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Mostrando postagens com o rótulo Mario Vargas Llosa

Uma quinzena cheia de lançamentos literários na Companhia das Letras.

Te vendo um cachorro , Juan Pablo Villalobos (Tradução de Sérgio Molina) Te vendo um cachorro trata de uma mãe e de um vendedor de tacos obcecados por cães. Ela para aplacar a solidão; ele para lucrar um pouco mais com o seu negócio. É também a história de um garoto que herdou, não se sabe se por destino ou talento, a taqueria do tio e, com ela, a técnica de preparar tacos à base de filés caninos… Mas é possível que o cerne desse romance seja mesmo ironizar os desejos sexuais, a velhice, a vida adulta, a juventude, a literatura, os religiosos, os críticos, os leitores e o México. A conexão Bellarosa – 4 novelas , Saul Bellow (Tradução de Caetano Waldrigues Galindo e Rogério Galindo) As quatro novelas deste volume, escritas na fase final da vida do autor – Um furto , A conexão Bellarosa , Uma afinidade verdadeira  e Ravelstein -, são o testemunho do talento e da vitalidade do maior renovador do romance americano depois de William Faulkner. Com...

Lições de Tolstói. Via Livros e Pessoas.

Fernando Vicente Fonte: Livros e Pessoas /El País O escritor russo nos ensina em ‘Guerra e paz’ que apesar de todo o mau que há na vida, a humanidade vai deixando para trás, pouco a pouco, seu pior Por:  Mario Vargas Llosa, no  El País Li Guerra e Paz pela primeira vez há meio século, em um volume único da Pléiade, durante as minhas primeiras férias remuneradas pela Agência France Presse, em Perros-Guirec. Estava escrevendo naquele período o meu primeiro romance, e vivia obcecado com a ideia de que, diferentemente do que ocorre com outros gêneros literários, a quantidade, no romance, era um ingrediente essencial da qualidade; de que os grandes romances costumavam ser também romances grandes –longos— porque abrangiam tantos aspectos da realidade que davam a sensação de expressar a totalidade da experiência humana. O romance de Tolstói parecia confirmar milimetricamente essa teoria. A partir de um começo frívolo e mundano naqueles salões elegantes de São Pe...

‘Escrever para os tablets banalizará a literatura’, diz Mario Vargas Llosa

Fonte: Livros e Pessoas . Via: G1 O escritor peruano Mario Vargas Llosa acredita que a literatura criada “diretamente para os tablets” pagará o mesmo preço que a televisão, pois se banalizará e cairá na frivolidade. “É um temor, tomara que não aconteça”, declarou nesta quarta-feira o Prêmio Nobel de Literatura de 2010 ao discursar no ciclo que a Biblioteca Nacional da Espanha organizou para comemorar seu terceiro centenário, celebrado neste ano. Vargas Llosa, de 76 anos, manteve um debate com o jornalista Sergio Vila-Sanjuán. Entre outros temas, o escritor mencionou sua paixão pela leitura desde criança, o nascimento de sua vocação literária, seu amor pelas bibliotecas e seu temor de que os aparelhos eletrônicos afetem o conteúdo da escrita. Ao contrário do que dizem “com tanta certeza os defensores do livro eletrônico”, o escritor peruano não acredita que “o suporte seja insensível ao conteúdo”. Ele baseia seu convencimento no que aconteceu com a televisão: “...