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Mostrando postagens com o rótulo Livro impresso

Edições bem acabas e para colecionadores podem ser o futuro dos livros.

Rodrigo Mello Franco de Andrade Fonte: Estadão. Ter na estante a edição de Velórios , de Rodrigo Mello Franco de Andrade, lançada agora pela Confraria dos Bibliófilos, é privilégio de apenas 351 pessoas. Fãs da Gucci têm que correr: só 100 exemplares do livro sobre a história da marca estão à venda aqui, por R$ 520. Mais exclusiva ainda é a edição de luxo, com fotos autografadas por jogadores, de Nação Corinthians , obra com mais de 600 páginas e 28 quilos lançada pela Toriba no ano passado. Os 11 exemplares foram vendidos em 30 dias. Custava R$ 15 mil. Ou então Cruzeiro , de Lúcia Mindlin Loeb, neta do bibliófilo José Mindlin, que saiu pela Tijuana em cinco exemplares - vendidos a R$ 4 mil. Desde 2010, a editora lançou 12 livros - de R$ 50 e R$ 5 mil. Esses são os extremos: livros de colecionador ou de artista, feitos em tiragens reduzidíssimas, alguns assinados e numerados. Mas um novo mercado tem se desenvolvido aqui e pode ser uma saída para o livro impress...

Como escrever um livro infantil.

Poesia ou raio X? Roger Mello e Bartô revelam o invisível Por Paulo Werneck. Fonte: Folha O poeta João Cabral de Melo Neto dizia que fazer poesia é "dar a ver", ou seja, nos mostrar coisas que, normalmente, não enxergamos. É o que fazem Bartolomeu Campos de Queirós e Roger Mello. Roger nos leva a espaços que não conhecemos: um mangue, uma mina de carvão, a casa de vizinhos. Em "Carvoeirinhos", ele conta a vida dos meninos que trabalham (!!!) em minas de carvão (!!!!!!!!). Colorido só com preto e cinza, o livro dá a sensação de escuridão, de que estamos no fundo da mina, com os carvoeirinhos. De repente, aparece na página um laranja fosforescente que quase dói. Esse "susto" abre os nossos olhos para a situação absurda dos meninos. Trabalho infantil é proibido por lei, mas ainda acontece no Brasil. "Meninos do Mangue" funciona do mesmo jeito: Roger leva o leitor para dentro de um mangue, cheio de lama, caranguejos, siri...

A eternidade do livro impresso

         A discussão sobre a sobrevivência do livro impresso está muito acesa.  Em parte, é reflexo do que acontece nos países mais desenvolvidos, onde há uma oferta progressiva de e-books.  Aqui entre nós, por enquanto, o crescimento é lento.  Em todo o comércio eletrônico nacional, não há mais de 7 mil títulos disponíveis.  Para se ter ideia da discrepância dos números, só a Amazon conta  hoje com  cerca de 950 mil  títulos.         Há um pormenor que é próprio do mercado brasileiro: o Kindle começou com um gás assustador, mas não pegou por causa do preço, hoje em 800 reais.  Pelo dobro, pode-se ter um equipamento muito mais completo, que serve para navegar na internet, tirar fotos, gravar vídeos etc. O custo benefício é muito mais atraente.         Estamos vivendo uma fase de incríveis conquistas tecnológicas, especialmente no campo das co...