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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Logotipos viram pirulito na arte de Massimo Gammacurta.



Alguns dos mais famosos logotipos do mundo estão tão enraizados na cultura popular que já fazem parte do cotidiano, independentemente do poder aquisitivo do admirador. Disney, McDonalds, Mercedez Benz, La Coste e outras marcas famosas são facilmente identificáveis.
Pensando nessa popularização dos símbolos de poder e influência, o artista Massimo Gammacurta transformou alguns deles em pirulitos, os ditos lolli-pops. 


quinta-feira, 14 de junho de 2012

Para a nossa alegria (All Versions)


Sim, eu sei que quase todos no país já viram... Quase.
Sendo assim, cabe a mim a árdua tarefa de postar - e continuar morrendo de rir - as várias versões de Para Nossa Alegria.
Como o blog não é visitado apenas por nós, brazucas, este post é dedicado aos leitores e espectadores de todos os recantos do mundo. Obrigado por suas constantes visitas e divirtam-se.
Com vocês, o trio que alegrou um pouco mais a vida de muitos aqui no Brasil e outros lugares.

A Versão Original:


A Versão dos Simpsons:


As Versões da MTV:




A Versão da Turma do Chaves:


A Versão do Jair, Jairzinho e da Luciana:


segunda-feira, 23 de abril de 2012

Branca de Neve e o Caçador - Imagens e primeiras impressões



Desde que foi divulgado o trailer, A Branca de Neve e o Caçador, promete ser mais um blockbuster. Em entrevista com Charlize Theron (foto abaixo), durante a divulgação do seu novo filme, Jovens Adultos, O MTV Movies conseguiu mais alguns detalhes sobre a adaptação do conto de fadas.
"Eu ainda estou filmando [A Branca de Neve e o Caçador], eu voltarei lá em dois dias. Eu realmente não tive trabalho com a Kristen. Apenas fiz algumas pequenas coisas com ela, mas agora vamos filmar o grande confronto, e dedos cruzados para mim. É a grande batalha. Eu apenas espero que realmente eu mate ela", disse a atriz com um sorriso. "É assim que a história termina, certo?"
O estreante Rupert Sanders dirige essa nova adaptação do clássico conto de fadas, mas, embora seja uma adaptação, não esperamos que Theron tenha o seu desejo satisfeito.
Fonte: Cinema 10 

Dados Técnicos:
Elenco: Kristen Stewart, Charlize Theron, Chris Hemsworth, Bob Hoskins, Ray Winstone, Ian McShane, Toby Jones, Nick Frost, Sam Claflin, Eddie Marsan, Lily Cole, Vincent Regan.
Gênero: Ação, Aventura, Drama e Fantasia
Origem: Estados Unidos
Estreia: 01 de Junho de 2012
Direção: Rupert Sanders
Roteiro: Hossein Amini e Evan Spiliotopoulos
Distribuidora: Paramount Pictures

Meu grande temor é que o filme seja mais uma aventura para adolescentes, algo que pegue uma carona na onda "Crepúsculo". Aliás, já pegou carona, pois Kristen - Bella - Stewart está no filme, além do ator que faz o Thor. O visual dos personagens não me surpreendeu, pois mantém muito do que já foi visto em Alice no país das maravilhas, de Tim Burton. Uma das coincidências está na protagonista usar uma armadura:
Branca de Neve na versão Guerreira


Alice: armadura para enfrentar seu maior medo

Uma outra coincidência - ou não - é a similaridade entre o aspecto visual dos filmes Snow White e Alice:




Bem, após estas fotos e algumas comparações, resta-nos aguardar por uma produção mais séria e menos apelativa à ânsia juvenil por seus ídolos. Kristen já terá uma árdua tarefa que é a de ser comparada (em termos de beleza) à Charlize Theron, além de necessitar "quebrar" seu vínculo com a agora vampira da série Crepúsculo para se estabelecer ou iniciar uma carreira mais sólida como atriz.


terça-feira, 3 de abril de 2012

Como escrever e desenhar quadrinhos


Não, não irei ensinar os segredos desta refinada arte. Na verdade, vou apenas indicar duas obras (uma futura) que ensinam como escrever e desenhar para quadrinhos. Ao contrário do que muitos imaginam, não há simplicidade na confecção de uma HQ. Storyboards, roteiro, adaptação, desenvolvimento da trama, revisão... são muitas as etapas até se conseguir algo decente. Cabe ressaltar que o público está ficando cada vez mais exigente e perspicaz, chegando bem próximo do apuro de um revisor ou, quem sabe, melhor que o próprio. 
Assim, poupando-lhes o tempo, vou apresentar uma matéria sobre Brian Michael Bendis e seus planos para publicar um livro com dicas de como escrever para os quadrinhos. Na sequência, vocês saberão um pouco mais sobre Will Eisner e sua obra Quadrinhos e Arte Sequencial. 
Respeitáveis leitores. Com vocês...


