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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Dicas, via BBC, para evitar que seu smartphone aqueça.


A BBC Brasil forneceu boas dicas para evitar que seu smartphone aqueça excessivamente. Veja quais são:
E o que aconteceu? O telefone estragou?
Não, não estragou. Ainda que de vez em quando circulem imagens pelas redes sociais de telefones queimados por superaquecimento, como o caso recente de um Samsung Galaxy S4 de um usuário da Arábia Saudita com a parte inferior deformada por calor.
Essa é uma consequência extrema do aquecimento de um celular. Pode haver outras, como a redução da vida útil da bateria.
O objetivo do aviso na tela é exatamente evitar um superaquecimento, e ocorre por força de um mecanismo de segurança que protege os componentes do aparelho.
Se essa mensagem aparecer, você deve desligar o dispositivo, levá-lo a um ambiente mais frio e deixar que a temperatura baixe antes de voltar a usá-lo.
A temperatura recomendada por especialistas para um smartphone fica entre 0 e 35º C.

Por que o aparelho esquenta demais?

Talvez tenha sido afetado por uma onda de calor de mais de 40º C.
E expor o aparelho à luz solar por longos períodos também influencia no aquecimento. Deixar o celular no carro durante muito tempo traria as mesmas consequências.
O aquecimento, contudo, nem sempre se deve à temperatura ambiente.
O uso de carregadores de bateria que proporcionam mais corrente elétrica do que o necessário pode causar o mesmo efeito. Assim como a utilização de GPS, já que quanto mais o celular trabalha mais ele esquenta, ao transformar em energia térmica as operações matemáticas que efetua.
Ao usar o GPS, o aparelho deve usar o sensor durante 100% do tempo, com a tela acesa e conectado à internet.
Da mesma maneira, o uso intensivo de jogos de alta qualidade gráfica ou muito pesados para a memória RAM e para as características do seu celular também podem levar ao aquecimento excessivo do aparelho.

Como evitar o problema então?

No último dos casos acima, vale a pena avaliar as condições do hardware do celular antes de baixar um jogo com tais características.
Também é importante verificar se está executando aplicativos ou programas sem que tenha conhecimento. E se perceber um aumento rápido da temperatura, desligue funções como Bluetooth e conexão wifi. Você evitará assim uma sobrecarga de processos.
Reduzir o brilho da tela também é recomendável ao rodar jogos ou filmes por muito tempo.
E, sobretudo, é importante não deixar o smartphone em locais com pouca ventilação, como debaixo de uma almofada, principalmente se estiver carregando a bateria ou baixando algum aplicativo.

Controlar a temperatura com aplicativos

Há no mercado várias aplicações para smartphones que, uma vez instaladas, escaneiam todo o dispositivo para determinar sua temperatura em cada momento.
Um dos mais populares para iOS é o iStat 2, um app que monitora toda a atividade de um iPhone.
Além da temperatura, mostra a quantidade de dados consumida e a velocidade restante.
Outra opção para dispositivos Apple é o sistema Status Lite, que reconhece e pode apagar os aplicativos que geram maior carga de energia.
E se você possui smartphone com sistema Android, pode optar pelo app gratuito Cooler Master. O programa escaneia o aparelho para determinar a temperatura no momento, identifica os serviços que geram superaquecimento e os apaga.
Também há outras opções no mercado para telefones com Android, o sistema operacional do Google. Entre os mais interessantes estão Phone Overheat Alert, TempMonitor e Cpu Gauge.
Com esses recursos não será preciso esperar o celular chegar ao ponto crítico de aquecimento.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Lista de compras: ovos de Páscoa com bons preços na Cacau Show.



Ovo Liga Da Justiça 160g

A Mulher-Maravilha e o Super-Homem chegaram para deixar seu dia muito mais animado! O Ovo Liga da Justiça é feito do delicioso chocolate ao leite Cacau Show e vem acompanhado de um exclusivo fone de ouvido em dois modelos, para escolher qual herói levar para casa. Junte-se a eles para garantir a paz e o bem-estar na Terra!

A Páscoa é uma época muito bonita e também muito cara. As opções de ovos de páscoa mostram-se difíceis, pois o foco está nas crianças. A verdade é que os brinquedos estão ganhando espaço e já é quase impossível comprar os ovos sem um relógio do Max Steell, a caixinha da Turma da Mônica ou a caneca do Darth Vader. Claro que muitos adultos irão comprar para eles mesmos... inclusive este que vos fala.Mas não é preciso estar preso a uma marca ou a um único fornecedor. Caso sua única opção de compras seja a Americanas, cujos preços variam de 30 a 40 e poucos reais, eis uma nova escolha. A Cacau Show apostou também nos brinquedos para atrair o público infantil, mas a verdade é que há ovos de preços variados e com ótima qualidade, inclusive para os adultos. Outro fator interessante é o peso dos ovinhos que podem chegar a 375 g e com o mesmo preço de um que pesa só 150 g. Abaixo, há alguns exemplos do que poderão adquirir, porém no site há muitas outras opções.Este post não é uma propaganda com fins lucrativos para a loja ou para mim, mas uma alternativa para os leitores do Apogeu. Espero que a dica tenha ajudado a melhorar a Páscoa de alguém.Até breve...

Ovo Bellas 160g

Ideal para as meninas que adoram o mundo encantado das fadas. Feito em chocolate ao leite, vem acompanhado de uma linda bolsa com desenhos e um kit de canetinhas para colorir do jeito que quiser. É só soltar a imaginação!

Ovo Pequeno Principe 160g

Perfeito para quem adora uma aventura, o Ovo Pequeno Príncipe é feito de chocolate ao leite e vem com uma linda raposa de pelúcia. Presente para criança? Claro. Presente para adulto? Também! É muito simples: “só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”.

Copo Mini Ovinhos Capricho 200g

Para as garotas modernas e descoladas, um lindo Copo Capricho com glitter e cheio de miniovinhos de chocolate ao leite com recheio cremoso sabor milk-shake de morango.

