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Mostrando postagens com o rótulo Diablo

Love, death and robots. Animações adultas, surpreendentes e excelentes.

Há muito tempo que não me deparo com uma animação adulta com graus de criatividade e qualidade tão grandes. Estou falando sobre  Love, death and robots , série novíssima da Netflix com dezoito curtas-metragens de ficção-científica, filosofia, humor e terror como vocês nunca viram. First, let’s go to the trailer… Essa série se destaca das demais por apresentar não apenas animações de altíssima qualidade (as mais variadas técnicas e estilos de desenho e animação), mas também por ter roteiros inteligentes, corajosos e que fogem do lugar comum das mais recentes obras de animação do gênero. Trata-se de uma antologia com obras questionadoras, fortes, críticas e bem estruturadas até mesmo naquelas mais simples. Em poucos minutos (nenhum episódio passa de 20 minutos) somos bombardeados por sensações variadas e com intensidade incomum. Medo, desconfiança, terror, nojo, surpresa, violência e muito mais são lançados na face do espectador como um tapa dado por um pai para que o fi...

Diablo IV: o que esperar do quarto game da franquia?

Sou fã incondicional da franquia Diablo. Joguei todos os games da série e passei por momentos assustadores em cada um dos jogos. O meu favorito (e o da maioria) ainda é o segundo jogo, mas o impacto do primeiro jogo foi simplesmente impressionante e inesquecível. O nível de detalhes, a jogabilidade, a construção das personagens e a trama seriam suficientes para o desenvolvimento de um universo magnífico, capaz de render várias outras histórias. E eis que chegamos ao quarto game da plataforma (há um quinto que será lançado para smartphones, mas a Blizzard está segurando esse lançamento há mais de um ano, talvez em função da péssima recepção por parte dos gamers/fãs, chamado Diablo Immortal. Diablo Immortal não atendeu às expectativas dos jogadores que estão acostumados à jogabilidade das edições anteriores, assim como o anúncio de que o game seria particularmente parecido com outros onde a evolução do "char" pode acontecer mais rápido se o jogador pagar por isso. Sim, me...

Pôsteres estilizados com os crânios dos integrantes do Esquadrão Suicida.

Fonte: Comic Book . Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo .

Diablo III: a Ordem. Resenha do livro que antecede o game.

Por: Franz Lima . Diablo, o game, é um clássico indiscutível. Jogabilidade simples, personagens que também não possuem uma complexidade Shakesperiana, mas não há como negar que o jogo é atrativo. Evoluir com seus personagens através de um cenário de caos, morte e mal, combater a essência do que é ruim, faz com que o jogador não queira se distanciar da tela. Junte a isso armaduras raras, encontradas peça por peça, um cubo capaz de recriar objetos e um velho sábio que lhe presta auxílio e pronto: você terá uma breve noção do que é ser um guerreiro do bem que busca, mesmo ao custo da própria vida, destruir a trindade formada por Diablo, Belial e Mephisto. Entretanto, não é sobre a trilogia em games que falarei. Hoje, o assunto é o recente lançamento Diablo III: a Ordem. Publicado pela Galera, um selo da Editora Record, o livro foi escrito por Nate Kenyon (um dos finalistas do prêmio Bram Stoker de histórias de terror). Basicamente, a narrativa aborda a infância e os fatos ...