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Mostrando postagens com o rótulo Michel Laub

Lançamentos da semana anunciados pela Companhia das Letras.

Companhia das Letras Os meninos da rua Paulo , de Ferenc Molnár (tradução de Paulo Rónai) Publicada em 1907, a história dos meninos que travam batalhas pela posse do “grund” da rua Paulo, um pedaço de terra cercado onde se brinca à vontade, é conhecida por leitores de todo o mundo. A luta pelo “grund” vai além da vontade de comandar o local: ali, infância e fantasia prevalecem sobre as imposições do mundo adulto. O espírito de aventura, amizade e heroísmo presente nesta obra é capaz de transpor qualquer barreira de tempo, espaço ou idade. Esta nova edição conta com, além dos textos presentes na anterior, um posfácio de Michel Laub e um glossário. Queer , de William S. Burroughs (tradução de Christian Schwartz) Embora tenha sido escrito em 1952, Queer só veio a público mais de três décadas depois por causa de sua explícita temática homossexual. Ambientado na Cidade do México do início dos anos 1950, o romance acompanha William Lee – alter ego de William Burr...

Eventos literários divulgados pela Companhia das Letras.

Fonte: Companhia das Letras . Bate-papo com Carlos de Brito e Mello e Humberto Werneck Terça-feira, 5 de novembro, às 19h30 Carlos de Brito e Mello e Humberto Werneck participam de debate no Sempre um Papo pelo lançamento do livro  A cidade, o inquisidor e os ordinários . Local: Sesc Vila Mariana – R. Pelotas, 141 – Vila Mariana – São Paulo, SP Festival Literário de Londrina De 5 a 9 de novembro João Paulo Cuenca, Joca Reiners Terron e Juan Pablo Villalobos participam de debates no Londrix. Veja a  programação completa . Local: Vila Cultural Cemitério de Automóveis – R. João Pessoa, 103-A – Londrina, SP Michel Laub em Curitiba Quarta-feira, 6 de novembro, às 19h Michel Laub participa de bate-papo do projeto “Um escritor na biblioteca”, por ocasião do lançamento do livro  A maçã envenenada . Local: Auditório Paul Garfunkel – Biblioteca Pública do Paraná – Rua Cândido Lopes, 133 – Centro – Cur...

Novos livros pela editora Companhia das Letras.

A maçã envenenada , de Michel Laub Em 1993, o grupo norte-americano Nirvana fez uma única e célebre apresentação no estádio do Morumbi, em São Paulo. Um estudante de 18 anos, guitarrista de uma banda de rock e cumprindo o serviço militar em Porto Alegre, precisa decidir se foge do quartel — o que o levaria à prisão — para assistir ao show ao lado da primeira namorada. A escolha ganha ressonâncias inesperadas à luz de fatos das décadas seguintes. Um deles é o suicídio de Kurt Cobain, líder do Nirvana, que chocou o mundo em 1994. Outro é o genocídio de Ruanda, iniciado quase ao mesmo tempo e aqui visto sob o ponto de vista de uma garota, Immaculée Ilibagiza, que escapou da morte ao passar 90 dias escondida num banheiro com outras sete mulheres. Cidadania insurgente , de James Holston (Tradução de Claudio Carina) Investigação etnográfica, ensaio histórico, análise sociológica, intervenção no debate político: diversas e enriquecedoras são as maneiras de ler Cid...

30 mandamentos para ser leitor, escritor e crítico (Parte III de III)

Decálogo do crítico Por Michel Laub   Ler por obrigação, ganhar pouco, ser odiado por autores criticados ou ignorados por você. Ante tantos dissabores, saiba para que serve, afinal, fazer crítica literária I - Um bom começo pode ser a leitura de O imperador do vinho, de Elin McCoy, a biografia do americano Robert Parker. Trata-se da figura mais polêmica do universo milionário da enologia. Uma nota alta na The Wine Advocate, sua newsletter, é capaz de enriquecer um fabricante; uma nota baixa pode significar a falência. O olfato de Parker é segurado em cerca de US$ 1 milhão. Ao longo dos anos, percebeu-se que ele gostava de vinhos frutados. Muitas propriedades, até algumas tradicionais da França, passaram a chamar especialistas para estudar o solo, mudar a forma do plantio e da colheita, tudo para colher uvas que originassem vinhos adequados a esse gosto. II - Saiba que esse talvez seja o exemplo máximo de crítico bem-sucedido no mundo de hoje – rico de ...

Entre os melhores lançamentos literários de 2011, o Brasil se destaca pela consagração de talentos

Fonte: Divirta-se Autores do post original: Nahima Maciel e Felipe Moraes Adriana Lunardi Edney Silvestre Philip Roth Na literatura brasileira, 2011 não trouxe revelações, mas confirmou expectativas plantadas em anos anteriores. As boas novas vieram de autores há muito calados. Rubens Figueiredo não publicava romance há oito anos e Ferreira Gullar, há 12. Acabaram premiados. A safra trouxe boas confirmações: Adriana Lunardi publicou o segundo livro e confirmou a veia fatalista tão bem costurada na primeira experiência em 2007 e Michel Laub fez um dos livros mais duros e precisos de sua trajetória. Não houve polêmica no Prêmio Jabuti de 2011: a Câmara Brasileira do Livro mudou as regras e eliminou o segundos e o terceiro colocados. A medida evitou que os premiados em segundo lugar fossem escolhidos como “livro do ano”. Já a literatura estrangeira no Brasil teve em 2012 um ano importante. A presença de autores de outras línguas tomou conta da Festa Literá...