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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Pôsteres de filmes clássicos ganham versões com personagens dos quadrinhos.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Alguns filmes clássicos receberam releituras em homenagem aos personagens do universo DC. Batman, Aquaman, Superman, Zatanna, Mulher-Maravilha, Flash e outros heróis tomaram os lugares de atores e atrizes consagrados do cinema. As novas versões vão desde 300 até Os Fantasmas se Divertem. E o resultado final você vai conferir agora no Apogeu.
























quinta-feira, 31 de março de 2016

Conto escrito por Inteligência Artificial é selecionado em concurso literário japonês.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Divulgada pela Superinteressante, esta é uma notícia que surpreende e acende a polêmica sobre o uso da Inteligência Artificial. Entretanto, a verdade é que um computador, programado por humanos e com diretrizes e palavras-chave específicas para um fim único, obteve a seleção entre mais de 1400 contos em um concurso literário. Mesmo não tendo prosseguido para as fases seguintes, a notícia é espantosa, principalmente se considerarmos o processo de criação do texto: 
Os cientistas selecionaram palavras e frases que seriam usadas na narrativa, e definiram um roteiro geral da história, que serviria como guia para a inteligência artificial. A partir daí, o computador criou o texto combinando as frases e seguindo as diretrizes que os cientistas impuseram.
Ainda assim, um conto feito exclusivamente por Inteligência Artificial estar entre os primeiros trabalhos selecionados é muito animador. 
As possibilidades da IA são infinitas, mas estamos muito distantes ainda do androide David  de A.I., o homem bicentenário Andrew, os androides de Blade Runner ou os Agentes da Matrix. Seja como for, esse é um passo que pode provocar desconforto nos divulgadores das teorias de conspiração, porém é algo a ser comemorado com estardalhaço. É bom lembrar que a IA pode ser aplicada em automóveis, cirurgiões-robô, trânsito, pesquisas científicas e uma infinidade de aplicações benéficas à humanidade. 
Pena que o conto "O Dia em que um Computador Escreveu um Conto" não foi disponibilizado para leitura. 


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Um casal e seu bebê recriam cenas clássicas de filmes com caixas de papelão.


Alien, o 8º passageiro
Lilly, Leon, e o bebê Orson são uma família incomum, mas extremamente divertida. Após uma mudança, Lilly observou que, além do bebê recém-nascido, havia uma infinidade de caixas em sua casa. Ela, o marido Leon e Orson estavam com a rotina ainda conturbada, fruto de uma mudança de país, mas a imaginação, o conhecimento que só nerds de verdade tem e uma grande dose de humor geraram o projeto que eles chamam de Caixa de Papelão (Card board box office).
Os filmes e séries homenageados são os mais variados, passando por Matrix, Senhor dos Anéis, 007, Aliens, O Poderoso Chefão, Batman, até Breaking Bad e Game of Thrones. Há, ainda, um fator muito curioso: os títulos dos filmes são adaptados para a realidade do bebê. Beetlejuice (Os fantasmas se divertem) recebe o nome de Applejuice (Suco de maçã), apenas para citar o bom humor presente nesta família.


Beetlejuice

A história sem fim


Star Wars

Duro de matar

Game of Thrones

Matrix

Os pássaros


sexta-feira, 16 de maio de 2014

Internet demais prejudica saúde mental das crianças, diz estudo. Via O Globo.


Fonte: O Globo.

RIO - Relatório da agência de saúde pública britânica enviada ao Parlamento afirma que o excesso de tempo na internet está prejudicando a saúde mental das crianças.
Na avaliação da Public Health England - responsável por estabelecer os parâmetros do venerado sistema público de saúde britânico -, o abuso da rede provoca nas crianças problemas como solidão, depressão, ansiedade, baixa autoestima e agressividade, informou o site do jornal “Telegraph”.
Os efeitos nefastos da conectividade atingem sobretudo os jovens que passam mais de quatro horas por dia na internet. Mas a agência ressaltou que mesmo uma exposição muito baixa à rede pode ser prejudicial.
“As evidências sugerem que há relação entre a dosagem e os efeitos, e cada hora de uso (da internet) aumenta a probabilidade de a criança experimentar problemas socioeconômicos e o risco de baixa autoestima”, disse o relatório.
A Public Health England foi apocalíptica em suas conclusões, atribuindo aos computadores responsabilidade por grande parte dos crescentes problemas de saúde que afetam as crianças no Reino Unido. Segundo o texto enviado ao Parlamento, um décimo da população infantil sofre de algum transtorno de ordem mental e um terço dos adolescentes experimentam tristeza pelo menos uma vez na semana.
A agência chega a afirmar que a internet pode ter destruído todo o avanço conquistado no bem-estar das crianças britânicas nas últimas duas décadas, informou o “Telegraph”.

