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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Salem´s Lot - A mansão Marsten (1979). Review comparativo com o livro de Stephen King.



A adaptação começa de forma abrupta, em um ponto que indica o fim da trama, principalmente se você leu a obra original.  O título em inglês é ‘Salems Lot, o mesmo do livro de Stephen King (de 1975), mas no Brasil o filme recebeu o nome de A Mansão Marsten, algo talvez motivado pelo nome do livro em português: A hora do vampiro*. Vale lembrar que o filme foi lançado em 1979, época em que o sucesso de King ainda não o havia elevado ao patamar de Mestre do Horror. Originalmente era uma minissérie em dois episódios, fato repetido em 2004 na nova adaptação.
Ben Mears é um escritor que busca inspiração em uma pequena cidade do Maine, ´Salems Lot. A cidade é parte da infância de Ben e seu retorno causa estranheza em alguns moradores.
Mas Ben não é o único estranho. Straker e seu sócio, Barlow, são os responsáveis não só pela compra de um espaço que se tornou uma loja de antiguidades como, para espanto de todos, compraram a mansão Marsten, um lugar sombrio e abandonado há 20 anos.

Texto: Franz Lima. 
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Há visíveis diferenças no roteiro do filme que podem incomodar os fãs do livro. Além da caracterização dos personagens, vínculos e comportamentos mostram que a adaptação não foi fiel ao extremo.
Passagens modificadas ou com personagens alterados persistem conforme o filme avança. Alguns parecem se misturar – mesclar - com outros, gerando desconforto para os leitores, mas nada que impeça a compreensão da trama.
Os principais nomes do livro estão preservados na versão cinematográfica: os irmãos Glyck, Susan Norton, Ben, Eva Miller, Larry Crockett, padre Callahan... o que denota a tentativa de preservação da estrutura e da narrativa de King, apesar das limitações que uma versão de 3 horas tem em comparação com um livro de 460 páginas.
Caso não tenha lido o livro, aconselho que o faça para seguir adiante nessa resenha. A partir daqui, spoilers!!!

O início da devastação da cidade de Salem´s Lot surge. Aos poucos a população passa a sofrer os ataques do vampiro cuja real intenção é criar um exército para si. Ninguém é poupado, inclusive crianças. 
Stephen King foi muito esperto ao vincular as relações pessoais e familiares com a tomada da cidade. Barlow, o vampiro, usa os vínculos para matar mais pessoas. Isso ocorre com os Glyck, Eva Miller e outros. A maldição passada por Barlow é silenciosa e covarde, mas eficaz ao exterminar famílias e torná-las escravas de sua vontade.
Um ponto forte do livro é a gradual “vampirização” da cidade. Ben, Susan, Mark, Matt e outros personagens são cercados, literalmente, por uma colônia de vampiros escravos que aumenta em progressão geométrica. Eles presenciam a degradação de amigos e parentes sem que nada possam fazer, mas há espaço para ampliar a empatia do leitor com essas vítimas, já que Stephen King ao longo do livro nos apresenta nuances de dramas e fatos importantes das vidas dessas pessoas. Em suma, o filme peca por não ampliar as histórias dos “coadjuvantes”, enquanto o romance é rico em detalhes, o que cativa o leitor e dá amplitude à narrativa.

Por se tratar de um filme mais antigo, década de 1970, muita coisa ficou a desejar. Não que os filmes dessa época sejam ruins, porém os escassos recursos tecnológicos e os exageros em algumas atuações não impõem medo ao espectador. Há passagens onde o tom caricato – sem essa intenção, óbvio – minimiza o impacto delas.

Eu gostei do filme, mas ele está muito datado e possui limitações que a tecnologia da época impôs, como já dito. Pela quantidade de personagens e as nuances da trama, caberia uma minissérie mais longa para que a trama fosse desenvolvida com tranquilidade, o que facilitaria a compreensão do espectador quando partes excluídas estivessem presentes nessa nova versão. Isso também serviria para atrair um público mais novo. Ao contrário do que ocorreu com Carrie, Salem´s Lot é uma obra que não recebeu o trato devido, principalmente no aspecto dramático, ponto alto do livro.
Algumas caracterizações também não me agradaram, principalmente as de Barlow e Straker. Ambos não passam a força e malignidade citadas no livro. Barlow é uma clara cópia do Nosferatu de Max Schreck, enquanto Straker está frágil quando comparado com o original.
O duelo final entre o bem e o mal é rápido, simples quando comparado ao relato de King. Detalhes importantíssimos são descartados e há algo que deixa a obra mais clichê e previsível ao mostrar Ben e Mark em um confronto direto com um fantasma de seus passados. 
Sei que as comparações não agradam alguns por diminuir a obra de 1979, porém é vital afirmar que o livro de Stephen King, um dos mais importantes de sua carreira, merece uma versão definitiva, à altura daquilo por ele imaginado e, principalmente, completa. Só assim o espectador que leu o livro se sentirá bem. Quanto a quem nunca leu, ver um filme com tantas lacunas se torna um problema, já que a impressão passada é a de a história é fraca, algo absolutamente longe da realidade.

