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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

A verdadeira anatomia do Esqueleto.


O autor desse ótima e divertida ideia se chama Adriano Alves. Infelizmente não localizei suas redes sociais para pôr o link neste post, mas caso alguém saiba, basta lançar nos comentários. 
A diversão consiste em mostrar a anatomia de um esqueleto usando o vilão da série Mestres do Universo, o Esqueleto (Skeletor). Ficou show!
E não se esqueçam de dar uma curtida em nossas páginas: Franz Lima e Apogeu do Abismo.





segunda-feira, 21 de março de 2016

Serial Killers - Anatomia do Mal. Análise de um livro onde o mal é a matéria-prima.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo

Aparentemente assuntos onde a morte esteja entrelaçada são alvo da curiosidade do público comum. Quando digo comum refiro-me às pessoas que não são obrigadas por força da profissão a conviver com algo tão complicado e impactante. Policiais, técnicos em necrópsia, bombeiros, médicos, enfermeiros e outros são, por causa das peculiaridades da profissão, obrigados a ver diariamente os resultados da morte. Óbvio que cada um com diferentes nuances entre si, mas não há como evitar a proximidade dos efeitos da perda d vidas no cotidiano.
Então, se existem apenas algumas pessoas são forçadas a lidar com o fim de vidas, o que pode explicar a grande quantidade de leitores, consumidores ávidos eu diria, de textos sobre assassinatos, tortura, genocídios. O que há de tão atrativo em temas controversos como o 'modus operandi' de serial killers, os assassinos em série? Por que Jack, o estripador, é um dos temas de maior procura em sites de busca até hoje? 
Seja por mera curiosidade ou um prazer mórbido, seja por se tratar de um tema onde a mente humana é mostrada em sua forma mais sombria, a verdade é que livros, filmes, quadrinhos e séries sobre serial killers são um estrondoso sucesso. Dexter, Hannibal Lecter, o Zodíaco, American Horror Story são apenas alguns dos exemplos do alcance de filmes, séries e livros cuja abordagem principal é a ação de matadores seriais. Alguns são, inclusive, simpáticos ao público, fato que cria laços entre o espectador e o matador. Quaisquer que sejam os reais motivos, é inegável que o tema atrai e vende muito.
Mas há algo que ainda estava em falta no mercado literário brasileiro: a presença de obras com uma abordagem séria sobre o tema. Livros como a série Dexter e as obras de Thomas Harris sobre o célebre e encantador assassino Hannibal Lecter são fáceis de encontrar, porém é fato que são ficção. Então, eis que a editora Darkside Books consegue colocar obras de grande relevância sobre o tema e, ainda mais, com autores de grande prestígio na área. Além de Ilana Casoy (especialista brasileira em crimes e assassinos seriais), também fomos brindados com Harold Schechter, cujos livros com temática sobre crimes têm grande prestigio no exterior.


Serial Killers - Anatomia do Mal - é um livro completo com o histórico e os fatos que cercam os principais serial killers da América do Norte e, ainda, de outros países. Um fato muito importante está na distinção entre assassinos seriais, assassinos de massa e simples matadores. Também o leitor poderá constatar que não há um padrão visual para o serial killer, já que somos bombardeados com os estereótipos fornecidos pelo cinema e outras mídias. A raça ou o biotipo não são indicativos ou garantias para se identificar um assassino em série.
Antes de mais nada, o serial killer é um ser humano movido por impulsos e por uma frieza incalculável, motivado, sobretudo, pelo anonimato que seus atos exigem e a proteção que essa condição fornece. Não há um padrão, uma vez que os crimes têm as mais distintas variáveis para iniciar, indo desde os maus tratos quando o assassino era criança até o simples prazer de matar. Um dos poucos fatos que servem para a caracterização desse tipo de crime está na peridiocidade em que os fatos ocorrem e na semelhança entre os crimes ou vítimas. 
Outro ponto extremamente positivo do livro está na disponibilização informações sobre outras mídias que abordam o tema, como quadrinhos, cinema, séries, animes e muito mais. 
Então, se você é um apreciador do assunto, quer compreender mais sobre as mentes doentias por trás de tantas maldades e deseja um livro com conteúdo selecionado e não fantasioso, essa obra é 100% indicada.


