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sábado, 1 de outubro de 2016

Humor, inteligência e cultura pop nos gifs de ABVH.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Produzir um gif é algo relativamente fácil. O que complica é dar sentido à imagem em movimento, torná-la relevante para um grupo pequeno ou uma maioria. O gif é uma ferramenta muito usada em posts e, em especial, nas redes sociais, principalmente por ser algo que ocupa pouca memória, fácil de enviar em aplicativos. São, em suma, arquivos de tamanho pequeno, mas de grande alcance quando bem elaborados.
O artista digital ABVH é um dos raros exemplos de aplicação sensata dos gifs. Suas mensagens são bem humoradas, inteligentes e, quando necessário, levam o espectador à reflexão.
As imagens abaixo são alguns dos exemplos do trabalho muito bem estruturado dele. Espero que gostem e prestigiem a arte de ABVH.

Um voto mal usado pode levar o próprio eleitor ao fundo do poço.


Algumas das criaturas oriundas da mente do fantástico H. P. Lovecraft.
O desperdício do dinheiro com um dos males dos últimos séculos: o cigarro.



A magia do seriado Dr. Who


Avengers


Cuidado com as amizades virtuais. Sabe mesmo quem são?

A malignidade por trás da personalidade do Coringa
O sombrio e cativante universo de Sandman

Fato real: as luzes das cidades impedem que vejamos as luzes das estrelas, principalmente em grandes cidades. 
O roubo da alma é uma alusão à perda da individualidade e do raciocínio próprio por conta do que é veiculado na TV
Dourar os grilhões não minimiza os males da escravidão... todos os tipos de escravidão.


segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Copa do Mundo e eleições: uma combinação perigosa.


Historicamente, o uso de algo que possa desviar a atenção do povo sobre os erros de um governo não é uma novidade. A política do 'pão e circo' foi usada com êxito por romanos e é copiada até os dias atuais por governantes de quase todos os países do mundo.

Historicamente, somos um povo pacífico, reconhecido mundialmente por sua simpatia e receptividade. Mesmo diante das piores adversidades, nós, brasileiros, temos a esperança como marca maior. 

Historicamente, a união da política de pão e circo, a passividade brasileira e a péssima índole de nossos políticos resultam em um governo hipócrita, manipulador e que se vale da propaganda como forma de manutenção do poder.

O ano de 2014 já está marcado na história de nosso país. Ano de Copa do Mundo, sediada em solo pátrio, estamos felizes por receber esse presente. Melhor ainda se formos campeões, certo?
Infelizmente, muito se esconde por trás dessa alegria toda. O país parou para ver o sorteio dos grupos para a Copa. Redes televisivas passaram o dia noticiando que o Brasil está tranquilo com os times que compõem sua chave. Já se fala, inclusive, em ida fácil às oitavas de final. 

Enquanto isso, grupos políticos continuam se valendo dessa distração para abater a presa. Alianças são forjadas em plena luz do dia ao som dos gritos de "Brasil, Brasil". Os vinte centavos já foram esquecidos, postos de lado pela alegria inigualável de sermos a sede de um evento tão importante. A greve dos professores perdeu a importância, principalmente quando podemos contar com Neymar no ataque e sabe-se lá quem mais Felipão escalará.

Bem, pelo menos ficaremos com as "Arenas" (lembra dos romanos no início desta crônica?) que foram custeadas, em parte, pela Fifa. Teremos monumentos que a história não apagará... será? Após as recentes chuvas torrenciais, o Maracanã teve diversas áreas alagadas e ficou a dúvida se os jogos de sábado e domingo ocorreriam realmente lá. Tudo bem. O investimento na reconstrução do estádio foi de "apenas" pouco mais de 1 bilhão de reais. 

Ei, mas nós ainda teremos a Copa!
Sim. A Copa do Mundo será no Brasil. As arenas serão postas à prova pelo público mundial e, por alguns dias, seremos o país mais importante do mundo. Agora, por favor, defina 'importante'. Qual o legado que esse evento trará para nós? Uma taça? Talvez. Entretanto, como fica o país após essa festa? O que o cidadão comum ganha com isso? Eu sei que o sistema pay-per-view irá embolsar milhões de reais. Tenho a firme convicção que as empresas por trás dos estádios irão embolsar uma grana alta. Também vejo os canais de TV aberta arrecadando fortunas por conta das transmissões da seleção. Só boas notícias, não?

Não.

