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quinta-feira, 19 de maio de 2016

Aumento de preço da coleção DC da Eaglemoss gera protestos e petição.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo.

A Eaglemoss já lançou coleções de miniaturas de personagens da Marvel. Há pouco tempo os fãs da DC foram surpreendidos com o lançamento de uma ótima coleção de graphic novels com alguns dos mais pertinentes arcos de histórias do universo do Batman, Superman e cia.
Mas alegria de pobre dura pouco...
Em uma jogada - que já acontece há muito tempo na Planeta de Agostini - visando o lucro puro, a Eaglemoss está aumentado gradativamente os preços de suas publicações. As alegações vão desde o aumento do dólar até o preço do frete, mas é fato que isso é extremamente desagradável e desrespeitoso ao colecionador.


A coleção tem muitos atrativos tais como papel de alta qualidade, impressão impecável, capa dura, extras e histórias clássicas e as mais recentes tramas que marcaram os heróis e vilões da editora DC. Entretanto, mesmo com tanto apuro, até erros de grafia foram encontrados na primeira edição Silêncio, segundo o site da própria coleção:

No volume 1 Silêncio – Parte 1, foram constatados os seguintes erros, já corrigidos nos PDFs:

Na página 8, no primeiro balão, saiu grafado portas, quando o correto é pontas.
Na página 51, no último quadrinho, na manchete do jornal, o nome Olsen saiu grafado errado.
Na página 84, no segundo quadrinho do meio, a palavra quarteirões saiu sem o I.
Na página 85, no último balão do quadrinho maior, o correto é Clark e não Clary.
Na página 121, o nome de Lucius Fox saiu errado, assim como a grafia da palavra frustração.

Na página 132, no primeiro balão, faltou um R na palavra ficar.

Os erros acima foram, como já citado, corrigidos em pdf, porém o correto seria a substituição do exemplar pela edição sem erros. A editora resolveu disponibilizar somente as páginas erradas para download, fato que me leva a questionar: vamos imprimi-las e colar no lugar das erradas? Isso é descaso com o consumidor brasileiro e uma notável falta de planejamento e revisão.
Mas isso não é o pior. Diferente da coleção da Marvel, lançada pela Salvat, a Eaglemoss alavancou os preços iniciais de 34,99 para 39,99 e, agora, sobem novamente para 44,99. Desculpas à parte, o que impressiona e incomoda é o repasse ao consumidor de problemas que poderiam ser previstos. Para se ter uma ideia, o preço final da coleção com 60 edições ficará em torno de 2500 reais, caso não haja mais aumentos. 
Eu e muitos outros colecionadores não aprovamos essa ingerência e, assim, assinamos uma petição que solicita a redução do preços das edições, além de pedir que novos erros de grafia sejam evitados. Quer ajudar? Assine a petição clicando aqui

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Vou melhorar meu conhecimento da língua portuguesa com a web. Tem certeza?


Por: Franz Lima
Li uma notícia sobre a morte da apresentadora inglesa Peaches Geldof. Apesar da triste notícia do falecimento de uma jovem de 25 anos, o que mais me surpreendeu foi o nível da escrita na notícia. Erros de grafia e concordância são apenas uma parte do problema. O que mais chocou é a presença desta lacunas em sites e jornais de grande influência junto ao público leitor. 
Como formadores de opinião e por possuírem grande apelo junto aos leitores, tais falhas são inadimissíveis, além de influenciar negativamente. 
Não posso deixar de citar alguns jornais de menor porte, como o Meia Hora, do Rio de Janeiro, onde esse desleixo com a língua portuguesa beira a agressão.
Abaixo, o trecho da matéria que atraiu minha atenção, publicado no Ego, do Globo, dia 11/04/2014:
A socialite, que trabalhou como jornalista, apresentadora e modelo, deixa duas filhos: Astala, 1 ano e 8 meses, e Phaedra. Sua última publicação no Twitter, que aconteceu neste domingo, 7, foi uma foto em que ela aparece no colo de sua mãe. Paula Yates morreu quando Peaches tinha 11 anos. Já em seu perfil no Instagram, Peaches publicou um vídeo de seu filho. Sua última aparaição pública foi no evento de moda F&F na última quinta-feira.
Um meio de comunicação como o jornal, impresso ou eletrônico, não pode conter erros tão graves. Há revisores em todos eles, porém é visível o nível de descaso cada vez maior para a correção de erros gramaticais, concordância ou tempo verbal. Com exemplos vindos da própria mídia, somados ao já relapso ensino de nossa língua culta, o que resta esperar?
O q vc axa disso tudo?

