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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Westworld - quinto episódio.Saindo do cárcere digital.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Leiam antes as resenhas dos episódios anteriores:  S01E01S01E02S01E03 e S01E04.

Um pouco mais da vida de Ford é revelado através de um inteligente diálogo com o velho cowboy que permanece isolado no porão, o local do descarte dos androides.
Reencontramos também Dolores, William e Logan. A menina frágil que busca por respostas está agora aliada ao cowboy bom e ao desprovido de caráter Logan. Eles resolveram ir a uma cidade chamada Pariah (pária) em busca de novas aventuras (Logan e William) e respostas (Dolores). Eles estão prestes a encontrar um bandido famoso chamado de El Lazo.
A cidade é uma espécie de nível mais elevado para os convidados, algo próximo de uma fase difícil em um jogo. Para Logan, tudo se resume a isso: um jogo. E essa é a visão da maioria dos convidados que pensam estar em um imenso parque onde seus instintos mais contidos poderão ter voz, liberdade.
O Homem de Preto continua sua jornada com Lawrence e Teddy, este último mortalmente ferido. A única solução encontrada para salvá-lo contará com a ajuda, inopinada, de Lawrence. Lawrence e o Homem de Preto têm uma estranha conversa sobre destino e os motivos que os levaram ao reencontro, fato que comprova o conhecimento mútuo de ambos.
A partir daí o espectador retornará à sede de Westworld. Bernard e Elsie ainda perseguem a história por trás do anfitrião que queria fugir. Elsie é mais esperta do que aparenta e começa a manipular funcionários da empresa para ter acesso às informações que deseja. Parece que todos, sem exceção, são vigiados, inclusive dentro da própria empresa. Antiético, sem dúvida, mas muito eficiente quando necessário. O anfitrião em fuga era, enfim, muito mais do que um simples problema técnico.
Por estarem em um nível mais complexo, Logan, Dolores e William descobrem que os problemas também são mais intrincados. Eles finalmente chegam a El Lazo e vocês, espectadores, terão um surpresa ao descobrir de quem se trata e a ironia por trás de seu nome. O trio dá um passo a mais em suas jornadas, o que mostra a gradual transformação por que passam.
O lugar onde eles estão é um enigma por si só. Uma cidade isolada de todas, cheia de proscritos e pessoas cujos passados só interessam a elas mesmas. Mulheres e homens que se entregam à sodomia sem qualquer problema, pois tudo é permitido. Comparativamente, há cenas que lembram a cidade romana retratada no filme de 1973, algo que pode ser uma simples homenagem ou a dica de que muito ainda se esconde nas áreas inexploradas de Westworld.
Logan e William se confrontam ideologicamente. Logan é um homem rico e faz questão de deixar clara a posição real de William, principalmente junto a sua irmã, a futura esposa deste. O clima é péssimo e desperta ainda mais o verdadeiro William. Dolores é perturbada por devaneios que indicam ser o labirinto o seu destino. Juntos, os dois abandonam a brincadeira (ou os papéis que a interpretação do parque obrigava-os) para viverem uma aventura. Não há mais limites para o casal que dá indícios de um amor latente.
Chegamos a um impressionante e revelador encontro. Nele, nós temos uma clara demonstração do poder de Ford dentro do parque. Ele é protegido por tudo e todos, a qualquer custo. Nesse encontro, descobrimos um pouco mais sobre quem é o Homem de Preto e sua busca. Ironia e sarcasmo em doses equilibradas dão a esse diálogo o peso de uma sentença de morte... ou a ameaça de algo próximo a isso.
Enfim, o papel do técnico que repara os androides no início do episódio (Felix) ganha amplitude. Sua participação não ficará limitada a de um simples figurante. Nem ele e nem o passarinho robótico. Tudo tem seu encaixe nessa intrincada peça que é Westworld. Tudo.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Review de Westworld S01E03: quando o caos se anuncia.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Leiam antes as resenhas dos episódios anteriores:  S01E01 e S01E02

A trama desse terceiro episódio ganha uma bela referência à Alice no País das Maravilhas. Aliás, é esse livro que Dolores ganha como presente, algo que aguça as memórias dela, inclusive as que deveriam ter sido apagadas.
Reencontramos alguns personagens do segundo episódio cuja pertinência à história ganha realce. Dolores e a prostituta dona do Saloon Mariposa são apenas alguns exemplos.
Tal como Alice que vive suas aventuras e pensa estar sonhando, assim são os personagens robóticos que vivem para entreter, mas, em um recanto escondido de suas “almas”, querem acordar e ter suas vidas para si.