* Apesar de clichê, A Hora do Vampiro é o título mais adequado para o livro de King, principalmente se levarmos em conta a época em que foi lançado no Brasil. Esse título está relacionado ao momento em que o vampiro ganha forças e é um dos mais tensos momentos do romance literário. 
Esse título teve tanta força no país que até outros filmes foram nomeados para lembrá-lo, como os dois A Hora do Espanto, também com o tema 'vampiros'.

Dados Técnicos:

Elenco (em ordem alfabética):
Barbara Babcock -  June Petrie
Barney McFadden -   Ned Tebbets
Bonnie Bartlett   -Ann Norton
Bonnie Bedelia   - Susan Norton
Brad Savage   - Danny Glick
Clarissa Kaye-Mason - Majorie Glick
David Soul  - Ben Mears
Ed Flanders  - Dr. Bill Norton
Elisha Cook Jr.  - Gordon 'Weasel' Phillips
Ernest Phillips  - Royal Snow
Fred Willard  - Larry Crockett
Geoffrey Lewis - Mike Ryerson
George Dzundza  - Cully Sawyer
James Gallery  - Padre Donald Callahan
James Mason  - Richard K. Straker
Joshua Bryant   - Ted Petrie
Julie Cobb - Bonnie Sawyer
Kenneth McMillan  - Parkins Gillespie
Lance Kerwin  - Mark Petrie
Lew Ayres  - Jason Berk
Marie Windsor  - Eva Miller
Ned Wilson  - Henry Glick
Reggie Nalder  - Kurt Barlow
Robert Lussier  - Nolly Gardner
Ronnie Scribner  - Ralphie Glick

Direção: Tobe Hooper

Ano: 1979

Duração: 184 minutos.

Para fechar, uma entrevista (em inglês) com Julie Cobb, a Bonnie Sawyer



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Doutor Estranho. Review do filme que retomou um carismático herói da Marvel.



Doutor Estranho é um dos mais surpreendentes filmes da Marvel dos últimos anos. Tudo poderia dar errado, desde a escolha de um protagonista que não agradasse aos fãs até o uso de exageros no roteiro ou nos efeitos. Mas as influências negativas de Dormammu não foram suficientes para atrapalhar um projeto tão grandioso. Sim, vou adiantar que o filme é sensacional.
Para adiantar, caso ainda não o tenham visto, vejam o trailer para começarem a se preparar para o que seus olhos verão.

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E o que tornou a adaptação de um personagem dos quadrinhos tão atraente ao público? Antes de mais nada, a escolha do elenco foi um verdadeiro achado. Apesar das críticas iniciais à escolha de Tilda Swinton para ser o Ancião - no caso a Anciã -, sua interpretação foi convincente e equilibrada. Outros atores do elenco também mostraram consistência em suas interpretações e, sobretudo, souberam honrar personagens consagrados ao longo dos anos. A diversão foi outro fator que deixou o set de filmagens mais descontraído, fato que permitiu a união do grupo.
O elenco principal é este:

Da esquerda para a direita, em pé: Tilda Swinton (Anciã), Benedict Wong (Wong), Chiwetel Ejiofor (Mordo), Rachel McAdams (Christine Palmer). Da esquerda para a direita, sentados: Mads Mikkelsen (Kaecilius) e Benedict Cumberbatch (Doutor Estranho).
A direção ficou por conta do competente Scott Derrickson.
A trama está fiel aos quadrinhos?

Essa é uma pergunta que muitos fizeram. Seria possível manter a fidelidade à mitologia do herói em uma adaptação de apenas 1 hora e 55 minutos. A resposta é a mesma de sempre: é impossível exigir fidelidade absoluta em um filme, ainda que com três horas de duração, baseado em um personagem com décadas de histórias. Mas, assim mesmo, a produção ficou à altura das aventuras do Doutor Estranho. Aliás, fenômeno já visto em outras produções baseadas em Histórias em Quadrinhos, o filme foi responsável pela revitalização do herói e também pelo lançamento de um título só dele no Brasil.

