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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Lista de Compras: Ultra Carnem - o terror nacional se une à Darkside Books.



Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Era um encontro inevitável. De um lado, a Caveira querendo publicar revelações do terror nacional. Do outro, um farmacêutico carismático com um toque de “O médico e o monstro” desejando dar voz as possibilidades sombrias que corriam em suas veias.

O pacto foi selado em latim e da união entre Cesar Bravo e a editora mais sombria do mercado nasceu um livro visceral. ULTRA CARNEM expande a sua obra mais popular, com quatro histórias que despem o irreal e tem como elo um olhar sarcástico de quem observa o mundo e compreende que na disputa entre o Céu e o Inferno nós somos o prato principal. Narrativas insanas, repletas de pactos, demônios, conversas capciosas, sangue, socos na boca do estômago e... bom, a gente não vai contar tudo.
Só o que podemos revelar é que ULTRA CARNEM expande em muito a mitologia criada por Cesar Bravo, dando detalhes assustadores sobre a infância e a obra maldita de Wladimir Lester, o estranho menino pintor. Além disso, o autor mostra até onde vai a fome de um homem desesperado pela fama ou por uma vida mais digna por direito. A caminhada segue sem pudores expondo a fragilidade de cada um de nós. Por fim, o leitor fica com a sensação de que nós, humanos, não devemos bancar o esperto. E que não existe a possibilidade de enganarmos o céu e o inferno.
A incursão de Bravo na literatura de horror aconteceu bem cedo, influenciada por sua personalidade e gosto pessoal. Mergulhado nos livros, nos filmes ou na arte em geral, não importava: essa atmosfera macabra esteve sempre presente. Em meados de 2011, abraçou o medo como matéria prima e decidiu dar início a uma carreira na literatura. Após autopublicar antologias e romances na Amazon, ele foi ganhando cada vez mais visibilidade e se tornou querido e admirado entre os fãs de terror nacional. Em 2013, foi premiado no concurso de Novos Talentos da Literatura realizado pela FNAC.
Cesar é um admirador e seguidor dos grandes mestres, devoto de Edgar Allan Poe e H.P. Lovecraft. Com uma voz única e muito brasileira, o terror nacional volta a respirar na pele da nova geração de autores e leitores sedentos por histórias que deem voz a nossa identidade, mas que nos levem muito além da carne.


segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Lista de Compras: Que tal uma mini-geladeira inspirada no cubo de Rubik?


Esse é o elemento que falta no seu quarto. Prática, pequena  - porém com boa capacidade - ela armazena facilmente 9 latas de refrigerante ou a bebida que preferir e está disponível pela bagatela de US$ 37,50 na Amazon
Ideal para assistir sem incômodo àquela maratona da sua série preferida...





terça-feira, 4 de agosto de 2015

Análise do conto "Ninguém", de Karen Alvares.



Disponibilizado gratuitamente pela Amazon, Ninguém é um dos mais recentes trabalhos da escritora Karen Alvares, a mesma autora de Alameda dos Pesadelos, um dos mais surpreendentes livros de 2015 e cuja resenha você pode ler ao clicar no link.
Ninguém é um conto cujo conteúdo pode impressionar os leitores mais sensíveis. Mesmo sem a utilização de recursos comuns à escrita de terror, como a escatologia, Karen consegue a atenção do leitor com recursos eficientes. 
A narrativa do conto é em primeira pessoa e mostra rapidamente que estamos diante de um homem que encontrou aquilo que desejava. Isso não seria um problema não fosse o sutil detalhe de que ele é um indivíduo que se delicia com a desgraça alheia. Para que compreendam melhor, basta que tentem lembrar se há alguém que conheçam cujo prazer está em ver, literalmente, a desgraça alheia... a distância.
O ponto alto da trama está em confrontar o pervertido com a fonte da perversão. É aí que a dor, o medo e a tortura se fundem para que surja uma lição que irá fazer o leitor refletir como é bom se manter no anonimato, na vida comum.
Recomendo a leitura do conto, pois só isso irá fazê-los compreender a dimensão do sofrimento embutido em cada linha. 
Para baixar Ninguém  gratuitamente, basta acessar o link. 

terça-feira, 24 de março de 2015

Entrevista com o vampiro: a história de Claudia. Um mangá magnífico.


