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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Séries e as complexidades exigidas dos roteiristas. Via Estadão.


Clarice Cardoso - O Estado de S. Paulo
Um homem capaz de atos deploráveis é um herói aos olhos de uma grande audiência. O quase vilão que vira queridinho do público tem se tornado comum nas séries, e um dos mais marcantes da TV contemporânea é Dexter Morgan, da série homônima, vivido por Michael C. Hall em oito temporadas.
A série trata de um serial killer que, guiado por um rígido código de ética criado por seu pai, mata com requintes de crueldade criminosos que conseguiram escapar da polícia. A premissa é ousada, e as primeiras temporadas guardam um tom de atrevimento que manteve o público interessado. Depois, vieram alguns tropeços, e ela parecia se repetir. “Era quase inevitável estando há tanto tempo no ar”, admite Scott Buck, o showrunner, ou seja, o grande nome por trás de Dexter.
“Quando qualquer série começa a envelhecer, as fórmulas passam a soar familiares para quem a acompanha de perto. Aí, você se vê diante de um dilema: tentar surpreender e acabar com algo um pouco diferente, ou deixar como está, correndo o risco de se tornar previsível. Nos dois casos, você vai decepcionar alguém”, explica ao Estado por telefone do Rio, onde participou do 2.º Programa Globosat de Roteiristas.
“A responsabilidade principal de um showrunner é entregar ao público a série de que gosta, ser inovador e manter-se fiel à sua proposta original, o que fica mais difícil ao longo dos anos.”
Com tanta experiência na televisão, Scott tem uma visão privilegiada das mudanças no comportamento do telespectador em relação ao conteúdo. Mesmo no Brasil, já são consideráveis as opções que oferecem a liberdade de decidir como e quando ver seu programa favorito: há a TV sob demanda, os sites como o Netflix e os aparelhos, que algumas operadoras brasileiras oferecem há alguns anos, que permitem gravar a programação e assistir quando quiser. Isso muda a relação que nós temos com aquilo a que estamos vendo, e Scott nota em si mesmo esses efeitos.
“Eu mesmo não faço ideia de quais programas estão no ar, há anos não sei. Porque mesmo que eles não estejam em serviços sob demanda, eu posso gravá-los e ver depois. São muito poucos os títulos que me cativam a ponto de me fazer ir para casa na hora exata em que vão ao ar, e acho que isso se aplica a boa parte da audiência norte-americana. Uma tendência que tende a se espalhar. O roteirista tem de estar ciente de que há opções de mais. Não estamos naquela época em que alguém via o que estivesse passando. A gente vê exatamente o que quiser”, afirma.
Outro hábito que cresce entre grupos de fãs é o de comprar caixas de DVDs ou o de assinar um serviço como o Netflix e assistir a toda uma temporada de uma vez só – o que em inglês tem até nome, “binge-watching”. Isso sim, ele diz, representa um desafio para um roteirista: “O modo como pensamos a narrativa precisa ser outro. É o caso dos ganchos de suspense ao fim dos episódios”.
Serviços como o Netflix e, mais recentemente, nos EUA, a Amazon, passaram a não só prover conteúdo, mas a produzi-lo. House of Cards, do primeiro, é uma febre que entrou para a história ao vencer um Globo de Ouro. Para Scott, porém, a inovação vai só até a exibição. “A mudança no jeito de ver TV ainda não alterou o modo de escrever, fazer e produzir programas”, crava. “Muitas dessas séries recém-lançadas são benfeitas, mas são produzidas de um jeito muito similar às tradicionais. O que ressalto é que abrem um mercado maior para os roteiristas, e quanto mais canais e espaços de exibição, melhor para nós”, arremata.

Franz diz: informações pertinentes para os espectadores e para os pretensos roteiristas. Há muito mais complexidades do que imaginava na construção de um roteiro para TV. Interessante demais esta matéria.

domingo, 6 de abril de 2014

Nota de falecimento: a prematura despedida de José Wilker.