Sobre o autor: Harold Schechter é professor de Literatura Americana e Cultura na Faculdade de Queens, na Universidade da Cidade de Nova York. Entre seus livros de não ficção estão os clássicos sobre crimes históricos Fatal, Fiend, Deviant, Deranged e Depraved. Ele também autor da aclamada série ficcional de suspense estrelada por Edgar Allan Poe, que inclui  Nevermore, The Tell-Tale Corpse, The Hum Bug e The Mask of Red Death. Saiba mais em seu site www.haroldschechter.com

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Como seriam os raios-x dos desenhos animados? A anatomia dos cartoons por Chris Panda.



Chris Panda é um ilustrador que imaginou algo muito interessante: como seriam os esqueletos dos desenhos animados? Baseando-se na anatomia de vários cartoons, Chris elaborou verdadeiros "raios-x" para mostrar-nos essa faceta desconhecida de personagens como Ariel, Popeye, Bambi, Sailor Moon, Alice, Malévola, Pato Donald, Frajola e outros.



Rihanna









sábado, 11 de maio de 2013

Exagero, surrealismo e arte através das obras de Gerardo Feldstein.



Gerardo Feldstein é um escultor que utiliza técnicas de hiperrealismo com uma ponta no surrealismo. Sua arte destaca a anatomia humana, destacando-se as mãos e pés, o que traz uma impressão de 3D incrível. 
Nascido em 1958, Gerardo é um argentino que ganhou grande destaque pelo mundo como escultor. Sua meta em transpor suas obras das telas para o plano em que estamos foi concretizada com as criações dessas fantásticas esculturas.
Site do autor: Gerardo Feldstein


sábado, 4 de maio de 2013

Quando a natureza realmente se funde. Esculturas surrealistas e steampunk de Ellen Jewett




Ellen Jewett é canadense e uma amante da natureza. Escultora, seus trabalhos já estiveram em várias exposições, sempre com uma temática ecológica, biológica e cheia de emoções e movimento. Suas criações chocam por misturarem fauna e flora como um só elemento, o que resulta em criaturas híbradas complexas. Ela criou algumas das mais belas e estranhas esculturas nas quais seres vivos são mesclados à natureza ou a artefatos mecânicos. O visual tem momentos que remetem  ao consagrado visual steampunk e até mesmo algo próximo do que já vimos em animes japoneses. O fato é que cada escultura é uma obra de inegável valor e que também tem toques de surrealismo.
A busca pela perfeição a leva a sempre aprimorar seus conhecimentos de anatomia e outras áreas que a façam ser uma melhor artista. Além de sua absurda imaginação, lógico.


domingo, 17 de março de 2013

A arte de Roberto Ferri, pintor inspirado em Caravaggio.


 
Profundamente inspirado em pintores barrocos (especialmente Caravaggio) e outros velhos mestres do romantismo, academicismo, e Simbolismo (David, Ingres, Girodet, Géricault, Gleyre, Bouguereau, Moreau, Redon, Rops, etc)
Formado -
com Menção Honrosa - na Academia de Belas Artes de Roma. Em 2003 fez a exposição-solo "Roberto Ferri e o sonho de Parnassus", no Centro de Arte Contemporânea de Roma. Suas obras já estão presentes em muitas e importantes coleções particulares em Londres, Paris, Madrid, Barcelona,​Miami, Nova York, San Antonio, Roma, Milão, Malta, Dublin, Boston, e o Castelo de Menerbes, Provence.

Além de uma absurda perfeição e irrepreensível  uso de luz e sombras, Roberto Ferri expõe com total clareza e contemporaneidade a dor e o sexo. Suas obras são plenas de tons masoquistas e nudez, frutos, talvez de uma fixação pela arte que o inspirou, mesclada ao atual e recorrente tema do sexo e da morte. 