Ovo Chocobichos 160g

Os animais da Mata Atlântica chegam com toda a sua fofura. O Ovo Chocobichos é feito de chocolate ao leite e vem acompanhado de uma pelúcia que vira travesseiro, perfeita para brincar bastante e depois descansar. São três modelos para colecionar: onça-pintada, ouriço-cacheiro e jacaré-do-papo-amarelo.

Ovo Dreams Tradicional 400g

A linha de ovos de Páscoa mais famosa da Cacau Show continua irresistível com sua casca recheada. Feito em chocolate ao leite e delicioso recheio de trufa tradicional, cada mordida é uma experiência surpreendente.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Com apenas 7 anos de idade, menina consegue hackear rede wi-fi.


Fonte: BBC

Franz diz: A matéria abaixo, serve como alerta para nós, usuários comuns, que caímos na sensação falsa de segurança ao navegar pela web. Optei por publicar a matéria na íntegra para que os leitores tenham a exata noção da facilidade com que uma rede wi-fi é invadida e, consequentemente, seus usuários. A segurança é algo que precisa ser cada vez mais valorizado, seja no meio físico ou digital. As mínimas condições de segurança são postas de lado em nome de comodidade ou descaso, porém é fato que não há mais tempo para estratégias fracas ou não condizentes com o atual cenário.Dados e informações são fontes de poder. Em breve isto uma realidade global, quer gostemos ou não. É vital proteger nossa vida digital...
Uma menina de sete anos de idade precisou de pouco mais de dez minutos para hackear uma rede wi-fi.
É o que descobriu uma empresa especializada em segurança cibernética que quis alertar o público sobre os perigos de se conectar a redes sem-fio pouco protegidas.
No experimento, Betsy Davies, uma pequena fã de tecnologia que vive em Londres, conseguiu infiltrar a rede wi-fi em apenas dez minutos e 54 segundos, depois de algumas buscas no Google e de ler um tutorial na internet, afirmou a companhia, Hide My Ass.
"A imagem de cibercriminosos escondidos em um quarto escuro em lugares afastados do mundo é antiquada", disse Cian McKenna-Charley, porta-voz da empresa.
"É mais provável que eles estejam sentados ao seu lado no bar ou na biblioteca pública. Se uma criança pode hackear tão facilmente uma rede wi-fi em poucos minutos, imagine o dano que pode causar um hacker profissional e com intenções criminosas."

'Brincadeira de criança'

Para o hacker profissional Marcus Dempsey, que analisa a segurança de redes empresariais, os resultados do experimento são "preocupantes, mas não surpreendentes".
"Sei como é fácil para qualquer pessoa entrar no dispositivo de um estranho. E numa época em que as crianças costumam saber mais de tecnologia que adultos, hackear pode ser literalmente uma brincadeira de criança."
Os pontos de acesso público à internet, os chamados hotspots, são redes presentes em bares, hotéis, restaurantes, edifícios públicos ou em áreas abertas das cidades, como parques.
Quando são pouco protegidas, os hackers conseguem acessar os dados transmitidos através dessas conexões - por exemplo, de usuários que entram em seu perfil em redes sociais ou se comunicam com seu banco.
Betsy aprendeu a estabelecer um ponto de acesso como o usado por hackers para realizar os chamados ataques "homem no meio", nos quais é possível ler e modificar as mensagens entre duas partes sem que nenhuma delas perceba.
No ano passado, o Parlamento Europeu teve que desconectar seu sistema público de wi-fi depois de ser alvo de um desses ataques.

Cuidados

Muitos dos milhões de pontos públicos de wi-fi no mundo exigem apenas um nome de usuário e uma senha para serem acessados.
Especialistas como Dempsey recomendam que usuários evitem escrever informações pessoais e senhas quando conectadas a essas redes.
Também lembram que é importante ensinar às crianças sobre os perigos da internet e educá-las eticamente sobre a troca de dados online.
"Tão fácil quanto aprender a codificar para criar um jogo de computador é cair no mundo obscuro dos hackers", afirma Dempsey.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

BBC dá dicas para virar a madruga acordado trabalhando



Fonte: BBC. Comentários: Franz Lima

Quando o britânico Kevin Morgan precisa virar a madrugada trabalhando, ele usa um método testado e aprovado.
Ele ilumina bastante o quarto, faz um lanche no começo da noite e tira uma soneca de 90 minutos antes de começar a trabalhar. Ele também se abastece de café para todo o turno.
Muitos especialistas em sono teriam calafrios com essas dicas, mas cientistas dizem que elas são eficazes.
Morgan é professor de psicologia e do centro de pesquisas de sono da Universidade de Loughborough, no Reino Unido.
Poucos cientistas recomendam passar a noite trabalhando, mas Morgan vê algumas vantagens.
"Há menos distrações à noite. Você consegue controlar melhor seu ambiente."
Recomendado ou não, muitos de nós têm situações em que não conseguimos fugir da necessidade de trabalhar à noite. Uma pesquisa da Universidade St. Lawrence, de Nova York, revelou que 60% de seus alunos passaram pelo menos uma noite em claro estudando.
Universidades como a de Chicago, nos Estados Unidos, ou Bristol, no Reino Unido, abriram bibliotecas 24 horas para atender uma demanda existente.