terça-feira, 3 de julho de 2012

Dica de coluna: Sérgio Nogueira e suas ótimas aulas de português. Via G1



Fonte: G1
Franz says: aulas de português não são muito valorizadas... até que necessitamos mostrar conhecimento da língua materna. Gostei bastante desta coluna - ainda publicada - pela forma bem-humorada de tratar de um assunto que muitos desprezam ou odeiam por motivos dos mais variados. O importante, ao final, é que temos a possibilidade de aprofundar o conhecimento de algo indispensável para nosso cotidiano. Recomendo muito a leitura das matérias sobre português escritas por Sérgio Nogueira. Abaixo, uma pequena demonstração do que os aguarda nas colunas do professor Sérgio.
Conhecimento nunca é demais... 

12. A dúvida é: O diretor chegou derrepente ou de repente?
A resposta é: O diretor chegou de repente.
A forma “derrepente” simplesmente não existe. “De repente” é uma expressão adverbial, significa “repentinamente, subitamente”, e deve ser escrita com preposição “de” separada da palavra “repente”.
Estranho mesmo é o sentido que alguns dão: “De repente a solução poderá ser essa”. É como se dissesse “talvez ou quem sabe a solução poderá ser essa”. “De repente”, em vez de indicar tempo, passa a indicar “dúvida”. É no mínimo curioso, para não dizer errado. A verdade, porém, é que “de repente” significa “repentinamente, subitamente”. Fora disso, é uma expressão totalmente dispensável: “a solução poderá ser essa” e está acabado!!!
13. A dúvida é: O governo não atendeu às reinvindicações ou reivindicações dos funcionários públicos?
A resposta é: O governo não atendeu às reivindicações dos funcionários públicos.
Pelo visto, além de melhoria salarial, precisamos reivindicar uma atenção muito maior com o ensino da nossa língua. Às vezes, pecamos por excesso, e acrescentamos um “n” a mais: “os mendingos estão reinvindicando mortandela”. Não esqueça: o que o mendigo quer é mortadela. E o verbo correto é reivindicar.
Pior mesmo são aqueles que para “reinvindicar” fazem “paralizações”. Pelo amor de Deus, para fazer justas reivindicações, é preciso fazer corretas paralisações.
14. A dúvida é: Compareceram à reunião deseseis ou dezesseis pessoas?
A resposta é: Compareceram à reunião dezesseis pessoas
Escrever números por extenso é sempre uma preocupação. No caso de dezesseis, juntamos dez, que se escreve com “z”, a conjunção aditiva “e”, mais o número seis, que se escreve com “s”: dez e seis. Devemos dobrar o “s” para manter a pronúncia, pois a letra “s” isolada entre vogais tem som de “z”, por isso o certo é dezesseis.
O mesmo ocorre em dezessete (dez e sete) e dezenove (dez e nove). Quanto ao dezoito, omitiu-se a conjunção “e”: dez+oito.
Chefe ordena para sua secretária: “Faça um cheque de R$600,00”. Ela pergunta: “Como se escreve 600?”. Ele dá nova ordem: “Faça dois cheques de 300”. A secretária, preocupada, faz nova pergunta: “E 300 se escreve com “s” ou com “z”? O chefe, nervoso, grita: “Se não sabe escrever 300, faça quatro cheques de 150”. E a secretária, sempre zelosa pelo bom português, faz uma definitiva pergunta: “Chefe, o trema já foi abolido?” Vencido, só lhe resta uma saída: “D. Julieta, pelo amor de Deus, mande pagar em dinheiro vivo…” Para não haver dúvidas, é bom lembrar: seiscentos é com “sc”; trezentos se escreve com “z”; e o trema foi abolido, portanto o certo é cinquenta.
15. A dúvida é: Ele estava com dores toráxicas ou torácicas?
A resposta é: Ele estava com dores torácicas.
Tórax se escreve com “x”, mas o adjetivo é “torácico” com “c”. Fenômeno semelhante ocorre com as palavras terminadas em “z”: feliz, voraz, feroz, veloz. Embora sejam escritas com a letra “z”, é interessante observar que o som é de “s”. E para manter esse som de “s”, as palavras derivadas são escritas com “c”: felicidade, voracidade, ferocidade, velocidade.
16. A dúvida é: Ele fez um esforço sobre humano ou sobre-humano?
A resposta é: Ele fez um esforço sobre-humano.
Fazer um esforço “sobre humano” só se fosse fazer esforço “em cima de um ser humano”. Como não era o caso, o hífen é necessário. Aqui, o elemento sobre não é preposição, e sim prefixo, pois o autor se refere a um esforço superior ao dos humanos.
Com os prefixos ante, anti, arqui, sobre…, segundo o Novo Acordo Ortográfico, devemos usar hífen sempre que a palavra seguinte começar por “h” ou “vogal igual”: ante-histórico, anti-higiênico, anti-imperialista, anti-inflamatório, arqui-inimigo, sobre-erguer…Assim sendo, o correto é sobre-humano.
17. A dúvida é: Havia no jardim lindos girassóis ou gira-sóis?
A resposta é: Havia no jardim lindos girassóis.
Girassol e madressilva, por serem palavras compostas, deveriam ser escritas com hífen, mas são exceções citadas no Novo Acordo Ortográfico.
Quando reunimos, sem hífen, dois elementos cujo primeiro termine por vogal, se a segunda iniciar por “s”, devemos dobrar o “s”: foto+síntese=fotossíntese; morfo+sintaxe=morfossintaxe; tele+sexo=telessexo; mini+saia=minissaia…
Um cartão de felicitações deve desejar um “feliz ano-novo”, com hífen. Um ano novo, sem hífen, é o mesmo que um novo ano: “Espero que nossos desejos se realizem neste ano novo (ou novo ano)”. Quando nos referimos ao próximo ano, ao ano estreante, à meia-noite de 31 de dezembro, à virada do ano, à festa de entrada, estamos falando de um ano-novo. E o plural é anos-novos.
18. A dúvida é: É preciso que você aja ou haja com mais atenção?
A resposta é: É preciso que você aja com mais atenção.
Não podemos confundir “haja” do verbo haver com “aja” do verbo agir. A forma verbal “aja”, sem “h”, é do presente do subjuntivo do verbo agir: que eu aja, que tu ajas, que ele aja, que nós ajamos, que vós ajais, que eles ajam. E “haja”, com “h”, é presente do subjuntivo do verbo haver: “É preciso que haja (=exista) mais atenção”.
Um animal herbívoro (com “h”) come ervas (sem “h”). Erva e as palavras derivadas em que aparece a letra “v” devem ser escritas sem “h”: ervaçal (local onde há muita erva), ervagem (conjunto de ervas), ervatário (colhedor de ervas). Devemos escrever com “h” as palavras derivadas em que aparece a letra “b”: herbívoro (que come ervas), herbáceo (relativo a erva), herbiforme (que tem a forma de erva), herbífero (que produz erva)…
Abraço. Até nossa próxima aula.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Artigos publicados na Wikipedia apresentam erros em 60% deles.


