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segunda-feira, 30 de maio de 2016

A disputa política distorcendo valores.


Por: Isabela Niella. Curtam nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo

Eu sou uma prova viva de que, nos últimos tempos, nós brasileiros estamos tão focados em discutir quem tem mais razão, com relação as questões políticas, que ultrapassamos os limites da coerência e do respeito! Gente, o que está acontecendo? Somos uma nação ou somos torcidas distintas? Cada um torcendo por seu lado e torcendo o nariz para o outro! E os discursos? “São massa de manobra!”, “comandados pela elite branca!”, “bolsa família é para parasitas!”, “foram comprados com pão e mortadela”, “coxinhas!”, “petralhas!”...
Ufa! Quase decaí também! Tenho minhas convicções (que agora não vêm ao caso), mas tenho evitado e vigiado ao máximo para que no lugar de opinar e repassar informações que ache importantes, eu não cometa os mesmos deslizes que tenho visto amigos e parentes cometerem.
Respeito é bom, e todos nós gostamos e necessitamos. E reclamar, xingar, ofender quem quer que seja somente por ter opinião diferente da nossa é no mínimo falta de respeito! E nem estou falando dos preceitos cristãos que a maioria diz ter e não pratica.
Será mesmo que a minha verdade é mais verdadeira que a sua? Será que cada um não tem um pouco de razão nesse ou naquele quesito? As minhas experiências contam mais que a experiência do colega, do amigo ou do irmão? Desde que o mundo é mundo e o ser humano passou a se comunicar e viver em sociedade que sempre existiram aqueles com ideias e pensamentos distintos. Mas por serem diferentes estão errados? Eles se tornam a encarnação do mal e não merecem ser considerados?

Acredito que esteja passando da hora de todos pararem para refletir no que é realmente importante para nosso país e tomarem uma postura digna, no qual o todo se torne prioridade em detrimento do individual. Não será o político ou partido A ou B que fará o “milagre” da prosperidade econômica e mudará o panorama atual de nosso país, mas sim, uma conscientização geral de que todos somos responsáveis pelo engrandecimento do Brasil e que as nossas atitudes individuais, unidas ao conceito de respeito ao próximo, valorização das atividades laborativas e educacionais, cumprimento das leis, associadas à valorização do ser humano em suas necessidades básicas, isso sim fará com que nosso país saia desse pesadelo econômico e de ideias. No mais, precisamos pôr em prática os nossos conceitos religiosos e filosóficos e não deixá-los apenas para as cerimônias e cultos, esquecendo-os na vida prática. E para quem acredita que não pode fazer nada por não ser uma pessoa influente, culta ou rica, eu digo que a oração e os bons pensamentos podem inspirar aqueles que estão em posições sociais melhores e mais influentes e também digo que toda a ajuda é bem vinda e necessária.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

A polêmica do "tiro, porrada e bomba". Quando a ironia não é compreendida...



Por: Franz Lima
Recentemente um professor de filosofia de uma escola em Brasília colocou uma questão onde citava a "grande pensadora Valesca Popozuda". Eis o início do tumulto. 
Não entendo o que gerou tanto alarde, principalmente quando é óbvio que a questão foi posta para ironizar a influência NEGATIVA da "cantora".
Não estou aqui para agradar fãs de funk, rap ou hip-hop. Sinceramente, não vejo nada de construtivo ou agregador em incitações à prostituição, violência, assassinato, crime e até apoio ao tráfico. Caso você seja um fã dessa mulher citada, saiba que o começo da carreira dela foi toda pautada em músicas que exaltam a putaria em seu nível mais elevado. Ela, Catra, Rihanna, Snoop Dog e tantos outros ganham dinheiro e fama com o que há de pior na sociedade. Mas isso não seria tão ruim se o público-alvo não fosse os jovens. Esses "pensadores" deturpam mentes ainda em formação, incutindo tudo que há de pior neles. É impossível negar que são influentes. A mídia os moldou e lhes deu esse poder. 
A força de suas palavras é tamanha a ponto de modificar o comportamento de um jovem. Some-se a isso as batidas repetitivas que servem como fixação daquilo que é dito. O que esperar de positivo de uma música cuja única função é chocar através do exagero e do descaso por valores que sustentam a instituição família? Acreditem: não quero ser um moralista, porém é inaceitável ficar calado diante de tanta esculhambação. Nosso silêncio é a bandeira de largada para o domínio do medíocre, para a massificação de uma 'cultura' cujos valores são incompatíveis com aquilo que se espera em uma sociedade moderna e civilizada. 
Dúvidas sobre o nível de Valesca e suas músicas? Leia esta "letra" de um de seus trabalhos (conteúdo impróprio para menores): A porra da b***** é minha
 
