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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Aluna com Down recebe prêmio por redação.


 
Fonte: G1.
 
Uma estudante com Síndrome de Down de uma escola particular de Curitiba venceu um concurso nacional de redação infantil. Com o apoio dos professores e dos colegas de classe, Camila Manzolli, de 11 anos, redigiu um texto sobre a própria história.
"Foi um processo bem difícil, mas foi bem legal trabalhar com ela. Eu ia levantando algum tema, mas ela mesma construía as frases e no final ficou bem bacana a história", explica a professora Giovana de Bassi.
Dentre os assuntos descritos na redação, Camila fez questão de lembrar quando ganhou uma medalha de ouro nas paraolimpíadas na categoria de ginástica. O texto surpreendeu os organizadores do concurso, que criaram um prêmio específico para a garota na categoria superação.
O troféu foi entregue durante uma solenidade no Museu de Arte Moderna, em São Paulo. A mãe, Liziane Manzolli, contou que se sentiu orgulhosa da filha após mais uma conquista. "É muita emoção, eu jamais imaginaria", afirma a mãe, que completa e diz que o reconhecimento é só o começo das conquistas que ainda estão por vir. Quando crescer, Camila conta que quer ser professora.

Franz says: essa é uma rápida demonstração que comprova o quanto qualquer criança ou adulto especial pode superar sua situação e realizar o que quiser. 


quarta-feira, 27 de março de 2013

Lei põe fim a taxa extra a alunos com Down, autismo e deficiência mental. Via G1.



Uma lei publicada nesta terça-feira (26) no Diário Oficial proíbe escolas do Distrito Federal de cobrar taxas extras de alunos que tenham síndrome de Down, autismo ou algum transtorno do desenvolvimento. O G1 procurou o Sindicato das Escolas Particulares para comentar os efeitos da norma, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem.
De acordo com a assessoria do deputado distrital Robério Negreiros (PMDB), autor da lei, a norma foi pensada a partir da denúncia de pais. Eles relataram cerca de 20 escolas que mantinham a prática e afirmaram que os valores chegavam até ao preço de uma nova mensalidade.
Um estudo feito pela Promotoria de Defesa da Educação do Ministério Público, apontou que a cobrança variava de colégio para colégio.
"Algumas escolas cobravam mensalidade dobrada, outras cobravam uma taxa na matrícula", explica a promotora Márcia Pereira da Rocha. "Tinham as que ainda diziam aos pais para contratarem um profissional para acompanhar o filho e as que davam a entender que era melhor a família procurar outra instituição."
No ano passado, o MP recomentou que as escolas particulares deixassem de cobrar a taxa, afirmando que qualquer custo adicional por conta de serviço de apoio especializado a esses alunos deve integrar a planilha de custos do colégio.
Fonte: G1

Franz says: uma excelente notícia que deve ser também aplicada aos demais Estados. Uma escola deve estar preparada para receber  - muito bem - as crianças do Down, Asperger ou qualquer outro Transtorno de Desenvolvimento. Não há limitações para essas crianças, exceto aquelas que a sociedade (inclua-se a Escola) possa impor. Autistas e outros com quaisquer defasagem de aprendizado podem crescer de forma saudável e ter um rendimento tão bom quanto ou melhor que seus amiguinhos 'normais'.
As escolas e professores precisam estar 100% preparados para receber nossas crianças, não importa quais problemas tenham. Todos tem o direito ao aprendizado e ao convívio com seus pares...
Excelente lei que merece a divulgação e o apoio. 

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Saúde: site orienta famílias de portadores da Síndrome de Down


Fonte: O Dia

Rio -  No dia 21/03 foi celebrado o Dia Internacional da Síndrome de Down no Brasil e em mais 40 países. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a cada 800 partos nasce uma criança com a síndrome. Apesar do alto índice, quem precisa de informações sobre essa condição ainda enfrenta grandes dificuldades.

Por isso, é nessa data que será lançado o novo site Movimento Down (www.movimentodown.org.br). O projeto começou a ser desenvolvido há oito meses pela advogada Maria Antônia Goulart, 36 anos, mãe da pequena Beatriz, de 1 ano e meio.

A advogada Maria Antônia só descobriu na hora do parto que Beatriz, hoje com 1 ano e meio, tinha a síndrome | Foto: Divulgação
“Só soube que minha filha tinha síndrome de Down no momento do parto. Foi um choque. Não sabia muito sobre a doença e comecei a correr atrás de informações. Foi então que percebi a dificuldade que as famílias que vivem sob essa condição enfrentam”, relatou Maria Antônia.

Explicações detalhadas sobre os cuidados necessários com a criança, desde o seu nascimento, estão dispostas através de uma linha do tempo, dividida por faixa etária. O internauta terá a chance de controlar os marcos de desenvolvimento de cada idade, assim como encontrar serviços públicos e privados relacionados por região.

Segundo Maria Antônia, uma das principais preocupações do novo portal é deixar as informações acessíveis não só para os familiares, mas também para quem tem Síndrome de Down.

“Esse indíviduo tem déficit cognitivo, o que não significa que seja incapaz, desde que as limitações sejam respeitadas. Isso significa que as informações precisam ser objetivas. Usamos muitas imagens e uma linguagem muito clara. Quanto mais uma pessoa sabe da própria condição, mais ela pode se cuidar para melhorar a qualidade de vida”, explica a advogada.

Formação de profissionais especializados

As atividades do Movimento Down não ficarão restritas à Internet. Um curso na comunidade da Maré servirá como piloto para o início de um mapeamento inédito da Síndrome de Down. Também está sendo criada uma brinquedoteca, em conjunto com o Curso de Terapia Ocupacional da UFRJ, onde serão formados profissionais de terapia ocupacional e desenvolvidos brinquedos para auxiliar no desenvolvimento de crianças.

A Síndrome de Down é distúrbio genético causado por má-formação do embrião. Quem é Down sofre déficit de cognição, tem musculatura mais frágil e maior risco de doenças do coração.

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