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Mostrando postagens com o rótulo Terrorismo

Se algo acontecer... Te amo. Review de um belo curta-metragem da Netflix.

Dirigido e roteirizado por Will McCormack e Michael Govier, Se algo acontecer... te amo (If anything happens I love you)  é um curta-metragem de animação que narra a vida de um casal. Até aí, nada demais, mas há algo por trás do relacionamento deles, algo muito ruim. Sem a necessidade de palavras, apenas uma música de fundo, a obra conduz o espectador até o cerne da questão, aquilo que transformou um casal feliz em pessoas distantes. Esse distanciamento é bem representado – logo no início – pela mesa onde ambos jantam; ela é grande, impessoal e mantém cada um em um extremo, separados apenas por uma flor murcha em um vaso tão cinza quanto eles. O que será que levou essas duas pessoas (que optaram por serem parceiros na vida) a se entristecerem ao ponto de quase ruptura? A resposta, indubitavelmente, irá chocar. Emoção e dor. O curta mostra com muita leveza, emoção e beleza, as mudanças ocorridas na vida de um casal que tinha uma filha, aquilo que lhes trazia alegria. Bem cedo...

Sergio: produção da Netflix aborda a morte do Diplomata brasileiro e suas polêmicas.

Uma notícia chocou o mundo no dia 19 de agosto de 2003, logo pela manhã, quando foi noticiado o ataque terrorista ao Hotel Canal, local usado desde 1990 por vários integrantes da Organização das Nações Unidas. O cenário era de guerra, algo não tão incomum na cidade de Bagdá. Nesta ocasião, vários mortos foram contabilizados (um total de 22) e entre eles estava o diplomata brasileiro Sérgio Vieira de Mello, o provável substituto do Secretário-Geral da ONU, Kofi Annan. O atentado teve sua autoria assumida pelo grupo extremista Al-Qaeda (famoso por ter sido liderado por Osama Bin Laden e o ataque de 11 de setembro). Sérgio não estava apenas cotado para substituir Annan, ele era um dos ícones da eficiência da ONU, ainda que tenha estado à frente de algumas ações não tão bem sucedidas. O ataque terrorista serviu para que a ONU optasse por abandonar suas negociações de paz no Iraque, mas é preciso compreender um pouco do contexto histórico para que o longa-metragem tenha mais sentido...

Fechando o assunto Charlie Hebdo, os limites do humor e os ataques na França.

Humor? Texto: Franz Lima . Caso você ainda não esteja atualizado sobre os ataques ao tabloide Charlie Hebdo, um dos mais mordazes e críticos da França. Famoso por não poupar autoridades, religiões ou instituições, o Charlie Hebdo foi atacado por terroristas em represália às críticas - através de charges e outras piadas similares - usando a imagem do profeta Maomé. Na ilustração, Maomé aparece proferindo as seguintes palavras: Cem chicotadas se você não morrer de rir. Editor da Charlie Hebdo mostra desenho polêmico. (Foto: Alexander Klein/AFP) - Fonte: G1 O humor, principalmente do tipo feito pela Charlie, é geralmente interpretado com tolerância. Mas não são raros os casos onde a "graça" acaba se transformando em "ofensa". Sendo assim, friso que não apoio terrorismo, quando há ofensas graves, a possibilidade de retaliação é grande. Óbvio que ninguém esperava a prática de um massacre para demonstrar a reprovação à matéria, porém estamos falando de...

Entrevista com David Lloyd, criador de V de Vingança, ao Link

‘O futuro é digital e oferece boas perspectivas’ SÃO PAULO – Ilustrado por David Lloyd e roteirizado por Alan Moore, V de Vingança foi lançado em 1982 e a máscara de seu protagonista virou símbolo de resistência e luta. Hoje, o objetivo de Lloyd com seu Aces Weekly é oferecer uma alternativa ao mercado de quadrinhos impresso dominado por super-heróis e pela falta de empreendedorismo dos autores. O Link falou com ele por e-mail. Como surgiu o Aces Weekly? Era uma forma fácil de publicar e também de vender quadrinhos. Há tanto desperdício e custos desnecessários em impressão. Estamos no século 21, não precisamos imprimir porque temos computadores. Deveria significar uma revolução o fato do artista ser livre para publicar material e usar plataformas simples para chegar à sua audiência sem obstáculos. Há muitos quadrinhos digitais publicados de graça. Por que as pessoas pagariam para ler? Essa é a falha principal. Quadrinhos digitais ainda não ...