Problemas e riscos

Se manter acordado durante toda a noite para trabalhar tem seus efeitos colaterais. Paul Haswell, de uma empresa de direito de Hong Kong, disse que certa fez saiu para jantar em um restaurante com uma mulher depois de ter passado a noite em claro trabalhando.
"Eu estava absolutamente exausto, mas não queria cancelar o encontro que tentava marcar há meses. Eu acabei adormecendo na mesa, durante o prato de entrada. Acordei com minha cabeça na mesa e o garçom me explicando que a mulher tinha me deixado, irritada. Nunca mais a vi na vida", conta Haswell.
Estudos enumeram vários problemas e riscos mais graves. O mesmo estudo da Universidade St. Lawrence mostrou que pessoas que nunca haviam passado uma noite em claro estudando tinha notas 7% maiores em média.
Outro estudo mostrou que o risco de diabetes é maior entre pessoas que dormem pouco à noite. Uma pesquisa de três universidades da Califórnia mostrou que uma noite sem sono resulta em euforia de curto prazo, seguida de deterioração na capacidade de tomada de decisões.
"Você também está em risco maior de causar um acidente na estrada", diz o pesquisador Charles Czeisler, de Harvard.
Mas mesmo assim, muitos de nós acabamos tendo que trabalhar à noite. Nesse caso, quais são as melhores formas de encarar a madrugada acordado? Confira algumas dicas.

RESERVA DE SONO

Czeisler recomenda que se tire uma soneca assim que a pessoa perceba que vai passar a noite em claro.
"Se tirarmos uma soneca na tarde, a queda de desempenho normal do período da noite ocorre com menor intensidade."
Outro fator que ajuda é manter bons hábitos noturnos nos períodos "normais" da vida. Quando possível, ele recomenda que se faça uma "reserva" de sono - dormindo mais horas antes da noite em que se planeja trabalhar.

ALIMENTAÇÃO

"Proteína nos mantém alerta", diz a nutricionista irlandesa Paula Mee. "Na janta anterior à noite em que você vai ficar acordado, coma uma dieta rica em proteína, com peito de frango ou salmão. Carboidratos demais podem dar sono."
Ela diz que o corpo não necessita de outra grande refeição ao longo da madrugada, mas que um lanche - novamente com proteínas, como nozes e sementes - é recomendável.

LUZES FORTES

A luz é uma das formas que o relógio biológico nos alerta para o dia - deixando nosso corpo despertado e ativo.
Mas é importante que a luz tenha a cor certa. Luzes amarelas costumam relaxar o corpo, o que não é recomendável. O ideal são luzes de LED-azul, que estimulam o corpo a ficar acordado.

ORGANIZE AS TAREFAS AO LONGO DA NOITE

Nossa capacidade cognitiva vai diminuindo ao longo da noite, e nossa capacidade de trabalhar se deteriora.
Os especialistas recomendam que se separe as atividades em dois grupos: as cognitivas - que exigem pensamento e processamento - e as de rotina - que são mais "braçais" e repetitivas. Eles recomendam que se comece com todas as atividades cognitivas, deixando as que exigem menos do cérebro para depois.

TOME CAFÉ E EVITE O FRIO

A cafeína reduz os efeitos da adenosina, a substância química que os humanos produzem quando estão cansados. Os especialistas recomendam uma taça de café a cada hora ao longo da noite.
A temperatura do corpo também costuma atingir seu ponto mais baixo entre as 3h e 4h da manhã. O frio distrai as pessoas do trabalho e deve ser evitado.

TIRE UMA SONECA NA MANHÃ SEGUINTE

Depois que completar sua tarefa, lá pelas 8h da manhã, dispare o último e-mail e durma por 90 a 100 minutos. Isso é suficiente para recuperar um pouco do ciclo de sono perdido.
Mas especialistas são taxativos: nunca dirija em nenhum momento do dia seguinte, pois é muito perigoso. Eles também recomendam que as pessoas sigam para a cama cedo na noite seguinte, o que facilitará que se recupere a rotina normal.

SE POSSÍVEL, DIGA NÃO

Mas a recomendação que nem todos seguem é a melhor de todas: tente dizer não a seu chefe. Talvez seja necessária uma dose extra de diplomacia. Mas é importante que ele ou ela entenda que não é razoável passar uma noite em claro por causa do trabalho

Franz diz: o último tópico é relevante, porém não enquadra aqueles que são seus próprios patrões. Escritores, entre os quais me incluo, precisam da tranquilidade noturna para criar. Obviamente que o trabalho diurno é mais produtivo em função do nosso relógio biológico que "cobra" o descanso à noite, mas é notável o maior rendimento, contrastando com o maior desgaste, da produção noturna, principalmente por causa do 'sossego' que só a noite traz. 
As dicas estão aí e eu acredito que irão ajudar muitas pessoas que, por necessidade ou teimosia, viram a noite em prol de sonhos... ou pesadelos (lembram-se que escrevo terror?).

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Localize seu celular com o assobio, usando o Whistle Me.


Fonte: Techtudo
O Whistle Me, antes conhecido como Phone Finder, é um aplicativo para Android que encontra o celular perdido dentro de casa com apenas um assobio. O programa é leve, gratuito e bem fácil de usar naquele momento pelo qual todo mundo passa de, às vezes, esquecer onde deixou o telefone.
O aplicativo não requer configurações complexas para ser usado. Ao abri-lo, o usuário vê várias opções de meu. Na primeira, “app enable” ativa o app e “disabled” vai desativá-lo. No “detection level”, “easy” faz com que ele identifique assobios mais rápido, enquanto “hard” o torna mais seletivo.
No “ring time”, você define o tempo de alerta que ele emite ao identificar o assobio. As opções são de 5 a 60 segundos. Abaixo desta aba, o usuário configura o toque que vai ser usado para esta notificação sonora. Todos os ringtones do seu smartphone estarão disponíveis.
As outras configurações são para mostrar as notificações, iniciar o app assim que ligar o telefone, ativar vibração, tocar mesmo com o celular no silencioso e sempre com volume máximo. Depois de definir todas as suas preferências, é só sair do aplicativo e deixá-lo a rodar no background.
Quando não encontrar mais o celular, dê um assobio forte e longo que o app irá “ouvir” e emitir o som configurado pelo tempo desejado. Baixe Whistle Me e não perca mais seu smartphone com Android.

Saiba mais acessando o link no início do post...



Como ficar (ainda mais) seguro contra ataques na internet. Via BBC



Fonte: BBC
É impossível ter 100% de segurança na internet, mas existe uma série de truques menos conhecidos e ensinados que pode ajudar bastante a proteger os usuários de ataques e fraudes.

