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segunda-feira, 19 de junho de 2017

"Tudo e todas as coisas" tem um trailer feito só com emojis.


A Warner Bros inovou ao criar um trailer feito apenas com emojis. O filme em questão é "Tudo e Todas as Coisas", baseado no best-seller escrito por Nicola Yoon.
Caso queiram conferir a análise do filme no site parceiro NoSet, fiquem à vontade: review de Tudo e Todas as Coisas.
Agora, curtam esse ótimo trailer que irá lhes dar uma ótima ideia do que o filme aborda. Bom filme e não se esqueçam que a estreia já aconteceu!

sábado, 18 de abril de 2015

Milton Hatoum afirma: um bom escritor não surge só com a leitura de best-sellers


Fonte: Folha de SP. Comentários: Franz Lima
“Ninguém pode se tornar um escritor sem duas coisas: sem experiência de vida e de leitura. Quem lê só best seller e ‘Cinquenta Tons de Cinza’ não pode ser bom escritor”.
A lição é do escritor Milton Hatoum a uma plateia de estudantes municipais em um centro cultural na Vila Nova Cachoeirinha (zona norte de SP), nesta quinta (16).
No evento do Circuito São Paulo de Cultura, promovido pela prefeitura, o escritor encampou a difícil tarefa de tentar fazer adolescentes entenderem a importância da paciência na arte e na vida.
“O escritor espera o tempo passar para escrever sobre o passado. O romance é a arte da paciência. Você não pode escrever um romance em poucas semanas, poucos meses”, disse ele, que reescreveu seu romance mais conhecido, “Dois Irmãos”, 16 vezes.
Prosador tardio, lembrou ter publicado primeiro romance aos 36 anos, após tentativas de ser poeta (“É muito difícil escrever poesia) e arquiteto (“Fiz poucos projetos, todos desastrados”).
Hatoum contou também a experiência como aluno de outra escola pública, melhor e que reunia todas as classes sociais. “Esse projeto foi interrompido na época da ditadura”, diz.
Em bate-papo informal, respondeu perguntas sobre bullying, vaidade, inspiração e aposentadoria. “Não sei até quando vou ter fôlego para escrever. Estou escrevendo um romance (em dois volumes) há cinco anos”, disse. “Talvez depois desses dois eu não escreva mais nada.”
Na abertura, o prefeito Fernando Haddad (PT) aconselhou os jovens a lembrarem da conversa no futuro, quando tiverem contato com a obra do autor. Foi embora logo em seguida, deixando na plateia alguns secretários municipais, como o ex-senador Eduardo Suplicy (Direitos Humanos) e Nabil Bonduki (Cultura).
Franz diz: a escrita de Hatoum é muito elogiada no mercado. Conheci seu trabalho através do Thiago Cabello, host do extinto podcast Papo na Estante, no ONE. 
A afirmação do autor não me surpreende. É impossível ganhar experiência como escritor sem dois pontos primordiais: a leitura de livros variados (gênero e autores diversos) e a escrita contínua. Escrever bem é fruto de continuidade e acúmulo de experiências. Quando um autor (ou mesmo um leitor) fixa seu foco naquilo que a moda (best-sellers) dita, ele acaba criando para si um corredor muito estreito, pois os livros mais vendidos não são, obrigatoriamente, os melhores. Modismos passam e as vendas despencam cedo ou tarde, porém só os ótimos livros permanecem e persistem através dos anos.
Mesmo escrevendo há anos, aprendo a cada novo livro lido. É preciso aprimorar constantemente e isso só ocorre quando transitamos em todas as áreas literárias, inclusive aquelas que não são as que mais amamos. Sair da zona de conforto também irá acrescentar conteúdo, seja você leitor ou escritor.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Eduardo Spohr e Thalita Rebouças ministrarão curso para novos escritores.


 












Fonte: Casa do Saber.

