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Mostrando postagens com o rótulo Ipad

Carregador falsificado mostra porta de entrada para vírus no iPhone.

Fonte: BBC     Um trio de pesquisadores de um instituto americano anunciou ter usado um carregador falso para infectar um iPhone com um vírus, demonstrando uma falha de segurança no sistema operacional iOS, também utilizado por iPads e iPods. Billy Lau, Yeongjin Jang e Chengyu Song, do Instituto de Tecnologia da Geórgia, disseram ter introduzido o código malicioso (malware) no telefone da Apple em menos de um minuto. A equipe conseguiu violar a segurança do iPhone usando um carregador USB falso e um computador pequeno e simples, chamado BeagleBoard, que custa cerca de US$ 45 (cerca de R$ 90). Uma vez dentro do iPhone, o código malicioso foi "escondido" do usuário utilizando a mesma tecnologia empregada pela Apple para que seus aplicativos operacionais não sejam visíveis ao usuário. Os pesquisadores disseram que, após ultrapassar as defesas do iOS, podiam instalar qualquer vírus ou aplicativos no aparelho. 'Facilidade' Segundo eles, o Be...

Novo iPad: Apple divulga data de início das vendas no Brasil

A Apple confirmou a data de lançamento do Novo iPad no Brasil: a última geração do tablet passará a ser vendida a partir do dia 11. O preço ainda não foi divulgado. Outras duas empresas – TIM e Fnac – já haviam anunciado a data de estreia do gadget. As demais operadoras de telefonia móvel ainda não se pronunciaram sobre o assunto, mas também deverão vender o Novo iPad em suas lojas – a Apple evita parcerias exclusivas com seus distribuidores. Lançado em março, o tablet possui o processador A5X de 1GHz – mais potente que o do iPad 2 – e tela Retina Display, cuja resolução é maior que a dos tablets anteriores. Nos Estados unidos, o Novo iPad têm os mesmos preços que o iPad 2 na época de seu lançamento: o modelo de 16 GB custa 499 dólares, a versão de 32 GB é vendida por 599 dólares e o tablet com 64 GB sai por 699 dólares. Os produtos com antena para conexão às redes 4G custam entre 629 dólares e 829 dólares. Fonte: Veja

Google Drive provoca incômodo aos concorrentes

Fonte: Exame São Paulo - Hoje o Google estremeceu o mercado de armazenamento na nuvem ao anunciar o serviço Drive. Oferecendo 5 GB de espaço no pacote gratuito, algo que chama atenção são os valores dos pacotes de expansão, que se mostram mais tentadores que os concorrentes. O serviço contraria uma antiga aposta do Google, que alegava no passado que armazenamento estava fadado ao limbo, já que a tendência seria a migração para a nuvem. Com a aposta e lucratividade dos concorrentes, o gigante das buscas decidiu colocar as mangas de fora. Pensando em quem recorre a esses serviços ou pretende se lançar à nuvem para armazenar dados, o Droids comparou os pacotes dos principais serviços disponíveis. No quadro acima estão, em ordem: Google Drive, iCloud, SkyDrive, SugarSync, Dropbox e UbuntuOne. Desde ontem a Microsoft alterou o armazenamento gratuito do SkyDrive para 7 GB, mas ainda é possível expandir o espaço para os mesmos 25 GB. Para começar a usar o Goo...

E-books começam a criar jovens leitores

Fonte: IG Julianna com seu iPad em sala de aula: benefícios dos leitores de livros digitais ainda não são conclusivos Julianna Huth, aluna do segundo ano na Green Primary School, em Green, Ohio, é uma adepta do mundo digital. A menina, de 8 anos, usa um iPad e um Nook, leitor de livros digital da rede de livrarias norte-americanas Barnes & Noble, e lê e-books em casa e na escola. “É muito legal poder ler no iPad”, disse Julianna, que começou a usar livros digitais aos 6 anos. “É mais divertido e você aprende mais.” o que se espera que as crianças digam. Livros em iPads e alguns e-readers (os leitores de livros digitais), como o Nook Color ou o Kindle Fire, são divertidos. Eles incluem música, animações e outros elementos interativos que transformam a leitura do livro quase num videogame. Em “Pete the Cat: I Love My White Shoes”, um e-book para crianças de 3 a 7 anos, as crianças podem mudar a cor dos sapatos de Pete tocando neles, acompanhar as músicas com ...