Certifique-se de suas configurações nos serviços de 'cloud'

Várias celebridades com fotos roubadas e divulgadas recentemente tiveram suas informações acessadas através dos sistemas de "cloud" - em que os dados estão baseados em servidores acessíveis remotamente por aparelhos móveis, como celulares, tablets e laptops.
Os serviços "cloud" são cada vez mais comuns, e muitos smartphones são vendidos com essa função ligada automaticamente. A primeira recomendação de especialistas é buscar todas as configurações "cloud" e verificar exatamente que tipo de dado você está permitindo que saia do seu telefone para os servidores.
Sistemas de "clouds" não devem ser evitados necessariamente, pois podem ser extremamente úteis. Todo mundo que já perdeu um telefone ou teve seu aparelho roubado já foi "salvo" pelo cloud - que armazena todas as fotos e vídeos de tempos em tempos.

Como melhorar (ainda mais) a sua senha

É comum se ouvir que a senha precisa ser o mais complexa possível - misturando sinais, números, maiúsculas e minúsculas. Na verdade, especialistas dizem que o tamanho da senha é mais importante do que a complexidade. A senha "euadoromeusgatos", com 16 letras (nenhum número, sinal ou maiúscula) é mais fácil de ser memorizada - e também mais segura que algo como "T9$ey!!q".



O motivo é que existem mais combinações possíveis entre 16 caracteres do que entre oito. Isso faz com que os softwares que decifram senhas precisem de muito mais tempo para tentar "adivinhá-la". Uma pesquisa sugere que 22% das senhas complexas de oito caracteres são descobertas depois de 10 bilhões de tentativas - contra apenas 12% de senhas simples de 16 caracteres.
Outra dica, do autor de livros de segurança online William Poundstone, é evitar obviedades. Muita gente troca o "i" por "1" - o que dá uma falsa sensação de segurança. Melhor seria criar uma palavra a partir das iniciais de uma frase que você memorizou (por exemplo, usando o início dessa frase para criar uma senha "mscupapdidufqvnm").
Se essa frase envolver letras, números, sinais e maiúsculas, melhor ainda. A frase sequer precisa fazer sentido, desde que seja fácil de ser lembrada. Uma frase como "Com dois tomates, faço almoço para João e Maria" - que pode virar a senha "C2tfapJ&M".

Senha trocada, tudo seguro. Certo?

Ainda não. Mesmo senhas de 16 caracteres são frágeis, se forem entregues de bandeja. E isso hoje em dia é cada vez mais fácil para os hackers. Basta usar uma rede wi-fi sem segurança, que alguma pessoa dentro dessa mesma rede consegue ver algumas de suas senhas. Se ao entrar em uma nova rede wi-fi, não pedirem nenhuma senha a você, é grande a chance de ela não ser segura.
Se você for usar uma rede assim, evite fazer coisas que exijam senhas suas - como checar seu e-mail, colocar material na sua "cloud". Se possível, use o 3G ou 4G do seu telefone - e abra mão da conexão wi-fi.
Uma medida extra é instalar um app VPN (virtual private network) no seu telefone ou tablet. Toda vez que você acessar uma rede sem fio na rua, basta ligar o VPN - e ele codifica todos os dados do seu telefone, impossibilitando que outros invadam seu aparelho. Esses apps costumam ser pagos.

Isso é suficiente para evitar roubo de dados?

Nem sempre, mas é um bom começo. Se o hacker conhece o nome do usuário em uma determinada rede, ele pode mudar a senha da pessoa usando aqueles links comuns em muitos sites: "Esqueceu sua senha?"
Para conseguir isso, o hacker precisa ter mais informações sobre o usuário para responder uma pergunta de segurança - o nome de solteira da mãe, o dia do aniversário ou a escola onde o usuário estudou.
No caso de celebridades, em que vários desses dados são facilmente encontráveis na internet, elas ficam mais vulneráveis a esse tipo de golpe - que foi usado para hackear as contas da política americana Sarah Palin em 2011. Mas mesmo nós, os não-famosos, fornecemos muitas dessas informações publicamente em nossos perfis de internet.



Tentar ocultar esses dados em perfis de sites como Facebook às vezes é uma tarefa chata e difícil. Mas o esforço vale a pena para evitar golpes e hackers. Algumas pessoas chegam ao extremo de propor que se publique dados falsos em perfis públicos - como uma data errada de aniversário - só para despistar ladrões.

Agora sim. Estou seguro! Estou?

Infelizmente não. Lembre-se, é impossível estar 100% seguro na internet. As dicas acima são suficientes para dificultar bastante a vida dos hackers. Mas ainda é possível dar mais um passo.
Muitos serviços de e-mail e "cloud" oferecem autenticação por dois fatores. Com esse serviço ligado, não basta digitar uma senha para acessar sua conta. É preciso digitar a senha e esperar por um código, que é enviado ao seu telefone. Só com esse código que é possível fazer o login.

Algum dia haverá 100% de segurança na internet?

Uma reportagem da revista Economist este ano sintetizou bem o problema da segurança na internet: "Criar segurança online é difícil porque toda a arquitetura da internet é pensada para promover conexões - não segurança".
A tarefa ficará mais árdua com os anos, na medida em que objetos que estão no nosso cotidiano há décadas - como carros e aparelhos domésticos - se conectam cada vez mais à rede.
Enquanto as empresas não conseguem garantir a segurança dos usuários, cabe a eles tentar reduzir ao máximo a sua exposição a hackers.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Neil Gaiman dá dicas para os novos escritores.


 
Inspirado pelas 10 regras de escrita de Elmore Leonard publicadas no The New York Times, o jornal britânico The Guardian pediu a alguns dos autores mais célebres da atualidade que compartilhassem com o público seus mandamentos de redação. Traduzimos as oito dicas de Neil Gaiman, o premiado autor de O oceano no fim do caminho. Vale tomar nota!
#1. Escreva.