Início: 13 FEV - QUI, 20H00


Eduardo Spohr, autor de A batalha do Apocalipse, com mais de 600 mil cópias vendidas, conquistou jovens leitores de literatura fantástica com tramas envolvendo anjos e heróis a partir de seu conhecimento sobre mitologia, Bíblia e cultura nerd. Com mais de 1 milhão de exemplares vendidos, Thalita Rebouças é um fenômeno; as histórias da coleção Fala sério caíram totalmente no gosto das pré-adolescentes, fãs da personagem Malu. Qual a receita para fazer um livro que encante os jovens? Há ingredientes para escrever um best-seller? Como incentivar a leitura de escritores nacionais? Por que há preconceito, principalmente no meio intelectual, com autores de best-sellers? Spohr e Thalita se encontram para responder a essas perguntas e revelar os caminhos do sucesso no mercado editorial brasileiro.

DATA E INÍCIO
13 Fevereiro - Quinta-feira, 20H00
HORÁRIO
20h
DURAÇÃO
1 encontro ( 13/02 )
VALOR
R$110,00
 
As inscrições podem ser feitas através do telefone (21) 2227-2237 de segunda a sexta das 11 às 20 horas 

Ministrado por


  • EDUARDO SPOHR
    Jornalista, escritor, professor, blogueiro e podcaster. É autor de A batalha do Apocalipse, livro que ficou entre os mais vendidos no segundo semestre de 2010 no Brasil. Participante do podcast Nerdcast, do Jovem Nerd.

  • THALITA REBOUÇAS
    Jornalista e autora de livros direcionados ao público adolescente. Sua carreira começou em 1999, mas só deslanchou em 2003, quando passou a publicar pela editora Rocco. Desde então, lançou 12 títulos e vendeu mais de 1 milhão de exemplares.

 

domingo, 25 de agosto de 2013

Trailer legendado de 'A Menina que Roubava Livros'.


Só uma palavra para descrever o quanto quero ver esse filme: Ansioso.


quinta-feira, 28 de junho de 2012

Os livros mais vendidos. Via revista Veja.


