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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Trinta dos mais fantásticos cosplays do mundo.



Cosplays são a projeção de nossas fantasias, do desejo de viver aventuras que, normalmente, não somos capazes de viver. Outro fator que torna o cosplay uma arte tão agradável é a possibilidade de interpretarmos papéis sem que sejamos atores. É uma arte em seu estado mais bruto, algo que dá chances de entrarmos no universo dos seres que amamos, ainda que por um curto período.
Por isso, nada mais justo que selecionar e publicar aqui uma relação dos 30 cosplays mais legais que encontrei recentemente. Personagens consagrados, alguns novos e até desconhecidos. Não importa. O que conta, no final, é o prazer da diversão para quem faz o cosplay e para quem os vê. 

Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.































sexta-feira, 17 de março de 2017

Vivara apresenta sua coleção de jóias de A Bela e a Fera.


Com o lançamento do live action de A Bela e a Fera, já aguardávamos uma invasão de produtos associados aos personagens do filme e da animação da Disney. Desde adesivos até os cobiçados Hot Toys são produtos previsíveis e comuns ao lançamento de filmes de grande apelo junto ao público. O mesmo aconteceu com Os Vingadores, Batman v Superman, Jurassic World e tantos outros.
O que surpreendeu foi a descoberta de uma coleção de pingentes de prata feitos pela Vivara que reúne os principais personagens da animação. 
Mas não pense que para por aí. A Vivara também tem pingentes de Alice no País das Maravilhas, Malévola, Cruella DeVil, Capitão Gancho, Úrsula, o Espelho Mágico, a Bruxa (Branca de Neve) e outros. As fotos abaixo mostram todos os itens da coleção A Bela e a Fera, além dos outros citados.
















segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Review de Westworld S01E03: quando o caos se anuncia.



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Leiam antes as resenhas dos episódios anteriores:  S01E01 e S01E02

A trama desse terceiro episódio ganha uma bela referência à Alice no País das Maravilhas. Aliás, é esse livro que Dolores ganha como presente, algo que aguça as memórias dela, inclusive as que deveriam ter sido apagadas.
Reencontramos alguns personagens do segundo episódio cuja pertinência à história ganha realce. Dolores e a prostituta dona do Saloon Mariposa são apenas alguns exemplos.
Tal como Alice que vive suas aventuras e pensa estar sonhando, assim são os personagens robóticos que vivem para entreter, mas, em um recanto escondido de suas “almas”, querem acordar e ter suas vidas para si.

A cena abaixo é a que mais apareceu em todos os episódios até agora. Essa cena serve para evidenciar o papel real dos androides como meros atores em um gigantesco e grotesco teatro. As máquinas são meros objetos de diversão, não importa o quanto ‘sofram’ para manter a encenação.



“Em tempo: o termo ciborgue serve para designar um híbrido entre máquina e homem, seja por meio de aperfeiçoamentos ou alguém com peças que substituam membros. Já o androide é, especificamente, uma máquina com aparência humana. Logo, Westworld tem androides, não ciborgues.”

Há um ponto ainda obscuro na trama: o papel dos funcionários do parque nessa silenciosa revolução que está afetando as máquinas. Desde Ford até Bernard, parece que muita gente está direta e indiretamente envolvida nessa sutil mudança de comportamento dos androides.

Detalhes dos papéis de Teddy e Dolores são revelados. Um novo elemento do passado de Teddy é acrescentado por Ford; um elemento que irá trazer o caos à vida do cowboy. Um vilão que faz parte do passado dele e voltou para atormentá-lo. Alguém mais violento e cruel que o Homem de Preto. Seu nome: Wyatt.

Mas as surpresas não param por aí. Um fantasma do passado retorna para atormentar a equipe de Westworld. Pequenas falhas foram diagnosticadas, mas o problema maior está em haver “vozes” nas mentes dos androides. A voz é de alguém muito importante para o projeto, um homem ainda desconhecido do público, mas vital para a idealização do parque temático. Alguém distante há anos que teria conhecimento suficiente para implantar uma janela de programação, algo muito próximo a uma falha programada ou um acesso a um programador específico. Será?


Nesse intervalo, Teddy e uma visitante, acompanhados por homens da lei, partem para capturar Wyatt. Enquanto isso, outra perseguição acontece, já que uma equipe de técnicos do parque descobre um anfitrião em fuga.

Novos detalhes sobre a metodologia de trabalho dentro de Westworld, o parque, são revelados. Aparentemente os funcionários vivem em um regime de trabalho bem próximo ao que conhecemos em plataformas de petróleo ou em centros de pesquisa na Antártida ou outro lugar distante. As pessoas ficam em um regime fechado, por um período determinado, podendo se comunicar apenas por meio de um programa próprio com seus familiares. Logo, a dedicação para estar entre os responsáveis pelo projeto é muito maior do que imaginamos.

Para melhorar ainda mais o episódio, que começou cheio de tensão e ação, há uma pequena passagem onde são revelados mais detalhes sobre a estrutura dos androides. Sensacional.


Voltamos às caçadas: por Wyatt e seu bando e, ainda, pelo anfitrião desgarrado. Tudo que poderia dar errado acontece, fatos que por si só mostram a instabilidade dentro do parque. Não há nada que possa ser previsto à perfeição. Erros existem. Isso sem contarmos com um fator que está presente desde a primeira aparição do Homem de Preto: a liberdade que certos convidados compraram.


Então, meu amigos, finalizo com um aviso: mudanças estão ocorrendo em um ritmo acelerado. Mudanças para o bem e para o mal. Mudanças que não estão incluídas no organizado universo planejado que conhecemos por Westworld. Logo, a engrenagem pode quebrar a qualquer momento.

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