Um fator que me surpreendeu foi a incapacidade de compreensão de Valesca sobre o que realmente está ocorrendo:

Fiquei lisonjeada por dois motivos: primeiro que foi colocada a minha música em prova e depois por ter se referido a mim como pensadora, intelectual, mas falei que ainda não estou nesse patamar, ainda não sou uma grande pensadora.

Antônio Kubitschek, professor de filosofia da escola em Brasília, disse ao Globo: "Se trouxesse Chico Buarque, a prova seria considerada mais intelectual do que provocativa. É preciso criar essa proximidade com os alunos."

Polêmico ou não, o episódio serviu para alertar sobre a manipulação das mídias e a influência negativa, destrutiva de  algumas "celebridades". 
 



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Reflexão sobre a liberdade, a conduta e o mau uso das duas...


A seguinte frase é atribuída a Miguel de Cervantes Saavedra de Alcala Henares:
"Se pai das virtudes e padrasto dos vícios"
 
Dias Desafiadores

Os dias atuais são desafiadores e vêm gerando aturdimentos intensos em todos nós.
Embora abracemos os valores nobres do Cristianismo, embora entendamos a proposta de Jesus como guia seguro e lúcido, ainda assim nos perdemos nos desvarios dos dias que se seguem.
Não obstante o esforço por uma conduta reta e digna, ainda nos vemos perturbados e atônitos com a realidade que nos cerca.
Mesmo tendo claro o desejo por uma vida pautada pelo respeito, pelo bem agir e pela justeza nas ações, ainda assim, não raro, nos perdemos nas loucuras que conquistam espaço.
Vivemos dias onde os vícios ganham cidadania e interesses mesquinhos e vis dominam os mais variados grupos.
A descrença na imortalidade da alma, o descaso pelos valores espirituais geram atitudes egoístas e imediatistas, atropelando qualquer possibilidade mais nobre de conduta.
O ser humano passa a valer cada dia menos.
Torna-se descartável nas relações sociais e emocionais, sem nenhum significado a não ser algum fim utilitarista imediato.
A vulgaridade ganha as rodas sociais e o ambiente familiar.
A erotização barata e leviana das músicas, danças e outras tantas formas de expressão humana, passa a ser vista com normalidade assustadora.
O alucinante desejo de enriquecer, de possuir, de se destacar na sociedade, substitui as virtudes esquecidas da humildade, da pureza de coração.
 