Os livros mais vendidos

/ 27 de junho de 2012. Fonte: Revista VEJA
FICÇÃO NÃO FICÇÃO AUTOAJUDA E ESOTERISMO
 1
A Escolha
Nicholas Sparks [1 | 6] NOVO CONCEITO
 1
Para Sempre
Kim e Krickitt Carpenter [1 | 14] NOVO CONCEITO
 1
Agapinho - Ágape para Crianças
Padre Marcelo Rossi [1 | 11] GLOBO
 2
O Filho de Netuno
Rick Riordan [2 | 7] INTRÍNSECA
 2
Guia Politicamente Incorreto da Filosofia
Luiz Felipe Pondé [2 | 9] LEYA BRASIL
 2
Ágape
Padre Marcelo Rossi [3 | 93] GLOBO
 3
A Guerra dos Tronos
George R. R. Martin [6 | 57#] LEYA BRASIL
 3
Uma Breve História do Cristianismo
Geoffrey Blainey [5 | 8#] FUNDAMENTO
 3
O X da Questão
Eike Batista [5 | 26] PRIMEIRA PESSOA
 4
Jogos Vorazes
Suzanne Collins [7 | 15#] ROCCO
 4
Getúlio 1882-1930
Lira Neto [4 | 4] COMPANHIA DAS LETRAS
 4
Nietzsche para Estressados
Allan Percy [4 | 46#] SEXTANTE
 5
O Prisioneiro do Céu
Carlos Ruiz Zafón [3 | 3] SUMA DE LETRAS
 5
30 Minutos e Pronto
Jamie Oliver [6 | 6] GLOBO
 5
Desperte o Milionário Que Há em Você
Carlos Wizard Martins [2 | 6#] GENTE
 6
Um Homem de Sorte
Nicholas Sparks [5 | 17#] NOVO CONCEITO
 6
Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil
Leandro Narloch [3 | 124#] LEYA BRASIL
 6
O Poder dos Quietos
Susan Cain [6 | 5] AGIR
 7
O Festim dos Corvos
George R. R. Martin [9 | 20] LEYA BRASIL
 7
Steve Jobs
Walter Isaacson [0 | 30#] COMPANHIA DAS LETRAS
 7
É Tudo Tão Simples
Danuza Leão [7 | 29] AGIR
 8
Em Chamas
Suzanne Collins [0 | 12#] ROCCO
 8
Mentes Ansiosas
Ana Beatriz Barbosa Silva [10 | 34] FONTANAR
 8
O Monge e o Executivo
James Hunter [10 | 373#] SEXTANTE
 9
Branca de Neve e o Caçador
Lily Blake, Evan Daugherty, John Lee Hancock e Hossein Amini [4 | 2] NOVO CONCEITO
 9
O Livro da Filosofia
Vários [7 | 18#] GLOBO
 9
A Vida Sabe o que Faz
Zibia Gasparetto [0 | 38#] VIDA & CONSCIÊNCIA
 10
O Melhor de Mim
Nicholas Sparks [0 | 11#] ARQUEIRO
 10
Guia Politicamente Incorreto da América Latina
Leandro Narloch e Duda Teixeira [9 | 23#] LEYA BRASIL
 10
A Parisiense
Ines de la Fressange [9 | 21#] INTRÍNSECA
 11
A Esperança
Suzanne Collins | ROCCO
 11
Memórias de Uma Guerra Suja
Cláudio Guerra, Marcelo Netto e Rogério Medeiros | TOPBOOKS
 11
Meu Jeito de Dizer que Te Amo
Anderson Cavalcante | GENTE
 12
A Tormenta de Espadas
George R. R. Martin | LEYA BRASIL
 12
Mentes Perigosas
Ana Beatriz Barbosa Silva | FONTANAR
 12
Os Segredos dos Casais Inteligentes
Gustavo Cerbasi | SEXTANTE
 13
O Colecionador de Lágrimas
Augusto Cury | PLANETA
 13
Anderson Spider Silva
Anderson Silva | PRIMEIRA PESSOA
 13
A Arte da Guerra
Sun Tzu | VÁRIAS EDITORAS
 14
A Fúria dos Reis
George R. R. Martin | LEYA BRASIL
 14
1808
Laurentino Gomes | PLANETA
 14
Os Segredos da Mente Milionária
T. Harv Eker | SEXTANTE
 15
Apaixonados - Histórias de Amor de Fallen
Lauren Kate | GALERA RECORD
 15
Mundo Singular
Ana Beatriz Barbosa Silva | FONTANAR
 15
Receber com Charme
Renata Rangel e Cláudia Pixu | GLOBO
 16
Querido John
Nicholas Sparks | NOVO CONCEITO
 16
A Cozinha Rápida de Ana Maria Braga
Ana Maria Braga | AGIR
 16
O que Realmente Importa?
Anderson Cavalcante | GENTE
 17
Diário de uma Paixão
Nicholas Sparks | NOVO CONCEITO
 17
A Carne e o Sangue
Mary Del Priore | ROCCO
 17
Casais Inteligentes Enriquecem Juntos
Gustavo Cerbasi | GENTE
 18
O Pequeno Príncipe
Antoine de Saint-Exupéry | AGIR
 18
Paris - A Festa Continuou
Alan Riding | COMPANHIA DAS LETRAS
 18
Mulheres Inteligentes, Relações Saudáveis
Augusto Cury | ACADEMIA DE INTELIGÊNCIA
 19
Um Amor para Recordar
Nicholas Sparks | NOVO CONCEITO
 19
1822
Laurentino Gomes | NOVA FRONTEIRA
 19
Por que os Homens Amam as Mulheres Poderosas?
Sherry Argov | SEXTANTE
 20
A Última Música
Nicholas Sparks | NOVO CONCEITO
 20
Nas Entrelinhas do Horizonte
Humberto Gessinger | BELAS LETRAS
 20
Amo Você!
Paula Ramos | PANDA BOOKS
[A|B#] – A] posição do livro na
semana anterior
B] há quantas semanas o livro
aparece na lista
#] semanas não consecutivas


