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Mostrando postagens com o rótulo Jornalista

Lista de Compras: O século da escassez

Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo Sinopse: Um dos indícios de que o Brasil não se deu conta da complexidade do tema é o jargão “crise da água”. Por definição, as crises são períodos de exceção dentro da normalidade. O que vemos, no entanto, é um cenário de difícil reversão. Boa parte dos rios estão poluídos; a indústria, a agricultura e as hidrelétricas consomem grandes quantidades de água e a distribuição irregular no território pode acentuar conflitos políticos e comerciais à medida que a água se tornar um bem cada vez mais raro.  O século da escassez apresenta os principais conceitos sobre o tema, mostra dados estatísticos com foco no território brasileiro e aponta caminhos possíveis para evitar o colapso no abastecimento. Mais do que o seu uso consciente, o que está em jogo é o modo de vida do homem moderno e a busca por alternativas que revertam o caráter predatório desse recurso essencial para a nossa sobrevivência. * * * * * Maura Campa...

Instituto Vladimir Herzog lança projeto de financiamento coletivo para história em quadrinhos sobre Vlado

Iniciativa prevê tradução e impressão de obra criada na Itália sobre a trajetória de Vladimir Herzog em paralelo às recentes manifestações populares no Brasil No ano em que o assassinato do jornalista Vladimir Herzog por agentes da ditadura militar completa 40 anos, o Instituto Vladimir Herzog realiza uma série de atividades para relembrar essa data tão importante para a História do país. Um desses projetos consiste na tradução para o português e publicação de uma história em quadrinhos criada na Itália pelos artistas Ivan Grozny, Giovanni Battistin, Alberto Rizzi e Marco Bellotto. Os jornalistas italianos vieram ao Brasil para produzir reportagens sobre a Copa do Mundo, descobriram a história de Vlado e tiveram a iniciativa de transformá-la em quadrinhos. A obra reconta a saga da família Herzog desde sua fuga da Croácia, passando pela Itália fascista durante a II Guerra Mundial e destaca a vida do jornalista e experiência profissional até sua morte pelos agentes da di...

A partida de Millôr Fernandes. O Brasil fica mais triste sem ele e Chico Anysio

Fonte: Jornal do Brasil Chico e Millôr Num espaço de menos de uma semana, a terra ficou mais pobre, e o céu, mais iluminado. Foram-se Chico Anysio e Millôr Fernandes, dois gênios das artes, das letras, do humor, do pensamento, da inteligência, da irreverência, do bom gosto. Quando o Brasil ainda se recuperava, ou tentava se recuperar, da perda do pai de Painho, Azamuja, Alberto Roberto, Bozó e Salomé, entre tantos outros, vem a notícia de que Millôr Fernandes também partiu. Só nos resta imaginar como deve estar divertido lá em cima. Autor de tiradas memoráveis, Millôr, assim como Chico, não se contentava com pouco: era desenhista, tradutor, jornalista, roteirista de cinema e dramaturgo. Enfim, um artista completo. Em 1985, Millôr passou a ser dono de um espaço cativo na página 11 da editoria de Opinião do  Jornal do Brasil . Suas frases e desenhos marcaram época, temperados com o habitual humor, sutil e enxuto. Sua participação no JB seguiu até 1992...