Brian Bendis lançará livro sobre como escrever quadrinhos - Fonte: Universo HQ

Brian Michael Bendis é um dos principais escritores da Marvel na última década. Conhecido por trabalhos como Powers, Ultimate Spider-Man, Vingadores, e Vingadores vs X-Men, agora ele está prestes a lançar o seu primeiro livro.
De acordo com o site The Hollywood Reporter, Bendis fechou um acordo com a editora Random House para publicar um livro sobre como escrever quadrinhos. O título provisório é Words for Pictures: The Art and Business of Graphic Novel, e a previsão de lançamento é em 2013. O objetivo será apresentar dicas, técnicas e teorias a escritores iniciantes que pretendem produzir histórias para a nona arte.
Além de escrever para quadrinhos e ser consultor criativo para as animações e filmes baseados nos personagens da "Casa das Ideias", Bendis também dá aulas em um curso na Portland State University sobre produção de graphic novels.
"É interessante reunir na forma de um livro informações e tudo o mais que tenho a dizer sobre como escrever roteiros para quadrinhos", ponderou Bendis, que lembrou não existir um formato correto de escrever histórias para o meio, ao contrário do que aconteceu para animações e filmes.
Ele também irá incorporar no livro exemplos de como um escritor pode se precaver para ter seus trabalhos e direitos assegurados quando cria novas histórias e personagens. "Toda semana vemos exemplos de alguém que fez algo errado, não assinou o que deveria ou não protegeu seus interesses. A cada minuto surgem mais e mais plataformas nas quais você pode fazer sucesso e ser roubado. É preciso de proteger", analisou.

     Quadrinhos e arte sequencial - Will Eisner. Fonte: Judão

Chega uma hora que o leitor de quadrinhos deixa de só ler uma ou outra história que ele curte e passa a querer conhecer mais coisas, se informar e ser apresentado aos grandes mestres… É tipo uma mutação (isso pareceu muito X-Men!?), quando o cara passa de um simples fã e passa a ser um amante de quadrinhos. Se você já entrou nessa fase ou pretende chegar nela, uma leitura obrigatória acaba de ganhar uma nova edição no Brasil. Desde esta semana, as livrarias e comic shops já estão vendendo Quadrinhos e Arte Sequencial – Princípios e Práticas do Lendário Cartunista, de Will Eisner.
Esta é a quarta edição do livro pela editora WMF Martins Fontes que, além de ser adequado à nova regra ortográfica (reparou que, no título, “sequencial” perdeu a trema!?), ganhou um novo subtítulo (antes era Compreensão e Prática) e foi atualizada de acordo com a edição estadunidense de 2008, incluindo aí uma parte falando das mídias digitais e um novo projeto gráfico, o que deixou a obra com mais páginas (eram 158 e agora são 192). Tudo isso teve um impacto no preço. A edição anterior foi lançada por R$ 61 (depois o valor caiu) e a nova chega por R$ 69 no preço sugerido.
Will Eisner foi um dos nomes mais importantes das histórias em quadrinhos. Ele foi o responsável por aprofundar os conceitos da narrativa e do desenho, criando o que ele mesmo chamou de graphic novel, ou, numa tradução livre, romance gráfico. Também foi Eisner o primeiro quadrinista que passou a tratar as HQs como arte, criando o termo “arte sequencial”. Não acho que seja necessário nem apresentar a obra do cara, mas, por via das dúvidas, só vou comentar que ele é o criador do Spirit e de obras-primas como Pequenos Milagres, No Coração da Tempestade, Avenida Dropsie, Nova York: A Grande Cidade e por aí vai…
Quadrinhos e Arte Sequencial foi o primeiro livro teórico de Eisner, no qual ele explica todos os princípios dos quadrinhos e da narrativa, sendo uma verdadeira bíblia para quem curte a arte sequencial ou mesmo o cinema. Depois, ele ainda publicou Graphic Storytelling and Visual Narrative, que saiu no Brasil como Narrativas Gráficas, da Devir; e Expressive Anatomy for Comics and Narrative, inédito no nosso País e que chegou a ser anunciado pela Devir com o título de Anatomia Expressiva, mas nunca foi lançado.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O box de série dos sonhos: The Walking Dead


Este box da segunda temporada de Walking Dead é o sonho de consumo de qualquer fã da série e até mesmo de quem não é. O visual está muito realista e, certamente, será uma recordação capaz de transformar qualquer estante em








Vejam o vídeo sobre o Case e as Action Figures de "The Walking Dead":




terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Beavis and Butthead: alive!