Talvez alguns considrem suas obras agressivas, mas o fato é que são perfeitas. Mesmo com certa dose de violência - em alguns trabalhos - a beleza é sempre a marca maior.







Compare agora com a arte de Caravaggio:





quinta-feira, 7 de março de 2013

Os múltiplos Homens Vitruvianos.



A obra de Da Vinci é uma das mais interessantes e completas quando o assunto é a anatomia humana. Já consagrada e imortalizada, a ilustração, chamada de o Homem Vitruviano, recebeu inúmeras 'homenagens' por parte de diversos artistas. Confiram algumas delas...












sábado, 29 de dezembro de 2012

Resenha da maxissérie "A Era do Apocalipse".


Por: Filipe Gomes Sena



            Os anos 90 não são famosos por ser uma época muito boa para os quadrinhos de forma geral. Muitos dizem, inclusive, que os mesmos devem ser esquecidos.
            Nos anos 90 eu não passava de uma criança. E eu gostava muito de gastar meu tempo folheando as HQs de um tio meu. Mesmo com pouca idade eu sabia que na Marvel os anos 90 tiveram um grande nome: X-Men. É inegável que nessa época os alunos de Xavier tiveram mais destaque que a grande maioria dos outros personagens da Casa das Ideias. Leitores mais recentes da Marvel podem achar o que eu estou dizendo uma coisa meio estranha, mas é fácil lembrar que os mutantes foram estrelas do filme que iniciou a onda de filmes de super-herois justamente devido a sua popularidade. Talvez o único que pode ter rivalizado com a popularidade dos X-Men nessa época tenha sido o Homem-Aranha.
            Os anos 90 foram a era dos X-Men, mas quando essa época é lembrada, surge na memória dos leitores de quadrinhos daquele tempo uma única era: A Era do Apocalipse.


            Quando eu soube que as historias d’A Era do Apocalipse seriam republicadas eu fui imediatamente inundado pela nostalgia. Apesar de ser bem novo na época, eu ainda conseguia lembrar do visual da maioria dos personagens, mesmo não lembrando absolutamente nada da história. Quando comecei a ler o primeiro volume sofri o choque que qualquer leitor de quadrinhos formado nos anos 2000 deve ter sofrido: A Era do Apocalipse é o resumo de como os quadrinhos eram feitos quase 20 anos atrás. Mas antes que você se revolte e pare de ler essa postagem deixe que eu me explique.
            Em A Era do Apocalipse o primeiro “problema”, com aspas bem grandes, é a arte. Caso você esteja acostumado com a arte das revistas de hoje é possível que ache estranho o traço e as cores da maioria das histórias, não só isso, o próprio design dos personagens pode causar estranheza, principalmente em personagens como Colossus e Dentes de Sabre, que tem o físico mais avantajado e os músculos muito exagerados, coisa que não acontece hoje. O mesmo vale para os uniformes, muito coloridos e de gosto relativamente duvidoso, e eu nem vou citar o estilo do cabelo dos personagens.
            O texto pode ser considerado outro “problema”. Excesso de descrições e explicações pra cada detalhe das ações de alguns personagens tornam algumas passagens um pouco enfadonhas. Os diálogos entre os personagens às vezes não são muito dinâmicos e a quantidade imensa de balões chega a desestimular a leitura em alguns momentos, principalmente por se tratar de volumes relativamente grandes. Inclusive não recomendo ler nenhum dos números em uma tacada só.
            Mas o mérito da historia está principalmente na caracterização dos personagens. A que talvez mais chame atenção é a do Magneto desse universo. Com a morte do Prof. Xavier ele funda os X-Men e toma pra si o ideal de convivência pacifica entre os humanos e os mutantes. Mas isso acaba mudando um pouco quando Apocalipse entra na jogada, dominando toda a América do Norte e iniciando o extermínio de todos os humanos. Os X-Men acabam se tornando uma das únicas esperanças de por fim à Era do Apocalipse. De maneira geral os personagens são mais duros e violentos do que suas versões originais. Falando nisso, vale a pena lembrar que a brutalidade, às vezes bastante exagerada, é algo constante em toda a história. Mesmo em passagens que os atos violentos não são mostrados, ainda são claramente sugeridos. Principalmente quando são descritas as formas que os servos de Apocalipse exterminam, escravizam e utilizam as vidas humanas para os mais diversos fins. Fora os diversos massacres citados ao longo da história, massacres esses que vitimaram as famílias e amigos de alguns dos personagens da história, responsáveis por alguns traumas e motivando alguns deles a por um fim no reinado de Apocalipse.
            A história completa d’A Era do Apocalipse se desenvolve ao longo de 11 arcos principais, que juntamente com algumas historias extras foram organizados e lançados em 6 volumes, num total de mais de 1400 páginas. O que ficou na minha cabeça quando eu li tudo foi a dificuldade que um leitor comum deve ter tido na época que essas historias foram lançadas. Acompanhar tantos arcos ao longo de vários meses não deve ter sido uma tarefa fácil*. 