Ela foi uma das mais marcantes personagens do livro de Anne Rice e no filme baseado na trama. Claudia é uma menina que é transformada em vampiro por Louis, como forma de encontrar alguém que lhe fizesse companhia. Entretanto, o feitiço se volta contra o feiticeiro... literalmente. 
Claudia é uma menina que aprende a amar a força e o poder típicos dos vampiros. Sua natureza é violenta e maligna, ainda que haja algo adormecido da menininha que outrora foi. 
O mangá em questão (Interview with the Vampire: Claudia's Storyfoi desenhado e adaptado por Ashley Marie Witter e mostra o quanto o mal pode enganar. 
Claudia é uma personagem fria, má e, ao mesmo tempo, cativante por sua beleza e "inocência" que marcou a carreira da atriz Kirsten Dunst pelo seu apelo visual e o medo que só uma menina envolta no mal pode provocar...
E esta é a dica do dia do Apogeu para uma leitura com grande apelo visual e narrativo. Enjoy! 



quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Polêmica: escritores declaram guerra à Amazon.


Jeff Bezos, da Amazon.
Fonte: Veja. Comentários: Franz Lima
 
Nos últimos meses, donos do e-reader Kindle encontraram dificuldades para comprar livros do grupo editorial Hachette, responsável pela edição de importantes autores internacionais como J.K. Rowling, que lançou em junho The Silkworm, nova trama assinada por seu pseudônimo Robert Galbraith. A escritora, entre outros nomes do grupo, foi prejudicada pela briga entre a editora e a Amazon, empresa de Jeff Bezos. Elas se desentenderam sobre os termos do contrato imposto pela gigante varejista, detentora de 60% do mercado de e-books e de um terço da distribuição de livros impressos nos Estados Unidos. A briga ganhou novo episódio nesta semana, com a publicação no domingo, pelo jornal The New York Times, de uma carta aberta assinada por 909 escritores contrários à atitude da Amazon de prejudicar as vendas da Hachette e de outros que discordam da sua agressiva política de preços.
Entre os nomes que assinaram o manifesto, estão autores populares como Suzanne Collins, Jennifer Egan, Markus Zusak, Nora Roberts, John Grisham e Stephen King. De acordo com a carta, a Amazon tem boicotado os autores da Hachette, dizendo em seu site que as obras estão indisponíveis, sugerindo outros autores e atrasando a entrega dos livros. “Como escritores — a maioria de nós não representados pela Hachette — acreditamos que nenhum varejista deve impedir que um livro seja vendido e nenhum leitor desencorajado a comprar uma obra. Não é honesto a Amazon eleger autores, que não estão envolvidos na disputa, e usá-los como forma de retaliação”, diz trecho do texto.
A briga começou quando o grupo editorial Hachette se opôs à política de menor preço da Amazon. De acordo com o grupo, o site quer vender e-book a apenas 9,99 dólares (cerca de 23 reais). Segundo a editora, o valor é muito baixo e o site ainda quer aumentar sua margem de lucro, de 30% para 50%.
Para se defender — e complicar a situação —, a Amazon citou George Orwell em uma carta assinada pela equipe de literatura do site, dizendo que o autor de 1984 era contra a publicação de livros de bolso, que se popularizaram nos anos 1930 e aumentaram o acesso para novos leitores. O texto faz uma comparação do que acontece hoje no mercado editorial. “A história se repete. Nós queremos livros baratos. A editora Hachette, não”, diz a Amazon.
Contudo, em matéria publicada no jornal The Guardian, Bill Hamilton, editor responsável pelas obras de Orwell, diz que a Amazon usou em vão o nome do escritor, e que sua fala foi usada de forma errônea. “Eles citam Orwell fora de contexto, como se ele quisesse proibir os livros de bolso, para validar uma campanha contra editoras e os preços dos e-books.”
Na frase completa, Orwell não quer proibir o novo formato de livros, e sim exaltá-los. “Os livros da editora Penguin (que lançou os formatos de bolso) são esplêndidos. Tão esplendidos que se outras editoras fossem espertas se uniriam contra o formato para proibi-lo”, disse o escritor de forma irônica na época.