A cena abaixo é a que mais apareceu em todos os episódios até agora. Essa cena serve para evidenciar o papel real dos androides como meros atores em um gigantesco e grotesco teatro. As máquinas são meros objetos de diversão, não importa o quanto ‘sofram’ para manter a encenação.



“Em tempo: o termo ciborgue serve para designar um híbrido entre máquina e homem, seja por meio de aperfeiçoamentos ou alguém com peças que substituam membros. Já o androide é, especificamente, uma máquina com aparência humana. Logo, Westworld tem androides, não ciborgues.”

Há um ponto ainda obscuro na trama: o papel dos funcionários do parque nessa silenciosa revolução que está afetando as máquinas. Desde Ford até Bernard, parece que muita gente está direta e indiretamente envolvida nessa sutil mudança de comportamento dos androides.

Detalhes dos papéis de Teddy e Dolores são revelados. Um novo elemento do passado de Teddy é acrescentado por Ford; um elemento que irá trazer o caos à vida do cowboy. Um vilão que faz parte do passado dele e voltou para atormentá-lo. Alguém mais violento e cruel que o Homem de Preto. Seu nome: Wyatt.

Mas as surpresas não param por aí. Um fantasma do passado retorna para atormentar a equipe de Westworld. Pequenas falhas foram diagnosticadas, mas o problema maior está em haver “vozes” nas mentes dos androides. A voz é de alguém muito importante para o projeto, um homem ainda desconhecido do público, mas vital para a idealização do parque temático. Alguém distante há anos que teria conhecimento suficiente para implantar uma janela de programação, algo muito próximo a uma falha programada ou um acesso a um programador específico. Será?


Nesse intervalo, Teddy e uma visitante, acompanhados por homens da lei, partem para capturar Wyatt. Enquanto isso, outra perseguição acontece, já que uma equipe de técnicos do parque descobre um anfitrião em fuga.

Novos detalhes sobre a metodologia de trabalho dentro de Westworld, o parque, são revelados. Aparentemente os funcionários vivem em um regime de trabalho bem próximo ao que conhecemos em plataformas de petróleo ou em centros de pesquisa na Antártida ou outro lugar distante. As pessoas ficam em um regime fechado, por um período determinado, podendo se comunicar apenas por meio de um programa próprio com seus familiares. Logo, a dedicação para estar entre os responsáveis pelo projeto é muito maior do que imaginamos.

Para melhorar ainda mais o episódio, que começou cheio de tensão e ação, há uma pequena passagem onde são revelados mais detalhes sobre a estrutura dos androides. Sensacional.


Voltamos às caçadas: por Wyatt e seu bando e, ainda, pelo anfitrião desgarrado. Tudo que poderia dar errado acontece, fatos que por si só mostram a instabilidade dentro do parque. Não há nada que possa ser previsto à perfeição. Erros existem. Isso sem contarmos com um fator que está presente desde a primeira aparição do Homem de Preto: a liberdade que certos convidados compraram.


Então, meu amigos, finalizo com um aviso: mudanças estão ocorrendo em um ritmo acelerado. Mudanças para o bem e para o mal. Mudanças que não estão incluídas no organizado universo planejado que conhecemos por Westworld. Logo, a engrenagem pode quebrar a qualquer momento.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Eu quero a TV Cultura Viva!



Texto: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.
 
Caso você seja um dos usuários da TV aberta no Brasil, provavelmente irá concordar que as programações estão cada vez mais apelativas e menos interessantes. Big Brother, programas de auditório de gosto duvidoso, jornais sensacionalistas, novelas que buscam audiência por meio da controvérsia e da polêmica... não é fácil ser um espectador dos canais abertos. Como diriam meus antepassados: o barato sai caro.
Uma das poucas opções para essas pessoas que querem algo de melhor qualidade era a TV Cultura. Com programas consagrados como o Sem Censura, Castelo Rá-Tim-Bum, Entrelinhas, Cocóricó, entre outros, a emissora era um oásis para driblar as péssimas programações impostas pelas demais que só querem chamar o público através do apelo e da baixaria.
Mas parece que nada é eterno. Por motivos desconhecidos, a emissora tem sido alterada de forma brutal, pondo fora do ar vários programas consagrados que, inclusive, migraram para a TV paga. 
Espero, honestamente, que isso não seja definitivo, principalmente quando a cultura e seus expoentes estão sendo postos de lado em nome do lucro através do apelo ao sexo, violência e banalidades.
 