É hora de buscarmos algo mais que uma bola. É preciso ter uma maior consciência política, principalmente no ano das eleições. 2014 está repleto de distrações que irão acalmar e inebriar o cidadão brasileiro, aquele que deveria estar atento aos candidatos e suas qualificações. O governo, os candidatos e os partidos tem absoluta ciência da arma que os feriados, o Carnaval, a Copa do Mundo e outros eventos podem representar quando o assunto é iludir o eleitor. Não se deixe enganar por mais longos quatro anos. Você pode ser o responsável pelas mudanças, basta ficar atento ao circo em chamas e ao pão mofado que estão lhe servindo...

domingo, 9 de setembro de 2012

Uma lição dada por Garfield. Verdade absoluta...


Algumas pessoas vivem de aparências. Prestigiam eventos e mostram-se cultas e dotadas de conhecimento, mas é apenas fachada. Aparências e mentiras não são incólumes ao tempo. Cedo ou tarde essas máscaras caem e, infelizmente, a decepção atinge quem não merece, os que foram enganados pela ilusão. Seja autêntico e único, não se deixe levar por um falso status, não se mostre diferente da realidade. As pessoas podem até aceitar por um tempo as ilusões, porém sempre haverá alguém que não cairá nos truques e, fatalmente, irá desmascará-lo. A verdade pode não ser a mais agradável para você, o que não implica em dizer que irá afastar quem realmente o ama. 
Esta é a lição que esta simples tirinha nos ensina hoje.



sexta-feira, 27 de abril de 2012

Planeta de Agostini e suas coleções impraticáveis.


Antes de iniciar, quero deixar claro que as coleções do Planeta deAgostini são de ótima qualidade. Mas...

Já não é a primeira vez que vejo e cobiço uma coleção da editora Planeta deAgostini. Quase todas que vi tinham grande qualidade, acabamento impecável e organizados de forma coerente e atraente para o colecionador. São coleções que merecem (ou não) serem adquiridas não só pela qualidade, mas pelo visual e a exclusividade. Contudo, sinto-me incomodado por um detalhe: o que motiva uma editora a usar o marketing agressivo e a malícia para atrair compradores que, certamente, nunca conseguirão concluir a coleção? Sim, já que a estratégia é sempre a mesma:
a) lanço uma edição inicial atraente com um preço baixo*;
b) já na segunda edição, elevo o preço - ainda não é o preço final - e incluo outra peça linda; e
c) com o público colecionador cativado, entrego o 3º exemplar com o preço final, quatro vezes mais caro que o primeiro número.
d) As edições serão quinzenais, forçando o colecionador a desembolsar um montante considerável ao mês, caso queira realmente completar sua coleção.
* O primeiro fascículo vem com uma quantidade maior de exemplares, já visando a empolgação do comprador incauto que, infantilmente, pensa que todos os demais fascículos terão preço igual.

Um amigo do trabalho apareceu com uma destas coleções. No caso, o primeiro número da série "Carros Inesquecíveis do Brasil". Logo vi que o material era muito bom. Uma miniatura de um Opala SS 1976, extremamente detalhado e em escala 1:43, complementado por uma base expositora com o nome do veículo e o ano. Show de bola, não fosse o fato do preço da coleção. 
Como já descrevi acima, esta coleção entra no mesmo esquema de encantar o público menos favorecido e, no decorrer da coleção, minimizar o número de peças em função de uma previsão de compradores. E o que me levou a essa conclusão? Isso:
- O primeiro número custa R$ 9,90;
- O segundo já será vendido ao preço de R$ 24,99; e
- Demais números pelo valor módico de R$ 39,99 (quatro vezes o preço da primeira edição).
Podem usar todos os argumentos possíveis, porém nunca irei entender o que impede que a editora mantenha um preço acessível de venda da coleção, lembrando que todas os primeiros exemplares das coleções da Planeta deAgostini vem com preços muito baixos. A impressão que dá é a de que eles buscam "viciar" o comprador com preços baixos. Honestamente, ainda não conheci uma única pessoa que tenha completado qualquer coleção desta editora e, acreditem, digo isso com tristeza. 
Dentro do meu limitado campo de visão, enxergo uma realidade diferente na qual o colecionador e a editora teriam a satisfação e o lucro garantidos. Caso a coleção iniciasse com um preço médio de 20,00 e se mantivesse assim, tenho certeza que muitas pessoas iriam adquiri-la até a última peça. 
Volto a frisar que não questiono o valor de 40,00 em uma miniatura, pois há muitas de menor qualidade com preço igual. O que questiono é essa forma mentirosa de expor um produto, levando muitos a adquiri-lo, iludidos por um valor que jamais será mantido.
Desculpem a sinceridade e, caso esteja equivocado, podem comentar e mandar e-mail me informando sobre a realidade, mas, até o momento, não tenho outra alternativa que não seja a de expor esta triste situação.
Franz Lima

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