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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Conheçam a Ordem do X - Os X-Men medievais.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo

Inspirado em personagens da literatura e na própria História, o artista Nate Hallinan criou versões medievais dos X-Men. Alguns lembram personagens consagrados da literatura (como o Wolve'Rune que lembra um anão guerreiro de O Senhor dos Anéis), enquanto outros parecem saídos de uma cena de Diablo III (Colussus é um ferreiro sombrio). Há ainda quem esteja similar a outra adaptação dos quadrinhos que é o caso de Ciclope, cujo visual lembra muito o de Murdock em 1602, de Neil Gaiman. Noturno, por sua vez, assumiu um ar que remonta aos Três Mosqueteiros, quase um nobre.
Ororo está muito próxima de uma sacerdotisa, com trajes rituais e um ar místico. Jean Grey  se tornou uma arqueira hábil e ostenta em sua testa o símbolo daquilo que a tornou temida no universo Marvel: a Fênix. 
O Fera está também parecido com outro personagem de Tolkien: Beorn. Na verdade, ele assumiu a aparência de um urso, ainda que mantenha seus traços intelectuais nas artes conceituais.
Xavier, ou Lord Xavier, mantém o visual de Patrick Stewart nos filmes da franquia, mas com uma serenidade própria dos que compreendem além daquilo que a maioria entende. O detalhe especial ficou por conta de sua cadeira de rodas feita de madeira.
Vejam as artes conceituais abaixo e visitem o site de Nate. Há muito mais para se descobrir.



















terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Artes conceituais revelam as máscaras da gangue do Coringa em Cavaleiro das Trevas




Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo

A figura de um palhaço está intrinsecamente relacionada à alegria. As faces pintadas, as cores, o jeito brincalhão... tudo colabora para despertar a alegria em cada um de nós.
Entretanto, no filme Batman, o Cavaleiro das Trevas, que é a segunda parte da trilogia do Morcego dirigida por Chirstopher Nolan, os palhaços não são tão engraçados. Um deles serviu para chocar o mundo: o Coringa. Mas poucas pessoas irão esquecer a cena inicial onde o Palhaço do Crime invade um banco com a ajuda de uma gangue com máscaras de palhaços. As cenas são rápidas, impactantes e violentas. Não viu o filme? Corra, pois está perdendo uma obra incrível.
Então, vasculhando a web, eis que encontro no site io9 algumas das artes conceituais das máscaras dos ladrões. Feitas para causar desconforto a quem as vê, as máscaras também removem de forma brilhante a associação da imagem do palhaço com a alegria. A gangue do Coringa remonta ao desgaste na face, tristeza, loucura e ao mal. Seus sorrisos causam desconforto e esse foi um dos acertos de Nolan na obra.
Contemplem algumas das artes conceituais e reparem que as faces estampadas são sombrias, desgastadas, sujas e incapazes de passar a sensação que, tipicamente, um palhaço passaria.
Aliás, outro palhaço sombrio é o que apareceu em American Horror Story: Freak Show. Não lembra dele? Veja como é doentia a aparência e comparem com as imagens das artes conceituais do filme do Batman: eles conseguiram destruir o encanto e a magia que só os palhaços têm... hahahahahahahahahahahahaha.

















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