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Mostrando postagens com o rótulo Vida

Robin Williams: 6 anos sem um gênio do humor.

Quem me acompanha há algum tempo sabe que sou fã incondicional de Robin Williams. Apesar de não ter acompanhado a série Mork & Mindy (ainda assistirei), vi praticamente todos os filmes e alguns de seus shows. Emocionalmente, estou vinculado a seus papéis tais como: Adrian Cronauer ( Bom dia, Vietnã ), Rei da Lua ( As Aventuras do Barão Munchausen ), John Keating ( Sociedade dos Poetas Mortos ), Dr. Malcolm Sayer ( Tempo de Despertar ), o Gênio ( Aladdin ), Mrs. Doubtfire ( Uma Babá Quase Perfeita ), Alan Parrish ( Jumanji ), Sean Maguire ( Gênio Indomável ), Hunter “Patch” Adams ( Patch Adams ), Andrew Martin ( O Homem Bicentenário ), Dr. Know ( I.A. – Inteligência Artificial ), Walter Finch (Imsonia), Seymour ‘Sy’ Parrish (Retratos de uma Obsessão), Theodore Roosevelt ( Uma Noite no Museu ), entre outros. Não foram poucas as vezes em que o ator me convenceu que a realidade era aquilo interpretado por ele em seus filmes. Eu me emocionei com muitas de suas obras, e ainda me emo...

Zing: curta-metragem divertido e inteligente sobre a responsabilidade da morte

Zing é um curta-metragem produzido na Alemanha e lançado em 2011. O tema principal pode parecer mórbido, mas há muito por trás dessa animação de apenas 8 minutos. A obra foi dirigida por Kyra Buschor e Cynthia Collins. A história mostra um homem velho que tem um trabalho bem peculiar: ceifar vidas. Sem qualquer remorso, esse homem determina o fim das vidas, inclusive de animais. Para tristeza de alguns, um gato é uma das primeiras vítimas desse homem. Mas nada passa despercebido por ele. Ou quase nada… A confusão (e a diversão) começam quando uma criança interrompe o trabalho do Ceifador ao tocar a campainha da casa dele. Ela tem a foto do gatinho recém-falecido e aparenta estar muito insatisfeita. Sem saber o que fazer, o velho é surpreendido pela criança que invade a residência dele e transforma sua pacata rotina num caos sem precedentes. Apesar do tom cômico e do ritmo ágil a partir do surgimento da criança, este curta deixa nas entrelinhas pequenos lembretes sobre a vi...

Lançamento de “Meu menino vadio” no Rio de Janeiro. Uma diferente face do autismo.

Este é um evento imperdível que marca o lançamento do livro "Meu menino vadio", de autoria de Luiz Fernando Vianna. A sinopse do livro é esta:  O jornalista Luiz Fernando Vianna e seu filho, Henrique, são unha e carne - às vezes unha do filho na carne do pai. Henrique é autista. Pouco fala, mas algumas palavras repete à exaustão. Tem momentos de agressividade contra si mesmo e contra terceiros. Sabe ser irônico. Gosta de desenhos animados e de mergulhar no mar. Como todo adolescente, tem suas curiosidades e seus impulsos, só que sem grande cerimônia. Luiz Fernando decifra os sons que ele emite, seus desejos imediatos e muitos de seus silêncios, no entanto não tem como alcançar o que o filho sente lá no fundo do fundo. Há quem diga que ter um filho com deficiência é uma benção. Luiz Fernando Vianna discorda. Se fosse mesmo um presente, antes de receber ele diria: "Ah, não precisava." Com toda a franqueza e um pouco de música, o autor conta a sua experiência,...

Valeu limitar a velocidade na Ponte Rio-Niterói?

