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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Armandinho, o Calvin 100% nacional.




Texto: Franz Lima.
Escritas e desenhadas por Alexandre Beck, as tirinhas do Armandinho já são um sucesso. O ponto forte das histórias é o uso do humor e da ironia para evidenciar coisas do cotidiano, mas que quase sempre deixamos passar. 
A inspiração de Beck passa pelo pequeno e travesso Calvin (que faz dupla com Haroldo) e a outra fonte de ideias é a Mafalda. As tiras são muito bem feitas e mostram a vida de um menininho que questiona - com razão - as coisas que o cercam e mostra o quanto a sinceridade e a inocência podem ser duras e verdadeiras. Alexandre usa a mesma forma simples de se expressar de uma criança e é isso que destaca suas tirinhas. Armandinho, o pequeno menino, é dono de uma capacidade de observação quase tão grande quanto seus questionamentos. 
Posso garantir que é um entretenimento tão bom quanto Calvin e Haroldo, tendo a mesma dose de filosofia que encontramos nas obras de Bill Watterson. 
Parabéns ao autor. 
Conheçam mais alguns de seus trabalhos e não deixem de prestigiar esse excelente trabalho.






Eis a tira que, provavelmente, inspirou a acima:




Tirinha inspirada, provavelmente, no discurso de Martin Luther King



Uma situação muito comum entre os pais e filhos de hoje... infelizmente.


quinta-feira, 23 de maio de 2013

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Porta dos Fundos pode ter um de seus vídeos censurado.



O canal do Youtube  'Porta dos Fundos' voltado ao humor, foi notificado de que um de seus vídeos pode ser censurado. A alegação é de que o vídeo, nomeado como "Rola", tem conteúdo ofensivo à moral e aos bons costumes


quinta-feira, 4 de abril de 2013

Deu a louca na Chapeuzinho. Resenha da Animação.


Por: Franz Lima.

Animações já não são uma novidade, certo? Mas, motivado pelos filhos pequenos, sou obrigado (na verdade, eu amo animação) a ver tudo que sai no mercado. Para ser mais verdadeiro, eu vejo milhares de vezes o mesmo desenho... e curto.
Porém nem tudo é qualidade. Há desenhos toscos e fracos disponíveis por aí, fruto de uma hipervalorização desse tipo de entretenimento (e arte). E foi com essa visão que adquiri o DVD de Deu a Louca na Chapeuzinho. Eu tive medo...



Mas foi um medo infundado, adianto. 'Deu a louca' é uma ótima animação, mesmo não tendo o visual que exigimos atualmente, cheio de imagens quase realistas e detalhamento quase microscópico. Não há isso nesse longa de animação, antecipo (para não repetir o 'adianto').
A história não é muito diferente daquelas que encontrei em antigos filmes de suspense ou espionagem. Aliás, é perceptível que há muitas homenagens embutidas em toda a trama, sempre com muito humor e inteligência. 
Eu esperava um desenho corriqueiro e fraco, feito por conta do 'boom' de remakes e novas versões das fábulas com as quais crescemos. Só para reforçar, lembrem-se que as conhecidas repaginadas são, essencialmente, uma comprovação da absurda crise de criatividade que o mercado passa há anos. Principalmente o mercado cinematográfico norte-americano, com o qual temos maior contato. Apesar de ser um longa de 2004, ele já era um indício do que viria em termos de retomada de clássicos nos cinemas, literatura, quadrinhos e séries televisivas.

Ok. Expostos os argumentos para começar a elogiar - duvidaram que eu faria isso? - a animação, vamos ao que interessa...
'Deu a louca na Chapeuzinho' é um achado. O humor é afiado, irônico e sarcástico em muitos pontos. Os tradicionais personagens são mostrados como pessoas comuns, mesmo que a palavra "pessoas" não se aplique a uma lebre, um lobo ou um sapo. E tudo parte da também tradicional cena onde o Lenhador salva Chapeuzinho do ataque do Lobo Mau. Aqui, por sinal, a cena foi reconstituída com requintes de bom-humor. De uma passagem muito conhecida das fábulas nós somos introduzidos a um universo de espionagem, traição e aventuras.
Uma dica: vocês se surpreenderão com o vilão.
Voltando ao que dizia, é da cena clássica onde o Lenhador ataca o Lobo Mau que partimos. Tudo corre como na fábula até que o matador de lobos entra com seu machado em punho. Então...
Chegamos ao ponto mais importante: o desenvolvimento da trama. Buscando inspiração nos já citados filmes de suspense e espionagem, o diretor Cory Edwards lança os personagens em uma verdadeira investigação policial. Presos por desordem e perturbação da paz pública, Vovozinha, Chapeuzinho, Lobo Mau e o Lenhador também estão sendo acusados do roubo de várias receitas de guloseimas, fato responsável pelo fechamento de muitos estabelecimentos.
O investigador que irá descobrir se a baderna e os roubos estão correlacionados é o inspetor Nick Pirueta, um sapo de longas pernas e terno, perspicaz a ponto de saber que nada será solucionado se o urso Grizzly mantiver-se à frente das investigações.
   
Cada um dos suspeitos dá sua própria versão dos fatos até que chegue ao ponto onde o Lenhador invade a casa. São essas versões que tomam quase 80% da animação, interligando-se de forma brilhante. A cada novo personagem é possivel ver uma sútil referência ao destino e seus efeitos, sem contar, logicamente, com o humor afiado. Também vemos que as revelações feitas por cada depoente mostram uma face escondida dele, o que provoca uma maior interação entre o público e os personagens.
O que sobra é puro entretenimento onde verão desde musicais (engraçadíssimos) até cenas de ação similares ao que vimos em Triplo-X, Missão Impossível e outras obras do gênero. O suspense permanece até o final quando o vilão é revelado de forma dramática (não, não tão dramática).
Assisti recentemente a continuação que, mesmo não tão interessante, manteve o ritmo alucinado e divertido. Curtam esse desenho ao lado de seus pequenos, porém não reparem se eles sairem cantando junto com o Bode. Não entendeu? Aguarde e verá...
P.S.: Assistam agora ao trailer do desenho


Ficha Técnica:

Direção: Cory Edwards, Todd Edwards, Tony Leech
Elenco (dubladores originais): Glenn Close, Anne Hathaway, James Belushi, Patrick Warburton, Anthony Anderson, David Ogden Stiers, Xzibit, Chazz Palminteri, Andy Dick
Roteiro: Cory Edwards, Todd Edwards, Tony Leech
Trilha Sonora: John Mark Painter, Daniel Rogers
Duração: 80 min.
Ano: 2005
País: EUA

domingo, 20 de maio de 2012

A real definição de "Estudar"


Via Samantha Perez (Facebook)



segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Enquanto uns evoluem...


Estas imagens realmente valem por mil palavras.



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