Qual o resumo da história? Atenção! Apesar do esforço, pequenos spoilers estarão presentes no texto à frente. 

Em uma análise mais detalhada, temos duas tramas: a queda de Kaelicius (Madds Mikkelsen) por causa de sua ganância de poder e, em contrapartida, a queda do arrogante médico Stephen Strange (Benedict Cumberbatch). As duas quedas foram cruciais para a alteração das vidas deles e daqueles que estavam próximos a eles. 
Kaelicius é o responsável pelo roubo de páginas de um livro que dão acesso ao poderoso Dormammu, uma entidade cósmica que se alimenta da destruição. Esse roubo desperta um mal que tem potencial para destruir a Terra, apesar da proteção da Anciã e seus asseclas.
Stephen Strange, por sua vez, vê seu mundo ser destruído, literalmente, por um acidente de automóvel. Como cirurgião, sua habilidade depende das mãos, agora incapacitadas pelo acidente. Sem cura para seu problema, o doutor viaja para um lugar chamado Katmandu, em busca do Ancião. Lá, surpresas e um destino bem diferente do que o esperado o aguardam.
Os dois personagens crescem em poder e, como já esperávamos, o confronto é inevitável. Entretanto, Strange evolui como pessoa e se torna cada vez mais poderoso. Na verdade, seu lado humano e antes sarcástico é uma de suas maiores qualidades, já que isso o mantém consciente de quem ele foi e quem precisará se tornar.

Outros personagens.

O elenco de Doutor Estranho é repleto de personagens com potencial. Mordo é o mais esperado de todos, já que nos quadrinhos ele e Strange são inimigos mortais. Cabe ressaltar que Kaelicius faz, na verdade, o papel que Mordo tem nos quadrinhos: o discípulo que se volta contra o Ancião. 
A doutora Palmer é a ex-namorada de Strange. Sua calma e talento são pontos fortes, principalmente a partir do meio da trama, quando seus talentos como médica são exigidos ao extremo. Ela é responsável por muitos momentos engraçados no filme. A dúvida que permanece é se ela será ou não a futura senhora Strange no cinema, já que no universo das HQ é Clea quem ocupou essa posição. Aliás, a presença de Clea nos próximos filmes é quase previsível, já que ela é a sobrinha (????) de Dormammu. 
A Anciã, interpretada por Tilda Swinton, foi uma grata surpresa. Apesar das reclamações dos fãs extremistas que queriam um Ancião igual ao das HQ, Tilda representou com maestria seu papel e deu credibilidade à mulher que domina as artes místicas.
Estes e outros personagens também importantes são apresentados de forma coerente em um ritmo que não incomoda o espectador. Atentem que até James Rhodes (Máquina de Guerra) é citado no filme, fato que reforça a interligação dos filmes da Marvel e a preocupação com a consistência do Universo Expandido nos filmes.

Efeitos Especiais.

A criação das magias invocadas por Strange nos quadrinhos era algo difícil de se imaginar em um filme. Entretanto, ao contrário dos temores, cada magia ou efeito especial ficou muito melhor do que imaginávamos. A invocação de escudos, o plano astral, portais, a mudança da realidade... tudo feito de forma espetacular. Claro que houve críticas quanto ao uso do efeito "Inception", mas é preciso observar que Doutor Estranho levou esse efeito especial a um patamar muito mais alto que o original.
Dormammu era outra dúvida, principalmente por causa do visual simplório do vilão no início da carreira do Doutor Estranho. Mesmo assim, ver uma entidade de puro maldade ganhar vida e ficar à altura do que esperávamos foi uma ótima surpresa.

Universo Expandido.

As duas cenas pós-créditos revelam que teremos muito mais do Doutor Estranho nos filmes da Marvel. A possível participação dele em Thor - Ragnarok e até em Guerra Infinita são reforçados em uma dessas cenas. A outra, por sinal, revela que um dos vilões mais característicos da mitologia do herói, o Barão Mordo, virá com força total.

Nota final.