Estas esculturas foram feitas por Kevin Kirkpatrick, um especialista em efeitos especiais e visuais. Com base nos desenhos, ele deu vida a esses dois bizarros caras que foram parte de toda uma geração que curtiu muito a MTV.
Descubram como a realidade pode ser muito mais assustadora que a TV.








Vejam os desenhos originais e comparem:



Fonte: Garotas Nerds

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Os fantasmas se divertem 2: Tim Burton e Michael Keaton devem voltar.


Tim Burton falou à MTV sobre a continuação (não um remake, como alguns cogitaram) de Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice, 1988) que os produtores David KatzenbergSeth Grahame-Smith planejam.
Quando questionado se consideraria fazer a sequência, o diretor respondeu afirmativamente e com entusiasmo: "Sim. Eu amo o personagem e Michael [Keaton] é tão bom interpretando. Eu sempre pensei o quanto o personagem é ótimo e divertido, então disse para Seth Grahame-Smith (autor de Pride and Prejudice and Zombies, Abraham Lincoln: Vampire Hunter e roteirista de Dark Shadows), 'Se você tem alguma ideia, invista nela e então eu darei uma olhada'. No passado, eu tentei algumas coisas, mas foi há muito tempo. Ele parecia muito empolgado a respeito".
A dupla de produtores já havia declarado que sem Keaton, o Besouro-Suco original, não haveria filme. Como o ator já demonstrou interesse em voltar ao personagem, parece que agora tudo depende de Grahame-Smith chegar a um roteiro satisfatório. Mais informações devem ser divulgadas em breve.


***
Alguns sites indicam que o filme se passará 26 anos após os acontecimentos do primeiro longa. Não há citações à presença de Winona Ryder nesta continuação.

Fonte:


sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

10 anos sem Cássia Eller: MTV e Universal prestam homenagens


Gravadora Universal e MTV preparam especiais para lembrar uma década sem a cantora

São Paulo - Eram 18h quando uma multidão formada por 85 mil pessoas assistiu àquela mulher subir no palco, com uma faixa no cabelo, acompanhada por seu inseparável violão. O ano era 2001. Cássia Eller, aos 39 anos, estava no auge. Ela abria a segunda noite da terceira edição do Rock in Rio com a missão de tocar rock - no dia anterior, Gilberto Gil, James Taylor e Sting tiveram seu apelo, mas falharam no quesito roqueiro.

Meio travessa, meio ensandecida, a cantora não poupou esforços para fazer valer o rock que dá nome ao festival. Até os seios mostrou. Fez versões pesadas de "Partido Alto", de Chico Buarque, a "Come Together", dos Beatles. Contou com a participação especial da Nação Zumbi, para dar o tempero brasileiro na festa toda, que, naquela noite, teve também Fernanda Abreu, Barão Vermelho, Beck, Foo Fighters e R.E.M.

Dez anos depois, o festival voltou ao Rio. Mas Cássia, não. No fim daquele ano, em 29 de dezembro, há exatos 10 anos e dois dias antes de se apresentar na virada de ano na Barra da Tijuca, a carioca não resistiu a um fulminante enfarte do miocárdio - as suspeitas do uso de cocaína e álcool foram rechaçadas pelos médicos legistas. O mundo perdia aquela que talvez só fosse uma garotinha crescida.

Cássia Eller se foi quando vivia a melhor fase da carreira. Além do show irrepreensível no Rock in Rio, em 2001, a cantora lançou o seu mais rentável disco, "Acústico MTV", que vendeu 1,1 milhão de cópias. Foram 95 apresentações em um ano.

Para lembrar uma década sem Cássia Eller, a MTV - que, aos poucos, volta a focar no melhor da sua programação, ou seja, na música - dedicou 24 horas da sua grade a ela. Das 7h de ontem até 7h de hoje, foram exibidos o Acústico e o programa Luau MTV, gravado pouco antes de sua morte e exibido apenas em 2002, além de outros programas e entrevistas.