Franz diz: a publicação "autônoma" propiciada pela Amazon é uma porta para expandir os horizontes dos novos escritores. Muitos começam por lá e lutam por seu espaço dentro de um competitivo e, por vezes, cruel mercado editorial. Mas o fato é que a Amazon não pode forçar a quebra de editoras tradicionais ou forçar uma redução de preços às custas de perdas para os escritores. O mercado pode ser competitivo sem que a força gerada pelo capital de uma grande publicadora sele o destino de outras editoras.
O apoio de escritores consagrados - citados no início do texto - dá credibilidade e peso para a Hachette, porém afirmo que os preços dos livros, incluindo os e-books, está muito alto. Obras impressas são vendidas em nosso país por preços elevados quando comparados à renda média da população. Já os e-books, vendidos em muitas lojas virtuais, tem o preço quase igual ao do livro impresso, o que desestimula as vendas. Há de se chegar a um consenso para que editoras e escritores, assim como os leitores, tenham lucros. Afinal, autores e publicadores devem ter retorno com seus trabalhos, mas a margem de lucro não pode impedir que um leitor acesse esse material. O equilíbrio é o caminho mais sensato, ainda que esbarremos na política de tarifação dos produtos no país. 

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

15 dicas imperdíveis de utilização do Kindle. Via Gizmodo.


Fonte: Gizmodo - http://gizmodo.uol.com.br/
Por se tratar de uma matéria extremamente relevante, optei por incluir na íntegra a matéria da Gizmodo no Apogeu. Entretanto, peço que busquem por mais informações, inclusive de outros assuntos relacionados à tecnologia, no Gizmodo, um dos mais completos e relevantes sites sobre a temática.

O mercado brasileiro de livros eletrônicos ainda está engatinhando e em breve (torçamos) será expressivo a ponto de a compra de e-books se tornar financeiramente vantajosa para o consumidor. Mas a praticidade dos leitores digitais é um fato: você pode dispensá-la, mas negá-la é complicado. A discussão sobre o futuro do livro físico e sua pretensa obliteração pelo formato digital já está desgastada, mas é bom não esquecer que boa parte dos leitores está (e permanecerá) em cima do muro: mesmo tendo adquirido leitores digitais, eles não deixaram de comprar livros físicos. De modo que o apocalipse do livro de papel pode ser adiado em alguns anos.
Se você não é o tipo de pessoa que vai perder essa mão na roda só pra levantar a bandeirinha do tradicionalismo sem limites, é possível que já tenha optado ou esteja pensando em optar por um Kindle. Embora os dois modelos disponíveis hoje no Brasil sejam simples e não sigam a regra do device-que-faz-absolutamente-tudo-que-você-precisa-na-sua-vida, os leitores digitais da Amazon guardam alguns segredinhos nem tão secretos assim e descobri-los vai facilitar a sua vida. Ainda mais

1. Hora de criar a sua biblioteca digital

A maioria das pessoas compra o leitor digital com um só objetivo: ler livros. Se você (secretamente, claro), já parou para pensar no seu consumo de literatura como uma dependência grave e passível de tratamento, prepare-se para alcançar um pouquinho de redenção ao adquirir um Kindle: os livros digitais são um pouco mais baratos, você poderá ler no transporte público sem precisar fazer malabarismo para equilibrar um calhamaço numa mão só, vai carregar menos peso e se o livro acabar no meio do caminho, não tem problema: tem mais alguns bem ali. Embora a oferta brasileira de e-books ainda não seja uma maravilha e o preço das versões eletrônicas não apresente grandes vantagens sobre as edições físicas, o leitor digital ainda representa economia. Sabe aquele monte de arquivos de livros que você acumulou a vida inteira no seu HD, jurando que um dia iria ler mesmo com toda a canseira causada pela tela do computador? Então, amigo, chegou a hora de colocar toda essa biblioteca alternativa no Kindle. Se você é essa pessoa equilibrada que não passou anos acumulando arquivos, parabéns. E meus pêsames, porque isso vai mudar agora mesmo.
O Calibre é a ferramenta mais utilizada para converter arquivos para .mobi, o formato nativo do Kindle. Basta fazer o download do programa e ta-dam, é possível converter todos aqueles livros não lidos ou mezzo lidos e passá-los para o seu leitor via USB. Só que além de exigir que você faça as conversões e coloque os arquivos dentro do device no muque, o Calibre não é a ferramenta mais bonita e amigável que você verá na sua vida. Pra ser bem realista, ele é o tipo de software que sua tia (sim, a que te envia aqueles PPTs com mensagens de amor e esperança ilustradas com fotos de gatinhos e desenhos de artistas especialmente inaptos) criaria se ela fosse desenvolvedora.