Infinite Comics: O novo formato da Marvel muda a maneira de criar (e ler) quadrinhos

Fonte: Gizmodo A primeira edição do novo formato Infinite Comics da Marvel para iPad já saiu. É um passo à frente em termos tecnológicos — ele permite ao artista ajustar a narrativa com uma mudança o foco alterando um único desenho, ou dosar a aparição de balões de texto em um diálogo. Ainda assim, o CCO da Marvel Joe Quesada nos disse que o novo formato preserva o que faz de um quadrinho um quadrinho. Veja o vídeo com Joe Quesada demonstrando o novo formato. Clique na imagem com o logo da Marvel: O maior benefício da leitura e fabricação de quadrinhos digitais, disse Quesada, é a habilidade de superar as páginas impressas como meio para mostrar níveis mais profundos de detalhamento. Isso é especialmente importante no novo iPad. “Alguns artistas desenham linhas que são tão finas que elas não são sequer impressas”, segundo Quesada. Mas com a capacidade de dar zoom em quadrinhos prontos para altas resoluções, junto com o brilho e a cor da tela, os leitores serão ...

Grupo de escritores chineses processa Apple

Muerong Xuecun, um dos autores Um grupo de 22 autores chineses registrou um processo contra o grupo de tecnologia Apple, alegando que sua loja online de aplicativos vende cópias não licenciadas de seus livros, disse a mídia estatal chinesa neste domingo. O grupo, a União dos Direitos de Autores, exigiu no ano passado que a Apple abandonasse a distribuição eletrônica dos livros dos escritores e havia antes persuadido a Baidu, maior ferramenta de busca da China, a parar de publicar o material em seu produto Baidu Library. Os escritores buscam uma compensação de 50 milhões de iuanes (8 milhões de dólares) da Apple, dizendo que a empresa vendia versões pirateadas de 95 livros por meio de sua loja online, reportou a  Xinhua , sem dizer onde a reclamação foi registrada. "Como donos de propriedade intelectual, entendemos a importância de protegê-la, e quando recebemos reclamações, respondemos de maneira rápida e apropriada", disse uma porta-voz da Apple, Carolyn Wu. A ...

Próximos astros da literatura talvez sejam descobertos on-line

Fonte: Folha . Via: Reuters Para os romancistas, o tempo em que costumavam enviar manuscritos a dezenas de editoras e aguardavam ansiosamente por respostas podem em breve se tornar coisa do passado. Milhares de escritores que utilizam redes on-line de literatura como a Movella, que atrai grande público adolescente, e a Book Country, da editora Penguin, já vêm recebendo reações instantâneas, e podem alterar textos de imediato e oferecê-los ao público para leitura, não importa o que as editoras possam pensar. A internet derrubou os muros de um setor antes fechado, porque agora qualquer pessoa pode publicar textos com apenas alguns cliques --uma mudança que também cria demanda por novos talentos. "As editoras não querem que aconteça com elas a mesma coisa que aconteceu com a indústria da música", disse Per Larsen, o presidente-executivo da companhia iniciante dinamarquesa Movellas. "Sabem que o modelo de negócios do mercado editorial foi destruído". A i...

