustador sem precisar das cenas apelativas de sangue e vísceras que alguns escritores usam com frequência.

Narrativa.


O ritmo de narração da trama é perfeito. Ele mantém o leitor fixo às páginas, mas com prazer. Já li incontáveis livros de terror cuja narrativa oscila e deixa o leitor incomodado, como em uma montanha-russa onde a emoção tem picos e momentos de marasmo. O Demonologista cativa por ter uma história muito boa cujo ponto forte está na continuidade da trama e não somente nas cenas de medo.

Personagens.


São poucos os personagens principais no livro. David Ullman é um professor de literatura com especialização no livro Paraíso Perdido, de John Milton. Essa especialização é o ponto de partida para aproximar David de uma criatura má, um ser essencialmente maligno.
Tess é a filha de David. Uma menina atenta, linda e cativante. Tess é a força-motriz que mantém o professor vivo (através do amor que um pai sente por sua filha) e também é a responsável por uma busca que mudará David em todos os sentidos.
Elaine O´Brien é a amiga mais íntima de David. Uma mulher charmosa e inteligente que oscila entre a amante (ainda que não tenham dormido juntos) e a melhor amiga. A relação entre eles é tão forte a ponto de marcar suas vidas de um modo inesquecível.
Há outros personagens como a esposa de David e o instrutor dela. Eles são bem construídos e, mesmo com poucas passagens, mostram que foram elaborados com propósito. Aliás, Pyper não deixa pontas (ao menos que eu tenha percebido) na trama, algo que mostra o empenho dele ao escrever e seu respeito pelo leitor.
Outros personagens aparecem e reforçam o clima de medo do livro, mas prefiro que os descubram sozinhos. Irão gostar (e temer), garanto.

Narrativas embutidas no livro.


Um ponto incluído de forma brilhante para dar mais força à narrativa é o mito de Túlia e Cícero. Pai e filha, Cícero amava Túlia de uma forma jamais vista. Quando a perdeu, a dor dele foi tão grande que até os mais importantes homens de sua época o cumprimentaram e demonstraram seu pesar. Mas é na mitologia que esta história ganha força. Séculos depois a chama que iluminava a tumba de Túlia ainda permanece acesa. Dizem que é a chama do amor de Cícero por sua filha.
Essa é uma das ferramentas de Pyper para dar emoção à trama. 

Ambientação.


David mora nos EUA e viaja por diversos lugares. Em cada um dos ambientes e lugares há descrições eficientes que auxiliam o leitor a entrar na história. Os ambientes são fundamentais para dar mais emoção e medo, algo que evidencia o zelo do escritor por seu livro. Há, contudo, um lugar muito especial que marca o início, meio e fim da trama. Um lugar que marcou David de uma forma que só o final da história apresenta ao leitor, surpreendendo pelo uso das emoções.
A narrativa e as ambientações transformam o professor Ullman em um andarilho.

Diálogos.


Os diálogos são fluentes. O uso de "aspas" para iniciar e fechar as conversas é algo que não via há algum tempo, porém se mostrou bem eficiente. Não há excessos nas conversas, o que evita cansar quem lê. Os diálogos se mostram coerentes e dão vida aos personagens. É possível ouvi-los falar enquanto lemos...

Demônios.



Nem só de demônios vive um livro. Na verdade, O Demonologista tem um ponto muito interessante que, muitas vezes, substitui os demônios tradicionais: os medos, conflitos e doenças que atingem qualquer ser humano normal. 
Ao longo da trama esses elementos ganham tanta importância quanto o mal ancestral que cerca David. Há demônios dentro de nós, mas cabe a cada um lutar para adormecê-los ou matá-los.
Outro "demônio" embutido na história é o Perseguidor. Um homem que é pago para seguir o Demonologista por todos os lugares. A relação entre eles ganha força e ódio e culmina de forma surpreendente. Mas esse personagem não se restringe a um simples assassino. Há sugestões que o associam à Igreja, assim como foi com o matador albino de O Código DaVinci.

Acabamento do livro.


Um diferencial em tempos de livros "econômicos". Mesmo com acabamento impecável, capa dura, marcador de tecido embutido no livro, páginas com papel de alta qualidade, letras douradas e o tradicional zelo da Darkside, o preço ainda não está alto. Aliás, uma leve busca irá fazê-los encontrar esse livro a um preço bem camarada. 
As ilustrações de Gustave Doré dão mais força ao clima sombrio e ao medo que permeiam a obra inteira.
Parabéns à editora por trazer o livro até o leitor brasileiro e, sobretudo, por dar um acabamento digno de uma obra ótima. Ponto positivo para a capa e lombada que imitam um livro já desgastado. Impressionante!
Até o autor elogia o trato em seu novo livro lançado pela Darkside. Acessem o site e leiam o depoimento de Andrew Pyper sobre  Os Condenados  (em inglês).

Autores que o elogiaram.


Stephen King: O medo clássico tem um novo nome.

Gillian Flynn: Emocionante, absolutamente enervante e inteligente.

Boas novas.

O Demonologista será adaptado ao cinema por Robert Zemeckis, diretor dos consagrados filmes Forrest Gump e De Volta para o Futuro. Aguardaremos com ansiedade.

Curiosidade.

Andrew tem uma filha, Maude, e ela é a homenageada na dedicatória do livro. Ao escrever sobre as passagens de Tess no Demonologista, por várias vezes o autor se emocionou. É difícil escrever sem se distanciar da realidade, principalmente quando o assunto abrange os filhos.
Percebi isso durante a passagem mais impactante de Tess no livro: tensão pura.





sábado, 18 de junho de 2016

Ganhe a biografia de Stephen King publicada pela Darkside Books. É fácil!