Calibre

Se você usa várias máquinas e não está na vibe de baixar um programa de conversão, nada tema: existem as opções que não precisam de instalação. O Cloud Convert e o Online Convert podem ser usados direto no site e transformam seus livros e documentos em arquivos .mobi, prontinhos para serem lidos no Kindle.
Mas tem um jeito ainda mais fácil: a própria Amazon oferece um software para desktop que envia seus arquivos para o Kindle e você pode baixar as versões para PC e Mac aqui. Depois de instalar, é só clicar com o botão direito do mouse sobre um arquivo e aparecerá a opção “Send to Kindle”. O programa faz a conversão do documento para .mobi, mas pode demorar para que ele chegue ao seu leitor.

2. Organize sua biblioteca digital como você quiser

Você pode organizar seus livros digitais de duas maneiras: deixando uma lista de livros na sua tela inicial (as opções de exibição são por mais recentes, por título ou por autor) ou criando coleções. Se você tem mais de 20 livros no seu Kindle, a melhor opção para fugir da insanidade organizacional são as coleções.
O mesmo livro pode estar dentro de diferentes coleções, de modo que se seu nível de TOC for alto, é possível criar múltiplos grupos com diferentes divisões: por autor, por gênero, por língua, por tema e o que mais der pra inventar. Se optar pelas coleções, o Kindle sempre vai manter no alto da tela a última coleção na qual você entrou. Assim, uma ideia é criar três coleções funcionais: a de livros lidos, a de livros que você está lendo e a de livros a serem lidos, e manter as duas últimas no topo da lista. Dois lembretes importantes: excluir as coleções não exclui os arquivos de livros ou documentos contidos nelas; se acontecer alguma coisa com seu Kindle e você tiver que adquirir outro, a conta da Amazon continuará sendo a mesma e seus livros estarão lá. Mas as coleções vão sumir e (sim, é uma tristeza) será preciso organizar tudo de novo.

3. Envie textos do seu navegador direto para o Kindle

Você está aproveitando seus cinco minutos de internet e de repente encontra um artigo legal. Você poderia lê-lo, mas coisas incômodas como trabalho, obrigações ou responsabilidades são impedimentos. Suas opções são deixar o link aberto no navegador (e depois fechar todas as abas sem querer), favoritá-lo (e esquecer pra sempre), mandar pra você mesmo por e-mail (e nunca ler) ou usar uma ferramenta de curadoria de links (e acumular mais artigos do que poderia ler numa vida inteira, mesmo se passasse 24 horas por dia fazendo isso). É possível acreditar em pequenos milagres quando o staff das principais ferramentas de armazenamento de favoritos tem a epifania de se integrar com o Kindle.
O Instapaper, um dos mais conhecidos sites de favoritos, disponibiliza o envio dos textos salvos para o seu Kindle. Eles vêm num só arquivo e dá para escolher a periodicidade e quantidade de artigos enviados, mas não espere um grande primor da arte da diagramação. Ele também não permite a visualização de imagens e não dá pra adicionar o arquivo de artigos a uma das suas coleções.
O Readability é um complemento para navegador que também guarda seus links para leitura posterior. A opção de envio de artigos para o Kindle cria documentos minimalistas e oferece aquela que provavelmente é a melhor experiência de leitura de artigos no Kindle, embora o envio de imagens também seja um problema.
redability
A Amazon não perdeu tempo e criou seu próprio complemento para enviar artigos do browser, o Send to Kindle. Ele tem até um botão que você coloca no seu site ou blog para que os leitores possam enviar os artigos diretamente para seus dispositivos. Acontece que o Send to Kindle é temperamental, trava muito e às vezes simplesmente não simpatiza com um artigo e não o envia a não ser após várias tentativas.
Algumas aplicações para navegador foram criadas especialmente para o device, como o Push to Kindle, e reza a lenda que ele é o mais funcional de todos. Lembre-se de que para utilizar esses complementos é necessário colocar os e-mails deles na lista autorizada a enviar material para o seu Kindle. Para fazer isso, entre na sua conta da Amazon e acesse as “Configurações de Documentos Pessoais”.