A eternidade do livro impresso

         A discussão sobre a sobrevivência do livro impresso está muito acesa.  Em parte, é reflexo do que acontece nos países mais desenvolvidos, onde há uma oferta progressiva de e-books.  Aqui entre nós, por enquanto, o crescimento é lento.  Em todo o comércio eletrônico nacional, não há mais de 7 mil títulos disponíveis.  Para se ter ideia da discrepância dos números, só a Amazon conta  hoje com  cerca de 950 mil  títulos.         Há um pormenor que é próprio do mercado brasileiro: o Kindle começou com um gás assustador, mas não pegou por causa do preço, hoje em 800 reais.  Pelo dobro, pode-se ter um equipamento muito mais completo, que serve para navegar na internet, tirar fotos, gravar vídeos etc. O custo benefício é muito mais atraente.         Estamos vivendo uma fase de incríveis conquistas tecnológicas, especialmente no campo das co...

Na era digital, pedagoga dá dicas de motivação à leitura para as crianças

Publicado originalmente no G1 Fonte: Livros e Pessoas  Ao escolher entre livros ou videogame, a leitura acaba ficando para trás. Para especialista, segredo é associar a leitura à brincadeira. Com o avanço das mídias, cada vez mais as crianças estão tendo diversas opções de entretenimento e na hora de escolher, fica a dúvida entre ler um livro, assistir um filme ou jogar videogame. Nessa escolha, muitas vezes a leitura acaba ficando para trás, e a solução é associar os livros à brincadeira. Quem garante é a pedagoga e pesquisadora da Unesp de Bauru, no interior de São Paulo, Maria do Carmo Kobayashi. Ela diz que não se pode diferenciar o momento da leitura, do momento de brincar. “A criança não separa o livro dos brinquedos. Quem separa é o adulto e isso mata o prazer pela leitura”. E completa. “Ninguém nasce sabendo usar um computador ou jogar um vídeo game. Ninguém nasce sabendo ler e a criança não sabe a diferença entre um brinquedo e um livro, pois para e...

Quadrinhos inovam para combater a pirataria.

Fonte: Folha de SP A adaptação da história em quadrinhos para formatos digitais e a transformação das tirinhas em direção à linguagem multimídia abrem novas perspectivas para o setor editorial mais atingido pelos downloads piratas. "A história em quadrinhos vai ser digital no futuro, porque novos aparelhos como os tablets são ideais para as HQs", explica à Agência Efe Álvaro Pons, curador da mostra "Comics. A História em Quadrinhos Espanhola", que será exibida até o domingo no Festival Internacional da História em Quadrinhos de Angulema (França). "Essa reconversão obrigará os autores a mudarem a linguagem e a maneira de fazer histórias em quadrinhos, embora essa transição não aconteça de forma violenta pela própria natureza da história em quadrinhos, a base de muito desenho e textos curtos", acrescenta Pons, que também é responsável pelo site lacarceldepapel .  No entanto, grande parte da oferta digital de histórias em q...

Livro impresso: estímulo melhor à leitura para os jovens.

Fonte: Livros e pessoas Publicado originalmente no Terra As histórias em quadrinhos foram o ponto de partida para que a produtora musical Magali Romboli transformasse a filha em uma leitora assídua. Nada de tablets, computadores e outros estímulos eletrônicos – Melissa Romboli Andriole, 9 anos, ainda prefere passar horas folhando as páginas de um livro. “É muito mais legal do que brinquedo”, garante. Mãe e filha não são exceção: na hora de introduzir as crianças ao mundo da leitura, muitos pais abrem mão da tecnologia e continuam recorrendo ao tradicional impresso, medida apoiada por especialistas. Magali conta que começou a estimular a filha ainda bebê, com livros de plástico para brincar na banheira. Aos poucos, o passatempo deu lugar a gibis e livros de história. Recorrer ao impresso foi uma das maneiras que encontrou para evitar que Melissa passasse o dia todo em frente ao computador e à televisão. “Talvez essas ferramentas não façam mal agora, mas como saber ...

E-books por menos de um dólar.

