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Mostrando postagens com o rótulo Telas

Quadro ou cadeira? Arte japonesa une o útil ao agradável.

Fonte: Yoy-Idea Que tal unir a beleza de um quadro com a praticidade de uma cadeira ou sofá? Impossível? Pensando nessa possibilidade, um designer teve a brilhante ideia de produzir quadros com materiais feitos de madeira e de alumínio , cobertos  por um tecido elástico impresso com textura de uma tela e um desenho de cadeira , resultando em uma pintura que pode se tornar o que está retratado.  Para usá-la, basta incliná-la de encontro a uma parede e usufruir de sua poltrona.   Existem três tipos de tamanho...

Eu participei da Virada Impressionista do CCBB - RJ. Saibam mais...

Texto: Franz Lima Em uma iniciativa magnífica, o CCBB/RJ permaneceu aberto por 36 horas (desde sábado, às 9h até ontem, domingo, às 21h). As filas estavam intensas e houve períodos de até 2h para conseguir entrar na exposição (a área onde estão as pinturas tem uma limitação de visitantes), mas valeu a espera. Eu só pude visitar na manhã de domingo (28/10/12) e cheguei por volta das 6h10 e saí exatamente às 8h18, após documentar (entenda-se uma reportagem escrita) as impressões que tive com as obras impressionistas (desculpem-me pela aparente redundância). A matéria feita está agora disponível para vocês. Espero que gostem e comentem. Caso estejam no Rio de Janeiro, um único aviso: o que estão esperando para ver de perto obras tão importantes? Prestigiem esse esforço por parte do Centro Cultural Banco do Brasil... A estação Saint-Lázare - de Monet Pinturas de artistas consagrados na história da humanidade ficaram acessíveis gratuitamente ao público. Monet (Carvoeiros), Lou...

Exposição Dilúvio. Autoria de Daniel Lannes

Exposição Dilúvio – Daniel Lannes  FONTE: GALERIA LUCIANA O artista escolheu o tema do dilúvio movido por um capítulo do Tratado de Pintura (1490-1517), de Leonardo da Vinci, no qual ele descreve como se deve pintá-lo. “É muito curioso, do ponto de vista didático, porque ele ensina o pintor a pintar, entre outras coisas, a linha do horizonte, como se deve pintar as montanhas a certa distância, como pintar o ar… E a descrição do modo de pintar é uma coisa frenética”, diz Lannes. Lannes ficou instigado por isso, e deu continuidade ao que já estava fazendo. “Venho trabalhando imagens que retiro de referências reais, atuais, de fotos banais, além de interesses épicos, históricos, de pintura de História mesmo, e resolvi me debruçar sobre a ideia do dilúvio”. Dentro de um banco de imagens que Lannes coleciona há anos, ele começou a direcionar essas imagens para uma narrativa que trouxesse essa ideia do dilúvio. “Essa ideia se apresenta nessas pinturas da exposição...