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domingo, 26 de abril de 2015

Semana de lançamentos na Companhia das Letras.


O filho antirromântico, de Priscila Gilman (tradução de Caroline Chang)
Quando Benjamin começou a reconhecer todo o alfabeto com apenas catorze meses e, aos dois anos, ler livros inteiros, não houve alarme, pelo contrário: os pais, dois literatos, regozijaram-­se com a precocidade do filho. Mas logo os demais sintomas — hipersensibilidade auditiva e dificuldades motoras, sensoriais e sociais — tornaram-se incontornáveis: o garoto sofria de hiperlexia, transtorno de desenvolvimento associado ao autismo. A autora revolucionou sua vida e a da família para ajudar o filho a superar as muitas dificuldades. Sua dedicada atenção de mãe rendeu este relato que vai comover todos os tipos de leitores.

Seguinte

Você não deveria estar na escola? — Só perguntas erradas Vol.3, de Lemony Snicket (tradução de André Czarnobai)
O jovem Lemony Snicket começou seu aprendizado em uma organização secreta e partiu para Manchado-pelo-mar, uma cidade decadente onde se criavam polvos para a produção de tinta. Lá ele se envolveu em seu primeiro grande caso, relatado em detalhes na sérieSó Perguntas Erradas. Agora, no terceiro volume, ele precisa investigar incêndios que estão ocorrendo nesse vilarejo cada vez mais envolto em mistério, acompanhado de sua excêntrica tutora, S. Theodora Markson, e de seu grupo de aliados, composto pela jornalista-mirim Moxie Mallahan, pelos irmãos taxistas Juca e Chico, pelo exímio cozinheiro Jake Hix e pela química brilhante Cleo Knight.

Claro Enigma

Há muitos povos indígenas no Brasil, mais interessantes e diversos do que se costuma imaginar. Atualmente, eles somam cerca de 900 mil índios que falam 274 línguas diferentes, e cada uma delas carrega um repertório único de histórias, transmitidas pela memória oral de geração em geração. Ainda assim, grande parte permanece desconhecida do público. Este livro é um passeio instigante por algumas dessas histórias e introduz o leitor no vasto conhecimento produzido ao longo dos milênios pelos habitantes das florestas.

Companhia das Letrinhas

O que é a liberdade?, de Renata Bueno
Para muitos, o passarinho é um símbolo da liberdade. Mas será que ele se sente livre mesmo? E, afinal, o que é a liberdade? Foi pensando nesse conceito tão difícil de compreender que Renata Bueno escreveu este livro recheado de diálogos curiosos entre um passarinho e personagens como um lápis, um camaleão, um espelho, um mágico… As respostas poéticas de cada um deles sobre o que é a tal da liberdade vão fazer tanto o passarinho quanto os leitores perceberem que essa sensação pode ser diferente para cada um de nós — e nem por isso menos autêntica.


A outra história, de Henrique Sitchin
Este livro começa onde a maioria dos outros acaba. “Então os dois se casaram e viveram felizes para sempre.” Mas… ser feliz para sempre dá um trabalho danado, como bem notaram Godofredo Terceiro e Girassola Quinta, o casal real desta história, que vai enfrentar poucas e boas depois do tão esperado Fim. Em uma divertida fábula às avessas, Henrique Sitchin, fundador e ator da Cia Truks — Teatro de Bonecos, dá asas à imaginação para mostrar que uma nova história sempre pode começar onde outra terminou, como se, costuradas umas às outras, as histórias nunca tivessem fim.


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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Os mais recentes lançamentos em livros pela Companhia das Letras.


A noite da encruzilhada, de Georges Simenon (Trad. de Eduardo Brandão)
Não está fácil para o comissário Maigret desvendar os motivos da morte de um vendedor de diamantes. O corpo foi encontrado na mansão de Carl Andersen, um milionário dinamarquês, interrogado por dezessete horas sem sucesso. Talvez a irmã dele, Else, que vive num dos quartos da mansão, tenha a solução para o mistério.

Zoo Zoado, de Fabrício Corsaletti
“Aprender a ler é um tesouro que a gente leva para a vida toda. E aprender a ler poesia é um tesouro maior ainda. Quando olhamos para o mundo, vemos uma porção de coisas. Mas os poetas veem coisas que a gente não vê. Por isso é ótimo começar a ler poesia desde cedo. Assim vamos aprendendo a ver o que nem todos sabem ver, mas que os poetas sabem. E lá vem o Fabrício Corsaletti com seus bichos mais uma vez, brincando com as palavras e com as ideias e mostrando como as coisas podem ser engraçadas, inesperadas e diferentes. Vamos aprender a ler poesia?” - Ruth Rocha 

Cantisapos, histocarés e Cirandefantes, de Sinval Medina (ilustrações de Renata Bueno)
Você sabe cantar o “Sapo-cururu”? “A canoa virou”? E “Ciranda, cirandinha”? Claro que sim. Conhece essas e várias outras músicas que encantam as crianças brasileiras há muitas gerações. Agora, já pensou em inventar versos diferentes para essas melodias? Experimente encaixar o “Marcha soldado” numa quadrinha assim: Feira da fruta / tem laranja e abacaxi / melancia, coco verde / carambola e açaí! - Deu certo, não é mesmo? Pois essa é a ideia deste livro. Aqui, você encontra histórias divertidas, contadas e cantadas ao som de melodias tradicionais, e pode participar da brincadeira criando novas letras para suas cantigas preferidas. Gostou do desafio? Então, desmonte palavras, invente rimas e solte a voz. Bons versos para você!

A cidade que derrotou a guerra, de Antonis Papatheodoulou – ilustrações de Myrto Delivoria (Trad. de Eduardo Brandão)
Apesar de não parecer nada extraordinária à primeira vista, esta é uma cidade diferente. Suas ruas traçam as próprias rotas, criam atalhos para ambulâncias e ampliam as calçadas para deixar excursões de estudantes passar; suas árvores contam histórias a quem chega pertinho; sua agência de correios muda a mensagem da carta enviada e revela exatamente aquilo que o remetente queria dizer mas tinha vergonha; isso para não falar de seus museus, que guardam quadros que mudam de acordo com o espectador e se tornam o espelho da alma e dos sonhos das pessoas. Além disso, certa vez essa cidade realizou o feito de dar uma bela lição num general que apareceu por lá cheio de más intenções.
Neste tour pela Cidade que derrotou a guerra, as crianças passarão suas principais atrações, descobrirão o que aconteceu no fatídico dia em que o senhor Armando Aguerra atrapalhou a paz de todos os habitantes e conhecerão as lindas ilustrações da grega Myrto Delivoria, que só trazem mais poesia a esta narrativa poderosa e original.

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