4. Envie arquivos para o seu Kindle por e-mail

Você também pode enviar arquivos para o seu Kindle por e-mail. Para isso, entre na sua conta da Amazon e clique na opção “Gerencie seu Kindle”. Depois, à esquerda da tela, entre em “Configurações de Documentos Pessoais” e adicione os endereços de e-mail que poderão mandar conteúdo para o seu aparelho. Os arquivos que forem enviados de outros e-mails serão descartados. Depois de fazer a configuração, é só anexar um arquivo (no formato .mobi) e mandar ver. Um truque: se o arquivo for um PDF, você pode enviá-lo no formato original, mas alguns PDFs ficam ilegíveis no Kindle. Então coloque a palavra “convert” no título do e-mail e ele será convertido automaticamente. Só que pode demorar e nem sempre dá certo.
emailaprovado

5. Leia seus feeds favoritos no Kindle

Do vício em livros para o vício em blogs é um pulo. Dá para ler alguns dos seus feeds preferidos no leitor digital usando o Kindle4rss, que monta uma revistinha com o conteúdo que você acompanha. A versão gratuita permite a assinatura de até 12 feeds com 25 artigos por edição, mas é preciso que você coloque o conteúdo manualmente no seu Kindle. A versão paga custa $1,90 por mês, oferece até 300 assinaturas com número ilimitado de artigos por edição e ainda envia os arquivos automaticamente para o aparelho.
kindle4rss

6. Acesse o conteúdo do seu Kindle em outros aparelhos

Aí a bateria do Kindle acabou numa situação em que não dá pra recarregar bem quando você pretendia continuar uma leitura. Não precisa chorar: é possível acessar o conteúdo do seu Kindle em outros devices através de aplicativos disponibilizados pela Amazon. Tem pra iPhone, iPod Touch, iPad, Android, tablet Android e tablet com Windows 8.

7. Seus arquivos e a nuvem da Amazon

Nem todos os arquivos que você coloca no Kindle ficam guardados nos servidores da Amazon. Tudo aquilo que você compra ou envia para o Kindle via e-mail ou complementos de navegador fica armazenado tanto no aparelho como na nuvem da Amazon. No entanto, os arquivos que são colocados no Kindle via cabo USB ficam somente no aparelho. Se acontecer alguma coisa com seu device, eles se perdem.

8. Use o Kindle para ler quadrinhos

quadrinhos
O Kindle e o Kindle Paperwhite não são os devices ideais para a leitura de quadrinhos, tanto pelo tamanho da tela como pela ausência de cores. Mas se a vontade for maior que o juízo, sempre há um jeitinho.
Pelo site da Amazon é possível baixar gratuitamente o Kindle Comic Creator, um software que permite que os quadrinistas criem HQs em .mobi para vendê-las no site. Você pode baixá-lo e converter as HQs que estão no seu computador, só que como o foco da ferramenta não está nos usuários, mas nos criadores, utilizá-la não é fácil nem rápido.
Já o Mangle foi criado com o objetivo de tornar a leitura de mangás possível no Kindle. Como os mangás costumam ter um formato menor que o dos comics americanos e geralmente são em preto e branco, a experiência não fica muito prejudicada.

9. Coloque uma senha no seu Kindle

Digamos que você seja Professor Doutor em Literatura Russa, resolva ler Crepúsculo (só para entender o fenômeno, lógico) e não queira que ninguém descubra para evitar situações academicamente embaraçosas. Simples: coloque uma senha no seu Kindle. Tanto o modelo simples quanto o Paperwhite oferecem em seus menus de configurações a opção de criar uma senha numérica para o dispositivo.