 


quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Voluntários que ensinam crianças a programar jogos e apps realizam campanha de financiamento coletivo no Benfeitoria


Fonte: Code Club Brasil 
Rede mundial de voluntários busca recursos para formalização e expansão das atividades no Brasil; Meta é criar um clube de programação em cada escola brasileira

São Paulo, outubro de 2015 – O Code Club, rede mundial sem fins lucrativos voltada ao ensino de programação para crianças está com seu primeiro crowdfunding no Brasil no ar. O principal objetivo da campanha de financiamento coletivo (vaquinha virtual) no Benfeitoria (https://beta.benfeitoria.com/codeclubbrasil) é arrecadar fundos para formalizar a operação no país. O procedimento é necessário para que a organização possa realizar parcerias e receber recursos de empresas e instituições que queiram contribuir com sua meta no Brasil.

“Nosso sonho é criar um clube em cada escola do país para que as crianças, de todas as classes sociais, tenham a oportunidade de aprender a programar e fazer seus próprios jogos e aplicativos de maneira lúdica e totalmente gratuita. Sabemos que temos muito trabalho pela frente, mas acreditamos que um dia isso será realidade”, afirma o líder do Code Club Brasil, Felipe Fernandes.

A rede mundial de voluntários sem fins lucrativos acredita que o ensino de programação para crianças é fundamental em um mundo cada vez mais digital. Se antes saber criar planilhas, utilizar um editor de texto e acessar a internet era um diferencial, hoje isso não é mais o suficiente. “As crianças já nascem cercadas de dispositivos conectados à internet, mas, mesmo sendo nativas digitais, são apenas consumidoras passivas de plataformas fechadas”, analisa Felipe. “Não há limites para a imaginação de uma criança e se elas souberem programar podem dar vida aos seus projetos. É como se ganhassem superpoderes”, completa.

Outra parte do valor arrecadado será utilizada para a realização de ações de incentivo ao ensino tecnológico para crianças, elaboração e tradução de material didático, melhoria dos mecanismos de suporte aos clubes já existentes e na criação e compra do primeiro estoque da loja oficial. Com a venda de camisetas, canecas, adesivos e outros produtos exclusivos, a organização espera gerar uma renda para financiar seu projeto de expansão.

“Até o final do ano queremos criar mais trinta clubes em todo o Brasil, o que deve impactar mais de 600 crianças”, revela Felipe. Hoje, já são 160 code clubs espalhados por todas as regiões do país com uma estimativa de mais de sete mil crianças beneficiadas desde 2013, quando o projeto desembarcou no país.

Para que isso seja possível, é importante que as crianças não se sintam como se estivessem em uma aula qualquer. Por isso, o grupo oferece aos voluntários um material didático lúdico, que estimula a criatividade e a aprendizagem pela descoberta. “Desde o início, as crianças desenvolvem coisas que estão acostumadas, como jogos, animações e páginas na internet. Para elas, tudo é uma grande diversão”, conta Felipe, que também é responsável pelo Code Club do Morro do Alemão, no Rio de Janeiro.

Para doar para a campanha, basta acessar o site https://beta.benfeitoria.com/codeclubbrasil, fazer um rápido cadastro e escolher uma das cotas e a forma de pagamento. Os valores variam de R$ 25 a R$ 3 mil e todos que doarem ganham recompensas, como kits de produtos personalizados (camiseta, caneca e camiseta) e a possibilidade de indicar um local para receber um novo Code Club. A plataforma funciona no sistema de tudo ou nada. Se a meta de R$ 12 mil for alcançada no prazo de 60 dias, o Code Club Brasil recebe o dinheiro e os objetivos estipulados são realizados. Se não for, todos os colaboradores recebem seu dinheiro de volta.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Divulgação: 11º Festival Internacional de Bonecos em Brasília.


O espetáculo Os Olhos do Surubim Rei, do Grupo Teatro Kabana (Minas Gerais), que manipula bonecos na água, abre o festival.
Mais de 100 mil estudantes da rede pública do Distrito Federal assistirão ao 11º Festival Internacional de Bonecos de Brasília, que começou na última segunda-feira (12) e vai até o dia 28 de novembro. A programação inclui 196 apresentações de linguagens e manifestações da cultura popular do Brasil e do mundo. Os estudantes terão um ônibus especial para levá-los ao evento nos períodos da manhã e da tarde, segundo a organização do festival.


