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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

A Era da Fofoca. Cuidado com o que divulga!



A foto acima pode impactar à primeira vista por incluir mulheres usando cocaína e ainda ter a presença do ilustre e respeitado ator Tonico Pereira (A Grande Família, Sai de Baixo, Sítio do Pica-Pau Amarelo, várias novelas, filmes como O Palhaço, e muito mais). Não que um ator não se envolva com drogas, pois o ser humano pode ir do 100 ao 0 em pouco tempo. Mas o fato é que a foto acima e outras divulgadas não eram reais, apenas cenas fora do contexto de um clip dirigido por Marcelo Yuka. 

Texto: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.
Foto feita durante a gravação do clipe do Marcelo Yuka
Tonico mostrou sua indignação ao criticar os irresponsáveis que divulgaram as imagens. O fato, contudo, é que isso não será apagado tão cedo. Pessoas desprovidas de senso crítico, preguiçosas por natureza e até as que são ruins pelo simples prazer de ser ruim irão continuar a usar essas fotos para propagar a fofoca, a maledicência.
Ele, caracterizado como Papai Noel, e seus filhos como duendes
Então alguém pode dizer: "E daí? Isso não pode afetar um homem com quase 70 anos. Ele vai passar essa tempestade na boa.". Sim, ele pode até ter passado por uma breve crise de raiva e isso, com o tempo, diminui. Entretanto, a notícia de que ele estava envolvido com prostitutas e drogas ainda circula, atingindo novamente não o Tonico - já ciente das prováveis idas e vindas dessa mentira -, mas sua família. Tonico tem um casal de gêmeos com pouco mais de 10 anos. São crianças que terão que aprender a lidar logo cedo com a maldade humana. Ninguém gostaria de ver o pai envolvido em uma polêmica absurda como essa.
A inocência dele já foi provada e isso deveria bastar para que as pessoas tivessem um mínimo de decência para não continuar passando a falsa notícia e as fotos. Deveria...
E não paramos por aí. O uso irresponsável das redes sociais gera constrangimentos diários. São fotos de pessoas supostamente desaparecidas, correntes, crianças doentes e uma infinidade de outras variações de temas que causam impacto a quem as recebe. O maior impacto, infelizmente, assim como ocorreu no caso do ator Tonico Pereira, recai sobre as pessoas envolvidas nas mentiras. 
Eu uso as redes sociais e recebo muitas mensagens de desaparecidos. Nunca divulguei nenhuma sem buscar a veracidade da informação. Aliás, quando há o número de telefone para contato (em caso de sequestro, roubo ou seja lá o que for), entro em contato para ver se a pessoa foi encontrada, o produto roubado foi recuperado. Quero dizer com isso o seguinte: vamos ter o mínimo de preocupação com a verdade. Disseminar falsas notícias pode prejudicar vidas. Em um dos contatos que fiz, descobri que a notícia era falsa e atingia diretamente um policial e sua família (foram divulgados os números do celular e da residência). Quando a divulgação é de vídeos íntimos, principalmente de menores, o indivíduo também está cometendo um crime, além de ser um provável colaborador para uma tragédia.
Para dirimir dúvidas sobre o potencial negativo e trágico das notícias falsas e vídeos denigrindo a imagem de alguém, leiam a notícia abaixo:

Suicídio de mulher que teve vídeo sexual exposto na web choca a Itália

Tiziana, de 31 anos, se enforcou na casa de sua tia. Após vídeo circular, ela sofreu humilhação na forma de memes e hashtags.
Fonte: O Globo

Está mais do que na hora de refletir sobre o assunto. A Era da Fofoca é uma das fases mais vergonhosas e malignas que a humanidade já passou. A vergonha está em se divertir com a mentira e a desgraça alheia. A malignidade está no potencial destrutivo dessas farsas. Valer-se do anonimato para propagar o mal é de uma covardia extrema.
Ajudem a conscientizar o máximo de pessoas possível. Gostou do texto e quer colaborar? Então, divulgue-o. O resultado será muito melhor do que passar correntes, fotos falsas e vídeos de sexo que podem incitar ao suicídio ou destruir vidas.




domingo, 8 de março de 2015

Amor sem rótulos. Um belíssimo vídeo que irá fazê-los meditar...



Uma corajosa campanha chamada "Love has no labels" provocou alvoroço recentemente. Essencialmente, a campanha busca alertar sobre os prejuízos de se rotular alguém. Sexualidade, gênero, cor, credo, capacidade física e mental... tudo isso cai por terra quando o assunto é amor.
Amar é algo tão sublime que, quando aplicado, suprime os preconceitos, inibe a discriminação e aproxima as pessoas. Somos, essencialmente, iguais. 
O que verão a seguir é um vídeo emocionante. Atrás de um painel, pessoas demonstram carinho e amor, mas o que vemos são seus esqueletos. Não é possível distinguir de quem se trata. Então, surpresas vão surgindo de forma fantástica. O amor é demonstrado de forma surpreendente e verdadeira. 
Rótulos irão perder a força e muitos irão repensar seus atos e conceitos. 
Acima de tudo, ame!