Ter um herói tão interessante e importante nas telas foi sensacional. As possibilidades de novas aventuras são gigantes, principalmente por se tratar de um personagem capaz de combater seres que nenhum outro herói é capaz. Vamos somar a isso o fato de que os vilões também ganharão importância e força, talvez culminando na aguardada Guerra Infinita.
Podem assistir sem medo. Esse foi um dos maiores acertos em filmes da Marvel e está condizente com aquilo que os fãs dos quadrinhos queriam, além de agradar àqueles que não conheciam o personagem e seu universo.








domingo, 19 de fevereiro de 2017

Sua ajuda é importantíssima para que a Trasgo tenha sua edição impressa. Colabore!


Uma das mais competentes revistas de ficção científica e literatura fantástica dos últimos tempos está na luta para ter sua primeira edição impressa. A Trasgo já está em sua 13ª edição composta por coletâneas de contos escritos pelos mais competentes autores nacionais. Ela disponibiliza seu material gratuitamente e é uma ferramenta maravilhosa para a divulgação escritor brasileiro, consagrado ou não, mas evidentemente todos talentosos.

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Ouçam as palavras de Rodrigo van Kampen, autor e editor da Trasgo:


A revista já está no ar há 3 anos, onde publicou contos mais de 60 trabalhos de autores e autoras brazucas, todos disponibilizados nos formatos EPUB, MOBI e PDF gratuitamente. 
A iniciativa de ter uma versão impressa da Trasgo é fruto do reconhecimento e apoio dos leitores. Como a revista ainda não é 100% autossustentável, apoios oriundos do Padrim sempre são bem vindos para custear o pagamento dos autores, revisão e outras despesas. 
Mas o que é preciso para ajudar a transformar esse sonho em realidade? simples. Acesse www.catarse.me/trasgoano1 e escolha uma das opções de contribuição. Os valores vão de 10 a 349 reais (cotas a partir de 150 reais podem ser parceladas em 3 vezes). Conforme o valor doado, você terá acesso ao livro em pdf ou impresso, ganhará canecas e camisetas exclusivas, terá um conto seu revisado pela equipe e terá direito à participação em Oficinas Online de Redação. Como todo projeto de apoio pelo Catarse, quanto mais se colabora, mais benefícios receberá.
Porém quero reforçar que o maior prêmio será o prazer de se tornar um colaborador de um projeto magnífico, cujo mérito é ser um espaço onde o escritor nacional pode mostrar seu talento. 
Inicialmente apenas os colaboradores terão acesso à versão impressa da Trasgo, mas se a arrecadação for maior, poderemos ter até as edições 2 e 3 impressas.
Com 376 páginas, acabamento impecável e 26 contos de alto nível, essa é uma iniciativa que conta com a divulgação e apoio do Apogeu do Abismo.
Esses são os autores e artistas que comporão a edição #1 da Trasgo:

Prefácio de Roberto de Sousa Causo
Autores:
Ademir Pascale, Albarus Andreos, Ana Lúcia Merege, Caroline Policarpo Veloso, Claudia Dugim, Claudio Parreira, Cristina Lasaitis, Érica Bombardi, Frederico de Oliveira Toscano, Gael Rodrigues, George Amaral, Gerson Lodi-Ribeiro, Hális Alves, Jessica Fernanda de Lima Borges, Jim Anotsu, Karen Alvares, Liége Báccaro Toledo, Marcelo Porto, Mary C. Muller, Melissa de Sá, Roberto de Sousa Causo, Tiago Cordeiro e Victor Oliveira de Faria.

Contos inéditos de:
Enrico Tuosto
Lucas Ferraz
Rodrigo van Kampen

Arte de capa por Kelly Santos
Diagramação por Mary C Muller
E então, o que estão esperando? Garantam já seu exemplar da Trasgo impressa e façam parte desse grande passo para a história da ficção científica nacional.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Camisetas com temática nerd por 25 reais? Sim, na Epic Art.


Uma loja virtual com produtos nerds onde é possível encontrar livros, pôsteres, canecas, artigos colecionáveis e até camisetas com estampas exclusivas? Essa loja é a Epic Art, especializada em produtos voltados ao público nerd. A Epic Art tem um mega saldão para extinguir o estoque de algumas de suas camisetas que, honestamente, está excelente: apenas R$ 24,90. Somemos a isso a alta qualidade do tecido e da estampa. Pronto!
Gostou? então acesse o link acima e faça boas compras..