Franz diz: a realidade é que tudo em excesso é prejudicial. A internet sempre será uma ferramenta de aprendizado, comunicação e lazer imprescindível, porém a longa exposição remove a criança de sua realidade física para um mundo irreal. Navegar na web é salutar desde que não haja a transferência, a mudança da criança para o virtual. É preciso saber balancear os dois mundos.
Aliás, essa transposição também é prejudicial para adultos que, infelizmente, transferem suas alegrias, frustrações, amizades e tudo mais para a web. Há pessoas que não mais conseguem manter um contato estável fora da internet. Em casos mais extremos - como ocorre no Japão - pessoas passam a viver quase integralmente em frente ao computador, descartando todo e qualquer convívio externo, inclusive o familiar.
Lamentável... 

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

The Man of Tai Chi. Review do filme dirigido e estrelado por Keanu Reeves.


Os filmes antigos onde o Kung Fu ou o Karatê eram o tema principal sempre me fascinaram por sua estrutura singular, diálogos rápidos e as atuações exageradas. Como se seguindo o 'Caminho do Herói' descrito por Joseph Campbell, muitos roteiros tinham uma trama onde um homem descobria seus medos, enfrentava-os e, finalmente, vencia-os. Outro ponto do qual me recordo era o árduo trabalho das coreografias que, na época e em sua maioria, não dispunham dos recursos tecnológicos como hoje, incluindo os efeitos especiais. Muitos artistas marciais feriam-se durante os 'combates', o que não só mostrava a dedicação deles, como também dava uma sensação de veracidade ao espectador.
Mas o passado nunca fica esquecido.
Keanu Reeves é um ator muito conhecido do público ocidental. Ele atuou em filmes como Caçadores de Emoção e a trilogia Matrix, apenas para citar. Sua proximidade com a ação, logicamente, foi passada para este filme onde a adrenalina flui bem durante as cenas de luta.
Em seu primeira produção como diretor, Keanu é um agenciador de lutas ilegais. Sua índole violenta e cruel é demonstrada logo no início da produção, fato que, para observadores mais acostumados com este tipo de filme, entrega como será o final. 
Para investigar e apurar as lutas e os crimes relacionados a ela, a policial Suen Jing-Si (Karen Mok) coloca a própria vida em risco para elucidar os crimes e acabar com o esquema de combates ilegais.
As lutas são parte integrante de um reality show muito próximo do que vemos no UFC, porém sem quaisquer regras. Os lutadores são escolhidos por uma equipe que faz uma sondagem da vida dos participantes, descobrindo pontos fortes e fracos como lutadores, além de suas fragilidades da vida pessoal. 
Quando seu campeão tomba, Mark Donaka (Keanu Reeves) passa a buscar por um novo competidor capaz de cativar o público. Em uma luta oficial, Mark vê Tiger Chen, um lutador de Tai Chi que busca pela maior valorização de sua arte marcial. Com base nisso, Mark recruta Chen para participar de uma entrevista para um emprego como segurança, mas é apenas uma desculpa para testá-lo como combatente. Tiger mostra suas habilidades e impressiona Donaka. 
De volta a sua rotina, Chen continua seu trabalho como currier até que recebe a notícia de que seu templo será desapropriado por má conservação. Para salvar o templo, não resta a Chen outra alternativa que não seja lutar por dinheiro. 
O decorrer do filme mostra a absorção de Tiger pela violência e a vontade em provar que é o melhor. Suas atitudes vão degradando até um ponto no qual ele mesmo prejudica a preservação do templo, o respeito que seu mestre tem por ele. A imagem do Tai Chi foi maculada...
Como disse no início deste texto, a trama é previsível. A luta final (claro) tem ares de faroeste com uma boa dose de UFC, porém mantendo uma coreografia ótima que, para mim, peca apenas pelo uso dos cabos durante os combates. 
Observei que a direção de Keanu privilegiou a ação em detrimento do aprofundamento dos personagens, fato que não me surpreendeu por ser um filme obviamente voltado para entreter. Mesmo com algumas atuações no padrão 'overactor' (inclusive por parte de Reeves), The Man of Tai Chi agrada aos fãs do gênero e traz de volta a essência de games como Street Fighter e Mortal Kombat, onde vários estilos de luta eram postos à prova.  
Destaque para a cena onde Mark incita Chen a liberar seu lado negro, tal como Darth Vader fez com Luke (inclusive com a entonação da voz). O destaque negativo é a ausência de sangue e hematomas durante e após as lutas.
Há trechos onde é fácil identificar filmes como Ong Bak, Matrix e Star Wars, o que evidencia o tom pop da obra.
Levando-se em conta que o longa é inspirado nos grandes clássicos dos filmes de luta e que o roteiro segue um padrão já vigente, cabe ao espectador não criar grandes expectativas, desfrutando de um filme médio que tem méritos, mas não surpreenderá. 
Entretenimento e diversão, sem dúvida.