*   *   *

Porém, jamais devemos esquecer que o condutor do planeta vela e tem planos nobres e superiores para todos nós.
Por mais que o ser humano se perca no lodaçal do primarismo moral que ainda se permite, seu progresso se dará inevitavelmente.
Somos todos filhos de Deus e, mesmo que momentaneamente perdidos e iludidos no abismo moral que vive hoje a sociedade, trazemos na nossa intimidade o gérmen divino.
Assim, mesmo nas dificuldades naturais destes momentos transitórios, não abandonemos os caminhos da reestruturação moral.
Ainda que os dias se mostrem alucinados, onde o erro e a loucura são confundidos com normalidade, permaneçamos no bem.
Façamos esforços para não nos deixarmos levar no roldão da insensatez e leviandade atuais. Perseveremos no exercício da dignidade e do respeito.
Não desanimemos, mantendo-nos fiéis ao compromisso com a própria consciência e com os valores morais que elegemos.
A ação de cada um é muito importante no conjunto geral.
Nestes dias onde as referências de bem agir parecem ter desmoronado, sejamos o modelo de esforço no bem agir.
Logo mais, sem tardar, novo dia raiará para a Humanidade.
Cansado dos caminhos de dor e loucura a que se permitiu, o homem retomará valores antes perdidos, a fim de buscar a paz que tanto anela e da qual tanto se distanciou.
Portanto, confiemos e sigamos com Jesus. Ele proverá todas as nossas necessidades para que atravessemos em paz o mar bravio e tempestuoso que ora se faz em nosso planeta.
 
Redação do Momento Espírita, com base no  cap. 22, do livro Ilumina-te, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco.
 Fonte: Desabafo Feminino.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

O hipócrita deu cria: a essência da Ditadura se chama Jair Bolsonaro.


Por: Franz Lima.


Jair Bolsonaro foi (nunca mais será) um militar. Oficial do Exército, linha dura, ele obteve o que hoje muitos lutam para alcançar: um cargo político que dê voz aos militares. Já se passaram anos desde sua primeira eleição e, honestamente, nada mudou para a classe militar, da qual faço parte.

Resumidamente, militares são mal remunerados, sujeitos a extenuantes horas de trabalho, são proibidos de fazer greve (fato que tira a força política) e estão sujeitos à prisão no caso de se expressarem como faço agora.

Há pontos positivos dentro do militarismo, claro. Vocês certamente podem comprovar que um militar ou ex-militar tem um comportamento diferente, mais rígido em alguns pontos, porém quase sempre mais educado. A disciplina adquirida nos quartéis é para sempre e nosso país precisa de disciplina.
Voltando ao deputado, o fato é que Bolsonaro criou uma família de políticos que só voltam à tona nas vésperas de eleição. Por meio da polêmica, o clã tenta se manter no poder por mais quatro anos, aumentando a força política e não contribuindo com seus supostos eleitores, os militares. Sim, há civis que simpatizam com suas palavras ríspidas e o preconceito por vezes incubado em frases escritas por doutores das letras.
Palavras não mudam a situação. Omissão, entretanto, também não contribui para mudanças.
Hoje, falo por mim. Não suporto ouvir promessas de um futuro melhor, principalmente quando elas vem de um indivíduo que está afastado da realidade militar e que pretende radicalizar a vida civil. Além disso, a renovação é necessária. Os mandatos seguidos transformaram uma promessa em algo fútil, viciado no poder. Quem ainda não percebeu que os únicos beneficiados no cargo de Bolsonaro foram seus familiares, suplentes e pessoas próximas?
Ele é uma mancha que ajuda a propagar a péssima imagem que a população civil tem dos militares, ainda resquício da Ditadura. Bolsonaro mostra que não há limites para seu racismo e a crescente demonstração de sua "superioridade" racial e, agora, de classe (os políticos são os 'intocáveis', assim como foram os senhores de engenho).
Não somos assassinos, torturadores ou perseguidores das minorias. Não estou de acordo com a pseudo-moralidade do deputado que não representa os militares de hoje, apenas uma minoria que só vê a força como meio de diálogo (unilateral, claro).
Mas há outros que agem às escondidas, ocultos em discursos amenos que mascaram um rigor pior que a ditadura. Não se enganem... os piores torturadores são os que propagam a falsa sensação de segurança e minam nossas vidas dia a dia. Bolsonaro é um destes males e é por isso que evidencio as sequelas de sua influência como político. 
Não colaborem para que ele e seus iguais perpetuem e propagem o veneno que flui por suas palavras. Afinal, para um indivíduo que se diz moralista, qual a moral em beneficiar apenas a própria família quando ele dá as costas aos que o apoiaram por tantos anos? Qual a moral em trocar os valores éticos pelos valores monetários? 
Assim como foi proibido o uso de máscaras no Rio de Janeiro, espero que nós, eleitores, proibamos o uso das facetas que quase a totalidade dos políticos mantém para atrair os votos. A era da mentira tem que acabar.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Clube de Regatas do Flamengo: a final da Copa do Brasil e o desprezo pelo torcedor.