Fontes: Balneário Camboriú: Livrarias Catarinense; Belém: Laselva; Belo Horizonte: Laselva, Leitura; Betim: Leitura; Blumenau: Livrarias Catarinense; Brasília: Cultura, Fnac, Laselva, Leitura, Nobel, Saraiva; Campinas: Cultura, Fnac, Laselva, Leitura; Campo Grande: Leitura; Caxias do Sul: Saraiva; Curitiba: Fnac, Laselva, Livrarias Curitiba, Saraiva; Florianópolis: Laselva, Livrarias Catarinense, Saraiva; Fortaleza: Cultura, Laselva, Saraiva; Foz do Iguaçu: Laselva; Goiânia: Leitura, Saraiva; Governador Valadares: Leitura; Ipatinga: Leitura; João Pessoa: Leitura, Saraiva; Joinville: Livrarias Curitiba; Juiz de Fora: Leitura; Jundiaí: Leitura; Londrina: Livrarias Porto; Maceió: Laselva; Mogi das Cruzes: Saraiva; Navegantes: Laselva; Petrópolis: Nobel; Piracicaba: Nobel; Porto Alegre: Cultura, Fnac, Livrarias Porto, Saraiva; Recife: Cultura, Laselva, Saraiva; Ribeirão Preto: Paraler, Saraiva; Rio de Janeiro: Argumento, Fnac, Laselva, Saraiva, Travessa; Salvador: Saraiva; Santa Bárbara d’Oeste: Nobel; Santo André: Saraiva; Santos: Saraiva; São Paulo: Cultura, Fnac, Laselva, Livrarias Curitiba, Livraria da Vila, Martins Fontes, Nobel, Saraiva; Sorocaba: Saraiva; Vila Velha: Saraiva; Vitória: Laselva, Leitura; internet: Cultura, Fnac, Laselva, Leitura, Nobel, Saraiva, Submarino

domingo, 24 de junho de 2012

Veja a capa de American Gods (Deuses Americanos) de Neil Gaiman na versão Húngara.


Estas são a capa e contra-capa de Amerikai Istenek - Deuses Americanos - o best-seller de Neil Gaiman. A imagem ficou legal demais. O que acharam?




quarta-feira, 21 de março de 2012

Análise de "Jogos Vorazes" indica divergências entre livro e filme


Por: Cauê Muraro

Passado no futuro, 'novo Harry Potter' mistura mitologia e reality show.
Adaptação do livro infanto-juvenil de Suzanne Collins estreia no dia 23.