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Tecnologia: conheça a câmera drone que poderá fazer parte do seu futuro.



Imagens aéreas, tomadas completas de paisagens, gravações onde a câmera acompanha o objeto ou pessoa que se quer filmar... tudo isso e muito mais poderá ocorrer, em breve, com um equipamento similar a um drone.
O projeto chama-se Nixie, cujos principais atributos fogem das tradicionais "megapixels" e do zoom. O Nixie, ainda um protótipo, poderá se tornar uma câmera capaz de fazer gravações aéreas com perfeição. Tal tecnologia não é novidade, pois os drones já realizam esse e outros trabalhos similares com perfeição. Entretanto, a tecnologia de um drone portátil e acessível ao consumidor comum é algo além das melhores previsões.
Assistam ao vídeo e sonhem com esse dia que, acredito, chegará em breve.


domingo, 5 de outubro de 2014

O poder da natureza: Tsunami. Vídeo assustador.





O que parece uma simples inundação ganha, aos poucos, ares de tragédia. Nada permanece intacto diante da passagem do Tsunami. A força faz com que estruturas sólidas e fortes caiam como se fossem brinquedos. Carros são arrastados, vidas são apagadas, patrimônios somem... 
Uma breve demonstração da inominável força da natureza e um claro lembrete sobre nossa fragilidade. 


quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Chibatman é a versão japonesa do herói da DC na vida real.



Após o terremoto e o tsunami de 2011, ele surgiu para combater... a tristeza.
Usando o manto do consagrado personagem da DC, um japonês - cuja identidade não foi revelada - circula pela cidade trazendo alegria e simpatia aos fãs do Morcego. A cidade japonesa chama-se Chiba e, por isso, o herói foi batizado como Chibatman, uma óbvia mesclagem dos dois nomes.
São muitas fotos, perguntas e autógrafos desse cidadão que, com coragem e bom-humor, minimizaram as dores de um período sombrio de sua cidade. O Cavaleiro das Trevas japonês usa um triciclo customizado também em homenagem ao Batman e sua moto, o batpod (guardadas as devidas proporções).
Veja o vídeo que foi disponibilizado pela BBC:



quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Evolução: novo machado corta madeira em um golpe.



Fonte: Daily Mail
Texto: Franz Lima

Heikki Karna é um finlandês aposentado que conseguiu reinventar o machado. Apetrecho antiquíssimo, o machado não sofre evolução há milênios. Entretanto, após vários protótipos, o inventor conseguiu chegar a um machado eficiente que preserva o usuário do desgaste da ação de cortar lenha ou outra utilização similar com a ferramenta. O vídeo e as fotos irão lhes proporcionar uma clara ideia da facilitação que essa genial modificação no machado trouxe. 
Sua obra foi batizada como Leveraxe e, segundo o próprio Heikki, teve absoluta aceitação por parte dos lenhadores de onde mora. 

Leve, com pouco mais de 4 quilos, o machado tem seu centro de gravidade mais para o lado da lâmina, proporcionando um corte mais eficiente. A lâmina, por sua vez, tem a forma curva, outro fator indispensável para o sucesso da ferramenta.
O produto já está à venda.



sábado, 5 de abril de 2014

Kenichi Ebina: um dançarino que mistura teatro, mímica, ilusionismo e coordenação motora inacreditável.



Dono de um talento para a dança e de um absurdo domínio sobre o próprio corpo, Kenichi Ebina já é um sucesso em todo o mundo com suas performances inacreditáveis de dança. Seja contracenando com uma versão sua em vídeo ou atuando em paralelo com astros do porte de Michael Jackson, Kenichi sempre surpreende em suas apresentações. 
Mímica, street dance, teatro, ilusionismo e coordenação absoluta e talento são apenas alguns dos talentos desse jovem e promissor japonês. 
Enjoy!



domingo, 1 de dezembro de 2013

Origamis feitos com guardanapos ganham vida em stop motion. Com making of.



Fonte: Youtube.
Essa animação em stop motion tem a assinatura de Yuki Ariga e foi feita para a fabricante de papéis Nepia. O processo foi demorado, porém o resultado final compensou todo o trabalho. Vejam o vídeo, o making of e algumas imagens da produção.



O VÍDEO:


O MAKING OF:



segunda-feira, 19 de março de 2012

O gesto universal



Fonte: Cultura RJ

Difícil imaginar a figura de Charles Chaplin sem o clássico chapéu-coco, o bigode sem pontas e a bengala que fazia parte de seus números. Mas um ídolo não nasce pronto. E é justamente a criação do mito do cinema mudo que inicia a exposição Chaplin e a sua imagem, de 7 de março a 29 de abril em cartaz no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, na Praça Tiradentes.

O nome entrega que a proposta da mostra vai além de uma mera retrospectiva. Não se trata de um apanhado de filmes ou de um retrato biográfico. “Queremos mostrar como ele construiu uma imagem pública e também um personagem. Quais foram as decisões para que isso fosse possível”, adianta Paulo Miyada, coordenador do núcleo de pesquisa e curadoria do Instituto Tomie Ohtake, que hospedou a mostra em São Paulo e que, agora, assina a organização da exposição no Rio.