Agência Nacional de Segurança (NSA) está protegedo quem? A crise dos espiões.

Não sei se essa declaração parecerá arrogante, mas alguém acreditou - por um único segundo sequer - que os EUA iriam abandonar a prática histórica de espionar o mundo? Quantos de vocês se surpreenderam com a manutenção da política de protecionismo e com tons imperialistas que lá existe?  Espionagem entre países é uma prática comum que ganhou ares de filmes com o advento da guerra fria. De lá para cá, as investigações, roubos de informações e as invasões de privacidade de pessoas comuns ou de políticos e outros de maior influência são gestos comuns e corriqueiros.  Será que os governos da Alemanha e do Brasil irão comprovar que não praticam espionagem em vários níveis, inclusive nos EUA? O trabalho de nossa espionagem - aqui carinhosamente apelidada de 'arapongas' - é o mesmo, mas em menor escala devido às muitas deficiências de treinamento e material, o que não lhes tira a alcunha de espiões ou ladrões de informações. Nosso governo demonstrou indignação diante da infiltr...

The Blacklist: a série que mistura thriller, suspense e inteligência.

Por: Franz Lima .  Apesar de ainda não ter sido lançado o segundo episódio, The Blacklist - série produzida pela NBC - já é sucesso e terá um total de 22 episódios na primeira temporada.  A série mostra um procurado criminoso ( Raymond Reddington, interpretado por James Spader) que repentinamente se rende ao FBI e exige que uma agente novata lhe auxilie. Em troca, ele irá ajudar a capturar um foragido sérvio que, por vingança, promete provocar o caos na capital norte-americana.  O fato de termos um homem brilhante, mas com traços de sociopatia acentuados, e uma agente do FBI, não me parecem mera coincidência. Caso tenha se lembrado de O silêncio dos inocentes (1991), você tem um bom faro para uma receita de sucesso. Tal como Clarice Starling, a agente Elizabeth Keen (papel da atriz Megan Boone) é a "parceira" de um perigoso e inteligente criminoso, procurado em todo o mundo.  O primeiro episódio (piloto) mostrou o cotidiano de Elizabeth e  seu marid...

Processos digitalizados do período ditatorial já estão disponíveis para consulta.

Fonte: Agência Brasil . Por Elaine Patricia Cruz. São Paulo – Cerca de 900 mil páginas de um conjunto de 710 processos envolvendo o período da ditadura militar no país, julgados pelo Superior Tribunal Militar (STM), foram digitalizados e já estão à disposição do público no site Brasil: Nunca Mais Digit@l. A iniciativa apresenta o acervo do Projeto Brasil: Nunca Mais, desenvolvido nos anos 80 do século passado pela Arquidiocese de São Paulo e pelo Conselho Mundial de Igrejas, com o objetivo de evitar que processos judiciais por crimes políticos fossem destruídos com o fim da ditadura militar (1964-1985). O acervo digitalizado permite que se obtenham informações sobre torturas praticadas naquele período e que a divulgação dos processos cumpra um papel educativo na sociedade brasileira. O Projeto Brasil: Nunca Mais examinou, na época, cerca de 900 mil páginas de processos judiciais movidos contra presos políticos e publicou relatórios e um livro, com o mesmo nome,...

Resenha do livro: O Ùltimo Patriota, de Brad Thor.

Resenha feita por: Isaac de Souza Continuação da saga do agente do serviço secreto americano Scot Harvath retratada em seu livro anterior “O primeiro mandamento”, Brad Thor o coloca, junto com sua namorada Tracy Hasting, no centro da capital francesa quando, devido ao seu treinamento, percebe um furto de veículo fora do comum. Embora não queira se envolver, acaba se lançando numa caçada humana intercontinental permeada de atentados terroristas e assassinatos. Tendo como palco os bastidores da guerra contra o terrorismo, o autor tece uma trama muito bem arquitetada envolvendo o serviço secreto, a CIA e algumas organizações que atuam nos Estados Unidos que oficialmente existem para acabar com o preconceito dos americanos contra os muçulmanos, mas extra oficialmente tentam impor sua religião extremista no âmago daquele país. Embora Glenn Beck tenha afirmado na contra capa que “este livro é para o Islã o que o ‘Código Da Vinci’ foi para a Igreja Católica”, há uma diferenç...