#2 Escreva uma palavra depois da outra. Encontre a palavra certa, escreva-a.

#3. Termine o que você está escrevendo. Faça o que for preciso para terminar, e termine.

#4. Coloque o texto de lado. Leia fingindo que você nunca leu antes. Mostre-o a amigos cuja opinião você respeita e que gostem daquele tipo de coisa.

#5. Lembre-se: quando as pessoas dizem que algo está errado ou não funciona para elas, estão quase sempre certas. Quando dizem exatamente o que você está fazendo de errado e como corrigir, estão quase sempre erradas.

#6. Corrija. Lembre que, mais cedo ou mais tarde, antes que o texto fique perfeito, você precisa seguir em frente e começar a escrever a próxima coisa. Perfeição é como perseguir o horizonte. Continue escrevendo.

#7. Ria de suas próprias piadas.

#8. A principal regra da escrita é que, se escrever com segurança e confiança suficientes, você pode fazer o que quiser. (Essa pode ser uma regra para a vida, assim como para a escrita.) Então, escreva a sua história como ela precisa ser escrita. Escreva-a com honestidade e conte-a da melhor forma que você puder. Eu não sei com certeza se existem outras regras. Pelo menos, não as que importem…

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Verão, calor e praia. Mas tenha cuidado com águas-vivas e outros seres marinhos venenosos. Saiba como!


Fonte: Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo (CEBIMar). Elaborado por Álvaro Esteves Migotto (CEBIMar/USP), Vidal Haddad Junior (Unesp) e Shirley Pacheco de Souza (Instituto Terra & Mar)

Recentemente li um relato de uma criança atacada por água-viva em uma praia do Rio de Janeiro. Infelizmente as pessoas próximas não souberam como lidar com o acidente e a criança sofreu muito pelas dores provocadas pelas toxinas. O texto abaixo é longo, porém muito importante para sabermos como lidar diante de ataques dessa criatura marinha e outras que podem surgir em nossos litorais. 


Freqüentadores do litoral sul de São Paulo, do Rio de Janeiro e até em outras áreas do país vêm sendo surpreendidos por relatos de "queimaduras" provocadas por águas-vivas, mas esses não são os únicos seres que podem tirar a paz dos banhistas. Caravelas, moréias e ouriços-do-mar são outros possíveis causadores de lesões na pele e até problemas mais graves.


No caso da água-viva, cujo veneno costuma causar vergões na pele, a recomendação é resfriar o local com bolsas de gelo ou água do mar gelada para aliviar a dor e, depois, fazer uma compressa com vinagre, que ajuda a neutralizar as toxinas. "É importante não usar água doce, que pode agravar os sintomas", alerta o dermatologista Vidal Haddad Jr., professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e colaborador do Instituto Butantan. 



O dermatologista afirma que, em 90% dos casos, o contato com a água-viva provoca apenas dor temporária. Em algumas pessoas, no entanto, as proteínas presentes no veneno podem causar reações alérgicas, gerando sintomas como falta de ar. Crianças pequenas também podem ter problemas respiratórios graves. 



Cnidários



Águas-vivas são invertebrados marinhos do grupo dos cnidários (parentes das anêmonas-do-mar e dos corais). A característica que diferencia esses animais de todos os outros é a presença de pequenas estruturas em suas células (chamadas de cnidas ou nematocistos). Estas estruturas funcionam como pequenas agulhas que podem injetar toxinas.



O veneno serve para paralisar as presas e, em alguns casos, como mecanismo de defesa. No Brasil, há diversas espécies de águas-vivas - aproximadamente 155, mas felizmente poucas delas causam acidentes graves, como explica o professor de zoologia André Morandini, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).



Para ele, as ocorrências registradas no litoral de São Paulo são resultado da grande concentração de banhistas e, também, do aumento do número de certas espécies de águas-vivas. Os motivos do fenômeno ainda não são claros, mas acredita-se que estejam relacionados ao aquecimento global e à pesca excessiva em determinadas áreas. "O homem está causando grandes alterações na vida marinha e esses acontecimentos são apenas uma das conseqüências", diz.



Além disso, Morandini explica que este é o período de reprodução desses seres, o que provoca um aumento natural do número de indivíduos: uma praia de um quilômetro pode ter, em média, 10 águas-vivas.



O professor também afirma que os ventos fortes no litoral vindos do mar aberto podem trazer caravelas às praias, tipos de água-viva que causam "queimaduras" bastante graves. 



Conheça os seres marinhos que podem causar problemas aos banhistas ou a mergulhadores, especialmente no litoral de São Paulo:



Esponjas-do-mar - possuem estruturas semelhantes a agulhas minúsculas que penetram a pele com facilidade. O contato pode provocar irritação, vermelhidão, inchaço, coceira e dor. Em casos de reação alérgica, é preciso procurar o médico



Caravelas - têm o corpo gelatinoso, de cor roxo-azulada, com uma parte semelhante a uma bexiga, vísivel acima da linha da água. Os tentáculos podem ter até 30 metros e são muito urticantes. Nos casos mais graves, provocam câimbras, náuseas, vômitos, desmaios, convulsões, arritmias cardíacas e problemas respiratórios. Em caso de contato, remova os tentáculos com luvas, pinças ou lâminas; não esfregue o ferimento; aplique compressas de água do mar gelada ou bolsas de gelo; utilize compressas de vinagre; não lave com água doce, nem use álcool ou urina; procure auxílio médico.