Por: Franz Lima . Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo . Dirijo há muitos anos pela ponte Rio-Niterói, um dos cartões postais do Rio de Janeiro. Nessas muitas idas e vindas já presenciei muitos acidentes, a grande maioria provocada por... excesso de velocidade.  A Ponte permaneceu sem qualquer tipo de fiscalização (que doesse no bolso) por muitos anos. Sem nada que inibisse o instinto "Speed Racer", os motoristas promoviam verdadeiros 'rachas', não importando-se com a hora ou a quantidade de veículos. Muitas vidas foram perdidas e acidentes graves aconteceram sem que algo de concreto fosse feito para evitar.  Então, desde junho desse ano, a Eco-Ponte, em parceria com a PRF, instalou novos radares que irão multar os infratores apressados. A medida pode até parecer exploratória, mas é a única forma de reduzir a pressão no acelerador dos motoristas mais afobados.  Os resultados? Diminuição nítida nos acidentes, motoristas mais educados e uma viagem tranquil...

A Roda da Vida. Resenha de uma obra-prima de Elizabeth Kübler-Ross

Por: F ranz Lima . Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo . #apogeudoabismo Há pessoas que vieram  ao mundo para realmente fazer a diferença. Algumas de forma negativa. Outras, como Elizabeth Kübler-Ross, atuam como verdadeiros anjos. A história, contada em forma de romance no livro A Roda da Vida, da médica e autora, é um achado. Cada página mostra o quanto é difícil, mas gratificante, crescer como pessoa. Mas, não se surpreenda, o crescimento em pauta é o espiritual, algo que contraria a tendência dos dias atuais, onde todos estão voltados para o engrandecimento financeiro. Elizabeth foi uma das trigêmeas da família Kübler. Nascida na suíça, desde cedo ela buscou trilhar seu próprio caminho e, contradizendo as ordens do pai, ainda jovem foi voluntária a ajudar os que sofreram diante da Segunda Guerra Mundial. Ela buscou ser médica contra todas as regras da época. Estudou, sofreu e se dedicou aos que precisavam. Ao ler o livro, vocês perceberão que o destino dela foi t...

Mercur lança novos produtos de tecnologia assistiva a partir do projeto Diversidade na Rua

Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo . #apogeudoabismo Desde 2011, a partir do  projeto Diversidade na Rua ,  a  Mercur   tem se relacionado com uma rede colaborativa de pessoas envolvidas com a temática de acessibilidade e inclusão: professores de salas de recursos, de APAES, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, pessoas com deficiência e seus familiares. Foi com base nesses diálogos que a empresa materializou alguns produtos que estão disponíveis na  loja do Diversidade na Rua . Entre as novidades estão o Fixador de Mão em Tira, o Engrossador em Discos e a Cinta de Posicionamento para Cadeirantes. No ano de 2015 a empresa observou em contato com esta rede que muitas das dificuldades vividas pelas pessoas com deficiência no seu dia a dia estavam ligadas a inabilidade de segurar objetos nas mãos.  Nesse contexto surge na  Mercur  uma  linha de trabalho ,  ligada à Tecnologia Assistiva e direcionada ...

Meu corpo? Minhas regras? Por Isabela Niella.

Por: Isabela Niella . Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo .  Muitas mulheres dão como desculpa para o aborto o fato de se considerarem donas de seus corpos, por isso teriam direito de fazer e desfazer deles como quisessem. Mas como alguém pode se considerar dona de algo que na maioria das vezes funciona sozinho, automaticamente, sem que nem se dê conta? Como se dizer dona de um corpo que não terá direito de levar ao morrer? Se formos analisar, nada que seja material nos pertence, muito menos nossos corpos. Eles nos são dados como empréstimo e servem de morada para nós (espíritos que somos) e um dia, ao fim dessa lida, nós os devolveremos. E o que devemos fazer com algo que pegamos emprestado? Cuidar para que, ao devolvê-lo, esteja na melhor condição possível (salvo o desgaste do tempo). Então, se os corpos não nos pertencem, as regras que os envolvem não são nossas! E o único direito que temos é de usá-lo, sabendo que teremos que dar conta de tudo que fizermos com ele ...

Vitimizando o opressor: a Galileu manipula o leitor com sua parcialidade.