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Garras à mostra, X-23 e um Xavier meditativo dão o tom do novo pôster de Logan



O visual de pôster antigo deixou esse pôster do filme Logan ainda mais legal. Mercenários, Logan com as garras estendidas, a X-23 encarando quem vê o pôster com as garras à mostra e um Xavier envolto em uma aura de meditação e tristeza evidenciam o quanto o filme será mais sombrio e violento que os anteriores... o que é ótimo. Apesar dos combates sangrentos, Logan tem potencial para superar todos os outros filmes do mutante e dos X-Men, já que não precisará de humor ou fuga da narrativa original, além de ser classificado para um público mais adulto.
That´s it!
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Schwarzenegger retorna de forma dramática ao cinema com Aftermath.


Aftermath é o novo filme do astro Arnold Schwarzenegger. Mas, ao contrário das expectativas, esse não é um filme do tipo Mercenários. Na verdade, Aftermath (Consequências em tradução literal) é um drama.
A narrativa aborda a vida de um homem após um acidente aéreo que vitimou sua esposa e filha. Para piorar, a filha estava grávida. Porém não há nada que não possa piorar: o acidente aconteceu por falha humana, um descuido de um controlador de voo.
O trailer abaixo mostra que Arnold irá em busca de redenção e perdão. Ele não compreende os motivos para suas perdas, assim como quer entender o que levou o controlador a cometer uma falha tão drástica, cujos resultados foram várias vítimas fatais.
As cenas do trailer (que está no final do post) dão a entender que a companhia aérea deu suporte ao controlador para que ele recomeçasse sua vida em outro lugar. Só que ele não contava que seu erro trouxe consequências às vidas dos que permaneceram para presenciar a tragédia, incluindo o próprio Schwarzenegger. 
A tensão no trailer é forte e há indícios de que esse será um ótimo filme onde Arnold poderá mostrar que ele pode continuar no cinema sem ficar preso aos personagens "marombados" de seu passado. 

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domingo, 12 de fevereiro de 2017

A mais impressionante e realista estatueta do Dr. Estranho. Adquira a sua!



A qualidade da Sideshow é indiscutível. Algumas de suas peças parecem retratos dos atores que interpretaram os heróis ou vilões, mas essa estatueta do Dr. Estranho, interpretado por Benedict Cumberbatch, é impressionante.
A quantidade de detalhes e o realismo da estatueta estão entre os melhores que já vi. Além disso, diversos acessórios dão ainda maior fidelidade ao Mago Supremo. Vocês terão uma parte do filme imortalizada em suas estantes. 
Pela qualidade oferecida, os 234 dólares não são assim tão absurdos, mas é óbvio que em tempos de crise, a estatueta é um luxo. Há possibilidade de parcelamento...
Comparem a imagem abaixo com as que se seguem. A imagem é uma parte da capa da Entertaiment Weekly com Benedict Cumberbatch na capa, as demais são imagens da estatueta. 

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Livros ou quadrinhos, as boas leituras estão aí pela Companhia das Letras.


Companhia das Letras

O espírito da ficção científica, de Roberto Bolaño (tradução de Eduardo Brandão)
Ambientado na Cidade do México nos anos 1970, O espírito da ficção científica conta a história de Remo Morán e Jan Schrella, dois jovens escritores obcecados por poesia e ficção científica. Enquanto o primeiro tenta incansavelmente encontrar seu espaço na literatura, o segundo passa os dias enviando cartas delirantes a seus autores favoritos de ficção científica. Escrito nos anos 1980 e descoberto agora, esse romance traz todos os elementos que fariam de Bolaño um dos autores mais célebres e importantes da literatura latino-americana. Seus fãs encontrão aqui não apenas a prosa tão facilmente reconhecível  e tão absolutamente inesperada - como também seus temas mais caros, como a literatura, o amor, a juventude, a amizade, o humor e a rebeldia.

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O fazedor de velhos, de Rodrigo Lacerda
Lançado originalmente em 2008, O fazedor de velhos conta a história de Pedro, um garoto inteligente que está às portas da vida adulta. Com o amadurecimento, chegam questões fundamentais: que profissão escolher? Como lidar com os amores frustrados, os amigos deixados pra trás, os sentimentos confusos que teimam em perturbar? Quem guia o garoto em meio a esses dilemas é Nabuco, um professor experiente, excêntrico e misterioso. Insatisfeito com a faculdade de História, Pedro encontra na literatura um destino possível. Mas essa não é uma descoberta simples  e para chegar até ela é preciso trilhar um caminho de perda e sofrimento.