            Em resumo a história mostra como os X-Men tentam destruir o reinado de Apocalipse, o ar de guerra muda depois que eles descobrem que algum problema no passado causou uma anomalia temporal e que se a linha temporal for reparada será o fim da Era do Apocalipse. Nesse ponto os X-Men se dividem e correm contra o tempo pra conseguir todos os elementos necessários para a reconstrução da linha temporal, e a partir daí o enredo realmente fica legal. Dentre os vários arcos que compõem essa saga gigante eu destaco o arco dos X-Men que são diretamente liderados por Vampira (Astonishing X-Men), o arco focado em Noturno e sua busca pela mutante Sina (X-Calibre), as historias cósmicas de Gambit e os X-Eternos em busca do cristal de M'Kraan (Gambit and the X-Ternals), o arco focado em Ciclope e na elite mutante a serviço de Apocalipse (X-Factor), o arco com a nova geração dos X-Men, os alunos de Colossus e Lince Negra (Generation Next) e o final da história (X-Men: Omega).
            Se você leu a publicação original de A Era do Apocalipse, se você perdeu alguma parte da historia ou simplesmente quer ler uma saga gigante sem precisar quebrar a cabeça pra saber qual história vem antes do que, essa é uma boa oportunidade. Mas fica o alerta para aqueles que não liam quadrinhos nesse tempo, ou quadrinhos desse tempo: a história nem tanto, mas a forma como ela é contada é muito datada. Por fim só resta dizer que esta é uma saga que merece lugar no acervo de qualquer um que é admirador antigo dos alunos de Xavier.

* Em resposta a esse questionamento do Filipe, eu respondo por ter sido um desses leitores: sim, acompanhar qualquer maxissérie da época era algo torturante e financeiramente quase impossível. Eu perdi algumas edições e só as recuperei muito tempo depois. Além disso, a opção da editora em publicar a série em diversas revistas de títulos diferentes é cansativa e desrespeitosa com o público. Mas como o próprio Filipe citou, até nos EUA a saga foi publicada em diversos títulos...
Franz


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Padaria Macabra... veja as fotos, se for capaz.


Fonte: R7
O tailandês Kittiwat Unarrom, que é filho de um padeiro, está chamando atenção por fazer pães em formato de cadáveres humanos. Ele também diz que o projeto, chamado Padaria de Corpos, "traduz a mortalidade com a dor a ela associada". Para expressar isso, ele queria o máximo de realismo, então usou os pães que são fáceis de moldar. 
Veja os resultados e pense: você compraria estes pães para seu café-da-manhã?









Franz says: o aspecto é muito real e pode provocar reações extremas aos mais fracos de estômago. Vale pela criatividade do padeiro e pela perfeição dos pães. Mas poucos degustariam algo assim...

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