O mundo dos livros está descobrindo a promoção de 99 centavos. Por JEFFREY A. TRACHTENBERG no The Wall Street Journal Quase dois anos depois de as editoras de livros forçarem um forte aumento no preço de novos lançamentos em formato digital, uma nova tendência de preços baixos está surgindo. Um crescente número de editoras está experimentando preços temporários de US$ 0,99 para e-books, na esperança de persuadir leitores a lerem amostras de uma variedade de escritores. O mais recente exemplo é o novo romance de suspense “What It Was”, de George Pelecanos, que foi lançado ontem. A edição digital custa US$ 0,99 no primeiro mês, e depois passará ao preço cheio, de US$ 4,99. Pelecanos já escreveu mais de 18 livros, além de trabalhar na série “The Wire”, da HBO. Mas ele nunca teve um sucesso de vendas. Seu livro mais bem-sucedido foi um romance de 2006, “The Night Gardener”, que vendeu 29.000 exemplares, segundo a firma de dados do mercado editorial Nielsen BookSc...

Adapte a leitura para evitar a vista cansada

Ler no ônibus ou no computador não necessariamente prejudica a visão Fonte: Minha Vida - UOL Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo . Diante da falta de tempo, é comum a leitura ocorrer em lugares inusitados, como no ônibus, na cama e em ambientes escuros. Mas será que esses hábitos de leitura podem prejudicar a vista? Segundo o oftalmologista Wagner Ghirelli do Hospital Santa Catarina, na verdade, quanto mais lemos, melhor. "Quem lê muito tem uma capacidade visual melhor e lê mais rápido", conta. "Com o uso do computador, há pessoas que se tornam muito ágeis e desenvolvem habilidade visual muito grande, já que associam habilidade visual com motora." Desbanque os mitos a seguir e fique atento a alguns cuidados. Ler no ônibus faz mal?   Há quem acredite que esse hábito pode causar até mesmo descolamento de retina, mas não é verdade. "O problema na retina é relacionado a traumas e independe de hábitos relacionados à leitura", explica o of...

Apple: mais próxima de lançar livros escolares para o Ipad

Fonte: Livros e Pessoas . Via WSJ Os fãs da Apple Inc. devem ter uma novidade para aplaudir esta semana, mas ela não será um novo modelo do iPad ou uma TV. A Apple, famosa por manter o sigilo em seus lançamentos, continua calada a respeito do seu anúncio sobre educação, que deve ser feito na quinta-feira no Museu Guggenheim de Nova York. Mas os observadores não estão esperando um novo aparelho. Em vez disso, espera-se que a empresa lance livros didáticos otimizados para o iPad, com recursos que permitem interagir com o conteúdo, bem como parcerias com as editoras. Quando a Apple lançou o iPad, há uns dois anos, uma das promessas do tablet é que ele poderia mudar a experiência de sala de aula. O fundador da Apple, Steve Jobs, disse a seu biógrafo Walter Isaacson que desejava transformar a indústria de livros didáticos, contratando autores para criar versões digitais e transformá-las em recursos do iPad. Jobs que, segundo relatos, vinha se encontrando com ...

Orhan Pamuk: “Um escritor não deve se envolver em situações políticas, mas é inevitável”

Entrevista publicada originalmente na Revista Época   Por ANDRÉ SOLLITTO Em 2004, o escritor turco Orhan Pamuk esteve no Brasil para uma palestra. Seu livro Meu nome é vermelho havia sido publicado no país, mas o evento foi pouco concorrido. No final de 2011, ele voltou para uma série de conferências no projeto Fronteiras do Pensamento em São Paulo e Porto Alegre. Os ingressos se esgotaram rapidamente. A diferença mostra como o escritor se tornou popular no mundo todo em pouco tempo. Depois de publicar Neve (2004), romance em que conta a história de um poeta envolvido em uma série de conflitos religiosos em uma pequena cidade do mundo muçulmano, foi laureado com o prêmio Nobel de literatura, em 2006. Durante seus quase 38 anos de carreira, já publicou 14 livros, a maioria deles traduzida para o português. O último deles, O romancista ingênuo e o sentimental (Companhia das Letras,152 páginas, R$34), reúne seis palestras que proferiu em Harvard. Em entrevista...