Morreu ontem, pela manhã, o ator José Wilker. Dono de uma carreira irretocável no cinema, teatro e TV, Wilker se despede prematuramente de nosso convívio. Com 69 anos, José Wilker deixou duas filhas, além de sua namorada que o acompanhava por ocasião da parada cardíaca que o vitimou. Seu último trabalho para o cinema foi Giovanni Improtta, personagem que migrou da TV para a tela grande. Wilker também atuava como comentarista durante as transmissões do Oscar.
Descanse em paz, guerreiro.




segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Lista com as séries mais pirateadas de 2012. Via Torrentfreak



Quer gostem ou não, enquanto não houver uma adequação de preços e um acesso melhor às séries, muitos irão baixar o conteúdo para assistir. É bom frisar que a maioria não faz o download para venda, mas para uso próprio.

As 10 mais pirateadas, segundo o Torrentfreak:
  1. Game of Thrones
  2. Dexter
  3. The Big Bang Theory
  4. How I Met Your Mother
  5. Breaking Bad
  6. The Walking Dead
  7. Homeland
  8. House
  9. Fringe Revolution
  10. Revolution

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Faça seu spot de TV para "Batman - Dark Knight Rises" e viaje para Nova Iorque. Seleção será feita por Christopher Nolan


A Warner Bros agora quer que os fãs de Batman criem algo por si próprios. O proposta do estúdio e a Chrysler é promover um concurso onde os usuários possam adquirir ativos no site "Imported from Gotham City", e reeditá-los em um novo spot televisivo de 25 segundos. O vencedor receberá uma viagem para Nova Yorque para participar da premier do filme. Christopher Nolan vai escolher o vencedor, embora não haja nenhuma garantia de que o spot vencedor irá realmente ao ar na televisão.
Além disso, o spot televisivo não deve apenas promover TDKR, mas também a marca "Chrysler", talvez alguns dos carros destruídos na tentativa de Batman para salvar Gotham City.
Agora, resta aguardar as informações adicionais sobre o concurso e atualização deste post ou outros relacionados. O filme é estrelado por Christian Bale, Anne Hathaway, Tom Hardy, Michael Caine, Gary Oldman, Morgan Freeman, Joseph Gordon-Levitt e Marion Cotillard. Batman - Dark Knight Rises estreia em 20 de julho.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Podcast: o ressurgimento da "Era do Rádio"


Autor: Franz Lima
Muitos dos que lerão esta crônica irão, inevitavelmente, acessar o oráculo (Google), a Wikipédia ou perguntar a seus pais e avós sobre quanto do que está escrito aqui é verdade. Compreendo cada um de vocês que fizer isto, pois vivemos em uma era tomada pelo áudio-visual. É quase inconcebível um período em que era normal imaginar ao invés de ver. Mas este período existiu e foi mais longo do que pensamos.
1922 foi o ano em que os brasileiros passaram a ter acesso às comunicações radiofônicas. Apenas quatro anos após o término da Grande Guerra Mundial – não era ainda chamada de Primeira Guerra – começamos a usufruir da magia da voz à distância. Não é exagero meu chamar de “magia”, uma vez que essa foi a maneira como tudo começou: de forma mágica.
          Do ano do surgimento do rádio para a absoluta influência deste nas vidas de nossos antepassados, passaram-se alguns anos. O cinema já existia e a TV era uma realidade acessível a poucos, mas os rádios forneciam entretenimento barato.