Tributo maior, no entanto, vem da gravadora Universal, ao colocar nas lojas o box "O Mundo Completo de Cássia Eller", uma compilação com seus seis discos de estúdio, de "Cássia Eller", de 1990, ao póstumo "Dez de Dezembro", lançado no ano seguinte à sua morte. Há também dois discos ao vivo, o Acústico e um DVD, "Violões", uma reunião de suas aparições em programas da TV Cultura entre 1990 e 1999.

É a melhor maneira de conseguir entender como funcionou a meteórica carreira de Cássia Eller. Do som cru, uma voz ainda vacilante. Era mais rock, menos violões. Mais gritos, menos melodias. Ainda assim, logo a cantora chamou a atenção. O ponto de mudança veio em "Com Você... Meu Mundo Ficaria Completo", de 1999. Graças ao filho Chicão, que disse que ela mais berrava do que cantava. Rapidamente, Cássia se tornava pop, suave, sem perder sua ousadia. As informações são do Jornal da Tarde.

Fonte: Exame.com

Leia abaixo o texto da Folha publicado na data da morte  da cantora (29/12/2001):

Aos 39 anos, a cantora Cássia Eller morreu hoje às 19h05 após sofrer três paradas cardíacas na clínica Santa Maria, no bairro de Laranjeiras, na zona sul do Rio de Janeiro.

A cantora tinha sido internada às 13h e chegou a ficar no CTI (Centro de Terapia Intensiva).

Segundo seu empresário, a cantora estava sentindo-se mal e reclamando de enjôos, devido ao excesso de trabalho. Os sintomas, segundo ele, seriam resultado de estresse provocado por excesso de trabalho. "Ela está trabalhando muito. Em sete meses, fez mais de cem shows", dizia.

Ao chegar à clínica, Eller foi internada na unidade coronariana. Mas o empresário minimizava o fato. "Não havia quartos disponíveis na clínica. Eu pedi que ela fosse internada lá. Se só houvesse vaga no CTI (Centro de Tratamento Intensivo), ela seria internada lá."

O boletim médico, assinado pelo diretor da clínica, Gedalias Heringer Filho, informa que Cássia Rejane Eller chegou à clínica "com quadro de desorientação e agitação, tendo evoluído rapidamente para depressão respiratória e parada cardiorrespiratória".

O único boletim médico divulgado confirmou a morte da roqueira, mas não revelou a causa. A família ainda não se manifestou. A equipe médica, informou o boletim, fez três manobras de ressuscitação na cantora. Às 18h, o quadro se agravou, e Eller morreu uma hora depois.

De acordo com informações extra-oficiais, a morte da artista teria sido consequência de intoxicação exógena, o que significaria consumo em excesso de algum tipo de droga. Essa informação não havia sido confirmada pela clínica até o encerramento desta edição. O caso está sendo investigado pela 10ª DP (delegacia de polícia) de Botafogo.

Em entrevista em abril, Eller afirmava que já havia sido dependente de cocaína, mas que havia conseguido se livrar do vício. "Fiz um tratamento de desintoxicação, que durou de 1998 a 2000. Encontrei Jesus, sigo com ele, limpinha", disse então a cantora.

Em seguida, contou como a droga estava interferindo em sua vida. "Estava me atrapalhando muito, a ponto de perder compromissos. Tinha criança dentro de casa, minha mulher não estava gostando. Fui eu mesma que quis fazer, foi legal."

Homossexual assumida, Cássia deixa um filho de oito anos, Francisco Ribeiro Eller, a quem ela chamava carinhosamente de Chicão. A roqueira vivia há 14 anos com Eugênia Vieira Martins (foto acima). As duas se conheceram quando Eugênia estudava Letras na UnB (Universidade de Brasília) e trabalhava no Tribunal Superior do Trabalho.

O pai do menino era o baixista Otávio Fialho, morto em um acidente de automóvel, alguns dias antes do nascimento de Chicão.

Antes de iniciar a carreira artística, Cássia teve uma vida profissional bastante diferente. "Quando criança, queria fugir com o circo, mas acabei sendo garçonete e cozinheira, aos 18 anos, em Brasília."

Um ano mais tarde, ela foi para Minas Gerais e trabalhou como servente de pedreiro. "Fiz massa e assentei tijolos."

Quando voltou para Brasília, substituiu uma amiga como secretária no Ministério da Agricultura. "Fui demitida no terceiro dia. Aí resolvi só cantar." 
 

 


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