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Mostrando postagens com o rótulo Militares

Como fazer a ferida doer novamente: o mau uso da imagem dos militares em um tweet

Por: Franz Lima . Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo Hoje, há poucos minutos, o jornal O Estado de São Paulo  +Estadão  lançou um tweet onde afirma que os aumentos para os servidores acrescerão em mais de 50 bilhões de reais as despesas do governo. Vamos analisar friamente os fatos: a) A publicação da notícia, vinculando-a à imagem dos três Comandantes das Forças Armadas é extremamente tendenciosa. Em uma sociedade cujo rancor ainda é presente quando o assunto é militarismo (por causa do período ditatorial), lançar mão de tal imagem é abrir novamente o debate sobre a importância e a necessidade de aumento para os militares. Muitos podem discordar, mas ainda há milhões de brasileiros que festejariam o fim das FFAA. Muitos ainda consideram os militares como gasto inútil, despesa que poderia ser evitada. b) Não receberemos aumento. O que teremos será um reajuste para reposição de perdas devido à inflação e ao aumento do mínimo que, obviamente, irá provocar o aum...

A polêmica sobre a continência: o que chocou tanto?

Por: Franz Lima   A revista Carta Capital, de circulação nacional, veiculou uma matéria onde critica de forma veemente o gesto de alguns atletas que prestaram continência durante a execução do Hino Nacional ao ganharem medalhas.  Em resposta - ainda que tardia - a tal observação feita por Rodrigo Borges no artigo  Atletas prestam continência no pódio: por que isso não deveria ser aceito , resta-me frisar que eles não se manifestaram de forma ideológica, mas, sobretudo, patriótica. O ato da continência é uma forma de respeito à Bandeira e ao Hino Nacional. Na condição de militares, temporários ou não, a demonstração de respeito aos símbolos máximos de nosso país é algo que está arraigado no comportamento de quem serve à Pátria na condição de militar, seja do Exército, Marinha, Aeronáutica, Polícia Militar ou Bombeiros.  O que me surpreende é ver um artigo mal redigido e pouco embasado ter recebido um espaço na Carta Capital. Não vou sequer entrar no mérito da ...

Coronel da Reserva aponta os motivos para o sucateamento e péssimos salários das Forças Armadas.

Fonte: Veja . Texto: Fernando Amorim Dia desses conversei com o Mike, um inglês boa praça casado com uma brasileira, dono de uma lan house perto da minha casa. A conversa descambou para política, pobreza e corrupção no Brasil. No meio do papo, com a verve da lógica saxônica, o Mike perguntou: o Brasil tem muitos pobres, mas alguém perguntou o motivo da pobreza? Espantosa e simples indagação. Concluímos que a pobreza é prima da ignorância, filha da corrupção, neta da omissão, irmã do populismo e bastarda da ausência de oportunidades. Saí de lá com esse pensamento. Diante dos atuais, e porque não dizer históricos, problemas salariais dos militares brasileiros, cabe também a lógica pergunta do Mike: porque as Forças Armadas ganham mal ? As explicações são várias: estrutura verticalizada da autoridade, com as decisões centradas no que manda mais, ou seja o Comandante. Quem manda é o Comandante. Por isso, quem está logo abaixo quer o cargo dele. É a fila que an...

Reapers: mulheres, uniformes e fetiche na visão de André de Freitas.

Fonte: André de Freitas .

Reportagem na íntegra - Forças Armadas do Brasil: treinados, armados e mal pagos. Via Veja

Não era minha intenção publicar esta matéria na íntegra, mas é preciso alertar para a bomba - no sentido figurado, porém com o impacto literal - que o governo está criando ao minar os militares das Forças Armadas com salários defasados, equipamentos sucateados e nenhum incentivo à permanência dos mesmos nas fileiras. Muitos não admitem, porém é muito óbvio que há um revanchismo grande do governo para com os militares. Franz Lima Fonte: Revista Veja . Reportagem de Carolina Freitas e Gabriel Castro Os mais de 339 000 homens da Marinha, do Exército e da Aeronáutica viram seus salários serem achatados ao longo dos anos, o que criou distorções absurdas. Um comandante de porta-aviões, por exemplo, ganha menos que um gráfico do Senado Federal Neste domingo, familiares de militares marcharam pela orla da Praia de Copacabana no Rio de Janeiro em um protesto por aumento salarial. A manifestação, batizada de “panelaço”, aproveitou a presença de autoridades do gove...

Brasil já gastou quase R$ 2 bilhões no Haiti

Fonte: Folha de SP     O que começou como uma operação emergencial de seis meses, com um custo previsto de R$ 150 milhões, completou no início deste mês oito anos de duração, a um preço de quase R$ 2 bilhões. A informação é da reportagem de Rubens Valente publicada na edição desta segunda-feira da Folha . A reportagem completa está disponível a assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha . A operação militar do Brasil no Haiti, iniciada em 1º de junho de 2004 como parte do plano do governo Lula para obter um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, consumiu até agora mais de seis vezes o que foi gasto pelo governo federal com a Força Nacional brasileira entre 2006 e 2012. OUTRO LADO Em nota, o ministério afirmou à Folha que os gastos estimulam a indústria militar brasileira. "A aquisição de material moderno para equipar os militares brasileiros permite, além da eficiência no emprego da tropa, ...

Militares fazem marcha virtual por aumento salarial

Fonte: Revista Veja Por Tânia Monteiro Brasília - Cansados de esperar por iniciativas dos comandos e do Ministério da Defesa para que consigam reajuste de seus salários, os militares da ativa começaram uma mobilização por um caminho inusitado: eles estão buscando adesões na internet para que o assunto seja objeto de discussão na comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. Até o início da noite desta segunda-feira, haviam sido coletadas mais de 206 mil assinaturas de militares e civis em apoio ao movimento. Essas assinaturas embasaram um pedido já enviado para o Senado, solicitando a realização de audiência com autoridades como os ministros da Defesa, Celso Amorim, e do Planejamento, Miriam Belchior, para tratar do aumento salarial. O movimento já está sendo chamado de "marcha virtual". O assunto já foi parar no Planalto, mas não está sendo objeto de avaliação pelo palácio, que apenas acompanha as informações. Há informes no Ministério...