O divórcio entre o filme “Jogos vorazes” e o best-seller homônimo que lhe serve de inspiração acontece logo na cena inicial do primeiro. Num estúdio de tevê futurista, avistamos dois homens, de traje e aparência extravagantes, conversando sobre a competição que virá. O que acompanhamos na tela, assim, se passa distante dos olhos da protagonista, e este é um dado fundamental: a versão literária era narrada todo o tempo pela personagem central, e ao leitor só era dado ver aquilo que ela enxergava e contava.
Mas isso não significa que a tônica desta adaptação cinematográfica será a do atrevimento. As ousadias serão raras ao longo da projeção, e a reconciliação entre uma obra e outra não tarda, a ponto de a “fidelidade” do longa ao material de origem ser talvez seu traço mais marcante. Com estreia agendada para o dia 23, o filme conforta-se em ilustrar com imagens em movimento o conteúdo das páginas, com direito a liberdades escassas. A opção, por si só, não implica um equívoco. Mas ilustrar difere de simplificar. A literatura de Suzanne Collins é trivial – ainda que seja atraente e tenha estofo –, só que resulta mais contundente que as sequências oferecidas pelo diretor Gary Ross.
Foi no final de 2008 que Suzanne Collins lançou seu “Jogos vorazes”, episódio inaugural de uma trilogia de inegável apelo, sobretudo entre o público infanto-juvenil. O que se propõe é um enredo que agrega mitologia, reality show, guerras, história e comentário político (regimes totalitários, em suma). A ação tem lugar numa América do Norte de um futuro pós-apocalíptico. Nessa nação, batizada Panem, acontece um torneio anual de que participam 24 adolescentes, com idade entre 12 e 18 anos – ganha quem restar vivo, e tudo é transmitido pela tevê. A seleção dos gladiadores se dá por sorteio, e a absoluta maioria dos elegíveis, por razões óbvias, vê com temor a ideia da convocação.
Por vias tortas, Katniss Everdeen (no filme, vivida por Jennifer Lawrence), a protagonista, acaba sendo chamada à 74ª edição dos Jogos Vorazes. É esta a narradora: uma menina pobre de 16 anos que, uma vez órfã de pai, assume o papel de arrimo da família. Ela se garante graças às habilidades com o arco e flecha.
A narrativa de Suzanne Collins poderia ser descrita como direta, franca. Ou carente de recursos. Fato é que ela usa a seu favor a ausência de artifícios. Para garantir o interesse e a atenção, privilegia o conteúdo oferecido, em vez da forma. O tempo verbal é o presente, praticamente sem recuos ao passado nem subtramas, e o objetivo é provocar suspense e fazer o leitor partilhar dos dramas que Katniss vai conhecendo. Há a desconfiança com relação aos companheiros de batalha, a necessidade involuntária de exterminá-los, as questões amorosas. E a probabilidade de encontrar a morte, ocorrência frequente na história.
Como também é no filme, e o potencial de repulsa agora é, em teoria, maior: existe um risco mínimo na proposta de mostrar adolescentes assassinando uns aos outros, seja por falta de opção ou por crueldade. Gary Ross, o diretor, acerta ao não tornar o sangue um fetiche. Ou ao menos não apela, na medida em que os embates, embora violentos, não se apresentam em detalhes escatológicos. Na arena, morre-se, e morre-se com brutalidade. Nada de levar plateia às náuseas, entretanto: o alvo é o sentimento de quem assiste, e não propriamente o estômago.
Mas Ross acerta mais – e aparentemente com aval de Suzanne Collins, coautora do roteiro – quando atribui novidades à obra. Quando insere na trama elementos que não estavam no livro, o que acontece não mais que meia dúzia de vezes. O desfecho do controlador da competição, papel de Wes Bentley, é um exemplo. O furor despertado pela morte de uma das pessoas mais próximas a Katniss, outro. Nenhum dos dois supera, porém, o discurso final do mais perigoso dos jovens gladiadores. Aquilo talvez faça o filme gerar uma comoção da qual o livro apenas chega perto.

O “Jogos vorazes” do cinema não é desprovido de valores básicos de produção. Ross não filma com descuido, sua câmera trepidante é, ou parece ser, proposital. Os efeitos visuais funcionam, na maioria das vezes. O elenco secundário é digno de nota, com nomes como Donald Sutherland (o tirano da república), Stanley Tucci (o apresentador do programa), Woody Harrelson (o tutor de Katniss e de Peeta, parceiro dela) e Elizabeth Banks(mestre de cerimônia do sorteio). E os novatos, a começar por Jennifer Lawrence (indicada ao Oscar em 2011, por “Inverno da alma”), cumprem com o dever – Peeta foi entregue ao ator Josh Hutcherson, e a outra ponta do triângulo fica com Liam Hemsworth. Mas o uso que se faz desses elementos desemboca num produto aquém da possibilidade aparente.
Os afetados cenários futuristas da capital de Panem são clichês. E os coadjuvantes citados, com exceção de Sutherland, cedem à facilidade de compor nada além de caricaturas, que servem mais à diversão própria e rasa do que aos respiros de humor. Salva-se, inesperadamente, a discrição de Lenny Kravitz (o estilista de Katniss), de quem pouco se poderia cobrar.
A determinação de “Jogos vorazes”, tudo indica, era respeitar sua fonte, e não se pode culpar o filme por ele não ser o que sequer pretendeu ser. Mas, no cômputo final, restarão poucas sequências na memória do espectador – neste particular, o livro é mais bem-sucedido. O detalhe essencial é que o cinema depende fundamentalmente de imagens, e não de diálogos comoventes reproduzidos com fidelidade e empenho.

Fonte: G1


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