Serão oferecidas oficinas de confecção e animação de bonecos. O público também assistirá a teatro de sombras e poderá participar de atividades com pernas de pau, de confecção de brinquedos populares e literárias. Todas as apresentações e oficinas são gratuitas e de censura indicativa livre. 

As atividades começam no Teatro Nacional Claudio Santoro e, a partir de sábado (17), ocorrem em oito regiões administrativas do Distrito Federal: Guará, Taguatinga, Ceilândia, Brazlândia, Planaltina, Sobradinho, Santa Maria e Varjão.

Além de grupos do Ceará, Distrito Federal, de Goiás, Minas Gerais, do Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, de São Paulo e Santa Catarina, o evento conta com a participação de artistas premiados da Argentina, do Chile, da Costa Rica, Espanha, Itália, do México e de Portugal.

O espetáculo Os Olhos do Surubim Rei, do Grupo Teatro Kabana (Minas Gerais), que manipula bonecos na água, abre o festival hoje, às 21h, na Sala Martins Penna. No foyer da sala, ocorre a abertura da exposição Feira de Patrimônio Imaterial, com trabalhos do Maranhão, do Piauí, de Goiás, Minas Gerais, do Pará e do Distrito Federal.

Nesse espaço, haverá comidas típicas e uma exposição de bonecos de várias partes do mundo. “Vamos utilizar a área toda do Teatro Nacional para aproveitar os grandes espaços da arquitetura de Oscar Niemeyer”, disse o coordenador e idealizador do evento, Ricardo Moreira. (Agência Brasil) 





quarta-feira, 25 de abril de 2012

Programação da Virada Cultural no Rio de Janeiro


Fonte: Veja Rio
 
O Rio terá, entre os dias 4 e 6 de maio, uma maratona de shows. Com 60 atrações confirmadas, o Viradão Carioca conta este ano com quatro palcos, que vão receber atrações como Monobloco, Lulu Santos, Kid Abelha e Arlindo Cruz. Na Zona Sul, os shows vão acontecer no Arpoador, na Zona Oeste, em Bangu, na Zona Norte o local escolhido é a Quinta da Boa Vista. Além de música, o evento cultural vai contar com performances de humoristas, incluindo Rodrigo Santana, a Valéria do Zorra Total, Fábio Porchat e o casseta Hélio de La Peña. Confira abaixo a programação do Viradão.



Sexta-feira (4 de maio)
Palco Arpoador
17h - 4 Cabeça
18h45 - Michael Sullivan
20h30 - Homenagem ao Clube da Esquina, com Lô Borges, Beto Guedes e Flávio Venturini

Palco Quinta da Boa Vista
18h - Apresentação de DJs
19h - Batalha do Passinho
20h30 - Luan Santana

Palco Bangu (na Praça das Juras)
18h - Apresentação de DJs
19h - Batalha do Passinho
20h45 - Batuk do Gueto
22h30 - Samba de Raiz
00h15 - Arlindo Cruz
2h - Monobloco

Palco Quiosque Globo Rio ( próximo a Rua Miguel Lemos, em Copacabana)
18h às 22h - Apresentação de humoristas
 
Sábado (5 de maio)
Palco Arpoador
17h - Apresentação de humoristas
18h - Rogê
19h30 - Mulheres de Chico
20h - Rio Samba N Roll
21h30 - Kid Abelha

Palco Quinta da Boa Vista
20h45 - Rancore
22h30 - Korzus
00h15 - Sepultura

Palco Bangu
18h - Hawaianos
18h30 - Tititica
19h - MC Anita
20h30 - Arlindo Neto
22h - Erasmo Carlos
23h45 - Lulu Santos
1h15 - Pique Novo
2h30 - BWG
 
Domingo (6 de maio)
Palco Arpoador
16h - Telão transmite a final do Campeonato Carioca
17h - Thais Gulin
18h45 - Pedro Luís
20h30 - Lulu Santos

Palco Quinta da Boa Vista
10h - Galinha Pintadinha
11h30 - Palhaço Topetão
16h - Telão transmite a final do Campeonato Carioca
17h - Fiuk
18h - Naldo
19h45 - Ana Carolina
21h30 - Gusttavo Lima
23h - Jammil

Palco Bangu
16h - Telão transmite a final do Campeonato Carioca
18h - Banda Bolk
19h - Cidade Negra
20h45 - Detonautas
22h30 - Dead Fish
00h - Raimundos

Palco Orla de Copacabana
9h - Banda Marcial dos Fuzileiros Navais

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