São mais de 200 fotografias de produção (stills) e feitas em estúdios de filmagens, vídeos, documentos e gravuras do acervo da família Chaplin e de demais instituições. A curadoria é do francês Sam Stourdzé, diretor do Musée de l’Elysée, em Lausanne, Suíça. Paulo conta como o projeto atravessou o Atlântico: “O Sam tinha esse projeto de itinerância e, quando ele conheceu o Ricardo Ohtake (diretor do Instituto), firmaram a parceira. O interessante para nós é o fato de ser uma exposição sobre cinema que não só reúne filmes, mas levanta outros documentos da história de Chaplin e de sua época”.

Os inúmeros suportes comprovam a abrangência da exposição. Para o coordenador, o grande diferencial do projeto é que ele vai além de Chaplin, e busca entender um modo de viver dos tais tempos modernos. Uma das obras expostas, por exemplo, é um fragmento de quase um minuto do Ballet mécanique (1924), do artista cubista Fernand Léger  - um marco no cinema avant-garde, que faz menção a Charles Chaplin nas imagens. “No âmbito acadêmico, quase todos os pensadores da modernidade falaram sobre o Chaplin. Ele era crítico tanto com a sociedade quanto com o cinema. E isso garantiu o reconhecimento de artistas e pensadores”, defende Paulo Miyada.

Quatro atos

Para cobrir os diferentes caminhos da trajetória do mais adorado vagabundo, a mostra a se dividide em quatro partes. A Criação de Carlitos é a primeira delas: “Começamos com essa experimentação, a descoberta dele do que funcionava ou não. No começo, o personagem era trapaceiro, golpista. Depois, continuou vagabundo, só que sensível, frágil e preocupado com os outros. É muito especial ver estes conflitos que surgiram antes dele se tornar o Carlitos que conhecemos”, celebra Paulo.

A seção o Álbum de Keystone, em homenagem ao primeiro estúdio em que Chaplin trabalhou, reúne uma série de fotogramas acompanhados por textos manuscritos que remetem às histórias dos primeiros 35 curtas em que Chaplin atuou, em 1914. Sete anos antes de O Garoto, considerado o seu primeiro grande sucesso.

A segunda parte, Chaplin como Cineasta, mostra o perfeccionismo por trás da figura de Carlitos. Paulo Miyada destrincha: “Ele se preocupava em fazer um cinema fora do padrão, um cinema integral, em que se envolvia com tudo: da fotografia à trilha sonora. Já naquela época, ele discordava do jeito de Hollywood fazer filmes. Foi por isso que criou até uma produtora própria”. Na mostra, o filme How to make movies, de 1918, esclarece um pouco dos bastidores dos Estúdios de Chaplin.

Em seguida, Da fama ao exílio, mostra a fase áurea do artista, mas vivida também em conflito com seu engajamento político. O momento de consagração é retratado, inclusive, por um espaço dedicado a cartazes de suas obras. Mas, em 1952, uma guinada interrompe um pouco a fase dourada. Chaplin se muda para a Suíça, acusado de simpatizar com a corrente comunista. O todo poderoso do FBI, J. Edgar Hoover - atualmente retratado em filme por Leonardo DiCaprio -,  foi um dos responsáveis pelo exílio.

Chaplin e Gandhi
A transição para o cinema falado encerra a mostra. O assunto - que ganhou novamente projeção com a vitória do Oscar pelo longa francês O artista, mudo e em preto e branco - foi um dos grandes desafios enfrentados por Chaplin.  “Ele costumava dizer que os filmes sem palavras eram universais. O gesto pode ser entendido pelo francês, pelo japonês, por qualquer um. Em determinada fase, ele briga com o cinema falado. Existe uma série de filmes em que ele parece que vai dizer alguma coisa, mas sempre acontece algo que interrompe a fala. Mas foi mesmo, em O Grande Ditador, às vesperas do clímax da Segunda Guerra Mundial, que ele ganhou voz. E fez isso de forma linda, com o discurso de paz que encerra a obra”, relembra Paulo.

No segmento Fala Chaplin, morre Carlitos, há ainda um making of em cores feito na década de 30 pelo irmão de Chaplin, Sydney, durante as filmagens de O Grande Ditador. Filmes caseiros em cores, produzidos em 8mm, onde se vê um Chaplin já grisalho, cercado por seus filhos e reencenando as peripécias que o tornaram famoso, também estão no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica.

Diante de toda a abrangência da mostra, Paulo Miyada resiste, mas consegue escolher um pedaço especial da exposição: "Tem uma projeção que reúne uma série de imagens dele correndo em filmes diferentes, outra série dele caindo, outra dele brincando... Parece o trabalho de um coreógrafo. Em Tempos Modernos, ele não faz nenhuma crítica objetiva, mas transforma os gestos maquinais em dança. Vaslav Nijinsky (famoso bailarino russo), certa vez, visitou Chaplin no estúdio e saiu de lá dizendo que ele não era um palhaço, mas um bailarino".

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