Dados Técnicos: 
Direção - Keanu Reeves
Coreografia de lutas - Yuen Wo Ping
Roteiro - Michael G. Cooney
Elenco - Tiger Chen (Tiger), Karen Mok (Suen Jing-Si), Keanu Reeves (Mark Donaka), Simon Yam (Superintendente Wong), Yu Hai (Master Yang) e Ye Qing (Ching Sha).

 


domingo, 7 de julho de 2013

Gifs incríveis e marcantes de filmes famosos. Via Tech Noir.


"Come out to the coast, we’ll get together, have a few laughs…" - Duro de Matar (1988)

O site Tech Noir disponibiliza muitos gif onde são capturados momentos especiais de filmes. Essencialmente, os idealizadores mostram aqueles instantes mais marcantes de cada obra e, verdade seja dita, as imagens animadas são muito interessantes. Vejam alguns exemplos abaixo e não deixem de visitar o site.

‘When the child was a child, it walked with its arms swinging. It wanted the stream to be a river, the river a torrent, and this puddle to be the sea. When the child was a child, it didn’t know it was a child. Everything was full of life, and all life was one. When the child was a child, it had no opinion about anything, no habits. It often sat cross-legged, took off running, had a cowlick in its hair, and didn’t make faces when photographed.’ - Der Himmel Über Berlin (1987)

‘Is life always this hard, or is it just when you’re a kid? … Always like this.’ - O Profissional (1994)
 ’Nothing. No matches on prints, DNA, dental. Clothing is custom, no labels. Nothing in his pockets but knives and lint. No name, no other alias.’ 
O Cavaleiro das Trevas (2008)
‘Toto, I’ve a feeling we’re not in Kansas any more.’
O Mágico de Oz (1939)
‘It seems that envy is my sin.’
Se7en (1995)
‘Where are you going? … To ask for directions.’
Hellboy (2004)
‘Sometimes to create, one must first destroy.’
Prometheus (2012)
‘Okay, this is where I don’t want to be.’
Homem de Ferro (2008)
‘No one will know my secret.’
Death Note (2006)
‘The pills come from a girlfriend who’s a shrink, she tried to analyze me once but she got too scared’.
Sin City (2005)
‘I’m trying to free your mind, Neo. But I can only show you the door. You’re the one that has to walk through it.’
Matrix (1999)
‘Lawrence, only two kinds of creature get fun in the desert: Bedouins and gods, and you’re neither. Take it from me, for ordinary men, it’s a burning, fiery furnace.’ 
Lawrence da Arábia (1962)
Muito mais está disponível em Tech Noir. Prestigiem...

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Um filme de ação Indiano, digno da ficção dos Quadrinhos.




Encontrei esse trailer em minhas peregrinações pela web. A ação é incessante e o filme não deve se remumir apenas a isso, porém está muito bem feito e tem ideias dignas de qualquer HQ de super-heróis que conhecemos. Excessos à parte, o que me deixou impressionado foi a aplicação de cenas já comuns em quadrinhos, porém pouco aplicadas nos filmes de Hollywood. Imaginem o que um cara que idealizou essa produção faria se estivesse no mercado hollywoodiano?
Deixem um pouco das dúvidas de lado e assistam. Depois me digam se concordam que um filme de ficção tem que ter um nível similar a esse (excetuando-se uns pontos meio toscos, mas o que se há de fazer?). 
Relembro: feito em Bollywood, não Hollywood.
Sabe o nome da produção? Lance nos comentários...
Parabéns aos idealizadores. 

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