Por: Franz Lima.
Mesmo diante das palavras sempre otimistas do lateral Léo Moura, a verdade é que tornou-se quase impossível para o torcedor com menor renda ir ao Maracanã na final da Copa do Brasil. 
O Flamengo é um time que possui uma das maiores torcidas do mundo. Aliás, ele tem a mais participativa que eu conheço e, claro, faço parte.
Foi com o apoio dessa mesma torcida que o clube alcançou suas maiores glórias. 
Entretanto, alguns dirão, torcida não ganha jogo. Sim, não há como discordar. O fato é que esses mesmos 'alguns' esquecem que o apoio faz a diferença em todas as ocasiões. Resultados à parte, sem o incentivo qualquer um pode ser afetado pelo desânimo, cansaço ou pela baixa autoestima. Reparem como um corredor cansado ganha novo fôlego ao ser apoiado. Assim sempre foi e será com relação à torcida do Flamengo que se mantém fiel mesmo nos momentos mais turbulentos.
A polêmica é válida. O clube não pode penalizar seus torcedores em prol de uma arrecadação maior, principalmente se levarmos em conta que o valor alto irá segregar a torcida. Falando em bom português, esse aumento irá beneficiar o clube, permitirá que uma elite assista ao jogo e excluirá o trabalhador mais humilde que, infelizmente, não dispõe de 250 reais (que é o menor valor). 
A massa rubro-negra é fiel ao clube. Resta agora que o Flamengo faça a sua parte e seja igualmente honesto com seus milhares de torcedores.
Jogue junto com sua torcida, Mengão.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Enxergue o que quer, mas não transforme trevas em luz.


Por: Franz Lima
 
A cada novo dia aumenta o meu medo do medo...

Não há outra forma de começar este post. Todos os dias eu leio, vejo e percebo que a desculpa para o desprezo, a violência e a segregação está intimamente vinculada ao medo. Tenho medo de negros: segrego. Tenho medo de espíritas: persigo. Tenho medo de pobres: isolo-me. 
É bem verdade que a humanidade nunca teve sequer um único período onde a igualdade fosse uma realidade, mas isso não significa achar que estamos na Era de Ouro da Igualdade. Jamais.
Os dias atuais são belos. Mais recursos para combater doenças, maior consciência social, maior luta pelo meio-ambiente, direito a ter um credo diferente do que é maioria. São mudanças consistentes, com poder de mudar não só a sociedade, como também a humanidade em sua grandeza.
Entretanto, alguns problemas insistem em caminhar ao lado da evolução. Pessoas vivem em seu próprio mundo, cercadas por toda a tecnologia possível, porém distantes de quem está ao seu lado. A expectativa de vida aumentou e, em contrapartida, diminuiu o valor de uma vida humana. Matar é algo tão corriqueiro quanto atravessar uma rua.

E o que fazer para corrigir esses problemas tão comuns aos dias de hoje? Eu, como um mero escritor, creio que a solução (ou o início dela) deva vir de uma maior tolerância e de muito menos 'achismo'. Sim, você provavelmente não entendeu, mas eu explico...

As crises, guerras e os micro-conflitos são fruto direto de dois fatores bastantes conhecidos que são a intolerância e a discórdia. Quando um indivíduo reúne outros ao seu redor para pregar o ódio, fomentar a caçada por quem distoe de sua visão de perfeição ou de suas crenças políticas e religiosas, esta pessoa irá se transformar em uma célula doente, um câncer, que contamina outras. Por sua vez, quem promove a discórdia também contribui enfaticamente para resultados tão negativos quanto o intolerante. São muito parecidos entre si, não tenho dúvida, com potenciais destrutivos também similares, porém cada um age ao seu modo.