Penguin-Companhia

O livro de Moriarty, de Arthur Conan Doyle (tradução de José Francisco Botelho)
O Napoleão do crime. É assim que Arthur Conan Doyle define o professor James Moriarty, arquirrival de Sherlock Holmes e um dos grandes vilões da literatura universal. Não há crime em Londres, do mais banal dos roubos ao mais terrível dos assassinatos, que não tenha sua mão. Na obra de Doyle, Moriarty aparece como uma sombra: raramente o protagonista de uma história, sempre atrás das cortinas, em breves menções e alusões. Este volume reúne todas as histórias de Sherlock Holmes em que o professor dá as caras. São cinco contos e um romance que mostram a construção deste que acabaria se tornando um modelo de vilão e o personagem mais emblemático de Doyle depois do seu rival Sherlock Holmes e de John Watson.

Quadrinhos na Cia.

Hilda e o Troll, de Luke Pearson (tradução de André Conti)
Hilda adora aventuras, seja acampar numa noite chuvosa ou explorar a paisagem montanhosa nos arredores de casa. Durante uma expedição pelas colinas, ela encontra uma pedra muito suspeita: de dia, é apenas uma rocha engraçada, mas à noite se transforma num troll! Enquanto faz um desenho no caderno para registrar sua mais nova descoberta, Hilda acaba pegando no sono, e, ao acordar, o troll desapareceu. Agora, no caminho de volta para casa, Hilda terá de lidar com uma floresta assustadora, um gigante perdido, um homem de madeira misterioso e um sino tilintante. Inspirado no folclore nórdico, este quadrinho de cores vivas mistura realidade e fantasia para criar um universo deslumbrante, de onde crianças e adultos não vão querer sair.

Companhia das Letrinhas

De flor em flor, de Jonarno Lawson e Sydney Smith
Muitas vezes, os gestos (e as imagens!) falam mais que as palavras. Neste livro, os desenhos contam a história de uma menina que colhe flores no asfalto e depois transforma cada uma delas em um presente especial  nos lembrando de que a vida é feita de pequenos gestos, pequenas coisas e grandes pessoas.

Reimpressões

Visão do paraísode Sérgio Buarque de Holanda
A desobediência civil, de Henry David Thoreau (traduçao de José Geraldo Couto)
Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato
Enclausurado, de Ewan McEwan (tradução de Jorio Dauster)
Freud 02  Estudos sobre a histeria (1893-1895)de Sigmund Freud (tradução de Paulo César de Souza)
Freud 13 – Conferências introdutórias à psicanálise (1916-1917), de Sigmund Freud (tradução de Paulo César de Souza)
Freud 06 – Os três ensaios sobre a teoria da sexualidade: O caso Dorade Sigmund Freud (tradução de Paulo César de Souza)
Freud 17 - Inibição, sintoma e angústia, o futuro de uma ilusão e outros textosde Sigmund Freud (tradução de Paulo César de Souza)
Homo Deus, de Yuval Noah Harari (tradução de Paulo Geiger)
Memorial do convento, de José Saramago
Senhor das moscasde William Golding (tradução de Sergio Flaksman)
Os cem melhores contos brasileiros do século, organização de Italo Moriconi
A lentidão, de Milan Kundera (tradução de Teresa Bulhões Carvalho da Fonseca e Maria Luíza Newlands)
Cartas de amor aos mortos, de Ava Dellaira (tradução de Alyne Azuma)
Coronelismo, enxada e voto, de Victor Nunes Leal
O relojoeiro cego, de Richard Dawkins (tradução de Laura Teixeira Motta)
História do cerco de Lisboa, de José Saramago
Além do bem e do mal, de Friedrich Nietzsche (tradução de Paulo César de Souza)
Como a mente funciona, de Steven Pinker (tradução de Laura Teixeira Motta)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Um moletom parecido com um armadura? Sim, por que não?



Chadwick John Dillon é um empreendedor estadunidense que teve a grande ideia de fazer um moletom com visual igual ao de uma armadura medieval. Seus primeiros trabalhos venderam muito, mas, infelizmente, ele teve que abandonar a área para se dedicar a outros projetos. Hoje ele tem uma empresa de Silk e bordados personalizados em roupas.
Seja como for, busquei por algum tempo até encontrar um produto igual... e achei. O site Knight Hoodies tem um moletom muito parecido, com malha de alta qualidade, preço justo e entrega em qualquer lugar do universo mapeado.
Façam boas compras!

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