"Chegou a hora de aprimorar este veículo", pensou um empresário do ramo de rádio comunicação e, para isso, surgiram as radionovelas. Bem, o que havia de tão bom em ouvir pessoas brincando de teatro? Simplesmente tudo, já que a imagem não era uma realidade nos lares brasileiros e, por meio do rádio, as tramas, mistérios e personagens fascinantes chegavam até as pessoas da época. Além disso, tanto autores quanto atores eram pessoas altamente gabaritadas, movidas pela paixão de representar. Mário Lago e Janete Clair são exemplos de personalidades da radionovela que tiveram seus talentos usados, futuramente, nas telenovelas.
Vale frisar que as celebridades do rádio eram tão influentes e bem sucedidas quanto as celebridades atuais do cinema, TV e internet, principais veículos de entretenimento do século XXI.

Mas nada dura para sempre. Com o advento da televisão – e da telenovela -, o rádio foi perdendo popularidade aos poucos e isto resultou no fim de muitos programas de entretenimento, inclusive os programas de calouros, radionovelas e alguns noticiários que, gradualmente, foram absorvidos pela televisão.

Porém a semente já estava plantada. Por mais que a sociedade evolua para o áudio-visual, sempre haverá um momento em que apenas o som estará presente, seja no carro, estudando ou em outra situação. O que importa é isso: o rádio teve uma enorme queda de popularidade, porém sua essência jamais morreu.
A mídia de voz está presente até os dias atuais. O som, seja pela voz ou música, é parte essencial de nosso cotidiano, independentemente do progresso de outras mídias, não importa o quanto evoluam as outras formas de comunicação e entretenimento.
Como prova disso, surgiram aparelhos cada vez menores para ouvir músicas e programas de rádio. Os micro-system eram aparelhos de som portáteis e chamativos, com uma ou duas unidades de fita cassete e rádio AM/FM, seguidos pelo “walkman” que era uma unidade portátil para tocar fitas cassete, substituídos depois pelo discman (tocadores de CD) até o advento dos tocadores de mp3 que evoluíram para os ipod e outros players tão bons quanto. Os ipod são referência em função da capacidade de armazenamento. Hoje, há aparelhos com capacidade para até 160 Gb em arquivos de áudio.
E daí? Bem, estas novas formas de armazenamento e compactação de arquivos abriram um espaço antes impensável. Agora, é possível ouvir horas de músicas, entrevistas, conversas ou qualquer outro tipo de som em formato mp3, AAC ou outro qualquer e com tamanho razoável, ocupando pouco espaço na mídia de armazenamento. Acrescente-se a isso novos programas de editoração de músicas e áudio e, com o tempo, idealizadores começaram a fazer seus próprios programas gravados, onde encontramos desde conversas informais sobre cultura em geral até aulas sobre os mais diversos temas. Criou-se, então, o podcast.
O conceito de podcast é bem simples: um arquivo de áudio – seja lá qual for seu formato – onde uma ou mais pessoas, usando dos mais modernos recursos tecnológicos, ou não, criam um documento digital com algo que seja de seu interesse. Esse arquivo é disponibilizado para ser “baixado” (download) gratuitamente e também pode ser assinado (RSS). Alguns destes idealizadores criaram verdadeiras séries sobre seus temas preferidos, conseguindo angariar uma legião de fãs. 
Hoje o Brasil é um grande produtor de podcasts. Há  programas com conteúdo de altíssimo nível, produtos de exportação e premiados em diversos meios de comunicação. Mas não focarei nas premiações, pois o que quero frisar é a importância dos casts em áudio.
No auge da era do Rádio, o Brasil tinha neste instrumento o seu principal divulgador de todos os assuntos importantes ou irrelevantes. Ouvir rádio era sinônimo de estar "antenado" (talvez venha daí a expressão) com o que ocorria no mundo - ainda que um tanto atrasado. Porém, atualmente, o podcast não pode exercer esta função. Com o advento da internet - cada vez mais rápida - as notícias chegam com muito mais eficiência e velocidade aos interessados. Assim, o podcast tem hoje uma função similar ao rádio em seu auge, quando era uma fonte de entretenimento e informação, guardadas as devidas proporções, lógico.
O podcast é um fenômeno. Este é o ponto em que quero chegar. Ele não só é um veículo para propagar informação, cultura e lazer, como também tornou-se um ponto de apoio para o surgimento de novos talentos, pessoas que o usam para expor opiniões ou apenas para conversar sobre o que gostam. Independentemente do uso do podcast, creio poder afirmar categoricamente que ele terá uma longa vida pela frente. Ao contrário do rádio tradicional, não será a internet ou a televisão que irão minimizar a importância dele até que o esqueçam por algo mais moderno. A tendência desta nova forma de comunicação é o aprimoramento, a evolução e o acompanhamento das tecnologias, prosseguindo ao lado da geração atual e das gerações futuras. Ouvir um podcast não é só um modismo. Ouvir um podcast é uma tendência que marca a história da comunicação em nosso país e no mundo. 
Parabéns a todos os profissionais que usam esta ferramenta para levar e divulgar por todos os lugares a voz, a informação e o entretenimento. 