E quais são os frutos colhidos por tais seres humanos dotados de tal potencial de influência? A morte, direta ou indireta. 

Direta quando por meio de conflitos, lutas e perseguições alguém literalmente tira a vida de outro em nome de uma causa inaceitável para quem tem um mínimo de coerência, porém absurdamente normal para os 'seguidores'. 

Indireta quando as mesmas perseguições, calúnias e discórdias são usadas com um maior grau de covardia, sendo embutidas na alma de alguém que não suporta a carga e, paulatinamente, definha até não ter mais forças para resistir e cai, morrendo por intermédio da pressão sofrida (inclua aí o suicídio). 

Baseado no que acima expus, podemos concluir que há um grupo de alvos e outro de atiradores. São esses 'snipers'  que provocam tantas perdas. Quando decidem alvejar alguém, mesmo que essa pessoa não morra, sequelas quase indeléveis são cravejadas no espírito e na mente dela. 


Esse tipo de conduta, pessoa e grupo devem ser combatidos com o mesmo ímpeto que empregamos para divulgar coisas que, diante desses males, são fúteis. Não é preciso se tornar um mártir e ostentar um estandarte para eliminar tais problemas, basta expor, divulgar e promover a conscientização de que uma vida perdida é um futuro extinto. Acrescente a isso um outro elemento: a vida destruída arrasta junto com ela outras vidas. Um pai que perde um filho certamente perde uma parcela de sua vida, tal qual um filho que morre um pouco ao perder o pai.

Extremistas são um câncer que merece ser tratado com a mesma agressividade de uma radioterapia ou quimioterapia. Mas a quem cabe ministrar essa terapia? A você, a mim e a todos que estão cansados de ver vidas serem apagadas. Covardes maiores que os agressores são os que fingem não ver essas agressões.


Então, irá continuar lendo esse texto ou começará a olhar com mais atenção ao que ocorre próximo a você? Não olhe para as trevas e queira ver luz.


A cada novo dia aumenta o meu medo, mas a esperança permanece viva...



quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O custo total para se tornar o "Batman". Infográfico muito interessante.


Fonte: Visual

Um infográfico mostra qual seria a despesa total para que uma pessoa pudesse ter o treinamento, o aparato e a logística do Batman. Confira e prepare-se para se surpreender.


The Cost of Being Batman
Learn about infographic design.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

A evolução da matemática em 70 anos.


Postado via Google + por Alzir Fraga

Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia...

Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas...

Leiam o relato de uma Professora de Matemática...

Semana passada, comprei um produto que custou, R$ 15,80.

Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber
ainda mais moedas.

A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.

Tentei explicar que ela tinha que me dar, R$ 5,00 Reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.

Ficou com lágrimas nos olhos, enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.

Por que estou contando isso?

Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:

 

1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por, R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda.
Qual é o lucro?




2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou, R$ 80,00. Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por, R$ 100,00.
O custo de produção é, R$ 80,00.
Qual é o lucro?


4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por, R$ 100,00.
O custo de produção é, R$ 80,00.
Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00

5. Ensino de matemática em 2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por, R$ 100,00.
O custo de produção é, R$ 80,00.
O lucro é de, R$ 20,00.
Está certo?
( ) SIM ( ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um carro de lenha por, R$ 100,00.
O custo de produção é, R$ 80,00.
Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00

7. Em 2012 ...:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
(Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder, pois é proibido reprová-los).
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00


E, se um aluno resolver pixar a sala de aula e a professora fizer com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos, pois a professora provocou traumas na criança.

Também jamais levante a voz com um aluno, pois isso representa voltar ao passado repressor.
 

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