Esta é uma promoção que irá agradar demais os fãs de Stephen King. 
Lançada pela Darkside Books, a biografia do maior autor de terror foi um grande sucesso. A edição nacional conta com capa dura, papel especial, 320 páginas, cronologia das obras, bibliografia selecionada, notas de referência e índice onomástico. 
Mas, além do acabamento impecável, o ponto alto desse livro é a sua essência: a história de um dos maiores contadores de histórias de todos os tempos. Coração Assombrado é uma biografia em seu sentido mais amplo, cheia de lições que irão desmistificar o mítico escritor da pessoa que ele realmente é.
Uma coisa é garantida: o conhecimento do passado de King só irá fazê-los aumentar a admiração por ele.
Nota: o estilo de escrita de Lisa Rogak ajudou demais a tornar essa biografia um sucesso.

Então, vamos ao que interessa. Caso você seja um dos que desejam ganhar esse livro, basta curtir a fanpage do Apogeu do Abismo e aguardar. O sorteio (feito entre os que moram em território nacional) será no dia 30 de junho. A promoção engloba, claro, os que já curtiram anteriormente a page.
Curta a página, divulgue aos amigos e torça. 
Boa sorte a todos...




quinta-feira, 21 de abril de 2016

Cosplay feminino do Coringa de Jared Leto. E outros cosplays por Hong-Chan.



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A cosplayer Hong-Chan recriou de forma bem competente o controverso e sinistro Coringa interpretado por Jared Leto. 
Mas o trabalho dela não para por aí. Desde maquiagens elaboradíssimas até outros cosplays, ela se destaca pelo bom trabalho e beleza.
Confiram...













sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Yamishibai: japanese ghost stories. Review do anime onde o medo é a força motriz...


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Yamishibai (também grafado como Yami Shibai - Japão, 2013) é um anime cuja proposta é mostrar histórias de terror japonesas. Seus episódios são curtos e cumprem à risca com o que propõe: impor o medo.
As tramas são muito curtas, algo em torno de 4 minutos e meio por episódio, porém isso não diminui a qualidade e as doses de terror. O uso das lendas urbanas é algo que impacta, pois algumas delas foram transmitidas e chegaram até nós de formas diferentes e tão incômodas quanto no Oriente. 
Aliás, quando dizem que o terror oriental é melhor que o nosso, não tenham dúvidas. Eles exploraram as raízes do medo de uma forma diferente, mais próxima dos temores que escondemos do mundo.
A cada novo capítulo vocês verão de tudo que há quando o assunto é sobrenatural: possessão, espíritos errantes, mortes, suspense, maldições. Tudo colabora para que a sensação de incômodo amplie a cada segundo do anime. Por fazer uso de desenhos relativamente simples, animados com técnicas também simplórias, Yamishibai pode aparentar ser fraco. Não se deixem enganar. O simples fato de esse anime estar no Apogeu é sinal de que tem um ótimo conteúdo e, principalmente, atender as expectativas do espectador.



As personagens não têm uma animação como a que conhecemos. O deslocamento é quase quadro a quadro. Algumas cenas com diálogos sequer mostram os lábios em movimento e, ainda assim, você irá olhar atentamente para cada uma das histórias.
O anime mantém as falas no idioma japonês. São elas, além da trilha sonora, que dão vida aos desenhos. É possível sentir o medo e as demais emoções de forma muito mais ampla com a ótima dublagem japonesa. 
São apenas 13 episódios na primeira temporada (não são interligados), o que dá menos de 1 hora para ver tudo. Veja! Duvido que você se arrependerá. Mas é melhor manter as luzes acesas antes de dormir... só por precaução. 

Os episódios dessa primeiro temporada são:
1) A mulher-talismã
2) Zanbai
3) A regra familiar
4) Cabelo
5) O próximo andar
6) O apoio
7) Contradição
8) A deusa do guarda-chuva
9) Maldição
10) A lua
11) Vídeo
12) Tomonari-kun
13) Atormentador

P.S.: esta é a música ao final de cada episódio. Vejam como é singela a letra:
Ali dentro está uma criança prestes a explodir
Coberta em sangue, puxando e empurrando.
Vínculos só trazem lamentações.
Aquele bebê está de mau humor
Será aquela a fonte de tanta inveja?



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

O beijo da Mulher-Aranha...




A sensualidade e a beleza feminina sempre atraíram. Mas há algo na imagem de uma simples aranha que assusta, algo que está entranhado no inconsciente coletivo. Assim, como resistir à beleza da mulher associada ao temor inato de um aracnídeo?









terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Lista de Compras: adquira o sorriso do palhaço de American Horror Story: Freak Show.



Sem spoilers... mas não é preciso muito para ver que esse não é um palhaço que irá alegrar nossas crianças.
De qualquer modo, caso ainda não tenha assistido à quarta temporada de American Horror Story, saiba que está perdendo um excelente material. A série é sombria, perturbadora e, ainda, irá fazê-lo refletir sobre nossos preconceitos e julgamentos pela aparência.
Um dos destaques é o palhaço. Silencioso, assustador e muito perigoso. 
Que tal adquirir o belo sorriso dele? Acesse o link a seguir e garanta momentos de alegria para as crianças que estão próximas a você: Trick or Treat Studios.
No mesmo site você também poderá comprar a face completa do palhaço, com o sorriso por módicos 80 dólares. Imagem no final do post...




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