Podcasts que apóio e participo:

Epifania 000 - Coletânea Cassandras

Epifania 001 - A Batalha do Apocalipse

Epifania 002 - A Guerra dos Tronos


terça-feira, 5 de junho de 2012

Ancine publica regras que regulamentam Lei da TV Paga; cota de conteúdo nacional vai vigorar a partir de setembro


Fonte: Agência Brasil . Por Camila Maciel
São Paulo – A Agência Nacional do Cinema (Ancine) publicou ontem (dia 4), no Diário Oficial da União, duas instruções normativas que regulamentam a nova lei de TV por assinatura no Brasil (Lei 12.485/2011). As instruções, que foram definidas após processo de consulta pública, flexibilizam alguns dos pontos polêmicos da nova lei, como a inclusão de programas de variedades e reality show dentre as obras audiovisuais que contam para o percentual mínimo de produção brasileira. Os empresários do setor terão até o dia 1º de setembro para se adaptar às novas regras.
As instruções entram em vigor cerca de nove meses após a aprovação da lei, que tramitou durante cinco anos no Congresso Nacional. “Com as instruções normativas 100 e 101, a Lei 12.485 entra de fato em operação”, declarou o diretor-presidente da Ancine, Manoel Rangel. Sobre a demora da regulamentação, Rangel disse que a abertura para diálogo da proposta, por meio de consulta pública, foi bem recebida pelos empresários, assim como pelos produtores.
“Essa é uma lei que transforma o mercado. Estamos fazendo uma transição lenta, suave e cuidadosa. Levamos em conta muitas contribuições da consulta pública, tanto da sociedade, como dos agentes econômicos. Acreditamos que a nova lei é marco para a criação de oportunidades, tendo em vista que promove a pluralidade e a competitividade no setor”, avaliou Rangel, na abertura do Fórum Brasil de Televisão, na capital paulista. A Ancine estima que o número de assinantes da TV paga, que hoje é 13 milhões, deve dobrar nos próximos quatro ou cinco anos.
De acordo com o presidente da Ancine, quando a nova lei estiver plenamente em execução, mais de mil horas de conteúdos brasileiros inéditos farão parte da programação da TV por assinatura no Brasil. "Agora, todos os canais de séries, filmes, documentários, animação deverão carregar conteúdo brasileiro. Isso terá um grande impacto na produção audiovisual, porque, pela primeira vez, se forja uma demanda real pela produção nacional, inclusive a independente”, avaliou.
Para acompanhar o aumento dessa demanda, Rangel informou que novas linhas de financiamento devem ser disponibilizadas pela Ancine no segundo semestre, contemplando, inclusive, projetos de capacitação para as produtoras, sobretudo, para as independentes. Nesse sentido, outra medida anunciada foi a publicação da Instrução Normativa 99, que simplifica o processo de submissão de projeto à avaliação da agência. “A partir de 18 junho, esse procedimento será online. É uma forma de agilizar a aprovação dos projetos”, explicou.
Para os assinantes, as maiores mudanças devem ocorrer a partir setembro, quando se tornam obrigatórios os percentuais mínimos de veiculação de produção brasileira. De 1º a 12 de setembro, os canais deverão veicular uma hora e dez minutos semanais de conteúdo nacional. A partir do dia 12, a veiculação sobe para duas horas e 20 minutos semanais. O volume de programação brasileira nos canais pagos deverá crescer gradualmente, nos primeiros três anos de vigência da lei, até chegar ao mínimo de três horas e 30 minutos semanais veiculados em horário nobre.
O intervalo de tempo considerado horário nobre para efeito da inclusão da cota de conteúdo nacional foi uma das alterações da Instrução Normativa 100, que regula as atividades de programação. O intervalo foi ampliado de cinco para seis horas e passou a contar de 18h às 24h. Antes, o horário considerado como nobre começava às 19h. No caso dos canais infantis, o período é das 11h às 14h e das 17h às 21h.
Dentre os temas polêmicos que a Ancine optou por não regulamentar na instrução, está a questão das reprises de obras brasileiras, que não contariam para a cota de conteúdo nacional. “Esperamos que os executivos dos canais saibam respeitar os interesses dos cidadãos, dos assinantes”, declarou Rangel. Ele informou, no entanto, que caso haja necessidade, a agência poderá editar um regulamento específico sobre o tema.
A Ancine regula os aspectos da Lei 12.485 que estão ligados às atividades e às condições para a prestação de serviços pela TV paga. Parte da lei que se relaciona ao serviço de telecomunicações, no entanto, é regulada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Os serviços de TV paga, que antes eram diferenciados pela tecnologia que utilizavam, agora estão reunidos no Serviço de Acesso Condicionado (SeAC). As resoluções 581 e 582 da Anatel regulamentaram esses temas, em março deste ano.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