Águas-vivas - são gelatinosas, com aspecto de guarda-chuva ou prato. Possuem tentáculos urticantes. Nadam na água, geralmente em grupo. A maioria é pequena e inofensiva. Podem causar desde dermatites discretas até lesões intensamente dolorosas e necrose da pele. Em geral, causam os mesmos problemas provocados por caravelas e o procedimento, em caso de lesão, é aplicar bolsas de gelo, vinagre e procurar auxílio médico. Assim como no caso da "queimadura" por caravela, a água doce pode agravar os sintomas



Ouriços-do-mar - são animais de corpo mais ou menos esférico. Possuem espinhos abundantes, rígidos e quebradiços. São comuns sobre rochas, entre pedras ou em fundo arenoso e são responsáveis por cerca de 50% dos acidentes no litoral de SP. Os espinhos podem causar dor intensa, quando o espinho penetra fundo (geralmente no pé). Algumas espécies são venenosas e podem causar vermelhidão, inchaço e infecções secundárias. É importante procurar auxílio de profissionais de saúde para evitar infecções secundárias. Para aliviar a dor, faça banhos de água quente




Moréias - embora pareçam cobras e pareçam bravas, são peixes pacíficos. Vivem em água rasas, em tocas e frestas nas rochas. Têm visão ruim e, por isso, podem confundir nossos dedos com comida. Em caso de mordida, lave com água e sabão. Comprima a região de sangramento com uma compressa e faça banhos de água quente no local por 30-90 minutos. Não use torniquete e procure auxílio médico



Arraias - são peixes achatados, com nadadeiras largas e uma cauda comprida. Ficam enterrados em fundos arenosos ou lodosos. Costumam se aproximar da praia no
verão. Algumas espécies possuem um ou mais ferrões na base da cauda, que podem ser introduzidos na vítima se ela se aproximar muito ou pisá-las. Mergulhe o ferimento em água quente por 30-90 minutos e procure imediatamente um médico.



Bagres - são peixes muito comuns em águas rasas, em fundos arenosos ou lodosos. Possuem dois pares de barbilhões ao redor da boca e 3 espinhos serrilhados nas nadadeiras dorsal e peitorais. A maioria dos acidentes ocorre em banhistas que pisam nos bagres pescados e devolvidos ao mar. O ferimento pode causar dor forte por cerca de seis horas e, em alguns casos, necrose da pele, febre e vômitos. Mergulhe o ferimento em água quente por 30-90 minutos e procure imediatamente um médico




Mangangás ou peixes-escorpião - vivem em águas rasas, em fundos rochosos. Movimentam-se pouco e se camuflam, ficando parecidos com o local onde se encontram. Possuem espinhos nas nadadeiras com glândulas de veneno. Ao serem tocados podem causar ferimentos dolorosos. Mergulhe o ferimento em água quente por 30-90 minutos e procure imediatamente um médico



Polvos - são moluscos muito ativos e inteligentes. Vivem em tocas 
entre as rochas e pedras. Possuem tentáculos com ventosas e um bico associado a glândulas salivares que contêm veneno. São raros os casos de bicada. Nesse caso, lave a região com água e sabão. Caso haja dor intensa, mergulhe o local em água quente por 30-90 minutos e procure um médico.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

15 dicas imperdíveis de utilização do Kindle. Via Gizmodo.


Fonte: Gizmodo - http://gizmodo.uol.com.br/
Por se tratar de uma matéria extremamente relevante, optei por incluir na íntegra a matéria da Gizmodo no Apogeu. Entretanto, peço que busquem por mais informações, inclusive de outros assuntos relacionados à tecnologia, no Gizmodo, um dos mais completos e relevantes sites sobre a temática.

O mercado brasileiro de livros eletrônicos ainda está engatinhando e em breve (torçamos) será expressivo a ponto de a compra de e-books se tornar financeiramente vantajosa para o consumidor. Mas a praticidade dos leitores digitais é um fato: você pode dispensá-la, mas negá-la é complicado. A discussão sobre o futuro do livro físico e sua pretensa obliteração pelo formato digital já está desgastada, mas é bom não esquecer que boa parte dos leitores está (e permanecerá) em cima do muro: mesmo tendo adquirido leitores digitais, eles não deixaram de comprar livros físicos. De modo que o apocalipse do livro de papel pode ser adiado em alguns anos.
Se você não é o tipo de pessoa que vai perder essa mão na roda só pra levantar a bandeirinha do tradicionalismo sem limites, é possível que já tenha optado ou esteja pensando em optar por um Kindle. Embora os dois modelos disponíveis hoje no Brasil sejam simples e não sigam a regra do device-que-faz-absolutamente-tudo-que-você-precisa-na-sua-vida, os leitores digitais da Amazon guardam alguns segredinhos nem tão secretos assim e descobri-los vai facilitar a sua vida. Ainda mais

1. Hora de criar a sua biblioteca digital

A maioria das pessoas compra o leitor digital com um só objetivo: ler livros. Se você (secretamente, claro), já parou para pensar no seu consumo de literatura como uma dependência grave e passível de tratamento, prepare-se para alcançar um pouquinho de redenção ao adquirir um Kindle: os livros digitais são um pouco mais baratos, você poderá ler no transporte público sem precisar fazer malabarismo para equilibrar um calhamaço numa mão só, vai carregar menos peso e se o livro acabar no meio do caminho, não tem problema: tem mais alguns bem ali. Embora a oferta brasileira de e-books ainda não seja uma maravilha e o preço das versões eletrônicas não apresente grandes vantagens sobre as edições físicas, o leitor digital ainda representa economia. Sabe aquele monte de arquivos de livros que você acumulou a vida inteira no seu HD, jurando que um dia iria ler mesmo com toda a canseira causada pela tela do computador? Então, amigo, chegou a hora de colocar toda essa biblioteca alternativa no Kindle. Se você é essa pessoa equilibrada que não passou anos acumulando arquivos, parabéns. E meus pêsames, porque isso vai mudar agora mesmo.
O Calibre é a ferramenta mais utilizada para converter arquivos para .mobi, o formato nativo do Kindle. Basta fazer o download do programa e ta-dam, é possível converter todos aqueles livros não lidos ou mezzo lidos e passá-los para o seu leitor via USB. Só que além de exigir que você faça as conversões e coloque os arquivos dentro do device no muque, o Calibre não é a ferramenta mais bonita e amigável que você verá na sua vida. Pra ser bem realista, ele é o tipo de software que sua tia (sim, a que te envia aqueles PPTs com mensagens de amor e esperança ilustradas com fotos de gatinhos e desenhos de artistas especialmente inaptos) criaria se ela fosse desenvolvedora.