10. Quanto mais línguas, mais dicionários

dicionários
O Kindle já vem com dicionários, mas quem é poliglota ou está estudando outras línguas pode adicionar mais alguns. Aqui você encontra dicionários já no formato nativo do leitor da Amazon.

11. Faça backup do seu arquivo de anotações

O Kindle permite que você faça marcações e notas nos seus livros. Essas anotações ficam armazenadas num documento que seu Kindle chamará de “Meus Recortes”. É sempre bom fazer o backup periódico desse arquivo, que fica na pasta raiz do aparelho, para que as suas informações estejam sempre atualizadas. Outra dica é: você pode sincronizar os dados para que o documento esteja disponível em todos os devices nos quais você utiliza a plataforma Kindle. Para fazer isso, vá até as configurações e se certifique de a opção “Backup de anotações” está ligada. Você também pode ver os trechos que as pessoas mais destacam nos livros e permitir que suas notas sejam vistas pelas pessoas que você segue na Amazon: basta entrar nas suas configurações e ligar as opções “Destaques Populares” e “Notas públicas”.

12. Use seu Kindle para revisar textos

Muita gente acha melhor imprimir documentos para revisá-los. Você pode repassar seus textos no Kindle, economizar papel e contribuir para a vida das arvorezinhas. Envie o documento a ser revisto para o seu Kindle e faça as correções usando as ferramentas de notas e marcações.

13. Um sistema operacional alternativo para o Kindle

Uma pequena empresa chinesa decidiu que não tem medo do Jeff Bezos e desenvolveu o Duokan, nada menos que um sistema operacional alternativo para o Kindle. Ele permite que o Kindle leia ePub, o formato padrão de e-books, que é mais compacto que o .mobi. O Duokan também conta com um auto-ajuste para arquivos PDF. Agora a dura verdade: a instalação do sistema é por sua conta e risco: se tudo der certo, seu Kindle fica tunado. Se der errado, ele vai virar um belíssimo peso de papéis. Além disso, com a instalação do Duokan, o Kindle deixa de receber as atualizações de software da Amazon.

14. Screenshots no Kindle Paperwhite

paperwhite1
No Kindle Paperwhite é possível tirar screenshots tocando as extremidades opostas da tela, como mostra este vídeo. O arquivo vai para a pasta raiz do aparelho.
O Paperwhite também permite que você faça uma pesquisa na Wikipedia Inline a partir de uma palavra do texto. Quando a palavra for pesquisada, abaixo da definição vai aparecer um botão “Mais”: clicando nele, você será encaminhando para a definição do termo no site.

15. Pequenas funcionalidades, grande ajuda

O Kindle permite que você personalize algumas configurações do arquivo que você está lendo: é possível mudar o tamanho da fonte e o espaçamento entre as linhas, além de rotacionar a tela e, em alguns arquivos, usar o zoom.
Apesar de o Kindle manter os livros digitais na página em que você os deixou, se quiser ficar fuçando pra lá e pra cá no arquivo (o Kindle não tem numeração de página: ele usa um sistema de porcentagem de leitura), é possível criar um marcador. É só ativar o menu, clicar na opção “Marcador de Página” e vai aparecer uma dobrinha digital no canto da página em que você estiver.
Você também pode compartilhar suas notas e destaques via Twitter ou Facebook ativando as redes sociais na parte de configurações do aparelho. Essa funcionalidade só está disponível para os livros comprados na Amazon.
O Kindle é feito para ser carregado via USB através do computador, mas você também pode carregá-lo direto na tomada, desde que compre um adaptador para USB ou use um carregador compatível (dica: o do iPhone 5 funciona perfeitamente).
No menu do Kindle há a opção “Experimental”, que oferece um navegador beta. Você pode experimentá-lo e enviar a sua opinião para que a Amazon o aperfeiçoe.
Recentemente a Amazon liberou o serviço de atualização automática de livro. Se você ativá-la na sua conta, os livros recebem atualizações caso a editora opte por substituir a edição que você comprou por uma versão aperfeiçoada.




quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Making of gráfico de Watchmen, o filme. Conheçam "Watchmen - Portraits".