Por: Franz Lima . Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo . A violência é uma ferramenta que tem garantido a manutenção dos poderosos nos cargos e funções. Na verdade, a promessa do fim ou diminuição da violência é usada como moeda de troca em tempos de eleições. E quais os motivos para que a criminalidade - e a violência nela contida - nunca caia de fato? Eu enxergo, infelizmente, um lucro incalculável na "busca" pela ordem. Combater o crime é promessa que garante votos. Por sua vez, já eleito, as promessas perdem força conforme os meses vão se passando. Salvo um ato de maior vulto - arrastões, assaltos com vítimas em shoppings ou até a morte de alguém de classe alta ou destaque. Enfim, promessas somem com a mais leve brisa. Mas essa não é a base de nossa conversa hoje. Nosso assunto hoje é algo que envolve a violência, a manipulação de informações e a ineficiência da justiça brasileira. Hoje, falaremos sobre uma matéria publicada na revista Galileu , edição 295, c...

Com você... até o fim.

Oi. Que tal estou? Sabe, faz anos que nos conhecemos e ainda não compreendo nossa relação. Afinal, o que quer de mim? Já não lhe dei meus suspiros e lágrimas? Acaso isso foi pouco? Diga-me o que mais deseja, pois temos pouco tempo juntos. Eu toco meu peito e sinto você em mim. Nem o sono mais pesado consegue nos manter distantes. Afinal, o que quer de mim? Olho para o espelho e vejo outra pessoa, uma mais madura e, infelizmente, frágil. Tanta fragilidade gerada por nosso relacionamento. Cada segundo juntos trouxe dois sentimentos: o temor e o amor. Temor por nossa separação. Amor próprio. Sei que nunca mais serei a mesma sem você, porém quero o fim. Não podemos continuar juntos ou, do contrário, morreremos. Você é ácido, frio e mal, ainda que não perceba. Sua natureza é essa. Mas eu preciso de mais tempo para reparar erros, viver aquilo que você manteve distante de mim e, sobretudo, amar as pessoas que realmente me amam. A luz está diminuindo. Meus olhos pesam e todos me olh...

Exposição "A Batalha do Corpo" faz reflexão sobre o HIV

Fonte: Assessoria de Imprensa CCSP. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo Artistas visuais criam labirinto para que o público reflita como é viver com a AIDS A partir do dia 17 de março, no Centro Cultural São Paulo, a instalação artística “A Batalha do Corpo” estará aberta para a visitação do público. As artistas visuais Juliana Curi e Maria Eugênia Cordero propõem uma experiência estética para informar, renovar, criar e sugerir novos caminhos de reflexão sobre a questão HIV e AIDS, tanto em termos da vivência individual como do ponto de vista social. A inspiração artística na montagem final da obra vem do conceito dos penetráveis, que surgiu na década de 1970, com o objetivo de integrar o espectador ao espaço para que a obra seja vivenciada e não somente observada. A instalação foi construída em formato de labirinto, a partir de intervenções realizadas por um grupo de pessoas com alguma relação com o vírus HIV e a AIDS. São 15 metros de extensão, 6 metros largura e ...

Descanso e diversão. Por Isabela Niella.

Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo . Aguardamos com ansiedade os finais de semana ou as férias para descansarmos dos dias atribulados, mas ao iniciarmos a nova semana ou ao voltarmos das férias estamos mais cansados e estressados do que quando começamos. Por qual motivo isso acontece? Será que não descansamos o suficiente ou será que fizemos mau uso dos nossos dias? Qual o nosso conceito de descanso e diversão? Será que só me sinto feliz se tiver passado meus dias bebendo e curtindo a vida loucamente? Preciso esbanjar a alegria e a energia que tanto faltam para os dias de trabalho? Ou eu faço o tipo que perde a noção do tempo dormindo e assistindo programas que não me trazem nada de novo ou que eu possa aproveitar? Sei que cada um faz o que quer da vida e não estou aqui para criticar ninguém, mas quero relembrar que não estamos na Terra a passeio, temos trabalhos a fazer e a cada dia que vivemos o tempo passa mais rápido. Evidente que o corpo necessita de de...