Calibre

Se você usa várias máquinas e não está na vibe de baixar um programa de conversão, nada tema: existem as opções que não precisam de instalação. O Cloud Convert e o Online Convert podem ser usados direto no site e transformam seus livros e documentos em arquivos .mobi, prontinhos para serem lidos no Kindle.
Mas tem um jeito ainda mais fácil: a própria Amazon oferece um software para desktop que envia seus arquivos para o Kindle e você pode baixar as versões para PC e Mac aqui. Depois de instalar, é só clicar com o botão direito do mouse sobre um arquivo e aparecerá a opção “Send to Kindle”. O programa faz a conversão do documento para .mobi, mas pode demorar para que ele chegue ao seu leitor.

2. Organize sua biblioteca digital como você quiser

Você pode organizar seus livros digitais de duas maneiras: deixando uma lista de livros na sua tela inicial (as opções de exibição são por mais recentes, por título ou por autor) ou criando coleções. Se você tem mais de 20 livros no seu Kindle, a melhor opção para fugir da insanidade organizacional são as coleções.
O mesmo livro pode estar dentro de diferentes coleções, de modo que se seu nível de TOC for alto, é possível criar múltiplos grupos com diferentes divisões: por autor, por gênero, por língua, por tema e o que mais der pra inventar. Se optar pelas coleções, o Kindle sempre vai manter no alto da tela a última coleção na qual você entrou. Assim, uma ideia é criar três coleções funcionais: a de livros lidos, a de livros que você está lendo e a de livros a serem lidos, e manter as duas últimas no topo da lista. Dois lembretes importantes: excluir as coleções não exclui os arquivos de livros ou documentos contidos nelas; se acontecer alguma coisa com seu Kindle e você tiver que adquirir outro, a conta da Amazon continuará sendo a mesma e seus livros estarão lá. Mas as coleções vão sumir e (sim, é uma tristeza) será preciso organizar tudo de novo.

3. Envie textos do seu navegador direto para o Kindle

Você está aproveitando seus cinco minutos de internet e de repente encontra um artigo legal. Você poderia lê-lo, mas coisas incômodas como trabalho, obrigações ou responsabilidades são impedimentos. Suas opções são deixar o link aberto no navegador (e depois fechar todas as abas sem querer), favoritá-lo (e esquecer pra sempre), mandar pra você mesmo por e-mail (e nunca ler) ou usar uma ferramenta de curadoria de links (e acumular mais artigos do que poderia ler numa vida inteira, mesmo se passasse 24 horas por dia fazendo isso). É possível acreditar em pequenos milagres quando o staff das principais ferramentas de armazenamento de favoritos tem a epifania de se integrar com o Kindle.
O Instapaper, um dos mais conhecidos sites de favoritos, disponibiliza o envio dos textos salvos para o seu Kindle. Eles vêm num só arquivo e dá para escolher a periodicidade e quantidade de artigos enviados, mas não espere um grande primor da arte da diagramação. Ele também não permite a visualização de imagens e não dá pra adicionar o arquivo de artigos a uma das suas coleções.
O Readability é um complemento para navegador que também guarda seus links para leitura posterior. A opção de envio de artigos para o Kindle cria documentos minimalistas e oferece aquela que provavelmente é a melhor experiência de leitura de artigos no Kindle, embora o envio de imagens também seja um problema.
redability
A Amazon não perdeu tempo e criou seu próprio complemento para enviar artigos do browser, o Send to Kindle. Ele tem até um botão que você coloca no seu site ou blog para que os leitores possam enviar os artigos diretamente para seus dispositivos. Acontece que o Send to Kindle é temperamental, trava muito e às vezes simplesmente não simpatiza com um artigo e não o envia a não ser após várias tentativas.
Algumas aplicações para navegador foram criadas especialmente para o device, como o Push to Kindle, e reza a lenda que ele é o mais funcional de todos. Lembre-se de que para utilizar esses complementos é necessário colocar os e-mails deles na lista autorizada a enviar material para o seu Kindle. Para fazer isso, entre na sua conta da Amazon e acesse as “Configurações de Documentos Pessoais”.

4. Envie arquivos para o seu Kindle por e-mail

Você também pode enviar arquivos para o seu Kindle por e-mail. Para isso, entre na sua conta da Amazon e clique na opção “Gerencie seu Kindle”. Depois, à esquerda da tela, entre em “Configurações de Documentos Pessoais” e adicione os endereços de e-mail que poderão mandar conteúdo para o seu aparelho. Os arquivos que forem enviados de outros e-mails serão descartados. Depois de fazer a configuração, é só anexar um arquivo (no formato .mobi) e mandar ver. Um truque: se o arquivo for um PDF, você pode enviá-lo no formato original, mas alguns PDFs ficam ilegíveis no Kindle. Então coloque a palavra “convert” no título do e-mail e ele será convertido automaticamente. Só que pode demorar e nem sempre dá certo.
emailaprovado

5. Leia seus feeds favoritos no Kindle

Do vício em livros para o vício em blogs é um pulo. Dá para ler alguns dos seus feeds preferidos no leitor digital usando o Kindle4rss, que monta uma revistinha com o conteúdo que você acompanha. A versão gratuita permite a assinatura de até 12 feeds com 25 artigos por edição, mas é preciso que você coloque o conteúdo manualmente no seu Kindle. A versão paga custa $1,90 por mês, oferece até 300 assinaturas com número ilimitado de artigos por edição e ainda envia os arquivos automaticamente para o aparelho.
kindle4rss

6. Acesse o conteúdo do seu Kindle em outros aparelhos

Aí a bateria do Kindle acabou numa situação em que não dá pra recarregar bem quando você pretendia continuar uma leitura. Não precisa chorar: é possível acessar o conteúdo do seu Kindle em outros devices através de aplicativos disponibilizados pela Amazon. Tem pra iPhone, iPod Touch, iPad, Android, tablet Android e tablet com Windows 8.