Não tenho notícia de uma edição em português desse achado, mas não poderia deixar de divulgar essa obra impressa com fotos de todos, todos mesmo, os participantes do filme Watchmen, baseado na Graphic Novel homônima. 
Os ensaios fotográficos são uma ótima ferramenta para entendermos melhor os bastidores de um grande filme e todas as nuances que envolvem uma produção do porte dele.
Encontrei a publicação à venda na Amazon (apenas US$ 20,00). Caso queira adquirir, basta clicar no link a seguir: Watchmen: Portraits

















 


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Divulgação: União entre a Companhia das Letras e a Amazon está estabelecida.


Fonte: Veja.

A Amazon está cada vez mais quente, como dizem as crianças na brincadeira de encontrar coisas escondidas. A propagada chegada da gigante do e-commerce, do e-book e do Kindle ao Brasil, prevista para este ano, vai aos poucos se concretizando. Depois de fechar acordo com a DLD, a distribuidora de livros digitais que reúne Rocco, Sextante, Objetiva e Record, a Amazon assinou contrato com a Companhia das Letras, uma das principais casas editoriais do país. A criadora do Kindle pode chegar ao Brasil até a primeira quinzena de dezembro.

“Em breve, os usuários do Kindle também poderão acessar os livros da Companhia das Letras em seus aparelhos. Ao lado da iBookstore, da Apple, com a qual começamos a trabalhar no mês passado, e de dez livrarias nacionais – Saraiva, Cultura, iba, Gato Sabido, Travessa, Positivo, Curitiba, Leitura.com, Submarino e Buqui – agora assinamos também com a Amazon, que vai representar mais um canal importante de contato com os nossos leitores”, diz a editora de Luiz Schwarcz em comunicado, nesta sexta-feira.
O texto prossegue: “Desde março de 2010, quando lançamos nossos primeiros e-books, temos trabalhado na expansão do nosso catálogo digital, que hoje já conta com três aplicativos para iOS e mais de 500 títulos em ePub. Muitos destes se tornaram best-sellers no formato digital, como é o caso da Trilogia Millenium, Steve Jobs, As Esganadas, Gabriela, Cravo e Canela e Toda Sua – este último, da Editora Paralela, desde agosto nas listas de mais vendidos. Com a colaboração da editora Penguin, que se tornou referência no mercado mundial de livros digitais, buscamos experimentar novos formatos e disponibilizar nosso catálogo no maior número possível de canais, dando maior liberdade de escolha ao leitor. O acordo com a Amazon e nossas conversas com outros players internacionais representam mais um passo nessa direção.”

sábado, 4 de agosto de 2012

Romance erótico supera Harry Potter na Amazon britânica


Fonte: Reuters
LONDRES, 1 Ago (Reuters) - A mágica de J.K. Rowling parece ter se desgastado entre os leitores britânicos, uma vez que o romance erótico "Cinquenta Tons de Cinza" superou em vendas os sete livros de Harry Potter no site Amazon.co.uk nesta quarta-feira, o que fez da escritora E.L. James a autora que mais vendeu livros na história do site.
O romance também se tornou o livro mais vendido do site em todos os tempos, ofuscando as vendas do recordista anterior, "Harry Potter e as Relíquias da Morte", na proporção de mais de dois livros para cada um.
"Se J.K. Rowling foi o fenômeno literário da última década, E.L. James parece certamente que vestirá esse manto na década atual", afirmou o diretor europeu do Kindle, Gordon Willoughby, em um comunicado.
"Em apenas quatro meses, E.L. James se tornou a escritora que mais vendeu pela Amazon.co.uk em todos os tempos, o que é notável quando se considera que vendemos livros há quase 14 anos", afirmou ele.
"Cinquenta Tons de Cinza", o primeiro livro de James, aborda um affair sadomasoquista entre o empresário rico Christian Grey e a ingênua estudante de literatura Anastasia Steele.

Franz says: os livros são de gêneros muito diferentes e públicos distintos. As vendas de Harry Potter abrangem um grande público leitor, porém o impacto de "50 Tons..." é impressionante. Entretanto, o fato de as vendas de um superarem a do outro, dentro do meu entendimento, pouco indica além de uma fama que ainda não superou o sucesso longevo da série do bruxo. Claro, que o tempo dirá se a séria dos Tons não é só uma moda e terá também uma vida maior como tem os livros de J.K. Rowling.


quarta-feira, 4 de julho de 2012

Calendário de Zumbis à venda pela Amazon. Excepcional e barato...