‘Escrever para os tablets banalizará a literatura’, diz Mario Vargas Llosa


Fonte: Livros e Pessoas. Via: G1

O escritor peruano Mario Vargas Llosa acredita que a literatura criada “diretamente para os tablets” pagará o mesmo preço que a televisão, pois se banalizará e cairá na frivolidade.
“É um temor, tomara que não aconteça”, declarou nesta quarta-feira o Prêmio Nobel de Literatura de 2010 ao discursar no ciclo que a Biblioteca Nacional da Espanha organizou para comemorar seu terceiro centenário, celebrado neste ano.
Vargas Llosa, de 76 anos, manteve um debate com o jornalista Sergio Vila-Sanjuán. Entre outros temas, o escritor mencionou sua paixão pela leitura desde criança, o nascimento de sua vocação literária, seu amor pelas bibliotecas e seu temor de que os aparelhos eletrônicos afetem o conteúdo da escrita.
Ao contrário do que dizem “com tanta certeza os defensores do livro eletrônico”, o escritor peruano não acredita que “o suporte seja insensível ao conteúdo”.
Ele baseia seu convencimento no que aconteceu com a televisão: “Por que a televisão banalizou tanto os conteúdos, quando é um instrumento extraordinário para chegar a grandes públicos, mas foi incapaz de se transformar em um transmissor de grandes ideias, de grande arte ou literatura?”, questionou o autor.
Em sua opinião, a televisão “não chegou a lugar algum, porque aponta ao mais baixo para chegar ao maior número de pessoas”.
Vargas Llosa disse não se opor ao entretenimento e afirmou existir boas séries televisivas, “mas ler (Marcel) Proust ou (James) Joyce não é o mesmo que assistir a uma série”.
Em um salão de eventos abarrotado de público – e com dezenas de pessoas que tiveram de acompanhar a conversa do lado de fora por um telão -, Vargas Llosa afirmou que a coisa mais importante que aconteceu em sua vida foi aprender a ler aos cinco anos de idade. Desde então, segundo ele, começou a viver “grandes experiências” graças aos livros. “A leitura me mudou a vida”.

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