Fonte: Tech Tudo. Por: Paulo Higa

A cada dez artigos lidos na Wikipédia, seis podem conter erros factuais. A informação vem de uma pesquisa recente realizada pela Universidade do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, que mostra que a credibilidade do conteúdo da enciclopédia livre está muito aquém da ideal.
O estudo foi direcionado especificamente para artigos com informações sobre empresas. A pesquisa conduzida por Marcia DiStaso, professora de comunicação da universidade, consultou 1284 funcionários de diversas companhias. De acordo com DiStaso, 25% dos entrevistados nunca pesquisaram sobre a empresa em que trabalham na Wikipédia. Cerca 60% dos artigos pesquisados continham imprecisões, segundo pessoas familiarizadas com o assunto abordado nos textos.

Apesar de a Wikipédia ser uma enciclopédia editável por qualquer um, o fundador Jimmy Wales defende que boas práticas sejam adotadas antes de modificar um artigo. Se um usuário defende a empresa e ganha por isso, não pode acrescentar, remover ou alterar informações sobre sua companhia. Nesse caso, é necessário utilizar a página de discussão para propor a mudança a um dos administradores. A grande dificuldade fica por conta do fato de que, a cada quatro queixas, uma delas nunca é respondida.

O problema é mais grave se considerarmos que muitos estudantes utilizam informações da Wikipédia como base para trabalhos acadêmicos, propagando erros factuais – e também dados errados inseridos propositalmente para prejudicar uma pessoa ou empresa.

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