O desenhista e ilustrador Names James lançou há algum tempo um calendário de 2012 com imagens realmente legais de zumbis. O produto está à venda no site da AMAZON  e está com um preço bastante acessível. Eu pessoalmente adquiriria um exemplar deste calendário, mesmo já estando no meio do ano, em função da beleza dos desenhos. Mas minha grana está bem curta... #ficadica



sexta-feira, 25 de maio de 2012

Revista Autismo ganha versão para Kindle na Amazon (EUA)


Fonte: Revista Autismo 
 
A Revista Autismo ganhou nesta semana sua primeira versão em e-book (livro digital) para Kindle, o mais famoso leitor de livros digitais do planeta. Inicialmente apenas a edição zero está disponível na Amazon (EUA), líder mundial em livros digitais.
Vendida por um preço simbólico, três dólares na Amazon dos Estados Unidos (e por valor semelhante nos demais países, como Austrália e Europa), a revista mais uma vez inova na divulgação de informações relevantes a respeito de autismo em língua portuguesa no mundo e atravessa mais uma barreira contra a desinformação, usando a tecnologia a favor da causa.

Com a versão para Kindle, a Revista Autismo chega não só no mais famoso equipamento leitor de livros digitais do mundo, como em outras plataformas que a Amazon possibilita, como nos aplicativos Kindle para computadores (assim como Cloud Reader, leitor via navegador, em HTML5) e para celulares Android, Blackberry, além dos famosos equipamentos da Apple, iPhone/iPodTouch e iPad.
Ajude a Revista:
Faça um depósito de qualquer quantia no
banco ITAÚ para a seguinte conta
Ag.0030 - C/C.67312-3
(em nome da Ass.Consc.Solidária,
CNPJ 07.176.916/0001-46)

Baixa a primeira edição da Revista Autismo 

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Hábito de leitura cresce nos EUA e está cada vez mais eletrônico


O momento pode estar difícil para livrarias de bairro nos Estados Unidos, mas as pessoas estão lendo mais do que nunca e os livros eletrônicos estão atendendo os amantes de livros que buscam de biografias de famosos a livros de ficção.
“Só temos tido notícias boas este ano. Em geral, a leitura tem se tornado mais popular”, disse Chris Schluep, editor-sênior de livros da Amazon, maior vendedora de livros na internet dos EUA.
“Agora é muito fácil comprar um livro”, disse Schluep. “Vemos que o hábito da leitura tem crescido em meio à população”.
Em maio, a Amazon anunciou que entre 1 de abril e 19 de maio vendeu 105 livros eletrônicos para o Kindle para cada cem livros impressos.
O livro de não-ficção mais vendido da temporada, tanto em papel quanto no formato eletrônico, é a biografia “Steve Jobs”, sobre o co-fundador da Apple, de Walter Isaacson, lançada em outubro.
Um outro livro popular foi “Then Again”, da atriz Diane Keaton, no qual ela conta sua própria história vinculada aos diários de sua mãe.
Schluep afirmou que 2011 é um ótimo ano para a literatura e que vê uma tendência de aumento na quantidade de livros literários, notando fortes ofertas de romancistas conhecidos ou novatos.
Ele também espera que mais pessoas publiquem seus próprios livros.
“Isso é uma linha direta entre autor e leitor”, disse. “O mundo editorial está mudando e eu não tenho controle sobre a direção para onde ele está indo. A tendência é que as pessoas tenham um maior controle.”
Também vejo bons indicativos em nossa literatura. Vendagens em um ótimo nível, lançamentos, melhor elaboração dos livros, menos erros ortográficos e, principalmente, preços bem mais acessíveis. 
Já o nosso mercado de e-books é muito promissor, não tendo ainda se desenvolvido o suficiente em função dos grupos de escanneadores e piratas, preocupação de outros mercados além do brasileiro. Resta aguardar uma melhora e, principalmente, uma queda sensível no preço dos e-books, iniciativa que deve ser tomada pelas editoras e pelos autores, mas com o apoio indispensável do governo com a queda dos impostos para a cultura.

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