7. Seus arquivos e a nuvem da Amazon

Nem todos os arquivos que você coloca no Kindle ficam guardados nos servidores da Amazon. Tudo aquilo que você compra ou envia para o Kindle via e-mail ou complementos de navegador fica armazenado tanto no aparelho como na nuvem da Amazon. No entanto, os arquivos que são colocados no Kindle via cabo USB ficam somente no aparelho. Se acontecer alguma coisa com seu device, eles se perdem.

8. Use o Kindle para ler quadrinhos

quadrinhos
O Kindle e o Kindle Paperwhite não são os devices ideais para a leitura de quadrinhos, tanto pelo tamanho da tela como pela ausência de cores. Mas se a vontade for maior que o juízo, sempre há um jeitinho.
Pelo site da Amazon é possível baixar gratuitamente o Kindle Comic Creator, um software que permite que os quadrinistas criem HQs em .mobi para vendê-las no site. Você pode baixá-lo e converter as HQs que estão no seu computador, só que como o foco da ferramenta não está nos usuários, mas nos criadores, utilizá-la não é fácil nem rápido.
Já o Mangle foi criado com o objetivo de tornar a leitura de mangás possível no Kindle. Como os mangás costumam ter um formato menor que o dos comics americanos e geralmente são em preto e branco, a experiência não fica muito prejudicada.

9. Coloque uma senha no seu Kindle

Digamos que você seja Professor Doutor em Literatura Russa, resolva ler Crepúsculo (só para entender o fenômeno, lógico) e não queira que ninguém descubra para evitar situações academicamente embaraçosas. Simples: coloque uma senha no seu Kindle. Tanto o modelo simples quanto o Paperwhite oferecem em seus menus de configurações a opção de criar uma senha numérica para o dispositivo.

10. Quanto mais línguas, mais dicionários

dicionários
O Kindle já vem com dicionários, mas quem é poliglota ou está estudando outras línguas pode adicionar mais alguns. Aqui você encontra dicionários já no formato nativo do leitor da Amazon.

11. Faça backup do seu arquivo de anotações

O Kindle permite que você faça marcações e notas nos seus livros. Essas anotações ficam armazenadas num documento que seu Kindle chamará de “Meus Recortes”. É sempre bom fazer o backup periódico desse arquivo, que fica na pasta raiz do aparelho, para que as suas informações estejam sempre atualizadas. Outra dica é: você pode sincronizar os dados para que o documento esteja disponível em todos os devices nos quais você utiliza a plataforma Kindle. Para fazer isso, vá até as configurações e se certifique de a opção “Backup de anotações” está ligada. Você também pode ver os trechos que as pessoas mais destacam nos livros e permitir que suas notas sejam vistas pelas pessoas que você segue na Amazon: basta entrar nas suas configurações e ligar as opções “Destaques Populares” e “Notas públicas”.

12. Use seu Kindle para revisar textos

Muita gente acha melhor imprimir documentos para revisá-los. Você pode repassar seus textos no Kindle, economizar papel e contribuir para a vida das arvorezinhas. Envie o documento a ser revisto para o seu Kindle e faça as correções usando as ferramentas de notas e marcações.

13. Um sistema operacional alternativo para o Kindle

Uma pequena empresa chinesa decidiu que não tem medo do Jeff Bezos e desenvolveu o Duokan, nada menos que um sistema operacional alternativo para o Kindle. Ele permite que o Kindle leia ePub, o formato padrão de e-books, que é mais compacto que o .mobi. O Duokan também conta com um auto-ajuste para arquivos PDF. Agora a dura verdade: a instalação do sistema é por sua conta e risco: se tudo der certo, seu Kindle fica tunado. Se der errado, ele vai virar um belíssimo peso de papéis. Além disso, com a instalação do Duokan, o Kindle deixa de receber as atualizações de software da Amazon.

14. Screenshots no Kindle Paperwhite

paperwhite1
No Kindle Paperwhite é possível tirar screenshots tocando as extremidades opostas da tela, como mostra este vídeo. O arquivo vai para a pasta raiz do aparelho.
O Paperwhite também permite que você faça uma pesquisa na Wikipedia Inline a partir de uma palavra do texto. Quando a palavra for pesquisada, abaixo da definição vai aparecer um botão “Mais”: clicando nele, você será encaminhando para a definição do termo no site.

15. Pequenas funcionalidades, grande ajuda

O Kindle permite que você personalize algumas configurações do arquivo que você está lendo: é possível mudar o tamanho da fonte e o espaçamento entre as linhas, além de rotacionar a tela e, em alguns arquivos, usar o zoom.
Apesar de o Kindle manter os livros digitais na página em que você os deixou, se quiser ficar fuçando pra lá e pra cá no arquivo (o Kindle não tem numeração de página: ele usa um sistema de porcentagem de leitura), é possível criar um marcador. É só ativar o menu, clicar na opção “Marcador de Página” e vai aparecer uma dobrinha digital no canto da página em que você estiver.
Você também pode compartilhar suas notas e destaques via Twitter ou Facebook ativando as redes sociais na parte de configurações do aparelho. Essa funcionalidade só está disponível para os livros comprados na Amazon.
O Kindle é feito para ser carregado via USB através do computador, mas você também pode carregá-lo direto na tomada, desde que compre um adaptador para USB ou use um carregador compatível (dica: o do iPhone 5 funciona perfeitamente).
No menu do Kindle há a opção “Experimental”, que oferece um navegador beta. Você pode experimentá-lo e enviar a sua opinião para que a Amazon o aperfeiçoe.
Recentemente a Amazon liberou o serviço de atualização automática de livro. Se você ativá-la na sua conta, os livros recebem atualizações caso a editora opte por substituir a edição que você comprou por uma versão aperfeiçoada.




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